Quem cuida de quem cuida? : rede de apoio às enfermeiras durante a pandemia de COVID-19 : uma revisão de escopo

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Poltozi, Angeline Francines
Orientador(a): Rocha, Cristianne Maria Famer
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/292464
Resumo: Introdução: A pandemia de covid-19, que durou de dezembro de 2019 a maio de 2023, quando foi decretado o fim da emergência sanitária global, teve impactos não apenas na saúde epidemiológica, mas também nas esferas econômica, social, cultural e política globalmente. Os profissionais de saúde, especialmente os da Enfermagem, estiveram na linha de frente, enfrentando riscos elevados de infecção e sobrecarga de trabalho. Esse cenário resultou em estigmatização e isolamento social e familiar. A ausência de apoio adequado e as relações de trabalho conflitantes contribuíram para o esgotamento físico e mental desses profissionais. Objetivo: Mapear a produção científica acerca da rede de apoio das enfermeiras durante a pandemia de covid-19. Metodologia: A pesquisa foi uma revisão de escopo exploratória, seguindo as recomendações do Joanna Briggs Institute. A busca dos estudos relevantes foi realizada a partir de descritores específicos, seguindo a combinação mnemônica - população, conceito e contexto (PCC) -, onde população foi definida como enfermeiras, contexto foi a rede de apoio e contexto foi a pandemia de covid-19, nas bases de dados PubMed, Web of Science, Scientific Electronic Library Online, Biblioteca Virtual de Saúde, Literatura Latino-Americana de Informação em Ciências da Saúde, Banco de Dados da Enfermagem, Índice Bibliográfico Espanhol de Ciências da Saúde e Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature. Os critérios de inclusão abrangeram artigos originais, relatos de experiência e estudos teóricos, sem restrição temporal. A seleção dos estudos foi feita por duas pesquisadoras utilizando o software Rayyan®. A análise e apresentação dos dados foram feitas de maneira descritiva, utilizando quadros e gráficos. Resultados: Foram revisados um total de 806 estudos, e 19 deles foram incluídos nesta revisão de escopo: a maioria deles foram de natureza quantitativa, envolveram um total de 9.221 enfermeiras como participantes, foram publicados entre os anos 2020 e 2023 e conduzidos em diversos países (China, Turquia, Estados Unidos, Grécia, Irã, Jordânia, Brasil, Peru, Coreia do Sul, Polônia e Japão). Em relação ao tipo de apoio social, todos os estudos mediram o apoio social percebido e o instrumento mais utilizado foi a Multidimensional Scale of Perceived Social Support (em dez estudos), seguido da Perceived Social Support Scale (utilizada em três estudos). Os estudos foram agrupados em quatro dimensões principais: 1) Redes de apoio para saúde mental (maior apoio social resultou em melhor condição psicológica por parte das enfermeiras que atuaram diretamente com pacientes com covid-19); 2) Redes de apoio para carga de trabalho, estresse laboral e fadiga por compaixão (o apoio social teve um efeito positivo na qualidade de vida e moderou o impacto negativo da carga de trabalho); 3) Redes de apoio para a resiliência e o compromisso laboral (o apoio percebido, por parte das enfermeiras, está positivamente associado à resiliência psicológica); e, 4) Redes de apoio sobre aspectos relacionados com as próprias percepções de redes de apoio social no trabalho (as enfermeiras foram fundamentais para a criação de redes de apoio social, ainda que algumas tenham evitado buscar apoio junto às próprias famílias). Considerações finais: Podemos considerar que não existe um modelo único de apoio social que seja eficaz para todos as enfermeiras, e que é indispensável que sejam feitas adaptações personalizadas. Os investimentos nessas redes de apoio fortalecerão o sistema de saúde e darão suporte a uma prática de enfermagem saudável e resiliente, valorizando o papel das enfermeiras na sociedade.
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spelling Poltozi, Angeline FrancinesRocha, Cristianne Maria FamerAcosta, Aline Marques2025-06-05T06:53:36Z2024http://hdl.handle.net/10183/292464001256705Introdução: A pandemia de covid-19, que durou de dezembro de 2019 a maio de 2023, quando foi decretado o fim da emergência sanitária global, teve impactos não apenas na saúde epidemiológica, mas também nas esferas econômica, social, cultural e política globalmente. Os profissionais de saúde, especialmente os da Enfermagem, estiveram na linha de frente, enfrentando riscos elevados de infecção e sobrecarga de trabalho. Esse cenário resultou em estigmatização e isolamento social e familiar. A ausência de apoio adequado e as relações de trabalho conflitantes contribuíram para o esgotamento físico e mental desses profissionais. Objetivo: Mapear a produção científica acerca da rede de apoio das enfermeiras durante a pandemia de covid-19. Metodologia: A pesquisa foi uma revisão de escopo exploratória, seguindo as recomendações do Joanna Briggs Institute. A busca dos estudos relevantes foi realizada a partir de descritores específicos, seguindo a combinação mnemônica - população, conceito e contexto (PCC) -, onde população foi definida como enfermeiras, contexto foi a rede de apoio e contexto foi a pandemia de covid-19, nas bases de dados PubMed, Web of Science, Scientific Electronic Library Online, Biblioteca Virtual de Saúde, Literatura Latino-Americana de Informação em Ciências da Saúde, Banco de Dados da Enfermagem, Índice Bibliográfico Espanhol de Ciências da Saúde e Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature. Os critérios de inclusão abrangeram artigos originais, relatos de experiência e estudos teóricos, sem restrição temporal. A seleção dos estudos foi feita por duas pesquisadoras utilizando o software Rayyan®. A análise e apresentação dos dados foram feitas de maneira descritiva, utilizando quadros e gráficos. Resultados: Foram revisados um total de 806 estudos, e 19 deles foram incluídos nesta revisão de escopo: a maioria deles foram de natureza quantitativa, envolveram um total de 9.221 enfermeiras como participantes, foram publicados entre os anos 2020 e 2023 e conduzidos em diversos países (China, Turquia, Estados Unidos, Grécia, Irã, Jordânia, Brasil, Peru, Coreia do Sul, Polônia e Japão). Em relação ao tipo de apoio social, todos os estudos mediram o apoio social percebido e o instrumento mais utilizado foi a Multidimensional Scale of Perceived Social Support (em dez estudos), seguido da Perceived Social Support Scale (utilizada em três estudos). Os estudos foram agrupados em quatro dimensões principais: 1) Redes de apoio para saúde mental (maior apoio social resultou em melhor condição psicológica por parte das enfermeiras que atuaram diretamente com pacientes com covid-19); 2) Redes de apoio para carga de trabalho, estresse laboral e fadiga por compaixão (o apoio social teve um efeito positivo na qualidade de vida e moderou o impacto negativo da carga de trabalho); 3) Redes de apoio para a resiliência e o compromisso laboral (o apoio percebido, por parte das enfermeiras, está positivamente associado à resiliência psicológica); e, 4) Redes de apoio sobre aspectos relacionados com as próprias percepções de redes de apoio social no trabalho (as enfermeiras foram fundamentais para a criação de redes de apoio social, ainda que algumas tenham evitado buscar apoio junto às próprias famílias). Considerações finais: Podemos considerar que não existe um modelo único de apoio social que seja eficaz para todos as enfermeiras, e que é indispensável que sejam feitas adaptações personalizadas. Os investimentos nessas redes de apoio fortalecerão o sistema de saúde e darão suporte a uma prática de enfermagem saudável e resiliente, valorizando o papel das enfermeiras na sociedade.Introduction: The COVID-19 pandemic, which lasted from December 2019 to May 2023, when the end of the global health emergency was declared, has had an impact not only on epidemiological health, but also on the economic, social, cultural and political spheres globally. Health professionals, especially nurses, were on the front line, facing high risks of infection and work overload. This scenario has resulted in stigmatization and social and family isolation. The lack of adequate support and conflicting working relationships contributed to the physical and mental exhaustion of these professionals. Objective: To map scientific production on nurses' support networks during the COVID-19 pandemic. Methodology: The research was an exploratory scoping review, following the recommendations of the Joanna Briggs Institute. The search for relevant studies was carried out using specific descriptors, following the mnemonic combination - population, concept and context (PCC) - where population was defined as nurses, context was the support network and context was the covid-19 pandemic, in the PubMed, Web of Science, Scientific Electronic Library Online, Virtual Health Library, Latin American Literature on Health Sciences Information, Nursing Database, Spanish Bibliographic Index of Health Sciences and Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature databases. The inclusion criteria included original articles, experience reports and theoretical studies, with no time restrictions. The studies were selected by two researchers using Rayyan® software. The data was analyzed and presented descriptively, using tables and graphs. Results: A total of 806 studies were reviewed, and 19 of them were included in this scoping review: most of them were quantitative in nature, involved a total of 9,221 nurses as participants, were published between 2020 and 2023 and were conducted in different countries (China, Turkey, the United States, Greece, Iran, Jordan, Brazil, Peru, South Korea, Poland and Japan). Regarding the type of social support, all the studies measured perceived social support and the most used instrument was the Multidimensional Scale of Perceived Social Support (in ten studies), followed by the Perceived Social Support Scale (used in three studies). The studies were grouped into four main dimensions: 1) Support networks for mental health (greater social support resulted in a better psychological condition for nurses who worked directly with COVID- 19 patients); 2) Support networks for workload, work stress and compassion fatigue (social support had a positive effect on quality of life and moderated the negative impact of workload); 3) Support networks for resilience and work commitment (perceived support from nurses is positively associated with psychological resilience); 4) Perceived social support for mental health and work commitment (perceived support from nurses is positively associated with psychological resilience); and 4) Support networks on aspects related to their own perceptions of social support networks at work (nurses were fundamental in creating social support networks, although some avoided seeking support from their own families). Final considerations: We can consider that there is no single model of social support that is effective for all nurses, and that it is essential to make personalized adaptations. Investing in these support networks will strengthen the health system and support a healthy and resilient nursing practice, enhancing the role of nurses in society.application/pdfporEnfermeiras e enfermeirosCOVID-19Apoio socialRevisão de escopoNursingNursesSocial supportScope reviewQuem cuida de quem cuida? : rede de apoio às enfermeiras durante a pandemia de COVID-19 : uma revisão de escopoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulEscola de EnfermagemPrograma de Pós-Graduação em EnfermagemPorto Alegre, BR-RS2024mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001256705.pdf.txt001256705.pdf.txtExtracted Texttext/plain73497http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/292464/2/001256705.pdf.txt775dbb55ff4b177fb9902f19b4fb9f64MD52ORIGINAL001256705.pdfTexto parcialapplication/pdf364435http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/292464/1/001256705.pdf70a419f1a9a3b32fd44cbe2ee41dfb65MD5110183/2924642025-07-09 08:00:06.855908oai:www.lume.ufrgs.br:10183/292464Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br || lume@ufrgs.bropendoar:18532025-07-09T11:00:06Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false
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