Dinâmicas da circulação intermidiática: análise de fluxos imagéticos e perlaboração de imaginários
| Ano de defesa: | 2019 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade do Vale do Rio dos Sinos
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação
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| Departamento: |
Escola da Indústria Criativa
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| País: |
Brasil
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| Área do conhecimento CNPq: | |
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Resumo: | Este estudo versa sobre a dinamicidade da circulação intermidiática (FERREIRA; ROSA, 2011), tendo o processo comunicacional por fluxos imagéticos envolvendo a Petrobras como fenômeno privilegiado para a observação de marcas da ambiência em que vivemos, em uma sociedade em vias de midiatização (GOMES, 2017). Tomamos como caso de pesquisa as articulações entre as (co)produções publicitárias e jornalísticas e as manifestações de atores sociais interagindo em dispositivos midiáticos (FERREIRA, 2006). Observamos como as associações de sentido, em especial as metáforas imagéticas, são operacionalizadas até a construção do que consideramos como imagem-síntese (ROSA, 2012). Um projeto de caráter qualitativo e semiológico (VERÓN, 1997; 2014; FERREIRA, 2013; 2016), apresentado por meio de um mapeamento imagético e analítico de uma das abordagens possíveis envolvendo a Petrobras no período de 2014 a 2018, tendo como problema de pesquisa procurar entender como se apresentava e é constituído o processo comunicativo em foco. Para isso, são estabelecidas como perguntas-eixo: como as associações de sentido sobre a Petrobras operam na circulação intermidiática para significar a empresa? E como essas associações se relacionam com tentativas de atualização de imaginários sociais e simbólicas ligados à companhia, diante das afetações do processo de midiatização? Utilizando o método indiciário (BRAGA, 2008) e abdutivo (SEBEOK; UMIKER-SEBEOK, 2014), são então constituídos dois circuitos comunicacionais (BRAGA, 2012), “Tempestade” e “Reinvenção”, analisados por fluxos de imagens tanto textuais quanto figurativas (VERÓN, 2004). Com as imagens consideradas em “fluxo adiante” (BRAGA, 2012), com inteligibilidades sendo conferidas por operações realizadas no processo de circulação (ROSA, 2012), buscamos os seguintes objetivos específicos: a) procurar articulações de sentidos e referências imagéticas sobre a Petrobras, com simbólicas históricas e fragmentos do imaginário organizacional sendo debatidos e atualizados entre os anos de 2014 e 2018; b) identificar, na dinâmica da circulação intermidiática, os circuitos comunicacionais “Tempestade” e “Reinvenção”, sendo formados por materialidades – de fontes e formatos heterogêneos, operacionalizados em fluxos imagéticos; c) perceber marcas da midiatização na processualidade discursiva observada, envolvendo produção e reconhecimento de sentidos sobre a Petrobras, provenientes da própria organização e de produções de instituições jornalísticas e manifestações de atores sociais interagindo em dispositivos midiáticos. Na observação da profusão de sentidos, são delineadas operações midiáticas tanto para propor quanto para questionar e/ou (re)construir simbólicas (CASSIRER, 1994) fundacionais da Petrobras, assim como traços de uma perlaboração imagética/simbólica, que inspirados na tríade “lembrar, esquecer, perlaborar” de Freud (1914) nos levam a propostas de atualizações do imaginário social (CHARAUDEAU, 2006; 2017) para uma organização amplamente comunicada, falada e “comunicante” (BALDISSERA, 2009). Buscamos, aqui, retratar um processo social complexo, com circularidades imagéticas (ROSA, 2012) que aparecem e desaparecem dando continuidade ao caso, que acaba por se configurar em exasperação (FORD, 1999; 2002), ou seja, um caso vivo no mar imprevisível da midiatização. |
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2025-11-18T17:49:04Z2025-11-18T17:49:04Z2019-10-10Submitted by Jeferson Carlos da Veiga Rodrigues (jveigar@unisinos.br) on 2025-11-18T17:49:04Z No. of bitstreams: 1 Mylene Ferreira_.pdf: 21257295 bytes, checksum: 65311441064d44c21326cc87a096819a (MD5)Made available in DSpace on 2025-11-18T17:49:04Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Mylene Ferreira_.pdf: 21257295 bytes, checksum: 65311441064d44c21326cc87a096819a (MD5) Previous issue date: 2019-10-10Este estudo versa sobre a dinamicidade da circulação intermidiática (FERREIRA; ROSA, 2011), tendo o processo comunicacional por fluxos imagéticos envolvendo a Petrobras como fenômeno privilegiado para a observação de marcas da ambiência em que vivemos, em uma sociedade em vias de midiatização (GOMES, 2017). Tomamos