Avaliação da degradação do solo através da dinâmica da matéria orgânica, na micro bacia do Arroio Morungava, Gravataí, RS

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2009
Autor(a) principal: Gomes, Márcia da Silva
Orientador(a): Coelho, Osmar Gustavo Wöhl
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Vale do Rio dos Sinos
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Geologia
Departamento: Escola Politécnica
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/3345
Resumo: A degradação dos solos é um dos principais problemas relacionados ao desenvolvimento sustentável, e um dos grandes desafios a serem enfrentados já neste século. A ação do homem no planejamento e desenvolvimento da ocupação do espaço na Terra requer cada vez mais uma visão ampla sobre as necessidades da população, os recursos terrestres e aquáticos disponíveis e o conhecimento sobre o comportamento dos processos naturais, para racionalmente compatibilizar necessidades crescentes com recursos limitados. A crescente degradação do solo sob exploração agrícola em todo o mundo despertou nos últimos anos uma preocupação com a qualidade do solo e a sustentabilidade da produção agrícola. A matéria orgânica do solo é um fator relevante na qualidade deste, sendo uma fonte de energia, de carbono e doadora de elétrons da grande maioria dos organismos, o que evidencia sua importância para a biota desempenhar suas funções no sentido de promover as propriedades do solo. O objetivo deste trabalho é avaliar a degradação do solo na microbacia do arroio Morungava, com uso da Equação Universal de Perda de Solo (EUPS), através de análise da variação temporal da matéria orgânica nos horizontes superficiais, em solos Hidromórficos e Argissolos, sob práticas de cultivo em diferentes períodos de uso (18 meses de cultivo; 10 anos de cultivo; 15 anos de cultivo e mais de 30 anos de cultivo), utilizando áreas de mata nativa como referência. Em condições naturais os argissolos mostram um aumento de matéria orgânica (MO) com a profundidade. Nos horizontes superficiais dos solos cultivados analisados observa-se perda de MO por erosão e oxidação superficial, com pouca translocação vertical. Neste caso, a erosão superficial acelerada antropicamente, faz com que o Horizonte B dos argissolos fique próximo a superfície, eventualmente exposto, com o passar do tempo. Já os solos hidromórficos verificam-se grandes perdas iniciais com a retirada de matas nativas, o que pode ser em parte atribuído à oxidação acelerada da MO, devido às mudanças ambientais. Para os solos hidromórficos com mais de 15 anos de uso, verifica-se um comportamento inverso, ocorrendo um significativo aumento superficial da MO, o que pode ser devido ao aporte de MO originado dos argissolos adjacentes. Assim, as planícies aluvionares, para tempos de uso superiores há 15 anos, devem provavelmente atuar como zonas de acumulação de MO na bacia hidrográfica. Há um provável processo menos intenso de translocação vertical, o qual é observado nos primeiros 10 anos de uso dos hidromórficos. Quanto à avaliação espacial de perda de MO observa-se taxas com variação de 0 até 239,15 t ha¯¹ ano¯¹ com o uso do solo atual. Assim, 54,12 % da área apresentam taxas de perda de MO entre 0 a 0,5 t ha¯¹ ano¯¹ 42,21 % variam de 0,5 a 5 t ha¯¹ ano¯¹e os demais 3,67 % de área apresentam perdas de MO acima de 5 t ha¯¹ ano¯¹. Em um cenário onde a legislação ambiental (Código Florestal Federal - Lei 4.771 de 1965 e Código Florestal Estadual - Lei 9.519 de 1992) é cumprida, com reflorestamento nas Áreas de Preservação Permanente ? APPs, referente às encostas com declividade acima de 45º e faixas de 30 metros de cada lado, ao longo dos cursos d´água, observa-se 62,17 % da área com taxas de perda de MO entre 0 a 0,5 t ha¯¹ ano¯¹, 36,86 % variam de 0,5 a 5 t ha¯¹ ano¯¹e os demais 0,97 % de área apresentam perdas de MO acima de 5 t ha¯¹ ano¯¹, chegando a atingir 37,28 t ha¯¹ ano¯¹em alguns pontos. Para um cenário onde a faixa de preservação é de apenas 5 metros de cada lado, ao longo dos cursos d´águas, de