A influência do polimorfismo no gene CYP1A2 sobre as respostas fisiológicas e de desempenho após a suplementação de cafeína
| Ano de defesa: | 2024 |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5140/tde-31012025-160417/ |
Resumo: | A cafeína, um antagonista de receptores de adenosina, aumenta atenção e volição, reduz percepção de dor e fadiga e é amplamente utilizada para melhorar o desempenho esportivo. Existe alguma variabilidade nas respostas à cafeína que pode ser causada pelo polimorfismo CYP1A2 -164C>A (SNP-CYP1A2), que reduz a expressão da principal enzima metabolizadora de cafeína, criando os fenótipos: 1) AA, metabolizadores rápidos; 2) AC, intermediários e 3) CC, lentos. Com a maior afinidade dos principais metabólitos da cafeína com seus receptores, é possível que o genótipo CC obtenha menores benefícios ergogênicos. Para esta investigação, dois estudos foram realizados. No estudo A, não-controlado, 24 jovens do sexo masculino (13 AA, 9 AC e 2 CC) receberam 3 mg/kg de cafeína e tiveram medidas, por 24 horas, a intensidade de sintomas físicos e psicológicos, pressão arterial sistólica e diastólica, frequência cardíaca e concentrações plasmáticas de cafeína e metabólitos. No estudo B, 91 ciclistas treinados (63 do sexo masculino e 28 do feminino, 37 AA, 47 AC e 7 CC) realizaram um teste contrarrelógio de ciclismo de 4 km de maneira randomizada e quasi-cega em 4 condições (CON, controle; PLA, placebo; CAF3 e CAF6, 3 e 6 mg/kg de massa corpórea de cafeína), obtendo medidas de desempenho, frequência cardíaca, percepção de esforço (PSE), lactato venoso e intensidade de sintomas físicos e psicológicos. O impacto do consumo de carboidratos no dia anterior (CHO), do consumo habitual de cafeína (HABCON) e do horário do dia em que os testes físicos foram realizados foi analisado. No estudo A, o SNP-CYP1A2 não afetou a área abaixo da curva para sintomas físicos (p = 0,42) ou psicológicos (p = 0,10), a pressão sistólica (p = 0,052), diastólica (p = 0,11) e frequência cardíaca (p = 0,63). HABCON não afetou estas medidas (todos p 0,38). No estudo B, o desempenho melhorou em CAF3 (-5,23 s; 95%CI: -1,15; -9,32; p = 0,04) e CAF6 (-6,64 s; IC 95%: -2,56; -10,72; p = 0,005), sem influência do SNP-CYP1A2 sobre tempo, potência média, lactato, frequência cardíaca e PSE (todos p 0,30) ou intensidade dos sintomas (todos p 0,18). Contudo, menores tamanhos de efeito nas condições CAF3 e CAF6 foram encontrados para CCs (D = 0,11 e 0,11) comparados com AAs (D = 0,43 e 0,50) ou ACs (D = 0,23 e 0,45). Somente CHO (pCHO = 0,02) e HABCON (pHABCON×condição = 0,004) afetaram o desempenho, mas apenas o impacto de CHO foi confirmado pelo modelo de reamostragem com imputações múltiplas (~100% de coeficientes > 0). Assim, conclui-se que o SNP-CYP1A2 não afeta significantemente as variáveis cardiovasculares, os sintomas físicos e psicológicos, ou os efeitos da cafeína sobre o desempenho esportivo, que parece ser afetado pelo consumo de carboidratos no dia anterior. Novos estudos devem confirmar os achados e investigar outros fatores que podem afetar a interação cafeína × genótipos |
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A influência do polimorfismo no gene CYP1A2 sobre as respostas fisiológicas e de desempenho após a suplementação de cafeínaThe influence of the polymorphism in the CYP1A2 gene on physiological and performance responses following caffeine supplementationAthletic performanceBicyclingCafeínaCaffeineCiclismoDesempenho atléticoGenética humanaHuman geneticsNutritional supplementsSuplementos nutricionaisA cafeína, um antagonista de receptores de adenosina, aumenta atenção e volição, reduz percepção de dor e fadiga e é amplamente utilizada para melhorar o desempenho esportivo. Existe alguma variabilidade nas respostas à cafeína que pode ser causada pelo polimorfismo CYP1A2 -164C>A (SNP-CYP1A2), que reduz a expressão da principal enzima metabolizadora de cafeína, criando os fenótipos: 1) AA, metabolizadores rápidos; 2) AC, intermediários e 3) CC, lentos. Com a maior afinidade dos principais metabólitos da cafeína com seus receptores, é possível que o genótipo CC obtenha menores benefícios ergogênicos. Para esta