como caso de pesquisa as articulações entre as (co)produções publicitárias e jornalísticas e as manifestações de atores sociais interagindo em dispositivos midiáticos (FERREIRA, 2006). Observamos como as associações de sentido, em especial as metáforas imagéticas, são operacionalizadas até a construção do que consideramos como imagem-síntese (ROSA, 2012). Um projeto de caráter qualitativo e semiológico (VERÓN, 1997; 2014; FERREIRA, 2013; 2016), apresentado por meio de um mapeamento imagético e analítico de uma das abordagens possíveis envolvendo a Petrobras no período de 2014 a 2018, tendo como problema de pesquisa procurar entender como se apresentava e é constituído o processo comunicativo em foco. Para isso, são estabelecidas como perguntas-eixo: como as associações de sentido sobre a Petrobras operam na circulação intermidiática para significar a empresa? E como essas associações se relacionam com tentativas de atualização de imaginários sociais e simbólicas ligados à companhia, diante das afetações do processo de midiatização? Utilizando o método indiciário (BRAGA, 2008) e abdutivo (SEBEOK; UMIKER-SEBEOK, 2014), são então constituídos dois circuitos comunicacionais (BRAGA, 2012), “Tempestade” e “Reinvenção”, analisados por fluxos de imagens tanto textuais quanto figurativas (VERÓN, 2004). Com as imagens consideradas em “fluxo adiante” (BRAGA, 2012), com inteligibilidades sendo conferidas por operações realizadas no processo de circulação (ROSA, 2012), buscamos os seguintes objetivos específicos: a) procurar articulações de sentidos e referências imagéticas sobre a Petrobras, com simbólicas históricas e fragmentos do imaginário organizacional sendo debatidos e atualizados entre os anos de 2014 e 2018; b) identificar, na dinâmica da circulação intermidiática, os circuitos comunicacionais “Tempestade” e “Reinvenção”, sendo formados por materialidades – de fontes e formatos heterogêneos, operacionalizados em fluxos imagéticos; c) perceber marcas da midiatização na processualidade discursiva observada, envolvendo produção e reconhecimento de sentidos sobre a Petrobras, provenientes da própria organização e de produções de instituições jornalísticas e manifestações de atores sociais interagindo em dispositivos midiáticos. Na observação da profusão de sentidos, são delineadas operações midiáticas tanto para propor quanto para questionar e/ou (re)construir simbólicas (CASSIRER, 1994) fundacionais da Petrobras, assim como traços de uma perlaboração imagética/simbólica, que inspirados na tríade “lembrar, esquecer, perlaborar” de Freud (1914) nos levam a propostas de atualizações do imaginário social (CHARAUDEAU, 2006; 2017) para uma organização amplamente comunicada, falada e “comunicante” (BALDISSERA, 2009). Buscamos, aqui, retratar um processo social complexo, com circularidades imagéticas (ROSA, 2012) que aparecem e desaparecem dando continuidade ao caso, que acaba por se configurar em exasperação (FORD, 1999; 2002), ou seja, um caso vivo no mar imprevisível da midiatização.This study deals with the dynamics of the intermediary circulation (FERREIRA; ROSA, 2011), having the communication process by imagetic flows involving Petrobras as a privileged phenomenon for the observation of marks of the environment in which we live, a society in the process of mediatization (GOMES, 2017). We take as research case the articulations between the (co) advertising, journalistic productions and the manifestations of social actors interacting in media devices (FERREIRA, 2006). We observe how the associations of meaning, especially the imagery metaphors, are operationalized until the construction of what we consider as image-synthesis (ROSA 2012). A qualitative and semiological project (VERÓN, 1997; 2014; FERREIRA, 2013; 2016), presented through an imagetic and analytical mapping of one of the possible approaches involving Petrobras from 2014 to 2018. As a research problem the search to understand how the communicative process in focus was presented and constituted, and for that they are established as key questions: How do the meaning associations about Petrobras operate in the intermediary circulation to mean the company? And, how do these associations relate to attempts to update the social and symbolic imaginary linked to the company, given the impact of the mediatization process? Using the indicative (BRAGA, 2008) and abductive (SEBEOK; UMIKER-SEBEOK, 2014) method, two communication circuits (BRAGA, 2012) are constituted: “Storm” and “Reinvention”. These are circuits analyzed by both textual and figurative image flows (VERÓN, 2004). With the images considered in “flow ahead” (BRAGA, 2012), with intelligibility conferred by operations performed in the circulation process (ROSA, 