Uso do silício na micropropagação visando o manejo da murcha-de-fusário e do moko da bananeira

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: ROLLEMBERG, Christtianno de Lima
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal Rural de Pernambuco
Departamento de Agronomia
Brasil
UFRPE
Programa de Pós-Graduação em Fitopatologia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/6490
Resumo: Este estudo avaliou o uso do silício (Si) na micropropagação de bananeira "Maçã‟ e "Pacovan Ken‟ visando a redução da severidade da murcha-de-fusário, causada pelo Fusarium oxysporum f. sp. cubense e do moko da bananeira causado por Ralstonia solanacearum raça 2. As mudas de bananeira foram produzidas in vitro com adição de silicato de cálcio e silicato de potássio (0; 0,25; 0,5; 0,75 e 1 g L-1) ao meio de cultivo MS nas fases de multiplicação e enraizamento. Após o cultivo in vitro, as plantas foram transferidas para tubetes contendo substrato acrescido das mesmas fontes de Si, e mantidas em casa de vegetação por 45 dias, quando foram inoculadas com os patógenos. Com relação à murcha-de-fusário, nas cultivares Maçã e Pacovan Ken, a elevação das doses de Si aumentou o período de incubação (PI) e reduziu o índice de doença (IDO) e a área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD). Em „Maçã‟ o silicato de cálcio foi significativamente mais eficiente que o silicato de potássio, o que não ocorreu na „Pacovan Ken‟. A concentração de Si na parte aérea e raízes das cultivares, em ambas as fontes, antes e após a aclimatização foi maior na dose de 1,0 g L-1 em relação à testemunha sem Si. Antes da aclimatização, o silicato de cálcio proporcionou maior concentração de Si na parte aérea que o silicato de potássio. O contrário aconteceu com a concentração de Si nas raízes. Após aclimatização, não houve diferença entre o silicato de cálcio e o silicato de potássio, para as duas cultivares. Em geral, para ambas as cultivares e fontes de Si foram observadas correlações positivas da concentração de Si com PI e correlações negativas com IDO e AACPD. Antes e após a aclimatização das plantas, as espessuras da epiderme radicular, córtex, endoderme e cilindro central das bananeiras „Maçã‟ e „Pacovan Ken‟ foram influenciadas pelas fontes de Si. O silicato de cálcio foi mais eficiente no aumento da espessura da epiderme radicular, córtex e cilindro central, enquanto o silicato de potássio foi mais eficiente no aumento da espessura da endoderme. Em geral, foram observadas correlações positivas das variáveis anatômicas das raízes com PI e correlações negativas com IDO e AACPD, exceto para silicato de potássio em bananeira „Maçã‟. Na pesquisa desenvolvida com o moko da bananeira, a elevação das doses de Si nas cultivares Maçã e Pacovan Ken causou aumento no PI e reduções do IDO e AACPD. Na dosagem de 1,0 g L-1, a AACPD foi reduzida em até 27,3%. Em bananeira „Maçã‟ o silicato de cálcio foi mais eficiente que o silicato de potássio (P≤0,05), enquanto na „Pacovan Ken‟ não houve diferença. Nas duas cultivares, plantas tratadas com Si apresentaram, de maneira geral, concentrações de clorofilas a, b e total maiores que as plantas Si- até os seis dias após inoculação, o que pode ter influenciado o PI da doença. Em geral, tanto as enzimas relacionadas ao estresse oxidativo (CAT, SOD e APX), quanto as de defesa da planta (POX, PFO, GLU e QUI), tiveram suas atividades aumentadas nos tratamentos com silício, especialmente naqueles com silicato de cálcio, indicando uma possível participação na redução da severidade da doença. O fornecimento de Si na micropropagação de bananeiras „Maçã‟ e „Pacovan Ken‟ promoveu redução da murcha-de-fusário e moko da bananeira, podendo ser utilizado como uma nova tecnologia no manejo dessas doenças.
