Práticas estranhas ao meio ambiente construído da cidade: a experiência do graffiti em Nova Iorque na década de 1970 e em São Paulo de 1980 até os dias atuais
| Ano de defesa: | 2011 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18142/tde-06042026-084915/ |
Resumo: | Há muitos anos e até os dias de hoje, o ato de se executar o graffiti sobre os espaços públicos da cidade e/ou sobre os muros privados sem prévia autorização configura-se como uma ação ilícita que vai contra a lei de apropriação indevida desses espaços, mas também de uma arte autônoma e descompromissada com o mercado. O graffiti surge dentro do universo da transgressão nas ruas e vai colocar em xeque o regime de coordenadas que correntemente distribui as relações entre escrita, desenho e suporte. Configura um modo próprio de subjetivar-se no mundo e de intervir em seu mosaico sócio-cultural. O termo \'graffiti\' é entendido como algo próximo, familiar, e muitas vezes banalizado quando, no entanto, por trás dele existe toda uma complexidade histórica que se desdobra em diversas dimensões. Ele se encontra no cruzamento de várias políticas institucionais, que passam pela política compensatória neoliberal, pelo novo assistencialismo (ONGs que fazem seus trabalhos com jovens de periferia), e assim também servem como matéria-prima para o circuito artístico e a indústria cultural. Nesse contexto contemporâneo, a presente pesquisa tendo como objetivo sondar as formas de textualização do graffiti no meio ambiente construído da cidade busca entender como essa manifestação se insere no imaginário urbano, as diversas formas de apropriação desse fenômeno e sua influência no processo evolutivo da cidade. A proposta é levantar e analisar as diferentes dimensões dessa discussão, fazendo uma comparação entre duas cenas distintas, porém conectadas, que perpassam esse universo: o grattiti em Nova lorque na década de 70, e o graffiti em São Paulo da década de 80 até os dias atuais |
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Há muitos anos e até os dias de hoje, o ato de se executar o graffiti sobre os espaços públicos da cidade e/ou sobre os muros privados sem prévia autorização configura-se como uma ação ilícita que vai contra a lei de apropriação indevida desses espaços, mas também de uma arte autônoma e descompromissada com o mercado. O graffiti surge dentro do universo da transgressão nas ruas e vai colocar em xeque o regime de coordenadas que correntemente distribui as relações entre escrita, desenho e suporte. Configura um modo próprio de subjetivar-se no mundo e de intervir em seu mosaico sócio-cultural. O termo \'graffiti\' é entendido como algo próximo, familiar, e muitas vezes banalizado quando, no entanto, por trás dele existe toda uma complexidade histórica que se desdobra em diversas dimensões. Ele se encontra no cruzamento de várias políticas institucionais, que passam pela política compensatória neoliberal, pelo novo assistencialismo (ONGs que fazem seus trabalhos com jovens de periferia), e assim também servem como matéria-prima para o circuito artístico e a indústria cultural. Nesse contexto contemporâneo, a presente pesquisa tendo como objetivo sondar as formas de textualização do graffiti no meio ambiente construído da cidade busca entender como essa manifestação se insere no imaginário urbano, as diversas formas de apropriação desse fenômeno e sua influência no processo evolutivo da cidade. A proposta é levantar e analisar as diferentes dimensões dessa discussão, fazendo uma comparação entre duas cenas distintas, porém conectadas, que perpassam esse universo: o grattiti em Nova lorque na década de 70, e o graffiti em São Paulo da década de 80 até os dias atuais |
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