Entre o público e o privado: dos sentidos historicamente movimentados e construídos por Veja sobre a velhice
| Ano de defesa: | 2013 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade do Vale do Rio dos Sinos
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação
|
| Departamento: |
Escola da Indústria Criativa
|
| País: |
Brasil
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/4478 |
Resumo: | A velhice é aqui compreendida como uma categoria que é de uma esfera biológica, uma vez que se dirige fisicamente aos corpos, e cultural, considerando o modo como as marcas e os sinais por ela deixados são significados. Como construção discursiva, portanto, não é considerada fixa, podendo ser modificada e reinventada ao longo do tempo. O jornalismo, nesse contexto, é tomado como prática que corrobora para a consolidação de um real, como campo, que é legitimado para falar de outros campos, e como discurso que contribui para a estruturação do tempo presente. Em face disso, o objetivo central desse trabalho é perceber quais sentidos são movimentados e construídos pela revista semanal Veja sobre a velhice ao longo de sua história. O corpus da pesquisa é composto pelas reportagens veiculadas entre os anos de 1968 e 2012, que trouxeram na velhice um de seus temas centrais. De um total de 2301 edições, foram localizadas 106 reportagens e, a partir delas, coletadas 226 sequências discursivas. Tendo como aporte teórico e metodológico a Análise de Discurso Francesa, foram percebidas duas Formações Discursivas. A primeira delas (FD01), Velhice como questão privada, mostrou-se hegemônica, envolvendo 74,33% das sequências e construindo uma velhice cuja responsabilidade é de cada um. A segunda (FD02), Velhice como questão pública, tratou da questão como algo de interesse coletivo, concernente a todos, agregando 25,66% sequências. De modo geral, constatou-se uma cobertura, na maior parte das vezes, limitada a aspectos estéticos e físicos, a qual ignorou pontos de maior relevância social e que, em função disso, ficou aquém da proposta de um veículo que se anuncia como essencial ao cidadão brasileiro. |
| id |
USIN_e8d5099311c9c1967aa42e9dc048f60d |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:www.repositorio.jesuita.org.br:UNISINOS/4478 |
| network_acronym_str |
USIN |
| network_name_str |
Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos) |
| repository_id_str |
|
| spelling |
2015-07-15T20:41:09Z2015-07-15T20:41:09Z2013-03-14Submitted by William Justo Figueiro (williamjf) on 2015-07-15T20:41:09Z No. of bitstreams: 1 16c.pdf: 8869099 bytes, checksum: a8ff656dec6319dc1f5a3ed2497b6cca (MD5)Made available in DSpace on 2015-07-15T20:41:09Z (GMT). No. of bitstreams: 1 16c.pdf: 8869099 bytes, checksum: a8ff656dec6319dc1f5a3ed2497b6cca (MD5) Previous issue date: 2013A velhice é aqui compreendida como uma categoria que é de uma esfera biológica, uma vez que se dirige fisicamente aos corpos, e cultural, considerando o modo como as marcas e os sinais por ela deixados são significados. Como construção discursiva, portanto, não é considerada fixa, podendo ser modificada e reinventada ao longo do tempo. O jornalismo, nesse contexto, é tomado como prática que corrobora para a consolidação de um real, como campo, que é legitimado para falar de outros campos, e como discurso que contribui para a estruturação do tempo presente. Em face disso, o objetivo central desse trabalho é perceber quais sentidos são movimentados e construídos pela revista semanal Veja sobre a velhice ao longo de sua história. O corpus da pesquisa é composto pelas reportagens veiculadas entre os anos de 1968 e 2012, que trouxeram na velhice um de seus temas centrais. De um total de 2301 edições, foram localizadas 106 reportagens e, a partir delas, coletadas 226 sequências discursivas. Tendo como aporte teórico e metodológico a Análise de Discurso Francesa, foram percebidas duas Formações Discursivas. A primeira delas (FD01), Velhice como questão privada, mostrou-se hegemônica, envolvendo 74,33% das sequências e construindo uma velhice cuja responsabilidade é de cada um. A segunda (FD02), Velhice como questão pública, tratou da questão como algo de interesse coletivo, concernente a todos, agregando 25,66% sequências. De modo geral, constatou-se uma cobertura, na maior parte das vezes, limitada a aspectos estéticos e físicos, a qual ignorou pontos de maior relevância social e que, em função disso, ficou aquém da proposta de um veículo que se anuncia como essencial ao cidadão brasileiro.The old age is here understood as a category from a biological sphere, because it is physically addressed to bodies, and from a cultural sphere, considering how their marks and signs are meant. As discursive construction therefore is not considered fixed, it can be modified and reinvented over time. Journalism in this context is taken as a practice that helps for the consolidation of a real, as a field, which is legitimate to speak of other fields, and as discourse that contributes to the structuring of the present time. In response, the main objective of this work is to realize what senses are moved and built by the weekly magazine Veja about old age throughout its history. The research corpus is composed by articles published between the years 1968 and 2012, which brought the old age as one of its central themes. From a total of 2301 editions, 106 texts were found, and from these, 226 discourse sequences. Taking the french Discourse Analysis how a theorical and methodological support, two Discursive Formations were perceived. The first (FD01), Old Age as private matter, was hegemonic, involving 74.33% of the sequences and constructing an old age whose responsibility is to each one. The second (FD02), Old age as a public matter, addressed the issue as something that concerns to everybody, aggregating 25, 66% of the sequences. Overall, there was a cover, in most cases, limited to the physical and esthetic aspects, which ignored the points of greatest social importance and that, as a result, the proposal fell short of a vehicle that advertises itself as essential to the brazilian citizen.CNPQ – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoKolinski Machado, Felipe Vierohttp://lattes.cnpq.br/6367822290797323http://lattes.cnpq.br/8107590943446952Kuschick, Christa Liselote Berger RamosUniversidade do Vale do Rio dos SinosPrograma de Pós-Graduação em Ciências da ComunicaçãoUnisinosBrasilEscola da Indústria CriativaEntre o público e o privado: dos sentidos historicamente movimentados e construídos por Veja sobre a velhiceACCNPQ::Ciências Sociais Aplicadas::ComunicaçãoRevista VejaVelhiceJornalismoAnálise de discursoVeja magazineOld ageJournalismDiscourse analysisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/4478info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos)instname:Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)instacron:UNISINOSORIGINAL16c.pdf16c.pdfapplication/pdf8869099http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/4478/1/16c.pdfa8ff656dec6319dc1f5a3ed2497b6ccaMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82099http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/4478/2/license.txte130fff006551e19abf270f718b7ab21MD52UNISINOS/44782016-03-18 10:55:44.854oai:www.repositorio.jesuita.org.br:UNISINOS/4478Ck5PVEE6IENPTE9RVUUgQVFVSSBBIFNVQSBQUj9QUklBIExJQ0VOP0EKCkVzdGEgbGljZW4/YSBkZSBleGVtcGxvID8gZm9ybmVjaWRhIGFwZW5hcyBwYXJhIGZpbnMgaW5mb3JtYXRpdm9zLgoKTGljZW4/YSBERSBESVNUUklCVUk/P08gTj9PLUVYQ0xVU0lWQQoKQ29tIGEgYXByZXNlbnRhPz9vIGRlc3RhIGxpY2VuP2EsIHZvYz8gKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlID8gClVuaXZlcnNpZGFkZSBkbyBWYWxlIGRvIFJpbyBkb3MgU2lub3MgKFVOSVNJTk9TKSBvIGRpcmVpdG8gbj9vLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCAgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgCmRpc3RyaWJ1aXIgYSBzdWEgdGVzZSBvdSBkaXNzZXJ0YT8/byAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0cj9uaWNvIGUgCmVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcyBmb3JtYXRvcyA/dWRpbyBvdSB2P2Rlby4KClZvYz8gY29uY29yZGEgcXVlIGEgU2lnbGEgZGUgVW5pdmVyc2lkYWRlIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGU/ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGE/P28gCnBhcmEgcXVhbHF1ZXIgbWVpbyBvdSBmb3JtYXRvIHBhcmEgZmlucyBkZSBwcmVzZXJ2YT8/by4KClZvYz8gdGFtYj9tIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFNpZ2xhIGRlIFVuaXZlcnNpZGFkZSBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjP3BpYSBhIHN1YSB0ZXNlIG91IApkaXNzZXJ0YT8/byBwYXJhIGZpbnMgZGUgc2VndXJhbj9hLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmE/P28uCgpWb2M/IGRlY2xhcmEgcXVlIGEgc3VhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGE/P28gPyBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2M/IHRlbSBvIHBvZGVyIGRlIGNvbmNlZGVyIG9zIGRpcmVpdG9zIGNvbnRpZG9zIApuZXN0YSBsaWNlbj9hLiBWb2M/IHRhbWI/bSBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRlcD9zaXRvIGRhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhPz9vIG4/bywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IApjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1P20uCgpDYXNvIGEgc3VhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGE/P28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvYz8gbj9vIHBvc3N1aSBhIHRpdHVsYXJpZGFkZSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMsIHZvYz8gCmRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3M/byBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyID8gU2lnbGEgZGUgVW5pdmVyc2lkYWRlIApvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW4/YSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0PyBjbGFyYW1lbnRlIAppZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdSBubyBjb250ZT9kbyBkYSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhPz9vIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFRFU0UgT1UgRElTU0VSVEE/P08gT1JBIERFUE9TSVRBREEgVEVOSEEgU0lETyBSRVNVTFRBRE8gREUgVU0gUEFUUk9DP05JTyBPVSAKQVBPSU8gREUgVU1BIEFHP05DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyBPUkdBTklTTU8gUVVFIE4/TyBTRUpBIEEgU0lHTEEgREUgClVOSVZFUlNJREFERSwgVk9DPyBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVM/TyBDT01PIApUQU1CP00gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQT8/RVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KCkEgU2lnbGEgZGUgVW5pdmVyc2lkYWRlIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSAKZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBkYSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhPz9vLCBlIG4/byBmYXI/IHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYT8/bywgYWw/bSBkYXF1ZWxhcyAKY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbj9hLgo=Biblioteca Digital de Teses e DissertaçõesPRIhttp://www.repositorio.jesuita.org.br/oai/requestmaicons@unisinos.br ||dspace@unisinos.bropendoar:2016-03-18T13:55:44Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)false |
| dc.title.pt_BR.fl_str_mv |
Entre o público e o privado: dos sentidos historicamente movimentados e construídos por Veja sobre a velhice |
| title |
Entre o público e o privado: dos sentidos historicamente movimentados e construídos por Veja sobre a velhice |
| spellingShingle |
Entre o público e o privado: dos sentidos historicamente movimentados e construídos por Veja sobre a velhice Kolinski Machado, Felipe Viero ACCNPQ::Ciências Sociais Aplicadas::Comunicação Revista Veja Velhice Jornalismo Análise de discurso Veja magazine Old age Journalism Discourse analysis |
| title_short |
Entre o público e o privado: dos sentidos historicamente movimentados e construídos por Veja sobre a velhice |
| title_full |
Entre o público e o privado: dos sentidos historicamente movimentados e construídos por Veja sobre a velhice |
| title_fullStr |
Entre o público e o privado: dos sentidos historicamente movimentados e construídos por Veja sobre a velhice |
| title_full_unstemmed |
Entre o público e o privado: dos sentidos historicamente movimentados e construídos por Veja sobre a velhice |
| title_sort |
Entre o público e o privado: dos sentidos historicamente movimentados e construídos por Veja sobre a velhice |
| author |
Kolinski Machado, Felipe Viero |
| author_facet |
Kolinski Machado, Felipe Viero |
| author_role |
author |
| dc.contributor.authorLattes.pt_BR.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/6367822290797323 |