2012), we pursue the following specific objectives: a) to seek articulations of meanings and imagery references about Petrobras , with historical symbolics and fragments of the organizational imagination being debated and updated between 2014 and 2018; b) identify, in the dynamics of the intermediary circulation, the Tempest and Reinvention communication circuits, being formed by materialities - from heterogeneous sources and formats, operationalized in imagetic flows; c) to perceive mediatization marks in the discursive processualism observed, involving production and recognition of meanings about Petrobras, coming from both the organization itself, as productions of journalistic institutions and manifestations of social actors interacting in media devices. Observing the profusion of meanings, media operations are outlined both to propose, question and / or (re) build Petrobras's foundational symbolic (CASSIRER, 1994), as well as traces of an imaginary / symbolic perlaboration that - inspired by the triad “remember, forget, working through” of Freud (1914), lead us to proposals of updates of the social imagination (CHARAUDEAU, 2006; 2017) for a widely communicated, spoken and “communicating” organization (BALDISSERA, 2009). We seek here to portray a complex social process, with imaginary circularities (ROSA, 2012) that appear and disappear continuing the case, which ends up being exasperated (FORD, 1999; 2002), that is, a case alive in the unpredictable sea. of mediatization.NenhumaFerreira, Mylenehttp://lattes.cnpq.br/3327313256287206http://lattes.cnpq.br/3100537909376320Rosa, Ana Paula daUniversidade do Vale do Rio dos SinosPrograma de Pós-Graduação em Ciências da ComunicaçãoUnisinosBrasilEscola da Indústria CriativaDinâmicas da circulação intermidiática: análise de fluxos imagéticos e perlaboração de imagináriosACCNPQ::Ciências Sociais Aplicadas::ComunicaçãoMidiatizaçãoImagemCirculação midiáticaPetrobrasOrganizaçãoMediatizationImageMedia circulationOrganizationinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/13861info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos)instname:Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)instacron:UNISINOSLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82175http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/13861/2/license.txt320e21f23402402ac4988605e1edd177MD52ORIGINALMylene Ferreira_.pdfMylene Ferreira_.pdfapplication/pdf21257295http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/13861/1/Mylene+Ferreira_.pdf65311441064d44c21326cc87a096819aMD51UNISINOS/138612025-11-18 14:52:20.428oai:www.repositorio.jesuita.org.br:UNISINOS/13861Ck5PVEE6IENPTE9RVUUgQVFVSSBBIFNVQSBQUsOTUFJJQSBMSUNFTsOHQQoKRXN0YSBsaWNlbsOnYSBkZSBleGVtcGxvIMOpIGZvcm5lY2lkYSBhcGVuYXMgcGFyYSBmaW5zIGluZm9ybWF0aXZvcy4KCkxpY2Vuw6dhIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCgpDb20gYSBhcHJlc2VudGHDp8OjbyBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlIMOgIApVbml2ZXJzaWRhZGUgZG8gVmFsZSBkbyBSaW8gZG9zIFNpbm9zIChVTklTSU5PUykgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsICB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSAKZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSAKZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW8uCgpWb2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyAKcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFNpZ2xhIGRlIFVuaXZlcnNpZGFkZSBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgYSBzdWEgdGVzZSBvdSAKZGlzc2VydGHDp8OjbyBwYXJhIGZpbnMgZGUgc2VndXJhbsOnYSwgYmFjay11cCBlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLiBWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IApjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogCmRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgCm9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSAKaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyBvcmEgZGVwb3NpdGFkYS4KCkNBU08gQSBURVNFIE9VIERJU1NFUlRBw4fDg08gT1JBIERFUE9TSVRBREEgVEVOSEEgU0lETyBSRVNVTFRBRE8gREUgVU0gUEFUUk9Dw41OSU8gT1UgCkFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgU0lHTEEgREUgClVOSVZFUlNJREFERSwgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIENPTU8gClRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyBFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKQSBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSAocykgb3UgbyhzKSBub21lKHMpIGRvKHMpIApkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyAKY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KBiblioteca Digital de Teses e DissertaçõesPRIhttp://www.repositorio.jesuita.org.br/oai/requestmaicons@unisinos.br ||dspace@unisinos.bropendoar:2025-11-18T17:52:20Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)false |
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