Aleatorização e ética médica
| Ano de defesa: | 1997 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://teses.usp.br/teses/disponiveis/45/45133/tde-20210729-014317/ |
Resumo: | Experimentos clínicos aleatorizados são estudos onde se avalia comparativamente a eficácia de dois ou mais tratamentos. A aleatorização enquanto método de seleção dos tratamentos é um aspecto que gera várias críticas de cunho estatístico, bem como questionamentos relacionados à ética médica. A expressão equiparação individual foi introduzida por Freedman (1987) para descrever um estado de genuína incerteza de um pesquisador com relação aos méritos relativos de dois ou mais tratamentos. Em havendo equiparação, seria ético conduzir um experimento clínico aleatorizado. O dilema ético surge ao considerarmos os interesses individuais do paciente. A aleatorização quando utilizada na análise dos dados é o maior alvo das críticas, principalmente sob inferência bayesiana. Quando utilizada no planejamento apenas, a aleatorização é aceita e até mesmo recomendada por Kadane e Seidenfeld (1990). Kadane, Sedransk e Seidenfeld (Kadane, 1996), fazem uma proposta de um planejamento bayesiano (KSS), aleatorizando apenas tratamentos admissíveis para um paciente, de modo que seus imnteresses sejam considerados. Em conjunto com um grupo de anestesistas do Hospital Johns Hopkins, o Prof. Kadane conduziu um experimento clínico utilizando o planejamento bayesiano KSS |
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