Perspectivas diagnósticas e prognósticas dos microRNAs em leucoplasias orais : uma revisão sistemática e meta-análise

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Silva, Guilherme da Luz
Orientador(a): Visioli, Fernanda
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/293606
Resumo: Leucoplasias são definidas como placas predominantemente brancas, de risco questionável, que permanecem após a exclusão de outras doenças que não apresentam risco aumentado de malignização. A investigação de biomarcadores diagnósticos e prognósticos torna-se essencial para melhorar o manejo dos pacientes acometidos por essa condição. MicroRNAs (miRs) são classificados como pequenas moléculas de RNA não-codificantes que regulam a expressão gênica pós-transcrição, interferindo em diversos processos biológicos do organismo humano. O objetivo deste estudo foi sintetizar qualitativa e quantitativamente as evidências atuais sobre o papel potencial dos miRs como biomarcadores moleculares diagnósticos e prognósticos em leucoplasias orais. Uma busca eletrônica foi realizada nas bases de dados PubMed (MEDLINE), Scopus, Embase e Web of Science. Para os estudos prognósticos, o risco de viés foi avaliado utilizando a ferramenta Quality in Prognostic Studies (QUIPS), enquanto para os estudos diagnósticos a ferramenta Quality Assessment Tool for Diagnostic Accuracy Studies-2 (QUADAS-2) foi utilizada. Um modelo de efeitos aleatórios foi empregado para a meta-análise (com intervalo de confiança de 95%) utilizando o software RevMan 5.4. Um total de 25 estudos atenderam a todos os requisitos metodológicos e foram incluídos na revisão, sendo que onze também foram incluídos na análise quantitativa por apresentarem os dados necessários para a meta-análise. Entre os estudos incluídos, o miR-21 foi a molécula mais frequentemente relatada, mostrando superexpressão significativa em nove de 12 estudos, com amostras de tecido, saliva, soro e sangue de pacientes com leucoplasia oral em comparação com controles saudáveis (p < 0,05). A meta-análise também revelou que o miR-21 estava 2,72 vezes mais expresso na leucoplasia em comparação com a mucosa oral normal dos pacientes-controle (HR: 2,72; IC 95%: 1,05 - 4,38; I2 = 95%; p = 0,001). Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas quando comparado ao carcinoma espinocelular oral (CEC) (HR: 0,66; IC 95%: -0,74 - 2,06; I2 = 94%; p = 0,35), embora a análise de subgrupo para os estudos realizados exclusivamente com biópsias teciduais tenha mostrado resultados estatisticamente significantes para indivíduos com CEC em comparação com pacientes com leucoplasia oral (HR: 4,33; IC 95%: 1,07 – 7,59; I2 = 96%; p = 0,009). Por outro lado, embora tenha sido avaliado em somente três estudos que compararam pacientes com leucoplasia oral a indivíduos clinicamente saudáveis, o miR-145 apresentou expressão significativamente reduzida na saliva destes pacientes (HR: -7.19; 95% CI -13.75 - -0.63; I2 = 92%; p = 0.03). Seis estudos analisaram a associação entre displasia epitelial e miRs em lesões leucoplásicas, com 128 pacientes com leucoplasia e 142 pacientes-controle. Foi observado aumento salivar estatisticamente significativo do miR-21 em leucoplasias displásicas (p < 0,0001). Um total de quatro estudos investigaram o papel dos miRs na progressão de leucoplasias orais para CEC, identificando 24 moléculas associadas positivamente a essa transformação. O miR-21 pode ser considerado um biomarcador preditivo na carcinogênese oral, especialmente para monitoramento da progressão e agressividade da doença, enquanto o miR-145 possui um papel diretamente inverso ao miR-21, com evidências apontando para uma ação anticarcinogênica. Embora outros miRs tenham sido avaliados, há uma lacuna considerável de evidências sobre essas moléculas. Dessa forma, mais estudos são necessários para confirmar o papel de outros miRs no comportamento da leucoplasia oral.