acordo com a legislação ambiental do Estado de Santa Catarina (Art. 114 da Lei Estadual 14.675, de 13 abril de 2009), observa-se que as taxas de perda de MO aumentam. No cenário anterior as perdas acima de 5 t ha¯¹ ano¯¹, atingem apenas 0,97% do total da área. Aplicando a legislação do Estado de Santa Catarina, as taxas de perda acima de 5 t ha¯¹ ano¯¹, atingem 1,03 % do total da área. As taxas baixas de perda de MO (abaixo de 0,5 t ha¯¹ ano¯¹) para o cenário de 30 metros de preservação chegam a 62,17% da área. Já no cenário com faixa de preservação de apenas 5 metros, as taxas baixas de perda de MO chegam a 53,16% da área. Apesar de ser uma diferença pequena de taxas de perda de MO, estas taxas apresentadas comprovam que a diminuição das faixas de preservação de 30 metros para cinco metros, acarretará em prejuízos ao meio ambiente. Em um cenário onde toda a faixa de preservação de 30 metros de cada lado, ao longo dos cursos d´água, é retirada, as taxas de perda de MO variam de 0 até 239,15 t ha¯¹ ano¯¹. Neste caso 53,16 % da área apresenta taxas de perda de MO entre 0 a 0,5 t ha¯¹ ano¯¹, 43,02 % variam de 0,5 a 5 t ha¯¹ ano¯¹ e 3,82 % de área apresentam perdas de MO acima de 5 t ha¯¹ ano¯¹, chegando a atingir 239,15 t ha¯¹ ano¯¹ em alguns pontos. Essas taxas de perda são equivalentes ao uso do solo atual da área. Isto ocorre pelo fato da microbacia do arroio Morungava apresentar grandes extensões de faixa de preservação ao longo desses cursos d´água, totalmente desmatadas. O cenário criado para desmatamento de 30 metros é semelhante à situação real da área. A partir dos resultados obtidos das coletas de campo e dados gerados em laboratório, conclui-se que a micro bacia do arroio Morungava está sofrendo processo erosivo acelerado com o decorrer dos anos, principalmente em zonas de maior declividade, onde predominam os argissolos. Já os solos em posição fisiográficas com baixa erosão potencial superficial, como os hidromórficos, atuam como zonas de acumulação de sedimentos e matéria orgânica. Verifica-se uma variação ampla nas taxas de perda de MO com o uso do solo atual, com teores elevados nas áreas com maior declividade. Estes teores, de acordo com cenários gerados de reflorestamento, podem diminuir com o cumprimento da legislação ambiental. Assim pode-se afirmar que a EUPS foi fundamental para avaliar a perda de matéria orgânica na microbacia.
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A crescente degradação do solo sob exploração agrícola em todo o mundo despertou nos últimos anos uma preocupação com a qualidade do solo e a sustentabilidade da produção agrícola. A matéria orgânica do solo é um fator relevante na qualidade deste, sendo uma fonte de energia, de carbono e doadora de elétrons da grande maioria dos organismos, o que evidencia sua importância para a biota desempenhar suas funções no sentido de promover as propriedades do solo. O objetivo deste trabalho é avaliar a degradação do solo na microbacia do arroio Morungava, com uso da Equação Universal de Perda de Solo (EUPS), através de análise da variação temporal da matéria orgânica nos horizontes superficiais, em solos Hidromórficos e Argissolos, sob práticas de cultivo em diferentes períodos de uso (18 meses de cultivo; 10 anos de cultivo; 15 anos de cultivo e mais de 30 anos de cultivo), utilizando áreas de mata nativa como referência. Em condições naturais os argissolos mostram um aumento de matéria orgânica (MO) com a profundidade. Nos horizontes superficiais dos solos cultivados analisados observa-se perda de MO por erosão e oxidação superficial, com pouca translocação vertical. Neste caso, a erosão superficial acelerada antropicamente, faz com que o Horizonte B dos argissolos fique próximo a superfície, eventualmente exposto, com o passar do tempo. Já os solos hidromórficos verificam-se grandes perdas iniciais com a retirada de matas nativas, o que pode ser em parte atribuído à oxidação acelerada da MO, devido às mudanças ambientais. Para os solos hidromórficos com mais de 15 anos de uso, verifica-se um comportamento