A dinâmica de colaboração entre startups e empresas consolidadas: um estudo sob a ótica de microfundamentos
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade do Vale do Rio dos Sinos
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Administração
|
| Departamento: |
Escola de Gestão e Negócios
|
| País: |
Brasil
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/13333 |
Resumo: | A colaboração vem despertando o interesse da comunidade acadêmica durante as últimas décadas. Esta estratégia visa obter acesso a recursos externos, que muitas vezes podem não estar disponíveis ou no alcance da organização. O intuito da estratégia de colaboração é obter vantagens competitivas e a sobrevivência no mercado. Dessa forma, diante da colaboração, corporações engajam com startups para facilitar o processo de inovação e para solucionar problemas, na outra ponta startups engajam com o intuito de acessar recursos externos e pela facilidade de acessar mercados. No entanto, pouco se sabe sobre as práticas do processo de colaboração pela perspectiva das startups. Argumenta-se que existem microfundamentos específicos mobilizados ao longo do tempo para gerenciar e garantir os resultados da colaboração. Com isso, o presente trabalho visa analisar como as startups estabelecem um conjunto específico de microfundamentos para colaborar com corporações. Para atender ao objetivo geral, foi conduzido um estudo de caso múltiplo a partir da relação colaborativa entre 8 startups e uma cooperativa agroindustrial. Para tal análise foram consideradas entrevistas com perguntas abertas a respeito do processo de colaboração como fonte de dados primárias. Os dados compilados foram transcritos e analisados por meio da técnica análise de conteúdo e codificação. Como principais achados, ressalta-se diferentes microfundamentos mobilizados ao longo de etapas do processo de colaboração, (1) Preparação/início, (2) Colaboração e (3) Resultados, em adição foi possível verificar uma etapa pré-inicial, ressaltando o papel do envolvimento ativo dos indivíduos dentro das atividades de um ecossistema de inovação. Verifica-se que startups desenvolvem rotinas e processos para adaptar sua tecnologia e solução a partir das necessidades identificadas pela empresa consolidada, além disso, múltiplas características nos níveis individual e da startup) interferem no nível (colaboração e contexto) nota-se também a influência dos fatores contextuais no processo (e.g. ecossistema de inovação, incentivos políticos e regionais). A colaboração pela ótica das startups é moldada pelas suas características que perpassam os diferentes níveis e fases do processo, bem como pela habilidade da startup de adaptar suas estruturas conforme as oportunidades e estímulos oriundas do ambiente externo. |
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2024-12-05T18:06:56Z2024-12-05T18:06:56Z2024-06-06Submitted by Jeferson Carlos da Veiga Rodrigues (jveigar@unisinos.br) on 2024-12-05T18:06:56Z No. of bitstreams: 1 Mathaus Marcelo Freitag Dallagnol_PROTEGIDO.pdf: 1738594 bytes, checksum: ea7c1df7ab1f02d9ad67da0ee2b6c5b8 (MD5)Made available in DSpace on 2024-12-05T18:06:56Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Mathaus Marcelo Freitag Dallagnol_PROTEGIDO.pdf: 1738594 bytes, checksum: ea7c1df7ab1f02d9ad67da0ee2b6c5b8 (MD5) Previous issue date: 2024-06-06A colaboração vem despertando o interesse da comunidade acadêmica durante as últimas décadas. Esta estratégia visa obter acesso a recursos externos, que muitas vezes podem não estar disponíveis ou no alcance da organização. O intuito da estratégia de colaboração é obter vantagens competitivas e a sobrevivência no mercado. Dessa forma, diante da colaboração, corporações engajam com startups para facilitar o processo de inovação e para solucionar problemas, na outra ponta startups engajam com o intuito de acessar recursos externos e pela facilidade de acessar mercados. No entanto, pouco se sabe sobre as práticas do processo de colaboração pela perspectiva das startups. Argumenta-se que existem microfundamentos específicos mobilizados ao longo do tempo para gerenciar e garantir os resultados da colaboração. Com isso, o presente trabalho visa analisar como as startups estabelecem um conjunto específico de microfundamentos para colaborar com corporações. Para atender ao objetivo geral, foi conduzido um estudo de caso múltiplo a partir da relação colaborativa entre 8 startups e uma cooperativa agroindustrial. Para tal análise foram consideradas entrevistas com perguntas abertas a respeito do processo de colaboração como fonte de dados primárias. Os dados compilados foram transcritos e analisados por meio da técnica análise de conteúdo e codificação. Como principais achados, ressalta-se diferentes microfundamentos mobilizados ao longo de etapas do processo de colaboração, (1) Preparação/início, (2) Colaboração e (3) Resultados, em adição foi possível verificar uma etapa pré-inicial, ressaltando o papel do envolvimento ativo dos indivíduos dentro das atividades de um ecossistema de inovação. Verifica-se que startups desenvolvem rotinas e processos para adaptar sua tecnologia e solução a partir das necessidades identificadas pela empresa consolidada, além disso, múltiplas características nos níveis individual e da startup) interferem no nível (colaboração e contexto) nota-se também a influência dos fatores contextuais no processo (e.g. ecossistema de inovação, incentivos políticos e regionais). A colaboração pela ótica das startups é moldada pelas suas características que perpassam os diferentes níveis e fases do processo, bem como pela habilidade da startup de adaptar suas estruturas conforme as oportunidades e estímulos oriundas do ambiente