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spelling Silva, Guilherme da LuzVisioli, Fernanda2025-07-09T08:00:16Z2025http://hdl.handle.net/10183/293606001280912Leucoplasias são definidas como placas predominantemente brancas, de risco questionável, que permanecem após a exclusão de outras doenças que não apresentam risco aumentado de malignização. A investigação de biomarcadores diagnósticos e prognósticos torna-se essencial para melhorar o manejo dos pacientes acometidos por essa condição. MicroRNAs (miRs) são classificados como pequenas moléculas de RNA não-codificantes que regulam a expressão gênica pós-transcrição, interferindo em diversos processos biológicos do organismo humano. O objetivo deste estudo foi sintetizar qualitativa e quantitativamente as evidências atuais sobre o papel potencial dos miRs como biomarcadores moleculares diagnósticos e prognósticos em leucoplasias orais. Uma busca eletrônica foi realizada nas bases de dados PubMed (MEDLINE), Scopus, Embase e Web of Science. Para os estudos prognósticos, o risco de viés foi avaliado utilizando a ferramenta Quality in Prognostic Studies (QUIPS), enquanto para os estudos diagnósticos a ferramenta Quality Assessment Tool for Diagnostic Accuracy Studies-2 (QUADAS-2) foi utilizada. Um modelo de efeitos aleatórios foi empregado para a meta-análise (com intervalo de confiança de 95%) utilizando o software RevMan 5.4. Um total de 25 estudos atenderam a todos os requisitos metodológicos e foram incluídos na revisão, sendo que onze também foram incluídos na análise quantitativa por apresentarem os dados necessários para a meta-análise. Entre os estudos incluídos, o miR-21 foi a molécula mais frequentemente relatada, mostrando superexpressão significativa em nove de 12 estudos, com amostras de tecido, saliva, soro e sangue de pacientes com leucoplasia oral em comparação com controles saudáveis (p < 0,05). A meta-análise também revelou que o miR-21 estava 2,72 vezes mais expresso na leucoplasia em comparação com a mucosa oral normal dos pacientes-controle (HR: 2,72; IC 95%: 1,05 - 4,38; I2 = 95%; p = 0,001). Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas quando comparado ao carcinoma espinocelular oral (CEC) (HR: 0,66; IC 95%: -0,74 - 2,06; I2 = 94%; p = 0,35), embora a análise de subgrupo para os estudos realizados exclusivamente com biópsias teciduais tenha mostrado resultados estatisticamente significantes para indivíduos com CEC em comparação com pacientes com leucoplasia oral (HR: 4,33; IC 95%: 1,07 – 7,59; I2 = 96%; p = 0,009). Por outro lado, embora tenha sido avaliado em somente três estudos que compararam pacientes com leucoplasia oral a indivíduos clinicamente saudáveis, o miR-145 apresentou expressão significativamente reduzida na saliva destes pacientes (HR: -7.19; 95% CI -13.75 - -0.63; I2 = 92%; p = 0.03). Seis estudos analisaram a associação entre displasia epitelial e miRs em lesões leucoplásicas, com 128 pacientes com leucoplasia e 142 pacientes-controle. Foi observado aumento salivar estatisticamente significativo do miR-21 em leucoplasias displásicas (p < 0,0001). Um total de quatro estudos investigaram o papel dos miRs na progressão de leucoplasias orais para CEC, identificando 24 moléculas associadas positivamente a essa transformação. O miR-21 pode ser considerado um biomarcador preditivo na carcinogênese oral, especialmente para monitoramento da progressão e agressividade da doença, enquanto o miR-145 possui um papel diretamente inverso ao miR-21, com evidências apontando para uma ação anticarcinogênica. Embora outros miRs tenham sido avaliados, há uma lacuna considerável de evidências sobre essas moléculas. Dessa forma, mais estudos são necessários para confirmar o papel de outros miRs no comportamento da leucoplasia oral.Leukoplakias are defined as predominantly white plaques of questionable risk that persist after excluding other diseases that do not present an increased risk of malignancy. The investigation of diagnostic and prognostic biomarkers is essential to improve the management of patients affected by this condition. MicroRNAs (miRs) are classified as small non-coding RNA molecules that regulate gene expression post-transcription, interfering with