Produtividade de miniestacas em função da adubação nitrogenada em minicepas de Carya illinoinensis (Wangenh) K. Koch
| Ano de defesa: | 2022 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/284614 |
Resumo: | Carya illinoinensis (Wangenh) C. Koch é uma espécie frutífera, caducifólia pertencente à família Juglandaceae, que produz a noz-pecã. Para a cultura, há demanda pela produção de mudas de qualidade superior e homogêneas, e a técnica de miniestaquia pode ser uma alternativa para essa finalidade. O objetivo do estudo foi avaliar o potencial da miniestaquia, em propágulos de origem seminal, para a produção de mudas de C. illinoinensis, testando épocas de coleta e doses de nitrogênio em relação à produtividade de miniestacas. As sementes foram submetidas à superação da dormência por meio de estratificação e posteriormente foram semeadas em bandejas preenchidas com areia média. Aos 45 dias, foi realizada a transferência dos propágulos para recipientes individuais (1,7 L) preenchidos com areia média. Após 30 dias, realizou-se o desponte das mudas, tratando-as individualmente como minicepas. A irrigação ocorreu diariamente, com lâmina de água diária de 6,4 mm. A adubação ocorreu semanalmente por meio da aplicação de 50 mL/minicepa da solução nutritiva padrão, acrescida da aplicação de tratamentos com as doses de nitrogênio: 7,5; 14,5; 19,5; 27,5 e 33,5 mg/minicepa. As coletas de miniestacas iniciaram 48 dias após o desponte com intervalos de 14 dias. As miniestacas foram colocadas em tubetes de 55 mL, preenchidos com substrato casca de arroz carbonizada e mantidas em estufa com nebulização intermitente. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, em esquema fatorial 5x3 (doses de N x épocas), com quatro blocos de 10 minicepas/parcela. Os dados de produtividade de miniestacas foram submetidos a análise de variância e análise de regressão polinomial. Para a variável produtividade foi constatada interação significativa entre os fatores, apresentando comportamento linear a partir do aumento das doses de N para as épocas do ano. Os resultados superiores foram utilizando sob a maior dose de 33,5 mg/minicepa de N, resultando uma média de 1,8 miniestacas/minicepa por coleta no verão, seguido da primavera e outono com 0,99 e 0,91 miniestacas/minicepa, respectivamente. Esses resultados foram relacionados com as condições climáticas encontradas ao longo das épocas do ano. Entretanto, recomenda-se testar doses superiores de N, até encontrar o ponto de máxima produção. Com isso, a técnica de miniestaquia com propágulos vegetativos de origem seminal mostrou-se potencial na produção de mudas de nogueira-pecã, sendo observada produtividade superior no verão, com o uso da maior dose testada (33,5 mg/minicepa de N). |
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Silveira, Isabele Simões daFior, Claudimar SidneiLazarotto, Marília2025-02-01T06:58:08Z2022http://hdl.handle.net/10183/284614001153952Carya illinoinensis (Wangenh) C. Koch é uma espécie frutífera, caducifólia pertencente à família Juglandaceae, que produz a noz-pecã. Para a cultura, há demanda pela produção de mudas de qualidade superior e homogêneas, e a técnica de miniestaquia pode ser uma alternativa para essa finalidade. O objetivo do estudo foi avaliar o potencial da miniestaquia, em propágulos de origem seminal, para a produção de mudas de C. illinoinensis, testando épocas de coleta e doses de nitrogênio em relação à produtividade de miniestacas. As sementes foram submetidas à superação da dormência por meio de estratificação e posteriormente foram semeadas em bandejas preenchidas com areia média. Aos 45 dias, foi realizada a transferência dos propágulos para recipientes individuais (1,7 L) preenchidos com areia média. Após 30 dias, realizou-se o desponte das mudas, tratando-as individualmente como minicepas. A irrigação ocorreu diariamente, com lâmina de água diária de 6,4 mm. A adubação ocorreu semanalmente por meio da aplicação de 50 mL/minicepa da solução nutritiva padrão, acrescida da aplicação de tratamentos com as doses de nitrogênio: 7,5; 14,5; 19,5; 27,5 e 33,5 mg/minicepa. As coletas de miniestacas iniciaram 48 dias após o desponte com intervalos de 14 dias. As miniestacas foram colocadas em tubetes de 55 mL, preenchidos com substrato casca de arroz carbonizada e mantidas em estufa com nebulização intermitente. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, em esquema fatorial 5x3 (doses de N x épocas), com quatro blocos de 10 minicepas/parcela. Os dados de produtividade de miniestacas foram submetidos a análise de variância e análise de regressão polinomial. Para a variável produtividade foi constatada interação significativa entre os fatores, apresentando comportamento linear a partir do aumento das doses de N para as épocas do ano. Os resultados superiores foram utilizando sob a maior dose de 33,5 mg/minicepa de N, resultando uma média de 1,8 miniestacas/minicepa por coleta no verão, seguido da primavera e outono com 0,99 e 0,91 miniestacas/minicepa, respectivamente. Esses resultados foram relacionados com as condições climáticas encontradas ao longo das épocas do ano. Entretanto, recomenda-se testar doses superiores de N, até encontrar o ponto de máxima produção. Com isso, a técnica de miniestaquia com propágulos vegetativos de origem seminal mostrou-se potencial na produção de mudas de nogueira-pecã, sendo observada produtividade superior no verão, com o uso da maior dose testada (33,5 mg/minicepa de N).Carya illinoinensis (Wangenh) C. Koch is a fruit-bearing, deciduous species belonging to Juglandaceae family, which produces the pecan nut. For culture there is demand for the production of seedlings of superior and homogeneous and the mini- cutting can be an alternative to this finality. The objective of the present study was to evaluate the mini-cutting potential, in