inverso, ocorrendo um significativo aumento superficial da MO, o que pode ser devido ao aporte de MO originado dos argissolos adjacentes. Assim, as planícies aluvionares, para tempos de uso superiores há 15 anos, devem provavelmente atuar como zonas de acumulação de MO na bacia hidrográfica. Há um provável processo menos intenso de translocação vertical, o qual é observado nos primeiros 10 anos de uso dos hidromórficos. Quanto à avaliação espacial de perda de MO observa-se taxas com variação de 0 até 239,15 t ha¯¹ ano¯¹ com o uso do solo atual. Assim, 54,12 % da área apresentam taxas de perda de MO entre 0 a 0,5 t ha¯¹ ano¯¹ 42,21 % variam de 0,5 a 5 t ha¯¹ ano¯¹e os demais 3,67 % de área apresentam perdas de MO acima de 5 t ha¯¹ ano¯¹. Em um cenário onde a legislação ambiental (Código Florestal Federal - Lei 4.771 de 1965 e Código Florestal Estadual - Lei 9.519 de 1992) é cumprida, com reflorestamento nas Áreas de Preservação Permanente ? APPs, referente às encostas com declividade acima de 45º e faixas de 30 metros de cada lado, ao longo dos cursos d´água, observa-se 62,17 % da área com taxas de perda de MO entre 0 a 0,5 t ha¯¹ ano¯¹, 36,86 % variam de 0,5 a 5 t ha¯¹ ano¯¹e os demais 0,97 % de área apresentam perdas de MO acima de 5 t ha¯¹ ano¯¹, chegando a atingir 37,28 t ha¯¹ ano¯¹em alguns pontos. Para um cenário onde a faixa de preservação é de apenas 5 metros de cada lado, ao longo dos cursos d´águas, de acordo com a legislação ambiental do Estado de Santa Catarina (Art. 114 da Lei Estadual 14.675, de 13 abril de 2009), observa-se que as taxas de perda de MO aumentam. No cenário anterior as perdas acima de 5 t ha¯¹ ano¯¹, atingem apenas 0,97% do total da área. Aplicando a legislação do Estado de Santa Catarina, as taxas de perda acima de 5 t ha¯¹ ano¯¹, atingem 1,03 % do total da área. As taxas baixas de perda de MO (abaixo de 0,5 t ha¯¹ ano¯¹) para o cenário de 30 metros de preservação chegam a 62,17% da área. Já no cenário com faixa de preservação de apenas 5 metros, as taxas baixas de perda de MO chegam a 53,16% da área. Apesar de ser uma diferença pequena de taxas de perda de MO, estas taxas apresentadas comprovam que a diminuição das faixas de preservação de 30 metros para cinco metros, acarretará em prejuízos ao meio ambiente. Em um cenário onde toda a faixa de preservação de 30 metros de cada lado, ao longo dos cursos d´água, é retirada, as taxas de perda de MO variam de 0 até 239,15 t ha¯¹ ano¯¹. Neste caso 53,16 % da área apresenta taxas de perda de MO entre 0 a 0,5 t ha¯¹ ano¯¹, 43,02 % variam de 0,5 a 5 t ha¯¹ ano¯¹ e 3,82 % de área apresentam perdas de MO acima de 5 t ha¯¹ ano¯¹, chegando a atingir 239,15 t ha¯¹ ano¯¹ em alguns pontos. Essas taxas de perda são equivalentes ao uso do solo atual da área. Isto ocorre pelo fato da microbacia do arroio Morungava apresentar grandes extensões de faixa de preservação ao longo desses cursos d´água, totalmente desmatadas. O cenário criado para desmatamento de 30 metros é semelhante à situação real da área. A partir dos resultados obtidos das coletas de campo e dados gerados em laboratório, conclui-se que a micro bacia do arroio Morungava está sofrendo processo erosivo acelerado com o decorrer dos anos, principalmente em zonas de maior declividade, onde predominam os argissolos. Já os solos em posição fisiográficas com baixa erosão potencial superficial, como os hidromórficos, atuam como zonas de acumulação de sedimentos e matéria orgânica. Verifica-se uma variação ampla nas taxas de perda de MO com o uso do solo atual, com teores elevados nas áreas com maior declividade. Estes teores, de acordo com cenários gerados de reflorestamento, podem diminuir com o cumprimento da legislação ambiental. Assim pode-se afirmar que a EUPS foi fundamental para avaliar a perda de matéria orgânica na microbacia.Soil degradation is one of the main concerns regarding sustainable development, and one of the challenges to be faced on this century. Mankind actions on planning and development of Earth occupation, needs more and more a broader view of population needs, available