externo.Collaboration has been garnering the interest of the academic community over the past decades. This strategy aims to gain access to external resources, which may often be unavailable or out of reach for the organization. The purpose of collaboration is to achieve competitive advantages and market survival. Accordingly, corporations engage with startups to facilitate the innovation process and solve problems, while startups engage to access external resources and for the ease of entering markets. However, little is known about the collaboration process from the perspective of startups. It is argued that specific microfoundations are mobilized over time to manage and ensure the outcomes of collaboration. This study aims to analyze how startups establish a specific set of microfoundations to collaborate with corporations. To achieve this general objective, a multiple case study was conducted based on the collaborative relationship between eight startups and an agro-industrial cooperative. The analysis considered interviews with open-ended questions regarding the collaboration process as the primary data source. The compiled data were transcribed and analyzed using content analysis and coding techniques. The main findings highlight different microfoundations mobilized throughout the stages of the collaboration process: (1) Preparation/Initiation, (2) Collaboration, and (3) Outcomes. Additionally, a pre-initial stage was identified, emphasizing the active involvement of individuals within the activities of an innovation ecosystem. It was found that startups develop routines and processes to adapt their technology and solutions based on the needs identified by the established company. Furthermore, multiple characteristics at both the individual and startup levels influence the collaboration and context levels, and the impact of contextual factors (e.g., innovation ecosystem, political and regional incentives) on the process was also noted. Collaboration from the startups' perspective is shaped by their characteristics, which span different levels and phases of the process, as well as by the startup's ability to adapt its structures in response to opportunities and stimuli from the external environment.CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorDallagnol, Mathäus Marcelo Freitaghttp://lattes.cnpq.br/6802828467213038http://lattes.cnpq.br/2611187532073666Martins, Bibiana VolkmerUniversidade do Vale do Rio dos SinosPrograma de Pós-Graduação em AdministraçãoUnisinosBrasilEscola de Gestão e NegóciosA dinâmica de colaboração entre startups e empresas consolidadas: um estudo sob a ótica de microfundamentosACCNPQ::Ciências Sociais Aplicadas::AdministraçãoMicrofundamentosColaboraçãoCorporações-startupsCooperativasStartupMicrofoundationsCollaborationStartup-corporationsCooperativesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/13333info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos)instname:Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)instacron:UNISINOSLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82175http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/13333/2/license.txt320e21f23402402ac4988605e1edd177MD52ORIGINALMathaus Marcelo Freitag Dallagnol_PROTEGIDO.pdfMathaus Marcelo Freitag Dallagnol_PROTEGIDO.pdfapplication/pdf1738594http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/13333/1/Mathaus+Marcelo+Freitag+Dallagnol_PROTEGIDO.pdfea7c1df7ab1f02d9ad67da0ee2b6c5b8MD51UNISINOS/133332024-12-05 15:24:08.702oai:www.repositorio.jesuita.org.br:UNISINOS/13333Ck5PVEE6IENPTE9RVUUgQVFVSSBBIFNVQSBQUsOTUFJJQSBMSUNFTsOHQQoKRXN0YSBsaWNlbsOnYSBkZSBleGVtcGxvIMOpIGZvcm5lY2lkYSBhcGVuYXMgcGFyYSBmaW5zIGluZm9ybWF0aXZvcy4KCkxpY2Vuw6dhIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCgpDb20gYSBhcHJlc2VudGHDp8OjbyBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlIMOgIApVbml2ZXJzaWRhZGUgZG8gVmFsZSBkbyBSaW8gZG9zIFNpbm9zIChVTklTSU5PUykgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsICB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSAKZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSAKZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW8uCgpWb2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyAKcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFNpZ2xhIGRlIFVuaXZlcnNpZGFkZSBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgYSBzdWEgdGVzZSBvdSAKZGlzc2VydGHDp8OjbyBwYXJhIGZpbnMgZGUgc2VndXJhbsOnYSwgYmFjay11cCBlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLiBWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IApjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogCmRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgCm9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSAKaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyBvcmEgZGVwb3NpdGFkYS4KCkNBU08gQSBURVNFIE9VIERJU1NFUlRBw4fDg08gT1JBIERFUE9TSVRBREEgVEVOSEEgU0lETyBSRVNVTFRBRE8gREUgVU0gUEFUUk9Dw41OSU8gT1UgCkFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTyBRVUUgTsODTyBTRUpBIEEgU0lHTEEgREUgClVOSVZFUlNJREFERSwgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIENPTU8gClRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyBFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKQSBTaWdsYSBkZSBVbml2ZXJzaWRhZGUgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSAocykgb3UgbyhzKSBub21lKHMpIGRvKHMpIApkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyAKY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KBiblioteca Digital de Teses e DissertaçõesPRIhttp://www.repositorio.jesuita.org.br/oai/requestmaicons@unisinos.br ||dspace@unisinos.bropendoar:2024-12-05T18:24:08Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)false |
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