Efeitos da simplificação agrícola das paisagens sobre mamíferos nativos e invasores - implicações da heterogeneidade espacial para a pesquisa e manejo
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/41/41133/tde-23102025-185434/ |
Resumo: | A agricultura intensiva tem promovido uma ampla simplificação dos agroecossistemas, reduzindo tanto a cobertura de vegetação nativa quanto a heterogeneidade destas paisagens agrícolas. Embora se reconheça que essas mudanças têm impactos importantes sobre a biodiversidade, duas lacunas de conhecimento persistem: (1) a importância relativa da perda de vegetação nativa e de heterogeneidade da paisagem para biodiversidade em agroecossistemas, e (2) como a simplificação da paisagem influencia as invasões biológicas. Essas lacunas se devem, em parte, à prevalência de uma visão binária das paisagens (habitat/ não-habitat), à forte correlação entre cobertura nativa e níveis de heterogeneidade em paisagens reais, e às limitações das hipóteses clássicas sobre invasão biológica, que se baseiam no efeito de preditores isolados. Preencher essas lacunas pode auxiliar a embasar políticas que conciliem produção agrícola e conservação ou que foquem no controle de espécies invasoras, assim como contribuir para avançar o conhecimento científico sobre tópicos em intenso debate (e.g land sharing versus land sparing e habitat loss versus fragmentation). Nesta tese, utilizei um desenho amostral hierárquico em 55 paisagens para distinguir os efeitos da cobertura de vegetação nativa e da heterogeneidade das paisagens sobre mamíferos nativos e invasores em agroecossistemas do Cerrado Paulista. Na introdução, procurei apresentar um breve histórico da intensificação da agricultura no mundo e contextualizar como a ecologia de paisagens vem abordando o estudo deste processo. Investiguei a primeira lacuna no Capítulo 1, constatando que a riqueza e a composição de mamíferos nativos e invasores foram afetadas tanto pela cobertura de vegetação nativa quanto pela heterogeneidade da paisagem, embora os efeitos da primeira tenham sido mais fortes. Esses efeitos aditivos foram positivos sobre a riqueza de espécies nativas, e negativos sobre a riqueza de espécies invasoras, indicando que tanto a perda de vegetação nativa quanto a perda de heterogeneidade da paisagem contribuem para a homogeneização biótica. No entanto, a resposta individual, entre as espécies invasoras, foi variável. A prevalência de efeitos aditivos indicam que o aumento da heterogeneidade da paisagem pode, em parte, compensar os efeitos negativos da perda de habitat sobre a biodiversidade nativa de agroecossistemas. No Capítulo 2, investiguei a segunda lacuna ao examinar se a abundância de javalis (Sus scrofa), uma das espécies invasoras mais prejudiciais para a agricultura, pode ser explicada pelos preditores associados às hipóteses clássicas sobre invasões biológicas ou é afetada pela simplificação da paisagem. Todos os modelos mais bem ranqueados incluíram um efeito interativo entre a heterogeneidade da paisagem e a cobertura de vegetação nativa aberta. Esse resultado não corrobora as hipóteses clássicas de invasão biológica, tampouco indica uma resposta simples à simplificação de agroecossistemas. Em vez disso, indica que as respostas de espécies invasoras à heterogeneidade da paisagem são contexto dependentes. Os achados da minha tese desafiam diretrizes gerais para o controle de espécies invasoras e destacam que evitar a simplificação das paisagens associada a intensificação da agricultura é fundamental para conciliar produção agrícola e conservação. Na parte final da tese, procurei articular as conclusões encontradas em diretrizes para o manejo de agroecossistemas. Em termos da biota nativa, para além da preservação e restauração da vegetação nativa, é importante que políticas públicas incorporem também o valor do aumento da heterogeneidade de paisagens e das formas de produção (e.g. agroecológica, de pequena escala ou familiar) que favoreçam a heterogeneidade de agroecossistemas. Para o controle de invasoras, é crítico que políticas favoreçam a articulação de informações e setores em esforços espécie- e contexto-específicos, dando suporte a monitoramentos e manejo adaptativo. |
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Efeitos da simplificação agrícola das paisagens sobre mamíferos nativos e invasores - implicações da heterogeneidade espacial para a pesquisa e manejoEffects of agricultural landscape simplification on native and invasive mammals - implications of spatial heterogeneity to research and managementAgricultural intensificationAgroecossistemasAgroecosystemsBiotic homogenizationEcologia de paisagensHomogeneização bióticaIntensificação agrícolaJavali (Sus scrofa)Landscape ecologyWild pig (Sus scrofa)A agricultura intensiva tem promovido uma ampla simplificação dos agroecossistemas, reduzindo tanto a cobertura de vegetação nativa quanto a heterogeneidade destas paisagens agrícolas. Embora se reconheça que essas mudanças têm impactos importantes sobre a biodiversidade, duas lacunas de conhecimento persistem: (1) a importância relativa da perda de vegetação nativa e de heterogeneidade da paisagem para biodiversidade em agroecossistemas, e (2) como a simplificação da paisagem influencia as invasões biológicas. Essas lacunas se devem, em parte, à prevalência de uma visão binária das paisagens (habitat/ não-habitat), à forte correlação entre cobertura nativa e níveis de heterogeneidade em paisagens reais, e às limitações das hipóteses clássicas sobre invasão biológica, que se baseiam no efeito de preditores isolados. Preencher essas lacunas pode auxiliar a embasar políticas que conciliem produção agrícola e conservação ou que foquem no controle de espécies invasoras, assim como contribuir para avançar o conhecimento científico sobre tópicos em intenso debate (e.g land sharing versus land sparing e habitat loss versus fragmentation). Nesta tese, utilizei um desenho amostral hierárquico em 55 paisagens para distinguir os efeitos da cobertura de vegetação nativa e da heterogeneidade das paisagens sobre mamíferos nativos e invasores em agroecossistemas do Cerrado Paulista. Na introdução, procurei apresentar um breve histórico da intensificação da agricultura no mundo e contextualizar como a ecologia de paisagens vem abordando o estudo deste processo. Investiguei a primeira lacuna no Capítulo 1, constatando que a riqueza e a composição de mamíferos nativos e invasores