Mecanismos fisiológicos de resistência a salinidade conferidos pelo porta-enxerto em mudas enxertadas de videira

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: AMORIM, Thialla Larangeira
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/57462/0013000009x9z
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal Rural de Pernambuco
Unidade Acadêmica de Serra Talhada
Brasil
UFRPE
Programa de Pós-Graduação em Produção Vegetal
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/8445
Resumo: Objetivou-se avaliar o papel de porta-enxertos sobre mecanismos bioquímicos e fisiológicos de resistência à salinidade envolvidos na homeostase iônica, na eficiência fotossintética e proteção oxidativa em mudas de videira. Foram realizados dois estudos, um experimento inicial caracterizando crescimento e partição iônica em porta-enxerto e outro com mudas enxertas, utilizando porta-enxertos mais resistentes identificados (Experimento I). O experimento I foi realizado em ensaio fatorial 4 x 3, consistindo de quatro porta-enxertos (IAC 313, IAC 572, Paulsen e SO4) expostos a três concentrações de NaCl (0, 40 e 80 mM) na solução nutritiva durante 26 dias. O experimento II foi realizado em fatorial 4 x 3, consistindo de quatro tipos de mudas enxertadas (Enxertos/porta-enxertos: BRS Vitória/IAC 313; BRS Vitória/IAC 572; BRS Vitória/Paulsen; BRS Vitória/SO4) submetidas a concentrações crescente de NaCl (0, 40 e 80 mM) na solução por 15 dias. A homeostase iônica foi estudada pelo acúmulo e partição de Na+, Cl- e K+ relação K+/Na+, a eficiência fotossintética pelas trocas gasosas e atividade fotoquímica. Os distúrbios oxidativos foram avaliados com base em marcadores de danos (peroxidação de lipídio de membranas) e atividade enzimática (SOD, APX e POX) e não-enzimática (ASA e GSH). Os resultados evidenciaram que as videiras apresentaram diferentes respostas fisiológicas frente ao estresse salino, encontrando um contraste entre os porta-enxertos estudados. Os porta-enxertos IAC 313 e IAC 572 apresentam uma melhor tolerância, enquanto que Paulsen e SO4 mostram-se mais sensíveis, apresentando um melhor crescimento e maiores reduções nos parâmetros fotossintéticos associados ao menor conteúdo de K+ nas folhas. Os porta-enxertos IAC 313 e IAC 572, quando testados tanto como porta-enxerto, como enxertados na BRS Vitória não apresentaram redução do conteúdo de K+ nas folhas e em raízes reduziu em uma pequena proporção em resposta à salinidade quando comparadas com a SO4 e Paulsen, sugerido que se esses materiais forem empregados na produção de mudas resultará em plantas mais tolerantes ao estresse salino. As mudas enxertadas sobre o IAC 313 sob salinidade apresentaram uma maior eficiência fotossintética associada a melhor homeostase K+/Na+ e atividade fotoquímica, indicada pela ETR e qP. A atividade das enzimas SOD, POX e APX foi modulada diferencialmente pelo NaCl nas mudas enxertadas, assim como o conteúdo de ASA e GSH. No geral, os resultados mostram características associadas com a sensibilidade e/ou tolerância à salinidade, nos porta-enxertos de videira e em mudas enxertadas. Nesse estudo essas características foram atribuídas ao porta-enxerto, porém os dados indicam apenas parte complexidade dos mecanismos fisiológicos no processo de enxertia ainda pouco conhecidos, especialmente em condições salinas.
