Relações sociais entre profissionais do consultório na rua e pessoas em situação de rua : estudo fenomenológico

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Tisott, Zaira Letícia
Orientador(a): Nasi, Cíntia
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/302874
Resumo: Introdução: o espaço da rua pode ser compreendido como um local de existência. É nesse lugar que as pessoas em situação de rua vivenciam desafios cotidianos importantes relacionados principalmente ao estigma, abuso de drogas e à exclusão social. Mas também, é nesse espaço que se constroem relações sociais, seja com outras pessoas que também estão vivenciando o espaço da rua como com profissionais das equipes que os atendem. Esse estudo se justifica devido a importância do cuidado ofertado as pessoas em situação de rua e a inclusão no acesso aos serviços sociais e a saúde. Diante disso se tem como pergunta de pesquisa: como se dão as relações sociais entre os profissionais de uma equipe de um Consultório na Rua com as pessoas em situação de rua? Essa pesquisa se mostra relevante para a construção do cuidado em saúde mental da equipe multiprofissional e da enfermagem enquanto núcleo integrante da equipe do Consultório na Rua. Objetivo Geral: compreender as relações sociais entre profissionais que atuam no Consultório na Rua e as pessoas em situação de rua. Método: trata-se de uma pesquisa qualitativa, com abordagem da sociologia fenomenológica de Alfred Schutz. O estudo foi realizado em um Consultório na Rua, localizado no estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Os participantes dessa pesquisa foram nove profissionais de saúde do Consultório na Rua e nove pessoas em situação de rua, conforme critérios de exclusão e inclusão para esta pesquisa. O período de coleta de dados ocorreu nos meses de outubro e novembro de 2019, realizada por meio de entrevistas fenomenológicas. Para a análise das informações, foram utilizados os passos metodológicos propostos por pesquisadores da sociologia fenomenológica. A interpretação compreensiva dos depoimentos foi realizada conforme o Referencial Teórico de Alfred Schutz e da literatura científica da área da saúde mental. Foram contemplados os princípios da Resolução no 466/12 e também da Resolução no 510/16 do Conselho Nacional de Saúde que regulamentam as normas para pesquisa envolvendo seres humanos, onde todos os participantes do estudo realizaram assinatura no Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e ou Assentimento. A pesquisa foi aprovada pelo Parecer no 3.540.661, de 29 de agosto de 2019, CAEE no 16812919.4.0000.5347. Resultados: a pesquisa foi dividida em categorias concretas do vivido, as quais versam sobre: as relações sociais estabelecidas entre a equipe de Consultório na Rua e as pessoas em situação de rua no olhar dos profissionais de saúde, as quais se estabelecem por meio de potencialidades, aprendizagem e respeito a singularidades e nas relações conflituosas com seu semelhante; a percepção das pessoas em situação de rua frente às relações sociais construídas com os profissionais de saúde do Consultório na Rua, permeadas pelo envolvimento terapêutico e pelas dificuldades nas relações entre eles. Ainda, as categorias se dividem nas: intenções das ações de cuidado dos profissionais da equipe de Consultório na Rua; as quais encontram-se voltadas para ações de cuidado direcionadas para o usuário, mas também a fim de tencionar e articular com os demais serviços da rede; e as expectativas das pessoas em situação de rua sobre o cuidado recebido pelos profissionais, que envolvem o interesse à mão, sensibilidade social e políticas sociais. com o estudo foi desvelado que as relações sociais estabelecidas entre a equipe e as pessoas em situação de rua ocorrem por meio de relações sociais diretas, por vezes, indiretas, caracterizadas por períodos de afastamentos orientados no agir do outro ou realizado de forma natural. Percebe-se que existe uma reciprocidade de perspectivas entre a intencionalidade das ações realizadas pelos profissionais do Consultório na Rua e as expectativas das pessoas em situação de rua diante dessas ações, as quais se mostram recíprocas no ato de cuidar de si subjetivo e a interação no mundo social. Considerações finais: conhecer a situação biográfica das pessoas em situação de rua promove atos de compreensão em seu modo de agir no mundo da vida, logo, resulta em um cuidado mais implicado e humanizado com o outro. Interpretar as relações sociais que se estabelecem entre os profissionais do Consultório na Rua e as pessoas em situação de rua e, ainda, compreender a reciprocidade de perspectivas se mostra fundamental para a construção do cuidado em saúde mental. Ao compreender as relações sociais estabelecidas, essa pesquisa de tese contribui para a prática assistencial das equipes dos serviços, que recebem PSR. Ainda, o estudo colabora para o avanço da pesquisa fenomenológica nessa temática, devido a imersão das reflexões filosóficas desveladas nessa pesquisa no coexistir das relações sociais. Por fim, se mostra relevante para o processo de formação de profissionais, inclusive de enfermagem, para a percepção de si e do outro na relação social no ato de cuidar.
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