The Black Cat e The Imp of the Perverse de Edgar Allan Poe : análise e retradução
| Ano de defesa: | 2019 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/206492 |
Resumo: | Este trabalho tem como objetivo fazer uma análise das retraduções brasileiras dos contos The Black Cat e Imp of the Perverse, do escritor norte-americano Edgar Allan Poe, tomando como ponto de partida as traduções francesas Le Chat Noir e Le Démon de la Perversité, de Charles Baudelaire. As retraduções escolhidas foram: “O Gato Prêto”, de Frederico dos Reys Coutinho (1954), “O Gato Preto”, de William Lagos (2002), de Guilherme da Silva Braga (2009) e de Márcia Heloísa (2017) para The Black Cat. Para The Imp of the Perverse, foram escolhidas: “O Demônio da Perversidade”, de Oscar Mendes (1944), de William Lagos (2002), “O Demônio da Obstinação”, de Guilherme da Silva Braga (2009) e “O Demônio da Impulsividade”, de Rodrigo Breunig (2011). Para tal tarefa, leva-se em conta as reflexões sobre retradução levantadas pelos teóricos Antoine Berman (1984, 1990, 2007), Álvaro Faleiros e Thiago Mattos (2014), Yves Gambier (1994) e Liliane Rodriguez (1990). Haja vista a importância do papel de Baudelaire como tradutor e divulgador da obra de Poe na literatura ocidental, a análise tenta observar, até onde é possível, semelhanças das traduções francesas com as retraduções brasileiras. Para isso, utiliza-se como ferramenta de análise as “Tendências Deformadoras” de Antoine Berman (2007), apontando algumas modificações feitas pelo tradutor francês e observando como elas aparecem nas retraduções brasileiras. Após a análise, propõe-se uma nova tradução para os dois contos. |
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