HealCity: usando dados de sinais vitais dos cidadãos e a técnica de elasticidade para gerência de ambientes de saúde no contexto de cidades inteligentes

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Fischer, Gabriel Souto
Orientador(a): Righi, Rodrigo da Rosa
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Vale do Rio dos Sinos
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Computação Aplicada
Departamento: Escola Politécnica
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/13419
Resumo: Cidades inteligentes podem melhorar a qualidade de vida dos cidadãos otimizando a utilização de recursos. Em um ambiente conectado à IoT, a saúde das pessoas pode ser monitorada constantemente, o que pode ajudar a identificar problemas médicos antes que se tornem sérios. No entanto, ambientes de saúde superlotados podem levar a longos tempos de espera para que os pacientes recebam tratamento. A pandemia global de COVID-19 exacerbou esse problema. Em um ambiente cada vez mais conectado, como as cidades inteligentes, a saúde das pessoas pode ser monitorada a todo momento para que situações que necessitem de suporte médico possam ser identificadas previamente. Assim, as cidades inteligentes adaptariam a alocação hospitalar dos profissionais de saúde às demandas dos pacientes com base em dados previamente coletados. A literatura apresenta alternativas para abordar esse problema tais como o compartilhamento de recursos humanos entre hospitais, ajustes nos turnos de trabalho e de recursos humanos dinamicamente de forma a ajustar a capacidade de atendimento à demanda. No entanto, ainda há necessidade de uma solução que possa ajustar dinamicamente os recursos humanos em múltiplos ambientes de saúde, o que é a realidade das cidades. Nesse contexto, este trabalho apresenta o HealCity, um modelo para otimização do uso de recursos humanos focado em cidades inteligentes que pode monitorar o uso de ambientes de saúde pelos pacientes e adaptar a alocação de profissionais de saúde para atender às suas necessidades. O HealCity usa dados de sinais vitais e técnicas de previsão para antecipar quando a demanda por um determinado ambiente excederá sua capacidade e sugere ações para alocar profissionais de saúde de acordo. Além disso, o HealCity introduz o conceito de Elasticidade Multinível de Recursos Humanos em Cidades Inteligentes, uma extensão do conceito de elasticidade de recursos em Cloud computing para gerenciar o uso de recursos humanos em diferentes níveis de uma cidade inteligente. Um algoritmo também foi desenvolvido para gerenciar os futuros pacientes na cidade inteligente, identificando automaticamente o ambiente de saúde apropriado para um possível paciente futuro. O HealCity foi avaliado através da simulação de uma cidade inteligente composta por quatro ambientes hospitalares e obteve resultados promissores: comparado aos ambientes médicos com alocações fixas de recursos humanos, o modelo foi capaz de reduzir o tempo de espera para atendimento em até 87,62%, com um aumento no custo de apenas 9,68%. Neste contexto acredita-se que a maleabilidade na gerência de recursos humanos possa ser uma boa alternativa para mitigar problemas de saúde, que aparecem em menor ou maior escala em praticamente todos os países do globo.
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Em um ambiente cada vez mais conectado, como as cidades inteligentes, a saúde das pessoas pode ser monitorada a todo momento para que situações que necessitem de suporte médico possam ser identificadas previamente. Assim, as cidades inteligentes adaptariam a alocação hospitalar dos profissionais de saúde às demandas dos pacientes com base em dados previamente coletados. A literatura apresenta alternativas para abordar esse problema tais como o compartilhamento de recursos humanos entre hospitais, ajustes nos turnos de trabalho e de recursos humanos dinamicamente de forma a ajustar a capacidade de atendimento à demanda. No entanto, ainda há necessidade de uma solução que possa ajustar dinamicamente os recursos humanos em múltiplos ambientes de saúde, o que é a realidade das cidades. Nesse contexto, este trabalho apresenta o HealCity, um modelo para otimização do uso de recursos humanos focado em cidades inteligentes que pode monitorar o uso de ambientes de saúde pelos pacientes e adaptar a alocação de profissionais de saúde para atender às suas necessidades. O HealCity usa dados de sinais vitais e técnicas de previsão para antecipar quando a demanda por um determinado ambiente excederá sua capacidade e sugere ações para alocar profissionais de saúde de acordo. Além disso, o HealCity introduz o conceito de Elasticidade Multinível de Recursos Humanos em Cidades Inteligentes, uma extensão do conceito de elasticidade de recursos em Cloud computing para gerenciar o uso de recursos humanos em diferentes níveis de uma cidade inteligente. Um algoritmo também foi desenvolvido para gerenciar os futuros pacientes na cidade inteligente, identificando automaticamente o ambiente de saúde apropriado para um possível paciente futuro. O HealCity foi avaliado através da simulação de uma cidade inteligente composta por quatro ambientes hospitalares e obteve resultados promissores: comparado aos ambientes médicos com alocações fixas de recursos humanos, o modelo foi capaz de reduzir o tempo de espera para atendimento em até 87,62%, com um aumento no custo de apenas 9,68%. Neste contexto acredita-se que a maleabilidade na gerência de recursos humanos possa ser uma boa alternativa para mitigar problemas de saúde, que aparecem em menor ou maior escala em praticamente todos os países do globo.Smart cities can improve the quality of life of citizens by optimizing the utilization of resources. In an IoT-connected environment, people’s health can be constantly monitored, which