Sensoriamento orbital e machine learning para mapeamento e estimativa de estoque de carbono de Organossolos sob floresta no Vale do Ribeira (SP)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Silva, Bruno Ferreira da
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11140/tde-02102025-180046/
Resumo: Os solos orgânicos cumprem funções ecossistêmicas importantes, como a regulação do clima e o armazenamento de carbono. No entanto, seu mapeamento em áreas florestadas é desafiador devido às associações com solos minerais e estabelecer seus limites na paisagem exige abordagens robustas de sensoriamento remoto e campo. Este estudo avaliou o desempenho de algoritmos de aprendizado de máquina na delimitação da área e na modelagem da espessura de Organossolos no vale do baixo rio Ribeira de Iguape (BRRI), principal região com turfeiras litorâneas no sudeste do Brasil. Foram realizados processamentos com repetições e sobreposição dos resultados para obter estimativas consistentes de área, volume de turfa e estoque de carbono. Quatro algoritmos (CART, SVM, RF e GBM) foram aplicados a diferentes conjuntos de variáveis, definidos com base em critérios de importância e autocorrelação. As covariáveis incluíram índices de vegetação e de umidade derivados de sensores ópticos (Sentinel-2), de radar (Sentinel-1 e PALSAR), modelos digitais de elevação (ALOS PALSAR) e altura do dossel (CHM), além de parâmetros extraídos de séries temporais (20152024). O mapeamento considerou 752 amostras de solo orgânico e 764 de solo mineral, obtidas em áreas delimitadas por transeções paralelas e percursos em perímetro. Para a modelagem da espessura da turfa, foram coletados 286 pontos em Organossolos nas áreas reconhecidas. Foram analisados 20 perfis representativos para caracterização física e química e cálculo do estoque de carbono. Os testes foram repetidos 50 vezes por subconjunto de variáveis, com validação cruzada. Os resultados variaram entre Kappa de 0,48 a 0,98 e RMSE de 54,36 a 31,76 cm. Os algoritmos de árvores mostraram maior estabilidade, enquanto o SVM teve melhor desempenho com seleção criteriosa de variáveis. A segmentação por subconjuntos e o uso de séries temporais contribuíram para maior acurácia e generalização dos modelos. Estratégias de ponderação entre algoritmos e repetições ajudaram a reduzir incertezas e geraram estimativas mais confiáveis que a média simples. A partir da modelagem ponderada, estimou-se uma área de 36,7 mil hectares de Organossolos, com volume de turfa de 24,1 milhões de toneladas e estoque médio de carbono de 656,2 Mg ha-1, com espessura média de 1,09 m. Os solos analisados apresentaram predominância de materiais hêmicos e sápricos, com influência marinha em muitos perfis, expressa pela presença de materiais sulfídricos que resultaram no caráter tiomórfico dominante. Esses solos apresentam alta fragilidade ambiental, principalmente em relação à subsidência e acidificação associadas ao rebaixamento do lençol freático. Devido à dificuldade de manejo e ocupação, as áreas de Organossolos estudadas se concentram majoritariamente em unidades de conservação remanescentes no Vale do Ribeira, sugerindo que as turfeiras originalmente teriam sido mais extensas. No entanto, a intensa antropização de outras áreas, especialmente em propriedades privadas sistematizadas no século XX, pode ter alterado as condições naturais da vegetação e do solo, impactando a precisão da modelagem em certas áreas. O protocolo conjunto de integração de dados orbitais multitemporais, algoritmos de machine learning, técnicas de ponderação e controle de campo em transeções mostra-se eficaz para o mapeamento e estimativa de área, volume e carbono em turfeiras tropicais florestadas.
id USP_0e9ddd91d5cfd21cb14223264ac0983d
oai_identifier_str oai:teses.usp.br:tde-02102025-180046
network_acronym_str USP
network_name_str Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
repository_id_str
spelling Sensoriamento orbital e machine learning para mapeamento e estimativa de estoque de carbono de Organossolos sob floresta no Vale do Ribeira (SP)Orbital remote sensing and machine learning for mapping and carbon stock estimation in forested Histosols of the Ribeira Valley, BrazilClassificação supervisionadaFloresta paludosaModelos ponderadosMultiple regressionOrganic soilsRegressão múltiplaRemote sensingSensoriamento remotoSolos orgânicosSupervised classificationSwampy forestTropical peatlandTurfeira tropicalWeighted modelsOs solos orgânicos cumprem funções ecossistêmicas importantes, como a regulação do clima e o armazenamento de carbono. No entanto, seu mapeamento em áreas florestadas é desafiador devido às associações com solos minerais e estabelecer seus limites na paisagem exige abordagens robustas de sensoriamento remoto e campo. Este estudo avaliou o desempenho de algoritmos de aprendizado de máquina na delimitação da área e na modelagem da espessura de Organossolos no vale do baixo rio Ribeira de Iguape (BRRI), principal região com turfeiras litorâneas no sudeste do Brasil. Foram realizados processamentos com repetições e sobreposição dos resultados para obter estimativas consistentes de área, volume de turfa e estoque de carbono. Quatro algoritmos (CART, SVM, RF e GBM) foram aplicados a diferentes conjuntos de variáveis, definidos com base em critérios de importância e autocorrelação. As covariáveis incluíram índices de vegetação e de umidade derivados de sensores ópticos (Sentinel-2), de radar (Sentinel-1 e PALSAR), modelos digitais de elevação (ALOS PALSAR) e altura do dossel (CHM), além de parâmetros extraídos de séries temporais (20152024). O mapeamento considerou 752 amostras de solo orgânico e 764 de solo