Avaliação de impacto e processo de um modelo de grupoterapia cognitivo-comportamental para meninas vítimas de abuso sexual

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2010
Autor(a) principal: Habigzang, Luísa Fernanda
Orientador(a): Koller, Silvia Helena
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/21429
Resumo: Dois estudos avaliaram o impacto e o processo de um modelo de grupoterapia cognitivo-comportamental para 49 meninas vítimas de abuso sexual com idade entre 9 e 16 anos. O Estudo I avaliou: o impacto do modelo na redução de sintomas de depressão, stress, ansiedade, transtorno do estresse pós-traumático (TEPT) e crenças distorcidas sobre o abuso e o efeito do tempo de espera por tratamento nestes sintomas; a manutenção do impacto da grupoterapia após 6 e 12 meses do término; e os fatores preditores para a resposta à grupoterapia. Os resultados, obtidos através do teste t para amostras pareadas apontaram que o modelo de grupoterapia apresentou impacto positivo, reduzindo significativamente os sintomas avaliados; o efeito da espera entre os grupos não revelou diferença significativa; os efeitos terapêuticos se mantiveram após um ano; e, os fatores preditores da resposta à grupoterapia foram: idade de início do abuso, presença de estupro e sintomas de revivência do TEPT antes da grupoterapia. O Estudo II avaliou o processo terapêutico a partir da análise clínica descritiva de dois casos, considerando as participantes que obtiveram escores extremos na análise da redução de sintomas. Os resultados apontaram que a idade de início do abuso, forma de abuso, experiência de abrigamento, resposta ao treino de inoculação do estresse e percepções de culpa foram aspectos que diferenciaram a resposta à grupoterapia. O modelo avaliado se mostrou efetivo para tratamento de meninas vítimas de abuso sexual.
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