A moralidade do senso comum relativa à intervenção compulsória para biomelhoramento moral modificada pelo conhecimento: caminhos de Bertrand Russell
| Ano de defesa: | 2019 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade do Vale do Rio dos Sinos
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Filosofia
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| Departamento: |
Escola de Humanidades
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/8876 |
Resumo: | A moralidade do senso comum atual mudará, o homem progredirá moralmente, no que tange à aceitação do biomelhoramento moral compulsório frente à informação contida no conhecimento científico e após a reflexão sobre serem os resultados de tal intervenção plenamente de acordo com o já considerado moral pelas sociedades as quais integram, regidas democraticamente. Para tal, serão antes percorridos, utilizando revisão bibliográfica, caminhos para distinguir aprimoramento humano de melhoramento humano; ajustar o conceito de melhoramento humano dentro das teorias antagonistas, com a finalidade de facilitar os estudos e a compreensão da proposta de distinção entre melhoramento e tratamento; descrever quais as preocupações morais de cada teoria, por meio de suas vertentes duras, e levantar a teoria dos deveres prima facie, de Davis Ross, como uma primeira possibilidade de justificação da intervenção melhorista. Bem como, para examinar o conceito de biomelhoramento moral sob os aspectos transumanista e bioconservador; apurar e delimitar o escopo de sua aplicação, e possível justificação correlata; perquirir se o melhoramento moral deve, ou não, ser ministrado à sociedade de forma compulsória, como defendem Ingmar Persson e Julian Savulescu; observar as propostas para criação de um “governo global” objetivando a evitação do “Dano Último” em adjuvância ao biomelhoramento moral compulsório da população; externar as únicas possibilidades nas quais entende-se que a compulsoriedade da intervenção biomelhorista moral poderia ser elogiável, apontado para três casos específicos, a saber: em substituição à pena restritiva de liberdade; para os casos de predições de níveis criminais altos, e como requisito básico para os indivíduos que desejassem se candidatar a cargos políticos. Ainda, indaga-se sobre os possíveis riscos e benefícios, e apurar-se se o biomelhoramento moral seria desejável, e eficaz, frente à existência do ótimo Pareto moral. Por fim, a estrutura argumentativa utilizada por Bertrand Russell em Religião e Ciência (2009) será aplicada ao embate da moralidade do senso comum e o melhoramento moral compulsório, objetivando a obtenção de resultado semelhante ao revelado por Russell, significando que o conhecimento é capaz de modificar a moralidade do senso comum. |
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Para tal, serão antes percorridos, utilizando revisão bibliográfica, caminhos para distinguir aprimoramento humano de melhoramento humano; ajustar o conceito de melhoramento humano dentro das teorias antagonistas, com a finalidade de facilitar os estudos e a compreensão da proposta de distinção entre melhoramento e tratamento; descrever quais as preocupações morais de cada teoria, por meio de suas vertentes duras, e levantar a teoria dos deveres prima facie, de Davis Ross, como uma primeira possibilidade de justificação da intervenção melhorista. Bem como, para examinar o conceito de biomelhoramento moral sob os aspectos transumanista e bioconservador; apurar e delimitar o escopo de sua aplicação, e possível justificação correlata; perquirir se o melhoramento moral deve, ou não, ser ministrado à sociedade de forma compulsória, como defendem Ingmar Persson e Julian Savulescu; observar as propostas para criação de um “governo global” objetivando a evitação do “Dano Último” em adjuvância ao biomelhoramento moral compulsório da população; externar as únicas possibilidades nas quais entende-se que a compulsoriedade da intervenção biomelhorista moral poderia ser elogiável, apontado para três casos específicos, a saber: em substituição à pena restritiva de liberdade; para os casos de predições de níveis criminais altos, e como requisito básico para os indivíduos que desejassem se candidatar a cargos políticos. Ainda, indaga-se sobre os possíveis riscos e benefícios, e apurar-se se o biomelhoramento moral seria desejável, e eficaz, frente à existência do ótimo Pareto moral. Por fim, a estrutura argumentativa utilizada por Bertrand Russell em Religião e Ciência (2009) será aplicada ao embate da moralidade do senso comum e o melhoramento moral compulsório, objetivando a obtenção de resultado semelhante ao revelado por Russell, significando que o conhecimento é capaz de modificar a moralidade do senso comum.The morality of the common sense will change, the mankind will progress morally, regarding the acceptance of the compulsory moral improvement in the face of the information contained in the scientific knowledge and after the reflection on the results of such intervention fully in agreement with now considered moral by the societies which they integrate, democratically governed. Therefore, this work will, using literature review, find ways to distinguish human enhancement from human “improvement”; adjust the concept of human improvement within antagonist theories, in order to facilitate studies and understanding of the proposed distinction between enhancement and treatment; describe the moral concerns of each theory through its hard aspects, and raise Davis Ross's theory of prima facie duties as a first possibility of justifying the enhancement intervention. As well as, to examine the concept of moral bio-enhancement from the transhumanist and bio-conservative aspects; determine and delimit the scope of its application, and a possible related justification; to ask whether or not moral enhancement should be compulsorily administered to society, as Ingmar Persson and Julian Savulescu have argued; to