Avaliação de um novo stent farmacológico, metálico de magnésio e bioabsorvível em artérias coronárias de suínos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Napp, Guilherme
Orientador(a): Zago, Alexandre do Canto
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/298965
Resumo: Os stents coronarianos metálicos farmacológicos são eficazes no tratamento da doença arterial coronariana, porém sua estrutura metálica permanente reprime as propriedades fisiológicos vasomotoras e secretórias do vaso, impede a anastomose de futuros enxertos arteriais ou venosos, e pode servir de estímulo inflamatório contínuo, promovendo neoateromatose. Um novo stent coronariano bioabsorvível de magnésio e eluidor de sirolimus foi comparando com três outros stents: (1) stent de cobalto-cromo não farmacológico (Chromium), (2) stent farmacológico de cobalto-cromo eluidor de sirolimus amplamente utilizado (Orsiro) e (3) stent farmacológico de cobalto-cromo eluidor de sirolimus através de uma blenda de polímeros idênticos ao utilizado no stent de magnésio (DesBio). Foram realizados dois estudos experimentais em suínos, sendo um denominado eficácia, em que os stents foram implantados com sobredimensionamento de 20% para induzir hiperplasia neointmal e, portanto, avaliar a capacidade do stent em mitigar a resposta inflamatória do vaso. O outro estudo nomeado segurança envolveu o implante dos stents com relação de 1:1 entre o diâmetro do stent e o calibre do vaso e objetivou avaliar o desempenho dos stents em um cenário de resposta inflamatória usual do vaso na prática clínica. Ambos os estudos utilizaram o ultrassom intracoronário (IVUS) como instrumento de avaliação. No estudo eficácia, a perda tardia do stent bioabsorvível de magnésio foi significativamente maior do que nos demais stents (Magnésio: -4,55±0,85mm2 ou -55,6±7,5%, Chromium -1,99±0,31mm2 ou -23,14±6,5%, Orsiro: -0,09±1,56mm2 ou -11±6,45%, Desbio -0,07±2,39mm2 ou -13,8±4,5%, p<0,001). O stent de magnésio teve menor área de hiperplasia neointimal do que os demais stents (Magnésio 0,45±0,12mm2, Chromium 1,49±0,63mm2, Orsiro 0,74±0,13mm2, e Desbio 0,73±0,37mm2, p=0,04), enquanto a retração elástica foi significativamente maior no stent de magnésio em comparação aos demais stents (Magnésio -4,1±0,87 mm2 ou -50,3±8,8%, Chromium -0,17±0,56mm2 ou -2,12±7,4%, Orsiro -0,26±0,79mm2 ou -4,16±12,3%, Desbio -0,18±0,36mm2 ou -2,75±5,14%, p<0,001). No estudo segurança, a perda tardia do stent Magnésio também foi significativamente maior do que nos demais stents (Magnésio -3,03±0,72mm2 ou -41,1±9,2%, Chromium -1,33±0,79mm2 ou -19,4±10,1%, Orsiro -0,87±0,66mm2 ou -10,9±7,7%, Desbio -0,97±0,72mm2 ou -7,3±6,3%, p<0,001). Não houve diferença significativa na área de neoíntima (Magnésio 0,16±0,21mm2, Chromium 0,70±0,52mm2, Orsiro 0,48±0,66mm2 e Desbio 0,43±0,39mm2, p=0,183), entretanto a retração elástica foi significativamente maior no stent de magnésio do que nos demais (Magnésio -2,87±0,7mm2 ou -39,2±10,6%, Chromium -0,18±0,74mm2 ou -2,67±10,0%, Orsiro -0,07±0,16mm2 ou -1,2±5,51%, Desbio -0,13±0,58mm2 ou -2,16±6,97%, p<0,001). Não houve assimetria em qualquer um dos stents em ambos os estudos. Embora o novo stent bioabsorvível de magnésio tenha induzido menos hiperplasia intimal, suas propriedades mecânicas foram insuficientes para impedir retração elástica de grande magnitude e, consequentemente, perda tardia significativa em comparação aos demais stents nos dois cenários estudados, requerendo soluções que determinem aumento de sua força radial.