various biological processes in the human body. The objective of this study was to qualitatively and quantitatively synthesize the current evidence on the potential role of miRs as molecular diagnostic and prognostic biomarkers in oral leukoplakia. An electronic search was conducted in the PubMed (MEDLINE), Scopus, Embase, and Web of Science databases. For prognostic studies, the risk of bias was assessed using the Quality in Prognostic Studies (QUIPS) tool, while for diagnostic studies, the Quality Assessment Tool for Diagnostic Accuracy Studies-2 (QUADAS-2) was used. A random-effects model was employed for the meta-analysis (with a 95% confidence interval) using RevMan 5.4 software. A total of 25 studies met all methodological requirements and were included in the review, with eleven also included in the quantitative analysis for presenting the necessary data for meta-analysis. Among the included studies, miR-21 was the most frequently reported molecule, showing significant overexpression in nine out of twelve studies, with tissue, saliva, serum, and blood samples from patients with oral leukoplakia compared to healthy controls (p < 0.05). The meta-analysis also revealed that miR-21 was 2.72 times more expressed in leukoplakia compared to the normal oral mucosa of control patients (HR: 2.72; 95% CI: 1.05 - 4.38; I2 = 95%; p = 0.001). No statistically significant differences were found when compared to oral squamous cell carcinoma (OSCC) (HR: 0.66; 95% CI: -0.74 - 2.06; I2 = 94%; p = 0.35). However, a subgroup analysis of studies conducted exclusively with tissue biopsies showed statistically significant results for individuals with OSCC compared to patients with oral leukoplakia (HR: 4.33; 95% CI: 1.07 – 7.59; I2 = 96%; p = 0.009). On the other hand, although assessed in only three studies comparing patients with oral leukoplakia to clinically healthy individuals, miR-145 showed significantly reduced expression in the saliva of these patients (HR: -7.19; 95% CI: -13.75 - -0.63; I2 = 92%; p = 0.03). Six studies analyzed the association between epithelial dysplasia and miRs in leukoplastic lesions, involving 128 leukoplakia patients and 142 control patients. A statistically significant salivary increase in miR-21 was observed in dysplastic leukoplakias (p < 0.0001). A total of four studies investigated the role of miRs in the progression of oral leukoplakia to OSCC, identifying 24 molecules positively associated with this transformation. MiR-21 can be considered a predictive biomarker in oral carcinogenesis, particularly for monitoring disease progression and aggressiveness, while miR-145 has an inverse role to miR-21, with evidence suggesting an anticarcinogenic effect. Although other miRs have been evaluated, there is still a considerable lack of evidence regarding these molecules. Thus, further studies are needed to confirm the role of other miRs in the behavior of oral leukoplakia.application/pdfporMicroRNAsLeucoplasia oralNeoplasias bucaisDiagnósticoPrognósticoMicroRNAsOral leukoplakiaOral squamous cell carcinomaDiagnosisPrognosisPerspectivas diagnósticas e prognósticas dos microRNAs em leucoplasias orais : uma revisão sistemática e meta-análiseOral leukoplakia and microRNAs : a systematic review and meta-analysis of diagnostic and prognostic insightsinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulFaculdade de OdontologiaPrograma de Pós-Graduação em OdontologiaPorto Alegre, BR-RS2025mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001280912.pdf.txt001280912.pdf.txtExtracted Texttext/plain44031http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/293606/2/001280912.pdf.txt96a8f4703a173803c1b164a2ae97645fMD52ORIGINAL001280912.pdfTexto parcialapplication/pdf1324055http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/293606/1/001280912.pdfaeeea90edd708f8e31f77b9109b129e1MD5110183/2936062025-07-10 07:59:31.714442oai:www.lume.ufrgs.br:10183/293606Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br || lume@ufrgs.bropendoar:18532025-07-10T10:59:31Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false
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Silva, Guilherme da Luz
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