Proposta de implantação da escala de alerta precoce modificado (MEWS) em unidades de internação hospitalar
| Ano de defesa: | 2016 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade do Vale do Rio dos Sinos
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Enfermagem
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| Departamento: |
Escola de Saúde
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/10208 |
Resumo: | INTRODUÇÃO: Os pacientes internados em unidades de internação estão suscetíveis ao agravamento de seu quadro clínico. A identificação destes sinais de alerta é usualmente feita pelo enfermeiro e pode ser realizado pela ferramenta da escala de alerta precoce modificado (MEWS – Modified Early Warning Score).OBJETIVO: Elaborar uma proposta de implantação da escala MEWS para acionamento do time de resposta rápida (TRR) em unidade de internação hospitalar clínicas e cirúrgica de um hospital privado de Porto Alegre/RS. MÉTODO: Estudo de coorte retrospectivo no período de janeiro a agosto de 2015, realizado em 115 fichas de atendimento do TRR. Os sinais vitais foram avaliados no momento do chamado, além de 24 e 48h antes do acionamento para determinação do valor de MEWS, conforme preconizado. Dados como motivo da chamada, desfechos, sexo e idade foram coletados para apresentar as associações cabíveis. Foi utilizada a estatística descritiva, risco relativo e curva ROC como análises estatísticas. ASPECTOS ÉTICOS: O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa da UNISINOS e HED com parecer № 1.507.674.RESULTADOS:39% dos pacientes (das 115 fichas analisadas) foram transferidos para Unidade de Terapia Intensiva. Um valor de MEWS de quatro apresenta um risco relativo para esse desfecho de 1,38 (IC95% 1,04 a 1,84). A partir deste dado foi inserido o MEWS no protocolo do TRR e foi proposto um fluxograma de chamada utilizando a escala. CONCLUSÃO: O uso do MEWS nas unidades de internação como ferramenta de avaliação do paciente internado implica na detecção de sinais de alerta e prevê a gravidade do caso e consequentemente, está relacionado a um melhor desfecho clínico. Além disso, a escala auxilia na organização do processo de trabalho da enfermagem e facilita o cuidado prestado ao paciente pelo enfermeiro. |
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2021-09-28T13:23:07Z2021-09-28T13:23:07Z2016-12-08Submitted by Anna Barbara Alves Beraldine (annabarbara@unisinos.br) on 2021-09-28T13:23:07Z No. of bitstreams: 1 Gabriela Corrêa Sehnem_.pdf: 1248294 bytes, checksum: 4b075869fd8b850261a34bc82661c222 (MD5)Made available in DSpace on 2021-09-28T13:23:07Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Gabriela Corrêa Sehnem_.pdf: 1248294 bytes, checksum: 4b075869fd8b850261a34bc82661c222 (MD5) Previous issue date: 2016-12-08INTRODUÇÃO: Os pacientes internados em unidades de internação estão suscetíveis ao agravamento de seu quadro clínico. A identificação destes sinais de alerta é usualmente feita pelo enfermeiro e pode ser realizado pela ferramenta da escala de alerta precoce modificado (MEWS – Modified Early Warning Score).OBJETIVO: Elaborar uma proposta de implantação da escala MEWS para acionamento do time de resposta rápida (TRR) em unidade de internação hospitalar clínicas e cirúrgica de um hospital privado de Porto Alegre/RS. MÉTODO: Estudo de coorte retrospectivo no período de janeiro a agosto de 2015, realizado em 115 fichas de atendimento do TRR. Os sinais vitais foram avaliados no momento do chamado, além de 24 e 48h antes do acionamento para determinação do valor de MEWS, conforme preconizado. Dados como motivo da chamada, desfechos, sexo e idade foram coletados para apresentar as associações cabíveis. Foi utilizada a estatística descritiva, risco relativo e curva ROC como análises estatísticas. ASPECTOS ÉTICOS: O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa da UNISINOS e HED com parecer № 1.507.674.RESULTADOS:39% dos pacientes (das 115 fichas analisadas) foram transferidos para Unidade de Terapia Intensiva. Um valor de MEWS de quatro apresenta um risco relativo para esse desfecho de 1,38 (IC95% 1,04 a 1,84). A partir deste dado foi inserido o MEWS no protocolo do TRR e foi proposto um fluxograma de chamada utilizando a escala. CONCLUSÃO: O uso do MEWS nas unidades de internação como ferramenta de avaliação do paciente internado implica na detecção de sinais de alerta e prevê a gravidade do caso e consequentemente, está relacionado a um melhor desfecho clínico. Além disso, a escala auxilia na organização do processo de trabalho da enfermagem e facilita o cuidado prestado ao paciente pelo enfermeiro.INTRODUCTION: Patients hospitalized in hospitalization units are susceptible to worsening of their clinical condition. The identification of these warning signs is usually done by the