id URPE_b8d2bc0167be2bc8fba6b947c75c2e6d
oai_identifier_str oai:tede2:tede2/6490
network_acronym_str URPE
network_name_str Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRPE
repository_id_str
spelling Uso do silício na micropropagação visando o manejo da murcha-de-fusário e do moko da bananeiraBananaMurcha-de-fusárioMoko da bananeiraSilícioFITOSSANIDADE::FITOPATOLOGIAEste estudo avaliou o uso do silício (Si) na micropropagação de bananeira "Maçã‟ e "Pacovan Ken‟ visando a redução da severidade da murcha-de-fusário, causada pelo Fusarium oxysporum f. sp. cubense e do moko da bananeira causado por Ralstonia solanacearum raça 2. As mudas de bananeira foram produzidas in vitro com adição de silicato de cálcio e silicato de potássio (0; 0,25; 0,5; 0,75 e 1 g L-1) ao meio de cultivo MS nas fases de multiplicação e enraizamento. Após o cultivo in vitro, as plantas foram transferidas para tubetes contendo substrato acrescido das mesmas fontes de Si, e mantidas em casa de vegetação por 45 dias, quando foram inoculadas com os patógenos. Com relação à murcha-de-fusário, nas cultivares Maçã e Pacovan Ken, a elevação das doses de Si aumentou o período de incubação (PI) e reduziu o índice de doença (IDO) e a área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD). Em „Maçã‟ o silicato de cálcio foi significativamente mais eficiente que o silicato de potássio, o que não ocorreu na „Pacovan Ken‟. A concentração de Si na parte aérea e raízes das cultivares, em ambas as fontes, antes e após a aclimatização foi maior na dose de 1,0 g L-1 em relação à testemunha sem Si. Antes da aclimatização, o silicato de cálcio proporcionou maior concentração de Si na parte aérea que o silicato de potássio. O contrário aconteceu com a concentração de Si nas raízes. Após aclimatização, não houve diferença entre o silicato de cálcio e o silicato de potássio, para as duas cultivares. Em geral, para ambas as cultivares e fontes de Si foram observadas correlações positivas da concentração de Si com PI e correlações negativas com IDO e AACPD. Antes e após a aclimatização das plantas, as espessuras da epiderme radicular, córtex, endoderme e cilindro central das bananeiras „Maçã‟ e „Pacovan Ken‟ foram influenciadas pelas fontes de Si. O silicato de cálcio foi mais eficiente no aumento da espessura da epiderme radicular, córtex e cilindro central, enquanto o silicato de potássio foi mais eficiente no aumento da espessura da endoderme. Em geral, foram observadas correlações positivas das variáveis anatômicas das raízes com PI e correlações negativas com IDO e AACPD, exceto para silicato de potássio em bananeira „Maçã‟. Na pesquisa desenvolvida com o moko da bananeira, a elevação das doses de Si nas cultivares Maçã e Pacovan Ken causou aumento no PI e reduções do IDO e AACPD. Na dosagem de 1,0 g L-1, a AACPD foi reduzida em até 27,3%. Em bananeira „Maçã‟ o silicato de cálcio foi mais eficiente que o silicato de potássio (P≤0,05), enquanto na „Pacovan Ken‟ não houve diferença. Nas duas cultivares, plantas tratadas com Si apresentaram, de maneira geral, concentrações de clorofilas a, b e total maiores que as plantas Si- até os seis dias após inoculação, o que pode ter influenciado o PI da doença. Em geral, tanto as enzimas relacionadas ao estresse oxidativo (CAT, SOD e APX), quanto as de defesa da planta (POX, PFO, GLU e QUI), tiveram suas atividades aumentadas nos tratamentos com silício, especialmente naqueles com silicato de cálcio, indicando uma possível participação na redução da severidade da doença. O fornecimento de Si na micropropagação de bananeiras „Maçã‟ e „Pacovan Ken‟ promoveu redução da murcha-de-fusário e moko da bananeira, podendo ser utilizado como uma nova tecnologia no manejo dessas doenças.This study evaluated the use of silicon (Si) in micropropagation of banana 'Silk' and 'Pacovan Ken' aiming to reduce the severity of fusarium wilt caused by Fusarium oxysporum f. sp. cubense and moko disease caused by Ralstonia solanacearum race 2. The banana plantlets were produced in vitro by adding calcium silicate and potassium silicate (0, 0.25, 0.5, 0.75 and 1 g L-1) to MS medium in the phases of multiplication and rooting. After in vitro culture, the plants were transferred to plastic tubes containing substrate plus the same sources of Si, and maintained in a greenhouse for 45 days, when they were inoculated with the pathogens. With respect to fusarium wilt in cultivars Silk and Pacovan Ken, the elevation of Si increased the incubation period (IP) and reduced the disease index (DI) and area under the disease progress curve (AUDPC). In cultivar Silk but not in Pacovan Ken calcium silicate was significantly more effective than potassium silicate. In shoots and roots of both cultivars in both sources, before and after acclimatization Si concentration was greater at a dose of 1.0 g L-1 compared to the control without Si. Before acclimatization, calcium silicate provided