A Quarta Revolução Industrial e o papel dos sindicatos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Fernandes, Paulo Roberto
Orientador(a): Porto, Éderson Garin
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Vale do Rio dos Sinos
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Direito da Empresa e dos Negócios
Departamento: Escola de Direito
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/9823
Resumo: Esta dissertação de Mestrado tem como tema A Quarta Revolução Industrial e o Papel dos Sindicatos. O novo período revolucionário industrial deve ser tratado de forma global, pois os efeitos atingem a todas as sociedades, vez que, é um fenômeno dinâmico e não tem um berço definitivo, as tecnologias se fundem naturalmente e se propagam em inovações cada vez mais eficazes, independentemente de suas naturalidades. Nesta linha de raciocínio, é hora das categorias econômicas e profissionais caminharem em direção ao mesmo horizonte. No entanto, no que diz respeito ao mercado de trabalho, este apresenta volatilidade, efemeridade, sofre domínios do mercado corporativista e interferências externas das tecnologias emergentes. Cabe, portanto, neste contexto, um trabalho árduo de pesos e contrapesos, no sentido de que empresas e sindicatos reduzam a marcha da rivalidade, causando menos desemprego tecnológico criados pelo avanço desenfreado das tecnologias da Quarta Revolução Industrial. Portanto, trata-se de um assunto atual, real, social e econômico. A taxa de desemprego no Brasil tem sido exageradamente expressiva, principalmente a partir da primeira década do século XXI. Várias são as causas contributivas para esse fenômeno, todavia, a mais significativa tem sido aquela derivada da automação industrial. Poderá haver também divergências entre sindicatos durante às negociações coletivas, o que inviabiliza o setor produtivo, neste caso, haverá possível redução da mão-de-obra a curto prazo. Nesse sentido, o presente estudo tem como objetivo estudar os impactos da Quarta Revolução Industrial e o Papel dos Sindicatos. Na elaboração deste trabalho adotouse diferentes procedimentos metodológicos: análise de dados, gráficos, estatísticas, todos oriundos da mesma fonte (IBGE); leituras de livros e periódicos, mais entrevistas e debates enriqueceram a pesquisa, entretanto, a combinação do empirismo com o pragmatismo parece ter sido fundamental para a efetivação deste trabalho. Quanto aos resultados, num primeiro viés encontrou-se duas importantes correntes: a primeira, mais otimista, entende que na implantação de máquinas com inteligência artificial, inicialmente haverá um número significativo de desempregados, mas haverá uma recuperação, a médio e longo prazo, com a geração de novos empregos mais qualificados. A outra corrente, mais pessimista, admite que o desemprego é inevitável, conquanto não há condições de um ser humano competir com um robô, por exemplo. Portanto, o saldo sempre será negativo e crescente no mercado de trabalho artificialmente inteligente. Noutro viés surgiram outras posições, mas não tão diferentes das anteriores. Todavia, notou-se um sentimento comum alojado no tecido social brasileiro, ou seja, o medo de que na família - pai, mãe e filhos - não encontrem mais empregos nas suas respectivas áreas de estudos. Diante da natureza dos fatos é imprescindível buscar-se caminhos de equalização para se evitar mudanças desnecessárias no modelo econômico e desigualdades ainda maiores entre as classes trabalhadoras. É hora de muita solidariedade e cooperatividade, o novo modelo de trabalhador necessita de conhecimento e muito treinamento, dos mais variados tipos, sempre focando às demandas do mercado constantemente em mutação. Colégios e universidades, de regra, não são formadores de mão-de-obra para empresas manufatureiras. Por outro lado, as instituições governamentais também sofrem restrições devido à falta de recursos, além da burocracia exagerada. Assim, ao fim e ao cabo, cabe inferir que os sindicatos devem prosseguir na sua missão secular, pois ensinar, treinar e formar é, sem dúvida, condição sine qua non dos sindicalistas, uma vez que eclodiram e se organizaram oficialmente para prestar serviços às suas respectivas categorias.