foram afetadas tanto pela cobertura de vegetação nativa quanto pela heterogeneidade da paisagem, embora os efeitos da primeira tenham sido mais fortes. Esses efeitos aditivos foram positivos sobre a riqueza de espécies nativas, e negativos sobre a riqueza de espécies invasoras, indicando que tanto a perda de vegetação nativa quanto a perda de heterogeneidade da paisagem contribuem para a homogeneização biótica. No entanto, a resposta individual, entre as espécies invasoras, foi variável. A prevalência de efeitos aditivos indicam que o aumento da heterogeneidade da paisagem pode, em parte, compensar os efeitos negativos da perda de habitat sobre a biodiversidade nativa de agroecossistemas. No Capítulo 2, investiguei a segunda lacuna ao examinar se a abundância de javalis (Sus scrofa), uma das espécies invasoras mais prejudiciais para a agricultura, pode ser explicada pelos preditores associados às hipóteses clássicas sobre invasões biológicas ou é afetada pela simplificação da paisagem. Todos os modelos mais bem ranqueados incluíram um efeito interativo entre a heterogeneidade da paisagem e a cobertura de vegetação nativa aberta. Esse resultado não corrobora as hipóteses clássicas de invasão biológica, tampouco indica uma resposta simples à simplificação de agroecossistemas. Em vez disso, indica que as respostas de espécies invasoras à heterogeneidade da paisagem são contexto dependentes. Os achados da minha tese desafiam diretrizes gerais para o controle de espécies invasoras e destacam que evitar a simplificação das paisagens associada a intensificação da agricultura é fundamental para conciliar produção agrícola e conservação. Na parte final da tese, procurei articular as conclusões encontradas em diretrizes para o manejo de agroecossistemas. Em termos da biota nativa, para além da preservação e restauração da vegetação nativa, é importante que políticas públicas incorporem também o valor do aumento da heterogeneidade de paisagens e das formas de produção (e.g. agroecológica, de pequena escala ou familiar) que favoreçam a heterogeneidade de agroecossistemas. Para o controle de invasoras, é crítico que políticas favoreçam a articulação de informações e setores em esforços espécie- e contexto-específicos, dando suporte a monitoramentos e manejo adaptativo.Intensive agriculture has promoted a broad simplification of agricultural landscapes, reducing both native vegetation cover and the heterogeneity of these agroecosystems. Although the significant impacts of these changes on biodiversity are recognized, two knowledge gaps persist: (1) the relative importance of the loss of native vegetation and of landscape heterogeneity for biodiversity in agroecosystems, and (2) how landscape simplification influences biological invasions. These gaps are partly due to the prevalence of a binary view of landscapes (habitat/ non-habitat), the strong correlation between native cover and heterogeneity levels in real landscapes, and limitations of classical hypotheses on biological invasion, which are based on the effects of isolated predictors. Filling these gaps can help support policies that reconcile agricultural production and conservation, or focus on controlling invasive species, as well as advance scientific knowledge on topics under intense debate (e.g., land sharing vs. land sparing and habitat loss vs. fragmentation). In this thesis, I used a hierarchical sampling design across 55 landscapes to distinguish the effects of native vegetation cover and landscape heterogeneity on native and invasive mammals in agroecosystems of the Cerrado (Brazilian savanna) in São Paulo state. In the introduction, I presented a brief history of agricultural intensification and contextualized how landscape ecology has been addressing the study of this process. I investigated the first gap in Chapter 1, finding that the richness and composition of both native and invasive mammals were affected by native vegetation cover and landscape heterogeneity, though the effect of the former was stronger. These additive effects were positive for native species richness and negative for invasive species richness, indicating that both the loss of native vegetation and of landscape heterogeneity contribute to biotic homogenization. However, responses among invasive species varied. The prevalence of additive effects suggests that increasing landscape heterogeneity can partly offset the negative effects of habitat loss on native biodiversity in agroecosystems. In Chapter 2, I investigated the second gap by examining whether the abundance of wild pig (Sus scrofa), one of the most harmful invasive species to agriculture, can be explained by predictors associated with classical biological invasion hypotheses or is affected by landscape simplification. All top-ranked models included an interactive effect between landscape heterogeneity and open native vegetation cover. This result does not support classical invasion hypotheses nor suggest a simple response to agroecosystem simplification. Instead, it indicates that responses of invasive species to landscape heterogeneity are context dependent. The findings of this thesis challenge general guidelines for invasive species control and highlight that avoiding landscape simplification linked to agricultural intensification is essential to reconcile agricultural production and conservation. In the final part, I articulated the conclusions into guidelines for agroecosystem management. For native biota, beyond preserving and restoring native vegetation, public policies should also recognize the value of increasing landscape heterogeneity and of ways of production that enhance agroecosystem heterogeneity (e.g., agroecological, small-scale, or family farming). For invasive species control, it is crucial that policies favor coordination across sectors and knowledge sources for species- and context-specific efforts to support monitoring and adaptive management.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPChiarello, Adriano GarciaGregorini, Marina ZaninPardini, RenataPônzio, Marcella do Carmo2025-08-22info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/41/41133/tde-23102025-185434/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-10-24T09:06:02Zoai:teses.usp.br:tde-23102025-185434Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-10-24T09:06:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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