higher Si concentration in the shoots than potassium silicate. The opposite happened with the Si concentration in the roots. After acclimatization, there was no difference between the calcium silicate and potassium silicate, for both cultivars. In general, for both cultivars and sources of Si there were positive correlations with the concentration of Si and IP, and negative correlations with DI and AUDPC. Before and after acclimatization, the anatomical variable of roots: thickness of the root epidermis, cortex, endodermis and central cylinder of banana 'Silk' and 'Ken Pacovan' were influenced by Si sources. Calcium silicate was more efficient in increasing the thickness of the root epidermis, cortex and central cylinder, while potassium silicate was more efficient in thickening of the endodermis. In general, there were positive correlations among anatomical variable of roots with PI and negative correlations with DI and AUDPC, except for potassium silicate in cultivar Silk. The research conducted with moko disease showed that increase of Si in Silk and Pacovan Ken cultivars caused increase in IP and decreases the DI and AUDPC. At the dosage of 1.0 g L-1 AUCPD was reduced by 27.3%. In cultivar Silk, calcium silicate was more effective than potassium silicate (P≤0.05), while in „Pacovan Ken‟ there was no difference. In both cultivars, plants treated with Si showed, in general, concentrations of chlorophylls a, b and total higher than plants Si- up to six days after inoculation, which may have influenced the disease IP. In general, both the enzymes related to oxidative stress (CAT, SOD and APX), as the plant defense (POX, PPO, CHI and GLU), had increased its activities in plants treated with Si, especially those with calcium silicate, indicating a possible role in reducing the severity of the disease. The supply of Si in micropropagation of banana 'Silk' and 'Pacovan Ken' promoted reduction of Fusarium wilt and moko disease, and therefore can be used as a new technology in the management of these diseases.Universidade Federal Rural de PernambucoDepartamento de AgronomiaBrasilUFRPEPrograma de Pós-Graduação em FitopatologiaMARIANO, Rosa de Lima RamosSOUZA, Elineide Barbosa deBARROS, Andréa Cristina BaltarOLIVEIRA, Janaina Cortez deCÂMARA, Terezinha RangelOLIVEIRA, Sônia Maria Alves deROLLEMBERG, Christtianno de Lima2017-02-21T13:35:42Z2013-04-30info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfROLLEMBERG, Christtianno de Lima. Uso do silício na micropropagação visando o manejo da murcha-de-fusário e do moko da bananeira. 2013. 104 f. Tese (Programa de Pós-Graduação em Fitopatologia) - Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife.http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/6490porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRPEinstname:Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)instacron:UFRPE2019-11-22T13:38:48Zoai:tede2:tede2/6490Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede/PUBhttp://www.tede2.ufrpe.br:8080/oai/requestbdtd@ufrpe.br ||bdtd@ufrpe.bropendoar:2019-11-22T13:38:48Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)false
dc.title.none.fl_str_mv Uso do silício na micropropagação visando o manejo da murcha-de-fusário e do moko da bananeira
title Uso do silício na micropropagação visando o manejo da murcha-de-fusário e do moko da bananeira
spellingShingle Uso do silício na micropropagação visando o manejo da murcha-de-fusário e do moko da bananeira
ROLLEMBERG, Christtianno de Lima
Banana
Murcha-de-fusário
Moko da bananeira
Silício
FITOSSANIDADE::FITOPATOLOGIA
title_short Uso do silício na micropropagação visando o manejo da murcha-de-fusário e do moko da bananeira
title_full Uso do silício na micropropagação visando o manejo da murcha-de-fusário e do moko da bananeira
title_fullStr Uso do silício na micropropagação visando o manejo da murcha-de-fusário e do moko da bananeira
title_full_unstemmed Uso do silício na micropropagação visando o manejo da murcha-de-fusário e do moko da bananeira
title_sort Uso do silício na micropropagação visando o manejo da murcha-de-fusário e do moko da bananeira
author ROLLEMBERG, Christtianno de Lima
author_facet ROLLEMBERG, Christtianno de Lima
author_role author
dc.contributor.none.fl_str_mv MARIANO, Rosa de Lima Ramos
SOUZA, Elineide Barbosa de
BARROS, Andréa Cristina Baltar
OLIVEIRA, Janaina Cortez de
CÂMARA, Terezinha Rangel
OLIVEIRA, Sônia Maria Alves de
dc.contributor.author.fl_str_mv ROLLEMBERG, Christtianno de Lima
dc.subject.por.fl_str_mv Banana
Murcha-de-fusário
Moko da bananeira
Silício
FITOSSANIDADE::FITOPATOLOGIA
topic Banana
Murcha-de-fusário
Moko da bananeira
Silício
FITOSSANIDADE::FITOPATOLOGIA
