Avaliação do desempenho do ozônio na remoção de bisfenol-A : um estudo de caso na ETE UNISINOS– CAMPUS SÃO LEOPOLDO/RS

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Silva, Isabela da
Orientador(a): Caetano, Marcelo Oliveira
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Vale do Rio dos Sinos
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil
Departamento: Escola Politécnica
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/13203
Resumo: Além dos contaminantes tradicionalmente avaliados nos esgotos sanitários, tais como, DBO, DQO, nitrogênio, fósforo, pH e cor etc., há uma grande preocupação com poluentes encontrados em baixas concentrações, em µg/L ou ng/L, e que ainda não estão contemplados na legislação brasileira. Trata-se, neste caso, dos denominados micropoluentes ou contaminantes emergentes (CE). São exemplos de micropoluentes os fármacos, pesticidas, desreguladores endócrinos (DE), hormônios, produtos de higiene pessoal, e produtos de limpeza, entre outros. Os estudos contemplando estes poluentes, mostram que há uma acumulação e elevação das concentrações nos recursos hídricos, já que as Estações de Tratamento de Efluentes (ETE) convencionais não possuem capacidade de remoção destes. O ozônio é um desinfetante eficaz para a aplicação em águas residuais e para desinfecção de água potável. É eficiente para remoção de uma ampla gama de compostos orgânicos e inorgânicos. Além disso, atende os requisitos para diminuição do uso de energia e redução do uso de produtos químicos em sistemas de tratamento, portanto este estudo procurou avaliar o Avaliar o desempenho do ozônio na remoção de Bisfenol-A, na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) – Campus São Leopoldo/RS. Esta pesquisa identificou variações notáveis na presença de Bisfenol-A, que abrange uma faixa de amplitude que se estendeu de 576,93 ng L-1 até 9176,48 ng -1. A avaliação da eficiência de remoção de Bisfenol-A tanto no tratamento biológico, quanto através da ozonização, mostrou ineficiente. Por fim, realizaram-se testes estatísticos, para avaliar as correlações entre Bisfenol-A, DQO e o pH. Os testes sugerem que não há uma relação linear mensurável entre essas variáveis. Ficou evidente a limitação de eficácia de uma Estação de Tratamento de Esgoto convencional na remoção do micropoluente investigado. É crucial ressaltar que os resultados apresentados nesta dissertação servem como um alerta relevante para a presença de Bisfenol-A no esgoto doméstico, destacando a complexidade associada à sua remoção.
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São exemplos de micropoluentes os fármacos, pesticidas, desreguladores endócrinos (DE), hormônios, produtos de higiene pessoal, e produtos de limpeza, entre outros. Os estudos contemplando estes poluentes, mostram que há uma acumulação e elevação das concentrações nos recursos hídricos, já que as Estações de Tratamento de Efluentes (ETE) convencionais não possuem capacidade de remoção destes. O ozônio é um desinfetante eficaz para a aplicação em águas residuais e para desinfecção de água potável. É eficiente para remoção de uma ampla gama de compostos orgânicos e inorgânicos. Além disso, atende os requisitos para diminuição do uso de energia e redução do uso de produtos químicos em sistemas de tratamento, portanto este estudo procurou avaliar o Avaliar o desempenho do ozônio na remoção de Bisfenol-A, na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) – Campus São Leopoldo/RS. Esta pesquisa identificou variações notáveis na presença de Bisfenol-A, que abrange uma faixa de amplitude que se estendeu de 576,93 ng L-1 até 9176,48 ng -1. A avaliação da eficiência de remoção de Bisfenol-A tanto no tratamento biológico, quanto através da ozonização, mostrou ineficiente. Por fim, realizaram-se testes estatísticos, para avaliar as correlações entre Bisfenol-A, DQO e o pH. Os testes sugerem que não há uma relação linear mensurável entre essas variáveis. Ficou evidente a limitação de eficácia de uma Estação de Tratamento de Esgoto convencional na remoção do micropoluente investigado. É crucial ressaltar que os resultados apresentados nesta dissertação servem como um alerta relevante para a presença de Bisfenol-A no esgoto doméstico, destacando a complexidade associada à sua remoção.In addition to the contaminants traditionally evaluated in sanitary sewers, such as BOD, COD, nitrogen, phosphorus, pH, color, etc., there is great concern about pollutants found in low concentrations, in µg/L or ng/L, that are not yet covered by Brazilian legislation. In this case, these are known as micropollutants or emerging contaminants (EC). Examples of micropollutants include pharmaceuticals, pesticides, endocrine disruptors (ED), hormones, personal care products, cleaning products, among others. Studies addressing these pollutants show that there is an