Compostos bioativos em salsa (petroselinum crispum) e manjericão (ocimum basilicum) produzidos sob diferentes sistemas de cultivo
| Ano de defesa: | 2020 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/211907 |
Resumo: | Um dos motivos pelos quais as ervas aromáticas são importantes, seja para saúde ou para outros fins, é a presença de compostos bioativos. No presente estudo, foi avaliado, comparativamente, o conteúdo dos compostos bioativos de salsa (Petroselinum crispum cv. ‘Lisa Stella’), manjericão verde (Ocimum basilicum var. minimum cv. ‘Grecco a Palla’) e manjericão roxo (Ocimum basilicum cv. ‘Vermelho Rubi’) sob três sistemas de cultivo diferentes (indoor, vaso em estufa e campo aberto orgânico). Os resultados indicaram que o conteúdo dos compostos bioativos variaram entre os sistemas. Na salsa, os valores mais elevados de carotenoides (2621 μg/g peso seco) e clorofilas foram encontrados no sistema indoor. As amostras do campo foram as que apresentaram o maior conteúdo de ácido ascórbico (103 mg/100 g peso fresco). No caso do manjericão verde, o valor mais elevado de carotenoides (3743 μg/g peso seco) foi encontrado no sistema indoor, enquanto que a concentração de compostos fenólicos totais foi maior no campo (25,50 mg/g peso seco). Já o manjericão roxo, obteve maiores conteúdos de compostos fenólicos (não antociânicos) e antocianinas no campo, 33 e 25 mg/g peso seco, respectivamente. Por outro lado, o composto fenólico majoritário encontrado nos dois tipos de cultivares de manjericão foi o ácido rosmarínico, ao passo que a maioria das antocianinas mostraram ser derivadas da aglicona cianidina. Finalmente, os resultados mostraram que o sistema indoor fornece condições suficientes para a síntese de compostos bioativos, que também estão presentes nos outros sistemas de cultivo, embora a maior atividade antioxidante foi encontrada no campo aberto (cultivo orgânico). |
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Um dos motivos pelos quais as ervas aromáticas são importantes, seja para saúde ou para outros fins, é a presença de compostos bioativos. No presente estudo, foi avaliado, comparativamente, o conteúdo dos compostos bioativos de salsa (Petroselinum crispum cv. ‘Lisa Stella’), manjericão verde (Ocimum basilicum var. minimum cv. ‘Grecco a Palla’) e manjericão roxo (Ocimum basilicum cv. ‘Vermelho Rubi’) sob três sistemas de cultivo diferentes (indoor, vaso em estufa e campo aberto orgânico). Os resultados indicaram que o conteúdo dos compostos bioativos variaram entre os sistemas. Na salsa, os valores mais elevados de carotenoides (2621 μg/g peso seco) e clorofilas foram encontrados no sistema indoor. As amostras do campo foram as que apresentaram o maior conteúdo de ácido ascórbico (103 mg/100 g peso fresco). No caso do manjericão verde, o valor mais elevado de carotenoides (3743 μg/g peso seco) foi encontrado no sistema indoor, enquanto que a concentração de compostos fenólicos totais foi maior no campo (25,50 mg/g peso seco). Já o manjericão roxo, obteve maiores conteúdos de compostos fenólicos (não antociânicos) e antocianinas no campo, 33 e 25 mg/g peso seco, respectivamente. Por outro lado, o composto fenólico majoritário encontrado nos dois tipos de cultivares de manjericão foi o ácido rosmarínico, ao passo que a maioria das antocianinas mostraram ser derivadas da aglicona cianidina. Finalmente, os resultados mostraram que o sistema indoor fornece condições suficientes para a síntese de compostos bioativos, que também estão presentes nos outros sistemas de cultivo, embora a maior atividade antioxidante foi encontrada no campo aberto (cultivo orgânico). |
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