description Este estudo avaliou o uso do silício (Si) na micropropagação de bananeira "Maçã‟ e "Pacovan Ken‟ visando a redução da severidade da murcha-de-fusário, causada pelo Fusarium oxysporum f. sp. cubense e do moko da bananeira causado por Ralstonia solanacearum raça 2. As mudas de bananeira foram produzidas in vitro com adição de silicato de cálcio e silicato de potássio (0; 0,25; 0,5; 0,75 e 1 g L-1) ao meio de cultivo MS nas fases de multiplicação e enraizamento. Após o cultivo in vitro, as plantas foram transferidas para tubetes contendo substrato acrescido das mesmas fontes de Si, e mantidas em casa de vegetação por 45 dias, quando foram inoculadas com os patógenos. Com relação à murcha-de-fusário, nas cultivares Maçã e Pacovan Ken, a elevação das doses de Si aumentou o período de incubação (PI) e reduziu o índice de doença (IDO) e a área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD). Em „Maçã‟ o silicato de cálcio foi significativamente mais eficiente que o silicato de potássio, o que não ocorreu na „Pacovan Ken‟. A concentração de Si na parte aérea e raízes das cultivares, em ambas as fontes, antes e após a aclimatização foi maior na dose de 1,0 g L-1 em relação à testemunha sem Si. Antes da aclimatização, o silicato de cálcio proporcionou maior concentração de Si na parte aérea que o silicato de potássio. O contrário aconteceu com a concentração de Si nas raízes. Após aclimatização, não houve diferença entre o silicato de cálcio e o silicato de potássio, para as duas cultivares. Em geral, para ambas as cultivares e fontes de Si foram observadas correlações positivas da concentração de Si com PI e correlações negativas com IDO e AACPD. Antes e após a aclimatização das plantas, as espessuras da epiderme radicular, córtex, endoderme e cilindro central das bananeiras „Maçã‟ e „Pacovan Ken‟ foram influenciadas pelas fontes de Si. O silicato de cálcio foi mais eficiente no aumento da espessura da epiderme radicular, córtex e cilindro central, enquanto o silicato de potássio foi mais eficiente no aumento da espessura da endoderme. Em geral, foram observadas correlações positivas das variáveis anatômicas das raízes com PI e correlações negativas com IDO e AACPD, exceto para silicato de potássio em bananeira „Maçã‟. Na pesquisa desenvolvida com o moko da bananeira, a elevação das doses de Si nas cultivares Maçã e Pacovan Ken causou aumento no PI e reduções do IDO e AACPD. Na dosagem de 1,0 g L-1, a AACPD foi reduzida em até 27,3%. Em bananeira „Maçã‟ o silicato de cálcio foi mais eficiente que o silicato de potássio (P≤0,05), enquanto na „Pacovan Ken‟ não houve diferença. Nas duas cultivares, plantas tratadas com Si apresentaram, de maneira geral, concentrações de clorofilas a, b e total maiores que as plantas Si- até os seis dias após inoculação, o que pode ter influenciado o PI da doença. Em geral, tanto as enzimas relacionadas ao estresse oxidativo (CAT, SOD e APX), quanto as de defesa da planta (POX, PFO, GLU e QUI), tiveram suas atividades aumentadas nos tratamentos com silício, especialmente naqueles com silicato de cálcio, indicando uma possível participação na redução da severidade da doença. O fornecimento de Si na micropropagação de bananeiras „Maçã‟ e „Pacovan Ken‟ promoveu redução da murcha-de-fusário e moko da bananeira, podendo ser utilizado como uma nova tecnologia no manejo dessas doenças.
publishDate 2013
dc.date.none.fl_str_mv 2013-04-30
2017-02-21T13:35:42Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
format doctoralThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv ROLLEMBERG, Christtianno de Lima. Uso do silício na micropropagação visando o manejo da murcha-de-fusário e do moko da bananeira. 2013. 104 f. Tese (Programa de Pós-Graduação em Fitopatologia) - Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife.
http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/6490
identifier_str_mv ROLLEMBERG, Christtianno de Lima. Uso do silício na micropropagação visando o manejo da murcha-de-fusário e do moko da bananeira. 2013. 104 f. Tese (Programa de Pós-Graduação em Fitopatologia) - Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife.
url http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/6490
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv application/pdf
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal Rural de Pernambuco
Departamento de Agronomia
Brasil
UFRPE
Programa de Pós-Graduação em Fitopatologia
publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal Rural de Pernambuco
Departamento de Agronomia
Brasil
UFRPE
Programa de Pós-Graduação em Fitopatologia
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRPE
instname:Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
instacron:UFRPE
instname_str Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
instacron_str UFRPE
institution UFRPE
reponame_str Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRPE
collection Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRPE
repository.name.fl_str_mv Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
repository.mail.fl_str_mv bdtd@ufrpe.br ||bdtd@ufrpe.br
_version_ 1859379394529722368