investigação, dois estudos foram realizados. No estudo A, não-controlado, 24 jovens do sexo masculino (13 AA, 9 AC e 2 CC) receberam 3 mg/kg de cafeína e tiveram medidas, por 24 horas, a intensidade de sintomas físicos e psicológicos, pressão arterial sistólica e diastólica, frequência cardíaca e concentrações plasmáticas de cafeína e metabólitos. No estudo B, 91 ciclistas treinados (63 do sexo masculino e 28 do feminino, 37 AA, 47 AC e 7 CC) realizaram um teste contrarrelógio de ciclismo de 4 km de maneira randomizada e quasi-cega em 4 condições (CON, controle; PLA, placebo; CAF3 e CAF6, 3 e 6 mg/kg de massa corpórea de cafeína), obtendo medidas de desempenho, frequência cardíaca, percepção de esforço (PSE), lactato venoso e intensidade de sintomas físicos e psicológicos. O impacto do consumo de carboidratos no dia anterior (CHO), do consumo habitual de cafeína (HABCON) e do horário do dia em que os testes físicos foram realizados foi analisado. No estudo A, o SNP-CYP1A2 não afetou a área abaixo da curva para sintomas físicos (p = 0,42) ou psicológicos (p = 0,10), a pressão sistólica (p = 0,052), diastólica (p = 0,11) e frequência cardíaca (p = 0,63). HABCON não afetou estas medidas (todos p 0,38). No estudo B, o desempenho melhorou em CAF3 (-5,23 s; 95%CI: -1,15; -9,32; p = 0,04) e CAF6 (-6,64 s; IC 95%: -2,56; -10,72; p = 0,005), sem influência do SNP-CYP1A2 sobre tempo, potência média, lactato, frequência cardíaca e PSE (todos p 0,30) ou intensidade dos sintomas (todos p 0,18). Contudo, menores tamanhos de efeito nas condições CAF3 e CAF6 foram encontrados para CCs (D = 0,11 e 0,11) comparados com AAs (D = 0,43 e 0,50) ou ACs (D = 0,23 e 0,45). Somente CHO (pCHO = 0,02) e HABCON (pHABCON×condição = 0,004) afetaram o desempenho, mas apenas o impacto de CHO foi confirmado pelo modelo de reamostragem com imputações múltiplas (~100% de coeficientes > 0). Assim, conclui-se que o SNP-CYP1A2 não afeta significantemente as variáveis cardiovasculares, os sintomas físicos e psicológicos, ou os efeitos da cafeína sobre o desempenho esportivo, que parece ser afetado pelo consumo de carboidratos no dia anterior. Novos estudos devem confirmar os achados e investigar outros fatores que podem afetar a interação cafeína × genótiposCaffeine, an adenosine receptor antagonist, enhances attention and volition, reduces the perception of pain and fatigue, and is widely used to improve athletic performance. There is some variability in responses to caffeine, which may be caused by the CYP1A2 -164C>A polymorphism (SNP-CYP1A2), which reduces the expression of the main enzyme responsible for metabolising caffeine, resulting in the following phenotypes: 1) AA, fast metabolisers; 2) AC, intermediate metabolisers; and 3) CC, slow metabolisers. With greater affinity of the main metabolites for receptors, it is possible that the CC genotype derives fewer benefits. For this investigation, two studies were conducted. In Study A, an uncontrolled study, 24 young males (13 AA, 9 AC, and 2 CC) received 3 mg/kg of caffeine, and for 24 hours, the intensity of physical and psychological symptoms, systolic and diastolic blood pressure, heart rate, and plasma concentrations of caffeine and metabolites were measured. In Study B, trained cyclists (63 males and 28 females, 37 AA, 47 AC, and 7 CC) performed a 4 km cycling time trial in a randomised, quasi-blind manner under four conditions (CON, control; PLA, placebo; CAF3 and CAF6, 3 and 6 mg/kg of body mass of caffeine), with measurements of performance, heart rate, perceived exertion (RPE), venous lactate, and symptom intensity. The impact of carbohydrate intake the previous day (CHO), habitual caffeine consumption (HABCON), and time of day was analysed. In Study A, SNP-CYP1A2 did not affect the area under the curve for physical (p = 0.42) or psychological (p = 0,10) symptoms, systolic pressure (p = 0.052), diastolic pressure (p = 0,11), or heart rate (p = 0.63). HABCON did not affect these measurements (all p 0.38). In Study B, performance improved in CAF3 (-5.23 s; 95% CI: -1.15, -9.32; p = 0.04) and CAF6 (-6.64 s; 95% CI: -2.56, -10.72; p = 0.005), with no influence of SNP-CYP1A2 on time, average power, lactate, heart