Desenvolvimento de protocolos para micropropagação de uvaia (Eugenia pyriformis) e grumixama (Eugenia brasiliensis)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Gomes, Letícia Frabetti Cardoso de Mello Tucunduva
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11136/tde-07112025-163302/
Resumo: Cultivo in vitro, Segmento nodal, Calogênese, Organogênese, Explante foliar Nas décadas recentes, o interesse pelas mirtáceas nativas do Brasil tem crescido significativamente, devido às suas características nutricionais, à sua adaptabilidade climática e ao seu valor socioambiental. Essas espécies, no entanto, apresentam limitações na propagação via sementes e pelos métodos de multiplicação vegetativa convencionais. Neste cenário, a propagação in vitro surge como uma alternativa promissora para possibilitar a produção comercial de mudas, além do estabelecimento de programas de melhoramento genético e de conservação. Este estudo buscou contribuir para o desenvolvimento de protocolos de micropropagação para duas espécies da família Myrtaceae: Eugenia pyriformis e E. brasiliensis. No primeiro capítulo, são apresentados experimentos voltados ao aprimoramento das etapas de introdução in vitro, indução de brotações, enraizamento e aclimatização, utilizando-se como explantes segmentos nodais de plântulas germinadas in vitro. O segundo capítulo reúne experimentos realizados com segmentos nodais de plantas matrizes cultivadas em casa de vegetação. Por fim, o terceiro capítulo explora a indução de calogênese, organogênese e embriogênese somática em explantes foliares. Com base nos experimentos realizados, foi possível estabelecer protocolos de micropropagação para E. pyriformis e E. brasiliensis a partir de plântulas germinadas in vitro. Avanços importantes também foram obtidos com o uso de segmentos nodais de plantas matrizes, embora a fase de enraizamento ainda represente um desafio. Os explantes foliares demonstraram potencial para a indução de calogênese e organogênese somática, especialmente em E. brasiliensis, na qual observou-se o desenvolvimento de estruturas semelhantes a brotações, mas sem a organização do meristema apical.
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