can help identify medical problems before they become serious. However, overcrowded healthcare environments can lead to long waiting times for patients to receive treatment. The global COVID-19 pandemic has exacerbated this problem. In an increasingly connected environment, such as smart cities, people’s health can be monitored at all times so that situations requiring medical support can be identified in advance. Thus, smart cities would adapt the hospital allocation of healthcare professionals to patient demands based on previously collected data. The literature presents alternatives to address this problem, such as sharing human resources between hospitals, adjustments to work shifts and human resources on-the-fly in order to adjust the capacity to demand. However, there is still a need for a solution that can adjust human resources on-the-fly in multiple healthcare settings, which is the reality of cities. In this context, this work presents HealCity, a smart city-focused model for human resources optimization that can monitor patients’ use of healthcare settings and adapt the allocation of health professionals to meet their needs. HealCity uses vital signs data and prediction techniques to anticipate when the demand for a given environment will exceed its capacity and suggests actions to allocate health professionals accordingly. Additionally, HealCity introduce the concept of Multilevel Human Resources Elasticity in Smart Cities, an extension of the concept of resource elasticity in Cloud computing to manage human resources at different levels of a smart city. An algorithm was also developed to manage future patients in the smart city, automatically identifying the appropriate hospital for a possible future patient. HealCity was evaluated by simulating a smart city composed of four healthcare environments and obtained promising results: compared to medical environment with static professional allocations, the model was able to reduce waiting time for care by up to 87.62%, with an increase in cost of only 9.68%. In this context, it is believed that flexibility in human resources management can be a good alternative to mitigate health problems, which appear to a greater or lesser extent in practically every country in the world.CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorFischer, Gabriel Soutohttp://lattes.cnpq.br/3868577720364011http://lattes.cnpq.br/2332604239081900Righi, Rodrigo da RosaUniversidade do Vale do Rio dos SinosPrograma de Pós-Graduação em Computação AplicadaUnisinosBrasilEscola PolitécnicaHealCity: usando dados de sinais vitais dos cidadãos e a técnica de elasticidade para gerência de ambientes de saúde no contexto de cidades inteligentesACCNPQ::Ciências Exatas e da Terra::Ciência da ComputaçãoInternet das CoisasSaúdehospitais inteligentesSensoresCidades inteligentesRecursos humanosElasticidadeSinais vitaisInternet of ThingsHealthSmart hospitalsSensorsSmart citiesHuman resourcesElasticityVital signsinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesishttp://repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/13419info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos)instname:Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)instacron:UNISINOSLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82175http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/13419/2/license.txt320e21f23402402ac4988605e1edd177MD52ORIGINALGabriel Fischer_.pdfGabriel Fischer_.pdfapplication/pdf8136020http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/13419/1/Gabriel+Fischer_.pdfb12f49b00221ebabfdcc6bd07c4f9bc6MD51UNISINOS/134192024-12-19 10:17:08.179oai:www.repositorio.jesuita.org.br:UNISINOS/13419Ck5PVEE6IENPTE9RVUUgQVFVSSBBIFNVQSBQUsOTUFJJQSBMSUNFTsOHQQoKRXN0YSBsaWNlbsOnYSBkZSBleGVtcGxvIMOpIGZvcm5lY2lkYSBhcGVuYXMgcGFyYSBmaW5zIGluZm9ybWF0aXZvcy4KCkxpY2Vuw6dhIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCgpDb20gYSBhcHJlc2VudGHDp8OjbyBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlIMOgIApVbml2ZXJzaWRhZGUgZG8gVmFsZSBkbyBSaW8gZG9zIFNpbm9zIChVTklTSU5PUykgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsICB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSAKZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSAKZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW8uCgpWb2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyAKcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFNpZ2xhIGRlIFVuaXZlcnNpZGFkZSBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgYSBzdWEgdGVzZSBvdSAKZGlzc2VydGHDp8OjbyBwYXJhIGZpbnMgZGUgc2VndXJhbsOnYSwgYmFjay11cCBlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLiBWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IApjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogCmRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgCm9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSAKaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyBvcmEgZGVwb3NpdGFkYS4KCkNBU08gQSBURVNFIE9VIERJU1NFUlRBw4fDg08gT1JBIERFUE9TSVRBREEgVEVOSEEgU0lETyBSRVNVTFRBRE8gREUgVU0gUEFUUk9Dw41OSU8gT1UgCkFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgU0lHTEEgREUgClVOSVZFUlNJREFERSwgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIENPTU8gClRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyBFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKQSBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSAocykgb3UgbyhzKSBub21lKHMpIGRvKHMpIApkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyAKY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KBiblioteca Digital de Teses e DissertaçõesPRIhttp://www.repositorio.jesuita.org.br/oai/requestmaicons@unisinos.br ||dspace@unisinos.bropendoar:2024-12-19T13:17:08Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)false
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