Relações de gênero e trabalho doméstico não remunerado : a participação masculina no trabalho reprodutivo – evidências gaúchas
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Palavras-chave em Português: | |
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| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/282822 |
Resumo: | Este estudo objetiva descortinar reflexões sobre como os homens gaúchos estão se envolvendo no trabalho doméstico não-remunerado (afazeres domésticos e cuidado), debatendo, de maneira crítico-reflexiva, os aspectos de diferenciação e similaridades dessa participação e seus reflexos para as questões interseccionais nas opressões de gênero, classe e raça nos âmbitos domésticos e familiares. Metodologicamente, o estudo foi conduzido de forma descritivo-exploratória, utilizando uma abordagem qualitativa. A seleção dos participantes foi feita através da técnica bola de neve em oito cidades do estado do Rio Grande do Sul. Através de entrevistas semiestruturadas com treze homens gaúchos, complementadas por anotações de observação e registros fotográficos, o corpus deste estudo foi submetido à análise de discurso. Os dados foram organizados em três temas, após a caracterização do perfil dos participantes: I) afazeres domésticos; II) cuidado, com as categorias (i) filhos/as, (ii) membros da família idosos e/ou com deficiência, (iii) animais de estimação e/ou animais domésticos, e (iv) hortas e plantas; e III) uso do tempo, com as categorias (i) tempo nas atividades de trabalho remunerado, e (ii) tempo nas atividades de trabalho não-remunerado. Os resultados revelam que, no contexto doméstico e familiar, os participantes (a) realizam diversos afazeres domésticos, que consumem tempo e são caracterizados pela fragmentação, multiplicidade e simultaneidade, (b) realizam diversas atividades de cuidado, que variam desde cuidados físicos e psicológicos a pessoas, orientadas de forma preventiva ou para a cura, até o cuidado com plantas e animais domésticos, (c) compartilhando essas tarefas com cônjuges ou membros da família. No entanto, (d) essa participação, na maioria dos casos, mostrou-se secundária, especialmente durante a pandemia de Covid-19, o que (e) resultou em uma sobrecarga para seus cônjuges, particularmente àquelas inseridas no mercado de trabalho. A participação dos homens gaúchos entrevistados no trabalho doméstico (afazeres e cuidado) revela-se intrinsecamente contraditória, manifestando-se tanto de forma progressiva quanto regressiva; tanto como um processo mais equânime e proporcional quanto diferente e assimétrico; e tanto como uma expressão de comportamentos conservadores e mentalidade mais fechada quanto comportamentos hodiernos e mentalidade mais aberta. Isso sugere mudanças comportamentais e de mentalidade, à medida que eles começam a reconhecer suas responsabilidades nas atividades relacionadas à casa, à família e às crianças, especialmente durante e após a pandemia. Essa reflexão os leva a considerar mais profundamente questões como paternidade, papéis sociais, desigualdades de gênero e uso do tempo. Ainda assim, a forma como cada um gerencia seu tempo varia consideravelmente, refletindo, em um nível micro, o mosaico de desigualdades individuais, e, em um nível macro, a estrutura social à qual pertencem. Não por acaso fatores sociais, demográficos, familiares, culturais, econômicos, ideológicos e estruturais do mercado de trabalho influenciam o equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho remunerado e ao não-remunerado, evidenciando uma tendência à expansão do tempo dedicado ao primeiro e à contração do tempo disponível para o segundo. Por fim, os lugares sociais ocupados pelos participantes, juntamente com suas experiências e perspectivas decorrentes desses lugares, oferecem explicações para as desigualdades e opressões estruturais que se manifestam a partir de um olhar interseccional sobre gênero, cor/raça e classe. Embora os indícios de vontades e mudanças em curso sejam pequenos, vagarosas e incrementais, acredita-se que estamos diante do surgimento de um novo perfil masculino, ainda em construção, mas com potencial para promover transformações significativas nas esferas doméstica, familiar e social. |
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Bidarte, Marcos Vinicius DalagostiniRodrigues, Maria Beatriz2024-12-24T06:55:52Z2024http://hdl.handle.net/10183/282822001218575Este estudo objetiva descortinar reflexões sobre como os homens gaúchos estão se envolvendo no trabalho doméstico não-remunerado (afazeres domésticos e cuidado), debatendo, de maneira crítico-reflexiva, os aspectos de diferenciação e similaridades dessa participação e seus reflexos para as questões interseccionais nas opressões de gênero, classe e raça nos âmbitos domésticos e familiares. Metodologicamente, o estudo foi conduzido de forma descritivo-exploratória, utilizando uma abordagem qualitativa. A seleção dos participantes foi feita através da técnica bola de neve em oito cidades do estado do Rio Grande do Sul. Através de entrevistas semiestruturadas com treze homens gaúchos, complementadas por anotações de observação e registros fotográficos, o corpus deste estudo foi submetido à análise de discurso. Os dados foram organizados em três temas, após a caracterização do perfil dos participantes: I) afazeres domésticos; II) cuidado, com as categorias (i) filhos/as, (ii) membros da família idosos e/ou com deficiência, (iii) animais de estimação e/ou animais domésticos, e (iv) hortas e plantas; e III) uso do tempo, com as categorias (i) tempo nas atividades de trabalho remunerado, e (ii) tempo nas atividades de trabalho não-remunerado. Os resultados revelam que, no contexto doméstico e familiar, os participantes (a) realizam diversos afazeres domésticos, que consumem tempo e são caracterizados pela fragmentação, multiplicidade e simultaneidade, (b) realizam diversas atividades de cuidado, que variam desde cuidados físicos e psicológicos a pessoas, orientadas de forma preventiva ou para a cura, até o cuidado com plantas e animais domésticos, (c) compartilhando essas tarefas com cônjuges ou membros da família. No entanto, (d) essa participação, na maioria dos casos, mostrou-se secundária, especialmente durante a pandemia de Covid-19, o que (e) resultou em uma sobrecarga para seus cônjuges, particularmente àquelas inseridas no mercado de trabalho. A participação dos homens gaúchos entrevistados no trabalho doméstico (afazeres e cuidado) revela-se intrinsecamente contraditória, manifestando-se tanto de