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No entanto, no que diz respeito ao mercado de trabalho, este apresenta volatilidade, efemeridade, sofre domínios do mercado corporativista e interferências externas das tecnologias emergentes. Cabe, portanto, neste contexto, um trabalho árduo de pesos e contrapesos, no sentido de que empresas e sindicatos reduzam a marcha da rivalidade, causando menos desemprego tecnológico criados pelo avanço desenfreado das tecnologias da Quarta Revolução Industrial. Portanto, trata-se de um assunto atual, real, social e econômico. A taxa de desemprego no Brasil tem sido exageradamente expressiva, principalmente a partir da primeira década do século XXI. Várias são as causas contributivas para esse fenômeno, todavia, a mais significativa tem sido aquela derivada da automação industrial. Poderá haver também divergências entre sindicatos durante às negociações coletivas, o que inviabiliza o setor produtivo, neste caso, haverá possível redução da mão-de-obra a curto prazo. Nesse sentido, o presente estudo tem como objetivo estudar os impactos da Quarta Revolução Industrial e o Papel dos Sindicatos. Na elaboração deste trabalho adotouse diferentes procedimentos metodológicos: análise de dados, gráficos, estatísticas, todos oriundos da mesma fonte (IBGE); leituras de livros e periódicos, mais entrevistas e debates enriqueceram a pesquisa, entretanto, a combinação do empirismo com o pragmatismo parece ter sido fundamental para a efetivação deste trabalho. Quanto aos resultados, num primeiro viés encontrou-se duas importantes correntes: a primeira, mais otimista, entende que na implantação de máquinas com inteligência artificial, inicialmente haverá um número significativo de desempregados, mas haverá uma recuperação, a médio e longo prazo, com a geração de novos empregos mais qualificados. A outra corrente, mais pessimista, admite que o desemprego é inevitável, conquanto não há condições de um ser humano competir com um robô, por exemplo. Portanto, o saldo sempre será negativo e crescente no mercado de trabalho artificialmente inteligente. Noutro viés surgiram outras posições, mas não tão diferentes das anteriores. Todavia, notou-se um sentimento comum alojado no tecido social brasileiro, ou seja, o medo de que na família - pai, mãe e filhos - não encontrem mais empregos nas suas respectivas áreas de estudos. Diante da natureza dos fatos é imprescindível buscar-se caminhos de equalização para se evitar mudanças desnecessárias no modelo econômico e desigualdades ainda maiores entre as classes trabalhadoras. É hora de muita solidariedade e cooperatividade, o novo modelo de trabalhador necessita de conhecimento e muito treinamento, dos mais variados tipos, sempre focando às demandas do mercado constantemente em mutação. Colégios e universidades, de regra, não são formadores de mão-de-obra para empresas manufatureiras. Por outro lado, as instituições governamentais também sofrem restrições devido à falta de recursos, além da burocracia exagerada. Assim, ao fim e ao cabo, cabe inferir que os sindicatos devem prosseguir na sua missão secular, pois ensinar, treinar e formar é, sem dúvida, condição sine qua non dos sindicalistas, uma vez que eclodiram e se organizaram oficialmente para prestar serviços às suas respectivas categorias.This Master's thesis has as its theme The Fourth Industrial Revolution and the Role of Trade Unions. The new industrial revolutionary period must be dealt with globally, as the effects affect all societies, since it is a dynamic phenomenon and does not have a definitive cradle, technologies are naturally merged and propagate in increasingly effective innovations, regardless of their naturalness. In this line of reasoning, it is time for the economic and professional categories to move towards the same horizon. However, with regard to the labor market, it presents volatility, ephemerality, suffers from dominations of the corporatist market and external interferences from emerging technologies. Therefore, in this context, it is worth a hard work of checks and balances, in the sense that companies and unions reduce the pace of rivalry, causing less technological unemployment created by the unbridled advancement of the technologies of the Fourth Industrial Revolution. Therefore, it is a current, real, social and economic issue. The unemployment rate in Brazil has been exaggeratedly expressive, especially since the first decade of the 21st century. There are several contributory causes for this phenomenon, however, the most significant has been that derived from industrial automation. There may also be disagreements between unions during collective bargaining, which makes the productive sector unfeasible, in this case, there will be a possible reduction in labor in the short term. In this sense, the present study aims to study the impacts of the Fourth Industrial Revolution and the Role of Trade Unions. In the preparation of this work, different methodological procedures were adopted: data analysis, graphs, statistics, all from the same source (IBGE); readings of books and periodicals, more interviews and debates enriched the research, however, the combination of empiricism