seedlings of seminal origin, for the production of C. illinoinensis seedlings, testing plant collection times and nitrogen rates in relation to mini-cutting productivity. The seeds were submitted to breaking dormancy through stratification and later sown in collective trays filled with medium sand. Forty-five days later, the propagules were transferred to individual containers (1,7 L) filled with medium sand substrate. After 30 days, the seedlings were sprouted, treating them individually as mini-stumps. Irrigation occurred daily, with a daily water depth of 6,4 mm. Fertilization occurred weekly by applying 50 mL/mini-stump of the standard nutrient, plus the application of treatments with nitrogen doses: (7,5; 14,5; 19,5; 27,5 and 33,5 mg/mini- stump). The mini-cutting collections started 48 days after the logging, with 14-day intervals. The mini-cuttings were placed in 55 mL tubes, filled with carbonized rice husk substrate, and kept in an oven with intermittent mist. The experimental design was in randomized blocks, in 5x3 factorial scheme (nitrogen doses x seasons), with four blocks of 10 mini-stumps/plot. Mini-cutting yield data were subjected to analysis of variance and polynomial regression analysis. For the productivity variable, a significant interaction was observed between the factors, presenting a linear behavior from the increase of N doses for the seasons. The superior results were used under the highest dose of 33,5 mg/mini-stump of N, resulting in an average of 1,8 mini-cuttings/mini- stump per collection in the summer, followed by spring and autumn with 0,99 and 0,91 mini-cuttings/mini-stump respectively. These results were related to the climatic conditions found throughout the seasons. However, it is recommended to test higher doses of N, until finding the point of maximum production. Thus, the mini-cutting technique with vegetative propagules of seminal origin showed potential in the production of pecan seedlings, with the highest production observed in the summer, with the use of the highest dose tested (33,5 mg/mini-stumps of N).application/pdfporFertilizante nitrogenadoNoz pecãPropagação vegetativaClonal mini gardenPecanVegetative propagationProdutividade de miniestacas em função da adubação nitrogenada em minicepas de Carya illinoinensis (Wangenh) K. KochMini-cuttings productivity due to minicepas nitrogen fertilization in Carya illinoinensis (Wangenh) K. Koch info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulFaculdade de AgronomiaPrograma de Pós-Graduação em FitotecniaPorto Alegre, BR-RS2022mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001153952.pdf.txt001153952.pdf.txtExtracted Texttext/plain115290http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/284614/2/001153952.pdf.txt3b8231c7366ba26db81d2bdf62946f35MD52ORIGINAL001153952.pdfTexto completoapplication/pdf2449961http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/284614/1/001153952.pdf713959430536d3bdd396510307ed12d0MD5110183/2846142025-02-02 07:56:00.757158oai:www.lume.ufrgs.br:10183/284614Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br||lume@ufrgs.bropendoar:18532025-02-02T09:56Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false |
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Carya illinoinensis (Wangenh) C. Koch é uma espécie frutífera, caducifólia pertencente à família Juglandaceae, que produz a noz-pecã. Para a cultura, há demanda pela produção de mudas de qualidade superior e homogêneas, e a técnica de miniestaquia pode ser uma alternativa para essa finalidade. O objetivo do estudo foi avaliar o potencial da miniestaquia, em propágulos de origem seminal, para a produção de mudas de C. illinoinensis, testando épocas de coleta e doses de nitrogênio em relação à produtividade de miniestacas. As sementes foram submetidas à superação da dormência por meio de estratificação e posteriormente foram semeadas em bandejas preenchidas com areia média. Aos 45 dias, foi realizada a transferência dos propágulos para recipientes individuais (1,7 L) preenchidos com areia média. Após 30 dias, realizou-se o desponte das mudas, tratando-as individualmente como minicepas. A irrigação ocorreu diariamente, com lâmina de água diária de 6,4 mm. A adubação ocorreu semanalmente por meio da aplicação de 50 mL/minicepa da solução nutritiva padrão, acrescida da aplicação de tratamentos com as doses de nitrogênio: 7,5; 14,5; 19,5; 27,5 e 33,5 mg/minicepa. As coletas de miniestacas iniciaram 48 dias após o desponte com intervalos de 14 dias. As miniestacas foram colocadas em tubetes de 55 mL, preenchidos com substrato casca de arroz carbonizada e mantidas em estufa com nebulização intermitente. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, em esquema fatorial 5x3 (doses de N x épocas), com quatro blocos de 10 minicepas/parcela. Os dados de produtividade de miniestacas foram submetidos a análise de variância e análise de regressão polinomial. Para a variável produtividade foi constatada interação significativa entre os fatores, apresentando comportamento linear a partir do aumento das doses de N para as épocas do ano. Os resultados superiores foram utilizando sob a maior dose de 33,5 mg/minicepa de N, resultando uma média de 1,8 miniestacas/minicepa por coleta no verão, seguido da primavera e outono com 0,99 e 0,91 miniestacas/minicepa, respectivamente. Esses resultados foram relacionados com as condições climáticas encontradas ao longo das épocas do ano. Entretanto, recomenda-se testar doses superiores de N, até encontrar o ponto de máxima produção. Com isso, a técnica de miniestaquia com propágulos vegetativos de origem seminal mostrou-se potencial na produção de mudas de nogueira-pecã, sendo observada produtividade superior no verão, com o uso da maior dose testada (33,5 mg/minicepa de N). |
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