Biomassas radiculares e aéreas em comunidades de caatinga
| Ano de defesa: | 2013 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal Rural de Pernambuco
Departamento de Biologia Brasil UFRPE Programa de Pós-Graduação em Botânica |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/4939 |
Resumo: | Objetivou-se estimar as biomassas radiculares e aéreas e as razões raiz: parte aérea em três estádios de regeneração (18, 40 e > 60 anos), em Neossolo litólico, no semi-árido na Paraíba, e em fitofisionomias abertas e densas, em quatro classes de solos (Luvissolo, Neossolos litólico e quartzarênico e Planossolo), no semi-árido de Pernambuco. Na Paraíba, foram instaladas 12 parcelas de 3 m de raio em cada estádio de regeneração e, em Pernambuco, foram instaladas três parcelas de 5m de raio em cada combinação fitofisionomia x solo. Nas parcelas, foram medidos todos os indivíduos com diâmetro do caule a 1,3 cm do solo (DAP) ≥ 3 cm e o DAP foi usado para estimar as biomassas aéreas (Kg) de cada indivíduo aplicando-se a equação: 0,173 DAP(cm) 2,295. As raízes foram coletadas em trincheiras de 0,7×0,7×1m, em camadas de solo de 20 em 20 cm de profundidade, separadas em finas (≤ 5mm) e grossas (≥ 5mm), e em seguida secas e pesadas. Na Paraíba, as biomassas radiculares foram significativamente maiores na vegetação >60 anos em regeneração (23 Mg ha-1) que nos estádios em regeneração há 40 (5 Mg ha-1) e 18 anos (2 Mg ha-1), assim como as biomassas aéreas (60, 28 e 22 Mg ha-1, respectivamente). Nas áreas da Paraíba, a maior parte (> 79%) da biomassa total de raízes estava na camada dos 20 cm superficiais do solo. Em Pernambuco, as biomassas radiculares (13,1 Mg ha-1) e aéreas (47,2 Mg ha-1) foram significativamente maiores nas fitofisionomias densas que nas abertas (5,75 Mg ha-1 e 16,5 Mg ha-1, respectivamente). Nas duas fitofisionomias, em três das classes de solos, a maior parte da biomassa das raízes (>90%) estava nas camadas até 40 cm de profundidade, mas no N. quartzarênico, a proporção nestas camadas foi menor que 45%. As razões raiz: parte aérea variaram de 23 a 39%, com as maiores razões na vegetação >60 anos em regeneração e no N. quartzarênico (solo arenoso), nesta classe de solo atingindo as maiores profundidades. Portanto, os estoques de biomassas tendem a aumentar com o avanço do estádio sucessional da vegetação e as raízes atingem maiores profundidades e maior razão raiz: parte aérea no solo de textura mais arenosa. |
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Biomassas radiculares e aéreas em comunidades de caatingaRoot and aboveground biomass in caatinga communitiesRegeneração naturalCaatingaBiomassaVegetaçãoCIENCIAS BIOLOGICAS::BOTANICAObjetivou-se estimar as biomassas radiculares e aéreas e as razões raiz: parte aérea em três estádios de regeneração (18, 40 e > 60 anos), em Neossolo litólico, no semi-árido na Paraíba, e em fitofisionomias abertas e densas, em quatro classes de solos (Luvissolo, Neossolos litólico e quartzarênico e Planossolo), no semi-árido de Pernambuco. Na Paraíba, foram instaladas 12 parcelas de 3 m de raio em cada estádio de regeneração e, em Pernambuco, foram instaladas três parcelas de 5m de raio em cada combinação fitofisionomia x solo. Nas parcelas, foram medidos todos os indivíduos com diâmetro do caule a 1,3 cm do solo (DAP) ≥ 3 cm e o DAP foi usado para estimar as biomassas aéreas (Kg) de cada indivíduo aplicando-se a equação: 0,173 DAP(cm) 2,295. As raízes foram coletadas em trincheiras de 0,7×0,7×1m, em camadas de solo de 20 em 20 cm de profundidade, separadas em finas (≤ 5mm) e grossas (≥ 5mm), e em seguida secas e pesadas. Na Paraíba, as biomassas radiculares foram significativamente maiores na vegetação >60 anos em regeneração (23 Mg ha-1) que nos estádios em regeneração há 40 (5 Mg ha-1) e 18 anos (2 Mg ha-1), assim como as biomassas aéreas (60, 28 e 22 Mg ha-1, respectivamente). Nas áreas da Paraíba, a maior parte (> 79%) da biomassa total de raízes estava na camada dos 20 cm superficiais do solo. Em Pernambuco, as biomassas radiculares (13,1 Mg ha-1) e aéreas (47,2 Mg ha-1) foram significativamente maiores