accumulation and increase in concentrations in water resources, since conventional Effluent Treatment Plants (ETPs) do not have the capacity to remove them. Ozone is an effective disinfectant for application in wastewater and for disinfection of drinking water. It is efficient for the removal of a wide range of organic and inorganic compounds. In addition, it meets the requirements for reducing energy usage and reducing the use of chemicals in treatment systems, therefore, this study sought to evaluate the performance of ozone in the removal of Bisphenol-A at the Sewage Treatment Plant (STP) of the University of Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) - Campus São Leopoldo/RS. This research identified notable variations in the presence of Bisphenol-A, ranging from 576.93 ng L-1 to 9176.48 ng -1. The evaluation of Bisphenol-A removal efficiency in biological treatment proved to be inefficient, as did the result of ozone-based removal analysis, which was also ineffective. Finally, statistical tests were conducted to assess the correlation between Bisphenol-A, COD, and pH; the tests suggest that there is no measurable linear relationship between these variables. The limitation of effectiveness of a conventional Sewage Treatment Plant in the removal of the investigated micropollutant was evident. It is crucial to emphasize that the results presented in this dissertation serve as a relevant warning regarding the presence of Bisphenol-A in domestic sewage, highlighting the complexity associated with its removal.CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorSilva, Isabela dahttp://lattes.cnpq.br/3713662035953492http://lattes.cnpq.br/4616198902651857Caetano, Marcelo OliveiraUniversidade do Vale do Rio dos SinosPrograma de Pós-Graduação em Engenharia CivilUnisinosBrasilEscola PolitécnicaAvaliação do desempenho do ozônio na remoção de bisfenol-A : um estudo de caso na ETE UNISINOS– CAMPUS SÃO LEOPOLDO/RSACCNPQ::Engenharias::Engenharia CivilMicropoluentesBisfenol-AEsgoto sanitárioOzônioMicropollutantsSanitary sewageOzoneBisphenol-Ainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/13203info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos)instname:Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)instacron:UNISINOSLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82175http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/13203/2/license.txt320e21f23402402ac4988605e1edd177MD52ORIGINALIsabela da Silva_PROTEGIDO.pdfIsabela da Silva_PROTEGIDO.pdfapplication/pdf1195489http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/13203/1/Isabela+da+Silva_PROTEGIDO.pdf9d7c2ac4e94377d535524ae1db2e95fbMD51UNISINOS/132032024-08-28 09:45:34.539oai:www.repositorio.jesuita.org.br:UNISINOS/13203Ck5PVEE6IENPTE9RVUUgQVFVSSBBIFNVQSBQUsOTUFJJQSBMSUNFTsOHQQoKRXN0YSBsaWNlbsOnYSBkZSBleGVtcGxvIMOpIGZvcm5lY2lkYSBhcGVuYXMgcGFyYSBmaW5zIGluZm9ybWF0aXZvcy4KCkxpY2Vuw6dhIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCgpDb20gYSBhcHJlc2VudGHDp8OjbyBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlIMOgIApVbml2ZXJzaWRhZGUgZG8gVmFsZSBkbyBSaW8gZG9zIFNpbm9zIChVTklTSU5PUykgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsICB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSAKZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSAKZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW8uCgpWb2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyAKcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFNpZ2xhIGRlIFVuaXZlcnNpZGFkZSBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgYSBzdWEgdGVzZSBvdSAKZGlzc2VydGHDp8OjbyBwYXJhIGZpbnMgZGUgc2VndXJhbsOnYSwgYmFjay11cCBlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLiBWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IApjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogCmRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgCm9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSAKaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyBvcmEgZGVwb3NpdGFkYS4KCkNBU08gQSBURVNFIE9VIERJU1NFUlRBw4fDg08gT1JBIERFUE9TSVRBREEgVEVOSEEgU0lETyBSRVNVTFRBRE8gREUgVU0gUEFUUk9Dw41OSU8gT1UgCkFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgU0lHTEEgREUgClVOSVZFUlNJREFERSwgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIENPTU8gClRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyBFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKQSBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSAocykgb3UgbyhzKSBub21lKHMpIGRvKHMpIApkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyAKY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KBiblioteca Digital de Teses e DissertaçõesPRIhttp://www.repositorio.jesuita.org.br/oai/requestmaicons@unisinos.br ||dspace@unisinos.bropendoar:2024-08-28T12:45:34Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)false
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