nurse and can be performed by the modified Early Warning Score (MEWS) tool. OBJECTIVE: To elaborate a proposal to implement the MEWS scale for the activation of the rapid response team (TRR) in clinical and surgical hospital admission unit of a private hospital in Porto Alegre/RS. METHOD: Retrospective cohort study from January to August 2015, conducted in 115 TRR service records. The vital signs were evaluated at the time of the call, in addition to 24 and 48h before the activation to determine the MEWS value, as recommended. Data as the reason for the call, outcomes, sex and age were collected to present the appropriate associations. ETHICAL ASPECTS: The project was approved by the Ethics and Research Committee of UNISINOS and HED with opinion № 1,507,674. RESULTS: 39% of the patients (of the 115 analyzed sheets) ) Were transferred to the Intensive Care Unit. A MEWS value of four presents a relative risk for this outcome of 1.38 (95% CI 1.04 to 1.84). From this data the MEWS was inserted in the TRR protocol and a call flow chart was proposed using the scale. CONCLUSION: The use of MEWS in hospitalization units as an inpatient evaluation tool implies the detection of warning signs and predicts Severity of the case and, consequently, is related to a better clinical outcome. In addition, the scale assists in the organization of the nursing work process and facilitates the care provided to the patient by the nurse.NenhumaSehnem, Gabriela Corrêahttp://lattes.cnpq.br/0895922132524561http://lattes.cnpq.br/2050856614268775Viégas, Karinhttp://lattes.cnpq.br/8704792892767752Lora, Priscila SchmidtUniversidade do Vale do Rio dos SinosPrograma de Pós-Graduação em EnfermagemUnisinosBrasilEscola de SaúdeProposta de implantação da escala de alerta precoce modificado (MEWS) em unidades de internação hospitalarACCNPQ::Ciências da Saúde::EnfermagemMEWS - Modified Early Warning ScoreTimes de resposta rápidaUnidades de terapia IntensivaAvaliação em enfermagemEmergency response teamsIntesive care unitNursing evaluationinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/10208info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos)instname:Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)instacron:UNISINOSORIGINALGabriela Corrêa Sehnem_.pdfGabriela Corrêa Sehnem_.pdfapplication/pdf1248294http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/10208/1/Gabriela+Corr%C3%AAa+Sehnem_.pdf4b075869fd8b850261a34bc82661c222MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82175http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/10208/2/license.txt320e21f23402402ac4988605e1edd177MD52UNISINOS/102082021-09-28 10:23:50.803oai:www.repositorio.jesuita.org.br:UNISINOS/10208Ck5PVEE6IENPTE9RVUUgQVFVSSBBIFNVQSBQUsOTUFJJQSBMSUNFTsOHQQoKRXN0YSBsaWNlbsOnYSBkZSBleGVtcGxvIMOpIGZvcm5lY2lkYSBhcGVuYXMgcGFyYSBmaW5zIGluZm9ybWF0aXZvcy4KCkxpY2Vuw6dhIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCgpDb20gYSBhcHJlc2VudGHDp8OjbyBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlIMOgIApVbml2ZXJzaWRhZGUgZG8gVmFsZSBkbyBSaW8gZG9zIFNpbm9zIChVTklTSU5PUykgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsICB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSAKZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSAKZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW8uCgpWb2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyAKcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFNpZ2xhIGRlIFVuaXZlcnNpZGFkZSBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgYSBzdWEgdGVzZSBvdSAKZGlzc2VydGHDp8OjbyBwYXJhIGZpbnMgZGUgc2VndXJhbsOnYSwgYmFjay11cCBlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLiBWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IApjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogCmRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgCm9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSAKaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyBvcmEgZGVwb3NpdGFkYS4KCkNBU08gQSBURVNFIE9VIERJU1NFUlRBw4fDg08gT1JBIERFUE9TSVRBREEgVEVOSEEgU0lETyBSRVNVTFRBRE8gREUgVU0gUEFUUk9Dw41OSU8gT1UgCkFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgU0lHTEEgREUgClVOSVZFUlNJREFERSwgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIENPTU8gClRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyBFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKQSBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSAocykgb3UgbyhzKSBub21lKHMpIGRvKHMpIApkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyAKY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KBiblioteca Digital de Teses e DissertaçõesPRIhttp://www.repositorio.jesuita.org.br/oai/requestmaicons@unisinos.br ||dspace@unisinos.bropendoar:2021-09-28T13:23:50Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)false |
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