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O experimento II foi realizado em fatorial 4 x 3, consistindo de quatro tipos de mudas enxertadas (Enxertos/porta-enxertos: BRS Vitória/IAC 313; BRS Vitória/IAC 572; BRS Vitória/Paulsen; BRS Vitória/SO4) submetidas a concentrações crescente de NaCl (0, 40 e 80 mM) na solução por 15 dias. A homeostase iônica foi estudada pelo acúmulo e partição de Na+, Cl- e K+ relação K+/Na+, a eficiência fotossintética pelas trocas gasosas e atividade fotoquímica. Os distúrbios oxidativos foram avaliados com base em marcadores de danos (peroxidação de lipídio de membranas) e atividade enzimática (SOD, APX e POX) e não-enzimática (ASA e GSH). Os resultados evidenciaram que as videiras apresentaram diferentes respostas fisiológicas frente ao estresse salino, encontrando um contraste entre os porta-enxertos estudados. Os porta-enxertos IAC 313 e IAC 572 apresentam uma melhor tolerância, enquanto que Paulsen e SO4 mostram-se mais sensíveis, apresentando um melhor crescimento e maiores reduções nos parâmetros fotossintéticos associados ao menor conteúdo de K+ nas folhas. Os porta-enxertos IAC 313 e IAC 572, quando testados tanto como porta-enxerto, como enxertados na BRS Vitória não apresentaram redução do conteúdo de K+ nas folhas e em raízes reduziu em uma pequena proporção em resposta à salinidade quando comparadas com a SO4 e Paulsen, sugerido que se esses materiais forem empregados na produção de mudas resultará em plantas mais tolerantes ao estresse salino. As mudas enxertadas sobre o IAC 313 sob salinidade apresentaram uma maior eficiência fotossintética associada a melhor homeostase K+/Na+ e atividade fotoquímica, indicada pela ETR e qP. A atividade das enzimas SOD, POX e APX foi modulada diferencialmente pelo NaCl nas mudas enxertadas, assim como o conteúdo de ASA e GSH. No geral, os resultados mostram características associadas com a sensibilidade e/ou tolerância à salinidade, nos porta-enxertos de videira e em mudas enxertadas. Nesse estudo essas características foram atribuídas ao porta-enxerto, porém os dados indicam apenas parte complexidade dos mecanismos fisiológicos no processo de enxertia ainda pouco conhecidos, especialmente em condições salinas.The objective of this study was to evaluate the role of rootstocks on biochemical and physiological mechanisms of resistance to salinity involved in ionic homeostasis, photosynthetic efficiency and oxidative protection in grapevine seedlings. Two studies were carried out, an initial experiment characterizing growth and ionic partitioning in rootstocks and the other with grafted seedlings using the most resistant rootstocks identified (Experiment I). Experiment I was performed in a 4 x 3 factorial assay, consisting of four rootstocks (IAC 313, IAC 572, Paulsen and SO4) exposed to three concentrations of NaCl (0, 40 and 80 mM) in the nutrient solution for 26 days. Experiment II was performed in a 4 x 3 factorial, consisting of four types of grafted seedlings (grafts/rootstocks: BRS Vitória/IAC 313, BRS Vitória/IAC 572, BRS Vitória/Paulsen, BRS Vitória/SO4) increasing NaCl (0, 40 and 80 mM) in the solution for 15 days. The ionic homeostasis was studied by the accumulation and partition of Na+, Cl- and K+ K+/Na+ ratio, the photosynthetic efficiency by the gas exchanges and photochemical activity. Oxidative disturbances were evaluated based on damage markers (membrane lipid peroxidation) and enzymatic activity (SOD, APX and POX) and non-enzymatic activity (ASA and GSH). The results showed that the vines presented different physiological responses to the saline stress, finding a contrast between the studied rootstocks. The rootstocks IAC 313 and IAC 572 have a better tolerance, whereas Paulsen and SO4 are more sensitive, presenting a better growth and greater reductions in the photosynthetic parameters associated to the lower content of K+ in the leaves. The rootstocks IAC 313 and IAC 572, when tested both as rootstocks and grafted on BRS Vitória, showed no reduction of K+ content in the leaves and in roots reduced in a small proportion in response to salinity when compared to SO4 and Paulsen, suggested that if these materials are used in the production of seedlings will result in plants more tolerant to salt stress. The seedlings grafted on IAC 313 under salinity showed higher photosynthetic efficiency associated with better K+/Na+ homeostasis and photochemical activity, indicated by ETR and qP. The activity of the SOD, POX and APX enzymes was differentially modulated by NaCl in the grafted seedlings, as well as the content of ASA and GSH. In general, the results show characteristics associated with sensitivity and/or tolerance to salinity, in grapevine rootstocks and in grafted seedlings. In this study, these characteristics were attributed to the rootstock, but the data indicate only part complexity of the physiological mechanisms in the grafting process that are still little known, especially in saline conditions.Universidade Federal Rural de PernambucoUnidade Acadêmica de Serra TalhadaBrasilUFRPEPrograma de Pós-Graduação em Produção VegetalSILVA, Sérgio Luiz Ferreira daSIMÕES, Adriano do NascimentoSIMÕES, Adriano do NascimentoSILVA, Evandro Nascimento daAMORIM, Thialla Larangeira2019-12-27T13:08:37Z2018-06-22info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfAMORIM, Thialla Larangeira. Mecanismos fisiológicos de resistência a salinidade conferidos pelo porta-enxerto em mudas enxertadas de videira. 2018. 85 f. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Produção Vegetal) - Universidade Federal Rural de Pernambuco, Serra Talhada.http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/8445ark:/57462/0013000009x9zporinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRPEinstname:Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)instacron:UFRPE2023-08-08T14:27:38Zoai:tede2:tede2/8445Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede/PUBhttp://www.tede2.ufrpe.br:8080/oai/requestbdtd@ufrpe.br ||bdtd@ufrpe.bropendoar:2023-08-08T14:27:38Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)false
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