terrestrial and hydric resources and knowledge over natural processes behavior, to rationally conciliate growing needs with limited resources. The worldwide growing soil degradation due to agricultural exploitation, over the last years awoke a concern with soil quality and agricultural production sustainability. The soil organic matter is a relevant factor for its quality, being energy and Carbone source and an electron donator to most organisms, which only shows how it is important to biota?s functions and promote soil proprieties. The objective of this study is to evaluate the soil degradation at the micro basin of the Morungava stream, using the Universal Soil Loss Equation (USLE), through temporal variation analysis of organic matter on superficial horizons, on hydromorphic and argillaceous soils, under cultivation on different usage periods (18 months of cultivation, 10 years of cultivation, 15 years of cultivation and more than 30 years of cultivation), utilizing areas of native forest as reference. In natural conditions argillaceous soils show an increase in organic matter (OM) as it deepens. On the analyzed cultivated soils superficial horizons, was observed a loss of OM due to erosion and superficial oxidation, with low vertical translocation. In this case, the superficial erosion hasten by anthropic influence, causes the B horizon of argillaceous soils to be near the surface, eventually exposed with time. On the hydromorphic soils, there are big initial losses with the removal of native forests, which can be in part caused by hasten oxidation of OM due to environmental changes. To hydromorphic soils with more than 15 years of usage, a inverse behavior is observed, occurring a significant increase of superficial OM, which can be due to the arrive of OM from the adjacent argillaceous soils. So, the alluvial plains, to usage periods greater than 15 years, probably act as OM accumulation zones on the basin. There is a probable process less intense of vertical translocation, which is observed during the first 10 years of hydromorphic soil usage. As for the spatial evaluation of OM loss, its observed with variation from 0 to 239,15 t.ha¯¹.year¯¹ with current soil usage. This way, 54,12% of the area presents OM loss rate between 0 and 0,5 t.ha¯¹.year¯¹, 42,21% varies from 0,5 to 5 t.ha¯¹.year¯¹, and the remaining 3,67% of the area show OM losses superior to 5 t.ha¯¹.year¯¹. In a scenery where the environmental legislation (Federal Forest Code ? Law 4.771 of 1965 and State Forest Code ? Law 9.519 of 1992) is followed, with reforesting of Permanent Preservation Areas (APPs), referring to acclivity superior to 45° and a 30 meters preservation band from the margins of any watercourse, is observed that 62,17% of the area have a OM loss rate between 0 and 0,5 t.ha¯¹.year¯¹, 36,86% varies from 0,5 to 5 t.ha¯¹.year¯¹ and the remaining 0,97% have a OM loss rate superior to 5 t.ha¯¹.year¯¹, peaking 37,28 t.ha¯¹.year¯¹ at some points. In a scenery where the preservation band is only 5 meters from the margin of watercourses, in accordance with the environmental legislation of Santa Catarina state (Art.114 State Law 14.675 from 2009, April 13), its observed an increase in the OM loss Rates. If in the previous scenery the OM losses over 5 t.ha¯¹.ano¯¹, were only 0,97% of total area, applying the Santa Catarina State Law, the OM losses over 5 t.ha¯¹.ano¯¹, are 1,03% of total area. The low OM loss rates (under 0,5 t.ha¯¹.ano¯¹,) on the 30 meters preservation scenery were 62,17% of the area, applying the Santa Catarina state 5 meters preservation scenery it drops to 53,16% of the area. Even if it is a small difference on OM loss rates, these rates testify that the reduction of the preservation bands will incur in harm to the environment. In a scenery where all the preservation band is removed along the watercourses, the OM loss rates varies from 0 to 239,15 t.ha¯¹.year¯¹. In which case 53,16% of the area presents OM loss rates from 0 to 0,5 t.ha¯¹.year¯¹, 43,02% varies from 0,5 to 5 t.ha¯¹.year¯¹ and 3,82% of