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spelling Napp, GuilhermeZago, Alexandre do Canto2025-11-22T08:06:32Z2025http://hdl.handle.net/10183/298965001296624Os stents coronarianos metálicos farmacológicos são eficazes no tratamento da doença arterial coronariana, porém sua estrutura metálica permanente reprime as propriedades fisiológicos vasomotoras e secretórias do vaso, impede a anastomose de futuros enxertos arteriais ou venosos, e pode servir de estímulo inflamatório contínuo, promovendo neoateromatose. Um novo stent coronariano bioabsorvível de magnésio e eluidor de sirolimus foi comparando com três outros stents: (1) stent de cobalto-cromo não farmacológico (Chromium), (2) stent farmacológico de cobalto-cromo eluidor de sirolimus amplamente utilizado (Orsiro) e (3) stent farmacológico de cobalto-cromo eluidor de sirolimus através de uma blenda de polímeros idênticos ao utilizado no stent de magnésio (DesBio). Foram realizados dois estudos experimentais em suínos, sendo um denominado eficácia, em que os stents foram implantados com sobredimensionamento de 20% para induzir hiperplasia neointmal e, portanto, avaliar a capacidade do stent em mitigar a resposta inflamatória do vaso. O outro estudo nomeado segurança envolveu o implante dos stents com relação de 1:1 entre o diâmetro do stent e o calibre do vaso e objetivou avaliar o desempenho dos stents em um cenário de resposta inflamatória usual do vaso na prática clínica. Ambos os estudos utilizaram o ultrassom intracoronário (IVUS) como instrumento de avaliação. No estudo eficácia, a perda tardia do stent bioabsorvível de magnésio foi significativamente maior do que nos demais stents (Magnésio: -4,55±0,85mm2 ou -55,6±7,5%, Chromium -1,99±0,31mm2 ou -23,14±6,5%, Orsiro: -0,09±1,56mm2 ou -11±6,45%, Desbio -0,07±2,39mm2 ou -13,8±4,5%, p<0,001). O stent de magnésio teve menor área de hiperplasia neointimal do que os demais stents (Magnésio 0,45±0,12mm2, Chromium 1,49±0,63mm2, Orsiro 0,74±0,13mm2, e Desbio 0,73±0,37mm2, p=0,04), enquanto a retração elástica foi significativamente maior no stent de magnésio em comparação aos demais stents (Magnésio -4,1±0,87 mm2 ou -50,3±8,8%, Chromium -0,17±0,56mm2 ou -2,12±7,4%, Orsiro -0,26±0,79mm2 ou -4,16±12,3%, Desbio -0,18±0,36mm2 ou -2,75±5,14%, p<0,001). No estudo segurança, a perda tardia do stent Magnésio também foi significativamente maior do que nos demais stents (Magnésio -3,03±0,72mm2 ou -41,1±9,2%, Chromium -1,33±0,79mm2 ou -19,4±10,1%, Orsiro -0,87±0,66mm2 ou -10,9±7,7%, Desbio -0,97±0,72mm2 ou -7,3±6,3%, p<0,001). Não houve diferença significativa na área de neoíntima (Magnésio 0,16±0,21mm2, Chromium 0,70±0,52mm2, Orsiro 0,48±0,66mm2 e Desbio 0,43±0,39mm2, p=0,183), entretanto a retração elástica foi significativamente maior no stent de magnésio do que nos demais (Magnésio -2,87±0,7mm2 ou -39,2±10,6%, Chromium -0,18±0,74mm2 ou -2,67±10,0%, Orsiro -0,07±0,16mm2 ou -1,2±5,51%, Desbio -0,13±0,58mm2 ou -2,16±6,97%, p<0,001). Não houve assimetria em qualquer um dos stents em ambos os estudos. Embora o novo stent bioabsorvível de magnésio tenha induzido menos hiperplasia intimal, suas propriedades mecânicas foram insuficientes para impedir retração elástica de grande magnitude e, consequentemente, perda tardia significativa em comparação aos demais stents nos dois cenários estudados, requerendo soluções que determinem aumento de sua força radial.Drug-eluting metallic coronary stents are effective in the treatment of coronary artery disease, but their permanent metallic structure suppresses the physiological vasomotor and secretory properties of the vessel, prevents the anastomosis of future arterial or venous grafts, and can serve as a continuous inflammatory stimulus promoting neo-atherosclerosis. A novel bioabsorbable sirolimus-eluting magnesium coronary stent was compared with 3 other stents: (1) a bare-metal cobalt-chromium stent (Chromium), (2) a widely used sirolimus-eluting cobalt-chromium