Oxidação eletroquímica avançada aplicada na degradação de 2,4-d utilizando ânodo DDB e ADE®

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Weschenfelder, Bruna Luísa
Orientador(a): Bernardes, Andrea Moura
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/300326
Resumo: Essa dissertação de mestrado teve como objetivo investigar a aplicação da oxidação eletroquímica avançada (OEA) na degradação e mineralização do ácido diclorofenoxiacético (2,4-D), utilizando um ânodo de diamante dopado com boro suportado com nióbio, de concentração de boro igual a 5000 ppm (Nb/DDB5000), e um ânodo dimensionalmente estável (Ti/Ti70%Ru30%O2 - ADE® ), além de dois tipos de diferentes de eletrólito suporte, sendo eles NaCl e Na2SO4. O mesmo cátodo de aço inoxidável foi utilizado em todas as condições avaliadas. A influência de parâmetros operacionais, como a densidade de corrente aplicada (10 e 20 mA/cm3 ), foi avaliada durantes quatro horas de ensaio. Os resultados obtidos foram avaliados em termos de degradação, mineralização, eficiência de corrente elétrica para mineralização, consumo energético e ácidos orgânicos. Os resultados de remoção da concentração de 2,4-D indicam que a melhor condição experimental é utilizando o ânodo DDB combinado com eletrólito suporte Na2SO4, havendo geração de mais duas espécies oxidantes no processo (SO4 - e S2O8 2- ), que promovem um melhor processo de oxidação. Em relação à densidade de corrente elétrica aplicada, não foi encontrada uma diferença considerável utilizando uma corrente elétrica maior que 10 mA/cm3 . Houve degradação e mineralização em todas as condições, mesmo que pequena, como durante o processo utilizando o ânodo ADE® , o qual demonstrou uma afinidade maior com o eletrólito suporte NaCl. Nessas condições é possível verificar que a escolha do eletrólito suporte juntamente com um ânodo compatível pode influenciar significativamente no processo de OEA, gerando menos produtos intermediários de reação, e, assim, obtendo um processo eficiente.
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