the area show OM losses over 5 t.ha¯¹.year¯¹, peaking 239,15 t.ha¯¹.year¯¹ at some points. Those loss rates are equivalent to those of the current soil usage in this area. This is due to the fact that the micro basin of the Morungava stream presents great extensions of preservation bands along its watercourses totally depleted. The scenery created with no preservation band is similar to the current situation of the area. From the gotten results of the collections of field and data generated in laboratory, one concludes that the micro basin of the Morungava stream is suffering sped up erosive process with elapsing of the years, mainly in zones of bigger declivity, where the argissolos predominate. Already the ground in position fisiográficas with low superficial potential erosion, as the hidromórficos, act as zones of accumulation of sediments and organic matter. An ample variation in the taxes of loss ME with the use of the ground is verified current, with texts raised in the areas with bigger declivity. These texts, scenes in accordance with generated of reforestation, can diminish with the fulfilment of the ambient legislation. Thus it can be affirmed that the EUPS was basic to evaluate the loss of organic matter in the micron basin.NenhumaGomes, Márcia da Silvahttp://lattes.cnpq.br/3858732492592205http://lattes.cnpq.br/8220986824866252Coelho, Osmar Gustavo WöhlUniversidade do Vale do Rio dos SinosPrograma de Pós-Graduação em GeologiaUnisinosBrasilEscola PolitécnicaAvaliação da degradação do solo através da dinâmica da matéria orgânica, na micro bacia do Arroio Morungava, Gravataí, RSACCNPQ::Ciências Exatas e da Terra::GeologiaConservação de solosMatéria orgânicaUso e ocupação do soloEquação universal de perda de solo (EUPS)Soil conservationOrganic matterUse and occupation of soilUniversal soil loss equation (USLE)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/3345info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos)instname:Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)instacron:UNISINOSORIGINALMarciaGomesGeologia.pdfMarciaGomesGeologia.pdfapplication/pdf3212123http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/3345/1/MarciaGomesGeologia.pdf2a235d35b0c87594b8e37e68a2ffd53bMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82173http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/3345/2/license.txt5f6f2e4c758f6f32e6a732cc5786e55fMD52UNISINOS/33452015-04-23 17:20:30.534oai:www.repositorio.jesuita.org.br:UNISINOS/3345Tk9UQTogQ09MT1FVRSBBUVVJIEEgU1VBIFBSw5NQUklBIExJQ0VOw4dBCkVzdGEgbGljZW7Dp2EgZGUgZXhlbXBsbyDDqSBmb3JuZWNpZGEgYXBlbmFzIHBhcmEgZmlucyBpbmZvcm1hdGl2b3MuCgpMSUNFTsOHQSBERSBESVNUUklCVUnDh8ODTyBOw4NPLUVYQ0xVU0lWQQoKQ29tIGEgYXByZXNlbnRhw6fDo28gZGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIHZvY8OqIChvIGF1dG9yIChlcykgb3UgbyB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvcikgY29uY2VkZSDDoCAKVW5pdmVyc2lkYWRlIGRvIFZhbGUgZG8gUmlvIGRvcyBTaW5vcyAoVU5JU0lOT1MpIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCAgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgCmRpc3RyaWJ1aXIgYSBzdWEgdGVzZSBvdSBkaXNzZXJ0YcOnw6NvIChpbmNsdWluZG8gbyByZXN1bW8pIHBvciB0b2RvIG8gbXVuZG8gbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgCmVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcyBmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgU2lnbGEgZGUgVW5pdmVyc2lkYWRlIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gCnBhcmEgcXVhbHF1ZXIgbWVpbyBvdSBmb3JtYXRvIHBhcmEgZmlucyBkZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgoKVm9jw6ogdGFtYsOpbSBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgcG9kZSBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIGEgc3VhIHRlc2Ugb3UgCmRpc3NlcnRhw6fDo28gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7Dp2EsIGJhY2stdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgoKVm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgYSBzdWEgdGVzZSBvdSBkaXNzZXJ0YcOnw6NvIMOpIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIHZvY8OqIHRlbSBvIHBvZGVyIGRlIGNvbmNlZGVyIG9zIGRpcmVpdG9zIGNvbnRpZG9zIApuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gVm9jw6ogdGFtYsOpbSBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkYSBzdWEgdGVzZSBvdSBkaXNzZXJ0YcOnw6NvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSAKY29uaGVjaW1lbnRvLCBpbmZyaW5nZSBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBkZSBuaW5ndcOpbS4KCkNhc28gYSBzdWEgdGVzZSBvdSBkaXNzZXJ0YcOnw6NvIGNvbnRlbmhhIG1hdGVyaWFsIHF1ZSB2b2PDqiBuw6NvIHBvc3N1aSBhIHRpdHVsYXJpZGFkZSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHZvY8OqIApkZWNsYXJhIHF1ZSBvYnRldmUgYSBwZXJtaXNzw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgU2lnbGEgZGUgVW5pdmVyc2lkYWRlIApvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgCmlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIG91IG5vIGNvbnRlw7pkbyBkYSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gb3JhIGRlcG9zaXRhZGEuCgpDQVNPIEEgVEVTRSBPVSBESVNTRVJUQcOHw4NPIE9SQSBERVBPU0lUQURBIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIApBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyBPUkdBTklTTU8gUVVFIE7Dg08gU0VKQSBBIFNJR0xBIERFIApVTklWRVJTSURBREUsIFZPQ8OKIERFQ0xBUkEgUVVFIFJFU1BFSVRPVSBUT0RPUyBFIFFVQUlTUVVFUiBESVJFSVRPUyBERSBSRVZJU8ODTyBDT01PIApUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KCkEgU2lnbGEgZGUgVW5pdmVyc2lkYWRlIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSAKZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBkYSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgCmNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==Biblioteca Digital de Teses e DissertaçõesPRIhttp://www.repositorio.jesuita.org.br/oai/requestmaicons@unisinos.br ||dspace@unisinos.bropendoar:2015-04-23T20:20:30Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)false
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topic ACCNPQ::Ciências Exatas e da Terra::Geologia
Conservação de solos
Matéria orgânica
Uso e ocupação do solo
Equação universal de perda de solo (EUPS)
Soil conservation
Organic matter
Use and occupation of soil
Universal soil loss equation (USLE)
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Uso e ocupação do solo
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description A degradação dos solos é um dos principais problemas relacionados ao desenvolvimento sustentável, e um dos grandes desafios a serem enfrentados já neste século. A ação do homem no planejamento e desenvolvimento da ocupação do espaço na Terra requer cada vez mais uma visão ampla sobre as necessidades da população, os recursos terrestres e aquáticos disponíveis e o conhecimento sobre o comportamento dos processos naturais, para racionalmente compatibilizar necessidades crescentes com recursos limitados. A crescente degradação do solo sob exploração agrícola em todo o mundo despertou nos últimos anos uma preocupação com a qualidade do solo e a sustentabilidade da produção agrícola. A matéria orgânica do solo é um fator relevante na qualidade deste, sendo uma fonte de energia, de carbono e doadora de elétrons da grande maioria dos organismos, o que evidencia sua importância para a biota desempenhar suas funções no sentido de promover as propriedades do solo. O objetivo deste trabalho é avaliar a degradação do solo na microbacia do arroio Morungava, com uso da Equação Universal de Perda de Solo (EUPS), através de análise da variação temporal da matéria orgânica nos horizontes superficiais, em solos Hidromórficos e Argissolos, sob práticas de cultivo em diferentes períodos de uso (18 meses de cultivo; 10 anos de cultivo; 15 anos de cultivo e mais de 30 anos de cultivo), utilizando áreas de mata nativa como referência. Em condições naturais os argissolos mostram um aumento de matéria orgânica (MO) com a profundidade. Nos horizontes superficiais dos solos cultivados analisados observa-se perda de MO por erosão e oxidação superficial, com pouca translocação vertical. Neste caso, a erosão superficial acelerada antropicamente, faz com que o Horizonte B dos argissolos fique próximo a superfície, eventualmente exposto, com o passar do tempo. Já os solos hidromórficos verificam-se grandes perdas iniciais com a retirada