Segurança contra incêndio: estudo sobre sistemas de selagem perimetral para compartimentação vertical em fachadas envidraçadas
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade do Vale do Rio dos Sinos
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil
|
| Departamento: |
Escola Politécnica
|
| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/12502 |
Resumo: | A densificação dos centros urbanos, verticalização das edificações e a utilização de fachadas envidraçadas de forma cada vez mais recorrente coloca em pauta a segurança contra incêndio destas construções. Como as fachadas pele de vidro são compostas por elementos não resistentes ao fogo, isso a torna um sistema frágil e passível de comprometer a segurança global da edificação e dos usuários. A propagação pela fachada pode acontecer tanto internamente, pelo espaço formado entre a fachada e edificação, quanto externamente através do leapfrogging. Desta forma, a compartimentação deve ser levada em consideração mesmo em prédios com fachadas envidraçadas, com base nas instruções técnicas brasileiras, que passaram a adotar anteparos verticais de 1,20 metros em conjunto com sistemas de selagem corta fogo e/ou prolongamentos horizontais de 0,90 metros como medidas de proteção passivas. Diferentemente de outros países, o Brasil não possui norma técnica de ensaio específico para avaliar o sistema proposto pelas instruções técnicas, o que suscita questionamentos sobre a areal eficácia destes sistemas. O presente trabalho apresenta a avaliação de um sistema de compartimentação vertical conforme instrução técnica brasileira com base na metodologia de ensaio da ASTM E2307 (ASTM, 2020) e ASTM E2874 (ASTM, 2019), bem como discussão dos resultados com base no comportamento do fogo. Através dos resultados obtidos, constatou-se que a selagem perimetral foi capaz de resistir ao fogo até o momento da quebra do vidro junto a ela e, após a quebra, as temperaturas medidas ultrapassaram os limites normativos. O anteparo vertical de 1,20 metros se demonstrou eficaz ao evitar a entrada das chamas no pavimento superior, porém o fluxo de calor medido no topo do anteparo seria capaz de ignizar materiais comumente utilizados como revestimentos de salas comerciais. Assim, o sistema construtivo proposto pela instrução técnica se demonstrou eficiente até a quebra do vidro junto a selagem perimetral, demonstrando a importância de ter-se norma técnica brasileira apropriada para o desenvolvimento de sistemas específicos que garantam a compartimentação vertical nas fachadas envidraçadas. |
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2023-06-14T14:42:49Z2023-06-14T14:42:49Z2023-02-23Submitted by Jeferson Carlos da Veiga Rodrigues (jveigar@unisinos.br) on 2023-06-14T14:42:49Z No. of bitstreams: 1 Gregório Beck da Silva Giannakos_PROTEGIDO.pdf: 6587087 bytes, checksum: 2f010eea397baab7d3e8bda400ad4d34 (MD5)Made available in DSpace on 2023-06-14T14:42:49Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Gregório Beck da Silva Giannakos_PROTEGIDO.pdf: 6587087 bytes, checksum: 2f010eea397baab7d3e8bda400ad4d34 (MD5) Previous issue date: 2023-02-23A densificação dos centros urbanos, verticalização das edificações e a utilização de fachadas envidraçadas de forma cada vez mais recorrente coloca em pauta a segurança contra incêndio destas construções. Como as fachadas pele de vidro são compostas por elementos não resistentes ao fogo, isso a torna um sistema frágil e passível de comprometer a segurança global da edificação e dos usuários. A propagação pela fachada pode acontecer tanto internamente, pelo espaço formado entre a fachada e edificação, quanto externamente através do leapfrogging. Desta forma, a compartimentação deve ser levada em consideração mesmo em prédios com fachadas envidraçadas, com base nas instruções técnicas brasileiras, que passaram a adotar anteparos verticais de 1,20 metros em conjunto com sistemas de selagem corta fogo e/ou prolongamentos horizontais de 0,90 metros como medidas de proteção passivas. Diferentemente de outros países, o Brasil não possui norma técnica de ensaio específico para avaliar o sistema proposto pelas instruções técnicas, o que suscita questionamentos sobre a areal eficácia destes sistemas. O presente trabalho apresenta a avaliação de um sistema de compartimentação vertical conforme instrução técnica brasileira com base na metodologia de ensaio da ASTM E2307 (ASTM, 2020) e ASTM E2874 (ASTM, 2019), bem como discussão dos resultados com base no comportamento do fogo. Através dos resultados obtidos, constatou-se que a selagem perimetral foi capaz de resistir ao fogo até o momento da quebra do vidro junto a ela e, após a quebra, as temperaturas medidas ultrapassaram os limites normativos. O anteparo vertical de 1,20 metros se demonstrou eficaz ao evitar a entrada das chamas no pavimento superior, porém o fluxo de calor medido no topo do anteparo seria capaz de ignizar materiais comumente utilizados como revestimentos de salas comerciais. Assim, o sistema construtivo proposto pela instrução técnica se demonstrou eficiente até a quebra do vidro junto a selagem perimetral, demonstrando a importância de ter-se norma técnica brasileira apropriada para o desenvolvimento de sistemas específicos que garantam a compartimentação vertical nas fachadas envidraçadas.The densification of urban centers, the verticalization of buildings and the increasingly recurrent use of glazed facades puts fire safety in these buildings on debate. Since the glass facades are composed of non-fire resistant elements, it becomes a fragile system and liable to compromise the overall safety of the building and its users. Propagation through the facade can happen both internally, through the space formed between the facade and the building, and externally through leapfrogging. In this way, compartmentalization must be taken into account even in buildings with glazed facades, based on Brazilian technical instructions, which started to adopt 1,20 meter vertical bulkheads together with fireproof sealing systems and horizontal extensions of 0,90 meters as passive protective measures. Unlike other countries, Brazil does not have a specific technical test standard to evaluate the system proposed by the technical instructions, which raises questions about the areal effectiveness of these systems. The present work presents the evaluation of a vertical partitioning system according to Brazilian technical instruction based on the test methodology of ASTM E2307 (ASTM, 2020) and ASTM E2874 (ASTM, 2019), as well as a discussion of the results based on the behavior of fire. Based on the results obtained, it was found that the perimeter seal was able to resist fire until the moment the glass broke next to it and, after breaking, the measured temperatures exceeded the normative limits. The 1,20 meter vertical bulkhead proved to be effective in preventing flames from entering the upper floor, but the heat flux measured at the top of the bulkhead would be capable of igniting materials commonly used as coatings in commercial rooms. Thus, the constructive system proposed by the technical instruction proved to be efficient until the glass broke along with the perimeter sealing, demonstrating the importance of having an appropriate Brazilian technical standard for the development of specific systems that guarantee the vertical compartmentation in the glazed facades.NenhumaGiannakos, Gregório Beck da Silvahttp://lattes.cnpq.br/0845377555354946http://lattes.cnpq.br/4760250136044505Oliveira, Maria Fernanda dehttp://lattes.cnpq.br/1555729873996754Mancio, MauricioUniversidade do Vale do Rio dos SinosPrograma de Pós-Graduação em Engenharia CivilUnisinosBrasilEscola PolitécnicaSegurança contra incêndio: estudo sobre sistemas de selagem perimetral para compartimentação vertical em fachadas envidraçadasACCNPQ::Engenharias::Engenharia CivilFachada envidraçadaSegurança contra incêndioCompartimentação verticalSelagem perimetralGlazed facadeFire safetyVertical compartmentalizationPerimeter fire barrierinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/12502info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos)instname:Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)instacron:UNISINOSLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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