| dc.contributor.advisorLattes.pt_BR.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/8107590943446952 |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Kolinski Machado, Felipe Viero |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Kuschick, Christa Liselote Berger Ramos |
| contributor_str_mv |
Kuschick, Christa Liselote Berger Ramos |
| dc.subject.cnpq.fl_str_mv |
ACCNPQ::Ciências Sociais Aplicadas::Comunicação |
| topic |
ACCNPQ::Ciências Sociais Aplicadas::Comunicação Revista Veja Velhice Jornalismo Análise de discurso Veja magazine Old age Journalism Discourse analysis |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Revista Veja Velhice Jornalismo Análise de discurso |
| dc.subject.eng.fl_str_mv |
Veja magazine Old age Journalism Discourse analysis |
| description |
A velhice é aqui compreendida como uma categoria que é de uma esfera biológica, uma vez que se dirige fisicamente aos corpos, e cultural, considerando o modo como as marcas e os sinais por ela deixados são significados. Como construção discursiva, portanto, não é considerada fixa, podendo ser modificada e reinventada ao longo do tempo. O jornalismo, nesse contexto, é tomado como prática que corrobora para a consolidação de um real, como campo, que é legitimado para falar de outros campos, e como discurso que contribui para a estruturação do tempo presente. Em face disso, o objetivo central desse trabalho é perceber quais sentidos são movimentados e construídos pela revista semanal Veja sobre a velhice ao longo de sua história. O corpus da pesquisa é composto pelas reportagens veiculadas entre os anos de 1968 e 2012, que trouxeram na velhice um de seus temas centrais. De um total de 2301 edições, foram localizadas 106 reportagens e, a partir delas, coletadas 226 sequências discursivas. Tendo como aporte teórico e metodológico a Análise de Discurso Francesa, foram percebidas duas Formações Discursivas. A primeira delas (FD01), Velhice como questão privada, mostrou-se hegemônica, envolvendo 74,33% das sequências e construindo uma velhice cuja responsabilidade é de cada um. A segunda (FD02), Velhice como questão pública, tratou da questão como algo de interesse coletivo, concernente a todos, agregando 25,66% sequências. De modo geral, constatou-se uma cobertura, na maior parte das vezes, limitada a aspectos estéticos e físicos, a qual ignorou pontos de maior relevância social e que, em função disso, ficou aquém da proposta de um veículo que se anuncia como essencial ao cidadão brasileiro. |
| publishDate |
2013 |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2013-03-14 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2015-07-15T20:41:09Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2015-07-15T20:41:09Z |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/4478 |
| url |
http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/4478 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Universidade do Vale do Rio dos Sinos |
| dc.publisher.program.fl_str_mv |
Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação |
| dc.publisher.initials.fl_str_mv |
Unisinos |
| dc.publisher.country.fl_str_mv |
Brasil |
| dc.publisher.department.fl_str_mv |
Escola da Indústria Criativa |
| publisher.none.fl_str_mv |
Universidade do Vale do Rio dos Sinos |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos) instname:Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) instacron:UNISINOS |
| instname_str |
Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) |
| instacron_str |
UNISINOS |
| institution |
UNISINOS |
| reponame_str |
Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos) |
| collection |
Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos) |
| bitstream.url.fl_str_mv |
http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/4478/1/16c.pdf http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/4478/2/license.txt |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
a8ff656dec6319dc1f5a3ed2497b6cca e130fff006551e19abf270f718b7ab21 |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) |
| repository.mail.fl_str_mv |
maicons@unisinos.br ||dspace@unisinos.br |
| _version_ |
1853242050946793472 |