forma progressiva quanto regressiva; tanto como um processo mais equânime e proporcional quanto diferente e assimétrico; e tanto como uma expressão de comportamentos conservadores e mentalidade mais fechada quanto comportamentos hodiernos e mentalidade mais aberta. Isso sugere mudanças comportamentais e de mentalidade, à medida que eles começam a reconhecer suas responsabilidades nas atividades relacionadas à casa, à família e às crianças, especialmente durante e após a pandemia. Essa reflexão os leva a considerar mais profundamente questões como paternidade, papéis sociais, desigualdades de gênero e uso do tempo. Ainda assim, a forma como cada um gerencia seu tempo varia consideravelmente, refletindo, em um nível micro, o mosaico de desigualdades individuais, e, em um nível macro, a estrutura social à qual pertencem. Não por acaso fatores sociais, demográficos, familiares, culturais, econômicos, ideológicos e estruturais do mercado de trabalho influenciam o equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho remunerado e ao não-remunerado, evidenciando uma tendência à expansão do tempo dedicado ao primeiro e à contração do tempo disponível para o segundo. Por fim, os lugares sociais ocupados pelos participantes, juntamente com suas experiências e perspectivas decorrentes desses lugares, oferecem explicações para as desigualdades e opressões estruturais que se manifestam a partir de um olhar interseccional sobre gênero, cor/raça e classe. Embora os indícios de vontades e mudanças em curso sejam pequenos, vagarosas e incrementais, acredita-se que estamos diante do surgimento de um novo perfil masculino, ainda em construção, mas com potencial para promover transformações significativas nas esferas doméstica, familiar e social.This study aims to uncover reflections on how brazilian men from Rio Grande do Sul are participating in unpaid domestic work (housework and care), discussing, in a critical-reflective way, the aspects of differentiation and similarities in this participation and their reflections on intersectional issues of gender, class and racial oppression in the domestic and family spheres. Methodologically, the study was conducted in a descriptive-exploratory manner using a qualitative approach. Participants were selected through snowball sampling in eight cities in the state of Rio Grande do Sul. Using semi-structured interviews with thirteen men, complemented by observational notes and photographic records, the corpus of this study was subjected to discourse analysis. The data were organized into three themes after characterizing the profile of the participants: I) domestic tasks; II) care, with the categories (i) children, (ii) elderly and/or disabled family members, (iii) pets and/or domestic animals, and (iv) gardens and plants; and III) use of time, with the categories (i) time in paid work activities, and (ii) time in unpaid work activities. The results show that, in the domestic and family context, the participants (a) perform various domestic tasks, which are time-consuming and characterized by fragmentation, multiplicity and simultaneity, (b) carry out various care activities, ranging from physical and psychological care of people, oriented towards prevention or healing, to the care of plants and domestic animals, (c) share these tasks with spouses or family members. However, (d) in most cases, this participation proved to be secondary, especially during the Covid-19 pandemic, which (e) resulted in a burden on their spouses, especially those in the labor market. The participation of interview men from Rio Grande do Sul in domestic work (housework and care) is inherently contradictory, manifesting itself both progressively and regressively; both as a more equitable and proportional process and as a different and asymmetrical one; and both as an expression of conservative behaviors and a more closed mentality, and as modern behaviors and a more open mentality. This suggests changes in behavior and mentality as they begin to recognize their responsibilities in activities related to the home, family and children, especially during and after the pandemic. This reflection leads them to think more deeply about issues such as parenthood, social roles, gender inequalities and the use of time. Nevertheless, the ways in which individuals manage their time vary considerably, reflecting at the micro level the mosaic of individual inequalities and at the macro level the social structure to which they belong. It is no coincidence that social, demographic, family, cultural, economic, ideological and structural factors in the labor market influence the balance between the time devoted to paid and unpaid work, with a tendency to increase the time devoted to the former and to decrease the time available for the latter. Finally, the social positions occupied by the participants, together with their experiences and perspectives derived from these positions, offer explanations for the structural inequalities and oppressions that manifest themselves from an intersectional perspective of gender, color/race, and class. Although the signs of will and change underway are small, slow and incremental, it is believed that we are facing the emergence of a new masculine profile, still under construction, but with the potential to promote significant transformations in the domestic, family and social spheres.application/pdfporGêneroInterseccionalidadeTempoTrabalho domésticoDivisão do trabalhoDesigualdade de gêneroGenderUnpaid domestic workHousework and careUse of timeIntersectionalityRelações de gênero e trabalho doméstico não remunerado : a participação masculina no trabalho reprodutivo – evidências gaúchasinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulEscola de AdministraçãoPrograma de Pós-Graduação em AdministraçãoPorto Alegre, BR-RS2024doutoradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001218575.pdf.txt001218575.pdf.txtExtracted Texttext/plain595025http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/282822/2/001218575.pdf.txtc89f4e0ba58968323e3fdfdf7be4b94aMD52ORIGINAL001218575.pdfTexto completoapplication/pdf2524572http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/282822/1/001218575.pdf4ffd65e11a7fd588612cf0ab7ca9558cMD5110183/2828222024-12-25 07:52:54.607422oai:www.lume.ufrgs.br:10183/282822Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br||lume@ufrgs.bropendoar:18532024-12-25T09:52:54Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false |
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