rate, RPE (all p 0.30), or symptom intensity (all p 0,18). However, smaller effect sizes in CAF3 and CAF6 were found for CCs (D = 0,11 and 0,11) compared to AAs (D = 0.43 and 0.50) or ACs (D = 0.23 and 0.45). Only CHO (pCHO = 0.02) and HABCON (pHABCON×condition = 0.004) affected performance, but only the impact of CHO was confirmed by the resampling model with multiple imputations (~100% of coefficients > 0). It is concluded that SNP-CYP1A2 does not significantly affect cardiovascular variables, physical and psychological symptoms, or the effects of caffeine on athletic performance, which appears to be influenced by carbohydrate intake the previous day. Further studies should confirm these findings and investigate other factors that may affect caffeine × genotype interactionsBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSaunders, BryanBarreto, Gabriel Henrique Castanho2024-09-27info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5140/tde-31012025-160417/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-02-14T19:38:02Zoai:teses.usp.br:tde-31012025-160417Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-02-14T19:38:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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A cafeína, um antagonista de receptores de adenosina, aumenta atenção e volição, reduz percepção de dor e fadiga e é amplamente utilizada para melhorar o desempenho esportivo. Existe alguma variabilidade nas respostas à cafeína que pode ser causada pelo polimorfismo CYP1A2 -164C>A (SNP-CYP1A2), que reduz a expressão da principal enzima metabolizadora de cafeína, criando os fenótipos: 1) AA, metabolizadores rápidos; 2) AC, intermediários e 3) CC, lentos. Com a maior afinidade dos principais metabólitos da cafeína com seus receptores, é possível que o genótipo CC obtenha menores benefícios ergogênicos. Para esta investigação, dois estudos foram realizados. No estudo A, não-controlado, 24 jovens do sexo masculino (13 AA, 9 AC e 2 CC) receberam 3 mg/kg de cafeína e tiveram medidas, por 24 horas, a intensidade de sintomas físicos e psicológicos, pressão arterial sistólica e diastólica, frequência cardíaca e concentrações plasmáticas de cafeína e metabólitos. No estudo B, 91 ciclistas treinados (63 do sexo masculino e 28 do feminino, 37 AA, 47 AC e 7 CC) realizaram um teste contrarrelógio de ciclismo de 4 km de maneira randomizada e quasi-cega em 4 condições (CON, controle; PLA, placebo; CAF3 e CAF6, 3 e 6 mg/kg de massa corpórea de cafeína), obtendo medidas de desempenho, frequência cardíaca, percepção de esforço (PSE), lactato venoso e intensidade de sintomas físicos e psicológicos. O impacto do consumo de carboidratos no dia anterior (CHO), do consumo habitual de cafeína (HABCON) e do horário do dia em que os testes físicos foram realizados foi analisado. No estudo A, o SNP-CYP1A2 não afetou a área abaixo da curva para sintomas físicos (p = 0,42) ou psicológicos (p = 0,10), a pressão sistólica (p = 0,052), diastólica (p = 0,11) e frequência cardíaca (p = 0,63). HABCON não afetou estas medidas (todos p 0,38). No estudo B, o desempenho melhorou em CAF3 (-5,23 s; 95%CI: -1,15; -9,32; p = 0,04) e CAF6 (-6,64 s; IC 95%: -2,56; -10,72; p = 0,005), sem influência do SNP-CYP1A2 sobre tempo, potência média, lactato, frequência cardíaca e PSE (todos p 0,30) ou intensidade dos sintomas (todos p 0,18). Contudo, menores tamanhos de efeito nas condições CAF3 e CAF6 foram encontrados para CCs (D = 0,11 e 0,11) comparados com AAs (D = 0,43 e 0,50) ou ACs (D = 0,23 e 0,45). Somente CHO (pCHO = 0,02) e HABCON (pHABCON×condição = 0,004) afetaram o desempenho, mas apenas o impacto de CHO foi confirmado pelo modelo de reamostragem com imputações múltiplas (~100% de coeficientes > 0). Assim, conclui-se que o SNP-CYP1A2 não afeta significantemente as variáveis cardiovasculares, os sintomas físicos e psicológicos, ou os efeitos da cafeína sobre o desempenho esportivo, que parece ser afetado pelo consumo de carboidratos no dia anterior. Novos estudos devem confirmar os achados e investigar outros fatores que podem afetar a interação cafeína × genótipos |
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