nas fitofisionomias densas que nas abertas (5,75 Mg ha-1 e 16,5 Mg ha-1, respectivamente). Nas duas fitofisionomias, em três das classes de solos, a maior parte da biomassa das raízes (>90%) estava nas camadas até 40 cm de profundidade, mas no N. quartzarênico, a proporção nestas camadas foi menor que 45%. As razões raiz: parte aérea variaram de 23 a 39%, com as maiores razões na vegetação >60 anos em regeneração e no N. quartzarênico (solo arenoso), nesta classe de solo atingindo as maiores profundidades. Portanto, os estoques de biomassas tendem a aumentar com o avanço do estádio sucessional da vegetação e as raízes atingem maiores profundidades e maior razão raiz: parte aérea no solo de textura mais arenosa.The root and aboveground biomass and the root: shoot ratio were estimated in three stages of native vegetation regeneration (18, 40 and> 60 years), in an area of litholic Neosol in semiarid, Paraíba state, and in open and dense vegetation physiognomies in four soil classes (Luvisol, litholic Neosol and quartzarenic Neosol and Planosol), in the semiarid of Pernambuco state. In Paraíba, twelve 3 m radius plots were installed at each regeneration stage, and in Pernambuco, three 5m radius plots were installed in each combination of vegetation x soil class. In each plot, all plants with stem diameter at 1.3 m above the soil level (DBH) ≥ 3 cm were measured and the DBH was used to estimate the aboveground biomass (kg) of plant using the equation: 0,173 DBH(cm) 2,295. The roots were collected in 0.7 × 0.7 × 1m trenches, in successive soil layers of 20 cm depth, separated in fine (≤ 5 mm) and thick roots (≥ 5 mm), dried and weighed. In Paraíba, the root biomass was significantly higher in the vegetation > 60 years regeneration (23 Mg ha-1) than in the younger regeneration stages (5 Mg ha-1 in the 40-year regeneration and 2 Mg ha-1 in the 18-year regeneration stages). The aboveground biomass was also higher in the > 60 years regeneration (60, 28 and 22 Mg ha-1, respectively). In all regeneration stages, most (> 79%) of the total root biomass was in the 20 cm layer of soil. In Pernambuco, the root (13.1 Mg ha-1) and aboveground (47.2 Mg ha-1) biomasses were significantly higher in the dense vegetation physiognomies than in the open vegetation physiognomies (5.75 Mg ha-1 and 16.5 Mg ha-1, respectively). In the two phytophysiognomies, in three of the soil classes most of the root biomass (>90%) were in the top 40 cm soil layers but in the N. quartzarênico the proportion in these layers were below 45%.The root: shoot ratio ranged from 23 to 39%, with the highest values in the > 60 years regeneration (38%) and in sandy soil (39%) area, where the roots reached their greatest depth. In the open physiognomy no thick root grew below 40 cm depth. Therefore, the biomass stocks tend to increase with the advance of the successional stage and the roots reach greater depths and larger root: shoot ratio in soils of sandy texture.Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPqUniversidade Federal Rural de PernambucoDepartamento de BiologiaBrasilUFRPEPrograma de Pós-Graduação em BotânicaSAMPAIO, Everardo Valadares de Sá BarrettoSALES, Margareth Ferreira deSILVA, Ana Carolina Borges Lins eRAMOS, Elba Maria Nogueira FerrazFERREIRA, Rinaldo Luiz CaracioloCOSTA, Tânia Lúcia da2016-07-04T16:08:14Z2013-02-04info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfCOSTA, Tânia Lúcia da. Biomassas radiculares e aéreas em comunidades de caatinga. 2013. 79 f. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Botânica) - Universidade Federal Rural de Pernambuco,Recife.http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/4939porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRPEinstname:Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)instacron:UFRPE2018-08-13T14:55:56Zoai:tede2:tede2/4939Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede/PUBhttp://www.tede2.ufrpe.br:8080/oai/requestbdtd@ufrpe.br ||bdtd@ufrpe.bropendoar:2018-08-13T14:55:56Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)false |
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