observe the proposals for the creation of a “global government” aiming at the avoidance of the “Last Damage” in support of the compulsory moral enhancement of the population; to express the only possibilities in which it is understood that the compulsory nature of bio-enhancing moral intervention could be commendable, pointing to three specific cases, namely: replacing the restrictive penalty of liberty; for predictions of high criminal levels, and as a basic requirement for individuals wishing to run for political office. Still, there are questions to be asked about the possible risks and benefits, and whether the moral improvement would be desirable and effective, given the existence of the optimal moral Pareto. Finally, the argumentative framework used by Bertrand Russell in Religion and Science (2009) will be applied to the clash of common sense morality and compulsory moral improvement, aiming to obtain a result similar to that revealed by Russell, meaning that knowledge is capable of modifying the morality of common sense.CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorRosario, Marcelle Coelho dohttp://lattes.cnpq.br/9151758510566610http://lattes.cnpq.br/5012646823374838Azevedo, Marco Antônio Oliveira deUniversidade do Vale do Rio dos SinosPrograma de Pós-Graduação em FilosofiaUnisinosBrasilEscola de HumanidadesA moralidade do senso comum relativa à intervenção compulsória para biomelhoramento moral modificada pelo conhecimento: caminhos de Bertrand RussellACCNPQ::Ciências Humanas::FilosofiaBiomelhoramento humanoBiomelhoramento moralBioconservadorismoTransumanismoCaráter compulsórioHuman bio-enhancementMoral improvementBioconservatismTranshumanismCompulsory characterinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesishttp://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/8876info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos)instname:Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)instacron:UNISINOSORIGINALMarcelle Coelho do Rosario _.pdfMarcelle Coelho do Rosario _.pdfapplication/pdf1102242http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/8876/1/Marcelle+Coelho+do+Rosario+_.pdf6ae0895f91ce07866bd1984d29f14e81MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82099http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/8876/2/license.txte130fff006551e19abf270f718b7ab21MD52UNISINOS/88762019-10-08 14:00:10.5oai:www.repositorio.jesuita.org.br:UNISINOS/8876Ck5PVEE6IENPTE9RVUUgQVFVSSBBIFNVQSBQUj9QUklBIExJQ0VOP0EKCkVzdGEgbGljZW4/YSBkZSBleGVtcGxvID8gZm9ybmVjaWRhIGFwZW5hcyBwYXJhIGZpbnMgaW5mb3JtYXRpdm9zLgoKTGljZW4/YSBERSBESVNUUklCVUk/P08gTj9PLUVYQ0xVU0lWQQoKQ29tIGEgYXByZXNlbnRhPz9vIGRlc3RhIGxpY2VuP2EsIHZvYz8gKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlID8gClVuaXZlcnNpZGFkZSBkbyBWYWxlIGRvIFJpbyBkb3MgU2lub3MgKFVOSVNJTk9TKSBvIGRpcmVpdG8gbj9vLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCAgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgCmRpc3RyaWJ1aXIgYSBzdWEgdGVzZSBvdSBkaXNzZXJ0YT8/byAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0cj9uaWNvIGUgCmVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcyBmb3JtYXRvcyA/dWRpbyBvdSB2P2Rlby4KClZvYz8gY29uY29yZGEgcXVlIGEgU2lnbGEgZGUgVW5pdmVyc2lkYWRlIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGU/ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGE/P28gCnBhcmEgcXVhbHF1ZXIgbWVpbyBvdSBmb3JtYXRvIHBhcmEgZmlucyBkZSBwcmVzZXJ2YT8/by4KClZvYz8gdGFtYj9tIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFNpZ2xhIGRlIFVuaXZlcnNpZGFkZSBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjP3BpYSBhIHN1YSB0ZXNlIG91IApkaXNzZXJ0YT8/byBwYXJhIGZpbnMgZGUgc2VndXJhbj9hLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmE/P28uCgpWb2M/IGRlY2xhcmEgcXVlIGEgc3VhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGE/P28gPyBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2M/IHRlbSBvIHBvZGVyIGRlIGNvbmNlZGVyIG9zIGRpcmVpdG9zIGNvbnRpZG9zIApuZXN0YSBsaWNlbj9hLiBWb2M/IHRhbWI/bSBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRlcD9zaXRvIGRhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhPz9vIG4/bywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IApjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1P20uCgpDYXNvIGEgc3VhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGE/P28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvYz8gbj9vIHBvc3N1aSBhIHRpdHVsYXJpZGFkZSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHZvYz8gCmRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3M/byBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyID8gU2lnbGEgZGUgVW5pdmVyc2lkYWRlIApvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW4/YSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0PyBjbGFyYW1lbnRlIAppZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdSBubyBjb250ZT9kbyBkYSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhPz9vIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFRFU0UgT1UgRElTU0VSVEE/P08gT1JBIERFUE9TSVRBREEgVEVOSEEgU0lETyBSRVNVTFRBRE8gREUgVU0gUEFUUk9DP05JTyBPVSAKQVBPSU8gREUgVU1BIEFHP05DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyBPUkdBTklTTU8gUVVFIE4/TyBTRUpBIEEgU0lHTEEgREUgClVOSVZFUlNJREFERSwgVk9DPyBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVM/TyBDT01PIApUQU1CP00gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQT8/RVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KCkEgU2lnbGEgZGUgVW5pdmVyc2lkYWRlIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSAKZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBkYSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhPz9vLCBlIG4/byBmYXI/IHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYT8/bywgYWw/bSBkYXF1ZWxhcyAKY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbj9hLgo=Biblioteca Digital de Teses e DissertaçõesPRIhttp://www.repositorio.jesuita.org.br/oai/requestmaicons@unisinos.br ||dspace@unisinos.bropendoar:2019-10-08T17:00:10Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)false |
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