de matas nativas, o que pode ser em parte atribuído à oxidação acelerada da MO, devido às mudanças ambientais. Para os solos hidromórficos com mais de 15 anos de uso, verifica-se um comportamento inverso, ocorrendo um significativo aumento superficial da MO, o que pode ser devido ao aporte de MO originado dos argissolos adjacentes. Assim, as planícies aluvionares, para tempos de uso superiores há 15 anos, devem provavelmente atuar como zonas de acumulação de MO na bacia hidrográfica. Há um provável processo menos intenso de translocação vertical, o qual é observado nos primeiros 10 anos de uso dos hidromórficos. Quanto à avaliação espacial de perda de MO observa-se taxas com variação de 0 até 239,15 t ha¯¹ ano¯¹ com o uso do solo atual. Assim, 54,12 % da área apresentam taxas de perda de MO entre 0 a 0,5 t ha¯¹ ano¯¹ 42,21 % variam de 0,5 a 5 t ha¯¹ ano¯¹e os demais 3,67 % de área apresentam perdas de MO acima de 5 t ha¯¹ ano¯¹. Em um cenário onde a legislação ambiental (Código Florestal Federal - Lei 4.771 de 1965 e Código Florestal Estadual - Lei 9.519 de 1992) é cumprida, com reflorestamento nas Áreas de Preservação Permanente ? APPs, referente às encostas com declividade acima de 45º e faixas de 30 metros de cada lado, ao longo dos cursos d´água, observa-se 62,17 % da área com taxas de perda de MO entre 0 a 0,5 t ha¯¹ ano¯¹, 36,86 % variam de 0,5 a 5 t ha¯¹ ano¯¹e os demais 0,97 % de área apresentam perdas de MO acima de 5 t ha¯¹ ano¯¹, chegando a atingir 37,28 t ha¯¹ ano¯¹em alguns pontos. Para um cenário onde a faixa de preservação é de apenas 5 metros de cada lado, ao longo dos cursos d´águas, de acordo com a legislação ambiental do Estado de Santa Catarina (Art. 114 da Lei Estadual 14.675, de 13 abril de 2009), observa-se que as taxas de perda de MO aumentam. No cenário anterior as perdas acima de 5 t ha¯¹ ano¯¹, atingem apenas 0,97% do total da área. Aplicando a legislação do Estado de Santa Catarina, as taxas de perda acima de 5 t ha¯¹ ano¯¹, atingem 1,03 % do total da área. As taxas baixas de perda de MO (abaixo de 0,5 t ha¯¹ ano¯¹) para o cenário de 30 metros de preservação chegam a 62,17% da área. Já no cenário com faixa de preservação de apenas 5 metros, as taxas baixas de perda de MO chegam a 53,16% da área. Apesar de ser uma diferença pequena de taxas de perda de MO, estas taxas apresentadas comprovam que a diminuição das faixas de preservação de 30 metros para cinco metros, acarretará em prejuízos ao meio ambiente. Em um cenário onde toda a faixa de preservação de 30 metros de cada lado, ao longo dos cursos d´água, é retirada, as taxas de perda de MO variam de 0 até 239,15 t ha¯¹ ano¯¹. Neste caso 53,16 % da área apresenta taxas de perda de MO entre 0 a 0,5 t ha¯¹ ano¯¹, 43,02 % variam de 0,5 a 5 t ha¯¹ ano¯¹ e 3,82 % de área apresentam perdas de MO acima de 5 t ha¯¹ ano¯¹, chegando a atingir 239,15 t ha¯¹ ano¯¹ em alguns pontos. Essas taxas de perda são equivalentes ao uso do solo atual da área. Isto ocorre pelo fato da microbacia do arroio Morungava apresentar grandes extensões de faixa de preservação ao longo desses cursos d´água, totalmente desmatadas. O cenário criado para desmatamento de 30 metros é semelhante à situação real da área. A partir dos resultados obtidos das coletas de campo e dados gerados em laboratório, conclui-se que a micro bacia do arroio Morungava está sofrendo processo erosivo acelerado com o decorrer dos anos, principalmente em zonas de maior declividade, onde predominam os argissolos. Já os solos em posição fisiográficas com baixa erosão potencial superficial, como os hidromórficos, atuam como zonas de acumulação de sedimentos e matéria orgânica. Verifica-se uma variação ampla nas taxas de perda de MO com o uso do solo atual, com teores elevados nas áreas com maior declividade. Estes teores, de acordo com cenários gerados de reflorestamento, podem diminuir com o cumprimento da legislação ambiental. Assim pode-se afirmar que a EUPS foi fundamental para avaliar a perda de matéria orgânica na microbacia.
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