stent (Orsiro), and (3) a sirolimus-eluting cobalt-chromium stent made of a polymer blend identical to that used in the magnesium stent (DesBio). Two experimental studies were performed in pigs, one of which was called efficacy, in which the stents were implanted with a 20% oversizing to induce neointimal hyperplasia and, therefore, evaluate the stent's ability to mitigate the vessel's inflammatory response. The other study, designated safety, involved the deployment of stents with a 1:1 ratio between the stent diameter and the vessel diameter, and aimed to evaluate the performance of the stents in a scenario of usual inflammatory response of the vessel in clinical practice. Both studies used intravascular ultrasound (IVUS) as a measurement tool. In the efficacy study, late loss of the bioabsorbable magnesium stent was significantly higher than in the other stents (Magnesium: -4.55±0.85mm2 or -55.6±7.5%, Chromium -1.99±0.31mm2 or -23.14±6.5%, Orsiro: -0.09±1.56mm2 or -11±6.45%, Desbio -0.07±2.39mm2 or -13.8±4.5%, p<0.001). The magnesium stent had a smaller neointimal area than the other stents (Magnesium 0.45±0.12mm2, Chromium 1.49±0.63mm2, Orsiro 0.74±0.13mm2, and Desbio 0.73±0.37mm2, p=0.04), while elastic recoil was significantly greater in the magnesium stent compared to the other stents (Magnesium -4.1±0.87 mm2 or -50.3±8.8%, Chromium -0.17±0.56mm2 or -2.12±7.4%, Orsiro -0.2±0.79mm2 or -4.16±12.3%, Desbio -0.18±0.36mm2 or -2.75±5.14%, p<0.001). In the safety study, late loss of the Magnesium stent was also significantly higher than other stents (Magnesium -3.03±0.72mm2 or -41.1±9.2%, Chromium -1.33±0.79mm2 or -19.4±10.1%, Orsiro -0.87±0.66mm2 or -10.9±7.7%, Desbio -0.97±0.72mm2 or -7.3±6.3%, p<0.001). There was no significant difference in the neointima area (Magnesium 0.16±0.21mm2, Chromium 0.70±0.52mm2, Orsiro 0.48±0.66mm2, Desbio 0.43±0.39mm2, p=0.183), however the elastic recoil was significantly greater in the magnesium stent than in the others (Magnesium -2.87±0.7mm2 or -39.2±10.6%, Chromium -0.18±0.74mm2 or -2.67±10.0%, Orsiro -0.07±0.16mm2 or -1.2±5.51%, Desbio -0.13±0.58mm2 or -2.16±6.97%, p<0.001). There was no asymmetry in any of the stents in either study. Although the new bioabsorbable magnesium stent induced less intimal hyperplasia, its mechanical properties were insufficient to prevent large-scale elastic retraction and, consequently, significant late loss compared to the other stents in the two scenarios studied, requiring solutions that determine an increase in its radial strength.application/pdfporModelos animaisInfarto do miocárdioDoença da artéria coronarianaHiperplasiaReestenose coronáriaImplantes absorvíveisSuínosStents farmacológicosAngioplastiaStentsMagnésioAcute myocardial infarctionCoronary artery diseaseIntimal hyperplasiaIn-stent restenosisBioresorbable stentBioresorbable metal stentExperimental models of restenosis in swineDrug-eluting stentCoronary angioplastyAvaliação de um novo stent farmacológico, metálico de magnésio e bioabsorvível em artérias coronárias de suínosinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulFaculdade de MedicinaPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Saúde: Cardiologia e Ciências CardiovascularesPorto Alegre, BR-RS2025mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001296624.pdf.txt001296624.pdf.txtExtracted Texttext/plain293659http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/298965/2/001296624.pdf.txte92d9fa9f933b4834728a01bd871af3bMD52ORIGINAL001296624.pdfTexto completoapplication/pdf21701876http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/298965/1/001296624.pdfad167d446a0d1ab4243fe611f3ee787fMD5110183/2989652025-12-15 08:02:25.346442oai:www.lume.ufrgs.br:10183/298965Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br || lume@ufrgs.bropendoar:18532025-12-15T10:02:25Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false
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