Degradabilidade, composição química e anatomia de feno de maniçoba (Manihot sp.)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: FRANÇA, Andrezza Araújo de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal Rural de Pernambuco
Departamento de Zootecnia
Brasil
UFRPE
Programa de Pós-Graduação em Zootecnia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/6630
Resumo: Objetivando relacionar os componentes estruturais da parede celular com sua degradabilidade, avaliou-se a composição química, teor de compostos secundários, degradabilidade in situ, anatomia e degradabilidade dos tecidos do feno de maniçoba. O caule apresentou células com variados graus de lignificação, destacando-se a presença de fibras gelatinosas, parênquima medular lignificado e espessas paredes celulares no xilema. As folhas se destacam pela presença da estrutura girder, a qual pode influenciar a degradabilidade se caracterizam pela grande quantidade de mesofilo, constituído por células com paredes delgadas, contribuindo para degradabilidade de matéria seca. Idioblastos contendo drusas de oxalato foram encontrados nos tecidos vasculares, na nervura principal da folha. Eles funcionam como mecanismos de defesa do vegetal contra herbívoros e podem afetar a disponibilidade de minerais para o animal. O feno de maniçoba, apesar de obtido de planta em avançado estágio de maturidade (início da frutificação), possui adequada composição química e baixos teores de HCN e taninos. Os principais limitantes à degradabilidade são o espessamento e lignificação das paredes celulares, especialmente nos tecidos do caule. Adicionalmente, os diversos aspectos aqui relatados induzem à continuidade de pesquisas em diversos focos e visam o melhoramento e a utilização desta espécie como forrageira.
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