with pragmatism seems to have been fundamental for the realization of this work. As for the results, in a first bias two important currents were found: the first, more optimistic, believes that in the implantation of machines with artificial intelligence, initially there will be a significant number of unemployed, but there will be a recovery, in the medium and long term, the generation of new, more qualified jobs. The other, more pessimistic, admits that unemployment is inevitable, although there is no way for a human being to compete with a robot, for example. Therefore, the balance will always be negative and growing in the artificially intelligent labor market. In other ways, other positions emerged, but not so different from the previous ones. However, there was a common feeling lodged in the Brazilian social fabric, that is, the fear that in the family - father, mother and children - they will no longer find jobs in their respective areas of study. Given the nature of the facts, it is essential to seek equalization paths to avoid unnecessary changes in the economic model and even greater inequalities between the working classes. It is time for a lot of solidarity and cooperation, the new model of worker needs knowledge and a lot of training, of the most varied types, always focusing on the demands of the constantly changing market. Colleges and universities, as a rule, are not trainers of labor for manufacturing companies. On the other hand, government institutions are also restricted due to a lack of resources, in addition to exaggerated bureaucracy. Thus, in the end, it must be inferred that the unions must continue in their secular mission, since teaching, training and education is, without a doubt, a sine qua non condition of union members, since they broke out and officially organized themselves to provide services to respective categories.NenhumaFernandes, Paulo Robertohttp://lattes.cnpq.br/8781143286928843http://lattes.cnpq.br/4913000952943830Porto, Éderson GarinUniversidade do Vale do Rio dos SinosPrograma de Pós-Graduação em Direito da Empresa e dos NegóciosUnisinosBrasilEscola de DireitoA Quarta Revolução Industrial e o papel dos sindicatosACCNPQ::Ciências Sociais Aplicadas::DireitoDesemprego tecnológicoTecnologias emergentesAutomaçãoQuarta revolução industrialInteligência artificialTechnological unemploymentEmerging technologiesAutomationFourth industrial revolutionArtificial intelligenceinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/9823info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos)instname:Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)instacron:UNISINOSORIGINALPaulo Roberto Fernandes_.pdfPaulo Roberto Fernandes_.pdfapplication/pdf1544504http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/9823/1/Paulo+Roberto+Fernandes_.pdf254ad3081f563650444e4e9bc0e301d6MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82175http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/9823/2/license.txt320e21f23402402ac4988605e1edd177MD52UNISINOS/98232021-11-17 14:04:45.49oai:www.repositorio.jesuita.org.br:UNISINOS/9823Ck5PVEE6IENPTE9RVUUgQVFVSSBBIFNVQSBQUsOTUFJJQSBMSUNFTsOHQQoKRXN0YSBsaWNlbsOnYSBkZSBleGVtcGxvIMOpIGZvcm5lY2lkYSBhcGVuYXMgcGFyYSBmaW5zIGluZm9ybWF0aXZvcy4KCkxpY2Vuw6dhIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCgpDb20gYSBhcHJlc2VudGHDp8OjbyBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlIMOgIApVbml2ZXJzaWRhZGUgZG8gVmFsZSBkbyBSaW8gZG9zIFNpbm9zIChVTklTSU5PUykgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsICB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSAKZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSAKZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW8uCgpWb2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyAKcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFNpZ2xhIGRlIFVuaXZlcnNpZGFkZSBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgYSBzdWEgdGVzZSBvdSAKZGlzc2VydGHDp8OjbyBwYXJhIGZpbnMgZGUgc2VndXJhbsOnYSwgYmFjay11cCBlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLiBWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IApjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogCmRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgCm9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSAKaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyBvcmEgZGVwb3NpdGFkYS4KCkNBU08gQSBURVNFIE9VIERJU1NFUlRBw4fDg08gT1JBIERFUE9TSVRBREEgVEVOSEEgU0lETyBSRVNVTFRBRE8gREUgVU0gUEFUUk9Dw41OSU8gT1UgCkFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgU0lHTEEgREUgClVOSVZFUlNJREFERSwgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIENPTU8gClRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyBFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKQSBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSAocykgb3UgbyhzKSBub21lKHMpIGRvKHMpIApkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyAKY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KBiblioteca Digital de Teses e DissertaçõesPRIhttp://www.repositorio.jesuita.org.br/oai/requestmaicons@unisinos.br ||dspace@unisinos.bropendoar:2021-11-17T17:04:45Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)false
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