mineral, obtidas em áreas delimitadas por transeções paralelas e percursos em perímetro. Para a modelagem da espessura da turfa, foram coletados 286 pontos em Organossolos nas áreas reconhecidas. Foram analisados 20 perfis representativos para caracterização física e química e cálculo do estoque de carbono. Os testes foram repetidos 50 vezes por subconjunto de variáveis, com validação cruzada. Os resultados variaram entre Kappa de 0,48 a 0,98 e RMSE de 54,36 a 31,76 cm. Os algoritmos de árvores mostraram maior estabilidade, enquanto o SVM teve melhor desempenho com seleção criteriosa de variáveis. A segmentação por subconjuntos e o uso de séries temporais contribuíram para maior acurácia e generalização dos modelos. Estratégias de ponderação entre algoritmos e repetições ajudaram a reduzir incertezas e geraram estimativas mais confiáveis que a média simples. A partir da modelagem ponderada, estimou-se uma área de 36,7 mil hectares de Organossolos, com volume de turfa de 24,1 milhões de toneladas e estoque médio de carbono de 656,2 Mg ha-1, com espessura média de 1,09 m. Os solos analisados apresentaram predominância de materiais hêmicos e sápricos, com influência marinha em muitos perfis, expressa pela presença de materiais sulfídricos que resultaram no caráter tiomórfico dominante. Esses solos apresentam alta fragilidade ambiental, principalmente em relação à subsidência e acidificação associadas ao rebaixamento do lençol freático. Devido à dificuldade de manejo e ocupação, as áreas de Organossolos estudadas se concentram majoritariamente em unidades de conservação remanescentes no Vale do Ribeira, sugerindo que as turfeiras originalmente teriam sido mais extensas. No entanto, a intensa antropização de outras áreas, especialmente em propriedades privadas sistematizadas no século XX, pode ter alterado as condições naturais da vegetação e do solo, impactando a precisão da modelagem em certas áreas. O protocolo conjunto de integração de dados orbitais multitemporais, algoritmos de machine learning, técnicas de ponderação e controle de campo em transeções mostra-se eficaz para o mapeamento e estimativa de área, volume e carbono em turfeiras tropicais florestadas.Organic soils play crucial ecosystem roles, such as climate regulation and carbon storage. However, their mapping in forested areas is challenging due to associations with mineral soils, and defining their limits in the landscape requires robust approaches involving both remote sensing and field data. This study evaluated the performance of machine learning algorithms in delineating the area and modeling the depth of organic soils (Histosols) in the lower Ribeira de Iguape River Valley (São Paulo, Brazil), the main coastal peatland region in southeastern Brazil. Based on algorithm performance, repeated processing and model overlap were conducted to obtain consistent estimates of peat area and volume, aiming to establish the regional carbon stock of Histosols. Four algorithms (CART, SVM, RF, and GBM) were applied to different subsets of variables, defined based on importance and autocorrelation criteria. Covariates included vegetation and moisture indices derived from optical data (Sentinel-2), radar data (Sentinel-1 and PALSAR), digital elevation models (ALOS PALSAR), and canopy height models (CHM), in addition to parameters extracted from time series (20152024). The mapping considered 752 organic soil samples and 764 mineral soil samples, obtained from areas delineated through parallel transects and perimeter surveys. For peat depth modeling, 286 points were collected in Histosols across the identified areas. Twenty representative soil profiles were also analyzed for physical and chemical characterization, as well as for carbon stock estimation. Each subset was tested through 50 repetitions using cross-validation, resulting in Kappa values ranging from 0.48 to 0.98 and RMSE values between 54.36 and 31.76 cm. Tree-based algorithms (RF and GBM) showed greater stability, while SVM performed best under careful variable selection. The use of variable subsets and temporal analysis improved the accuracy and generalization of the models. Weighting strategies between algorithms and repetitions helped reduce uncertainty, resulting in more consistent estimates than conventional averaging methods. Based on weighted modeling, an estimated 36.7 thousand hectares of Histosols were mapped, with a peat volume and carbon stock of approximately 24.1 million tons, equivalent to 656.2 Mg ha-1, and an average depth of 1.09 m. Soil characterization indicated a predominance of hemic and sapric materials in roughly equal proportions, with marine influence expressed in sulfidic horizons that gave rise to a thiomorphic character in most profiles. These soils present high environmental vulnerability, mainly to subsidence and acidification associated with water table lowering. The Histosols are mostly concentrated within protected areas, suggesting more preserved morphologies of peatlands that were once more extensive across the valley. However, intense anthropogenic activity, especially on private properties systematized during the 20th century, may have altered the natural conditions of vegetation and soil, affecting model accuracy in some areas. Altogether, the integration of multitemporal orbital data, machine learning algorithms, weighting techniques, and field-based transect control proved effective for mapping and estimating the area, depth, and carbon stocks of tropical forested peatlands.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPTorrado, Pablo VidalSilva, Bruno Ferreira da2025-07-21info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11140/tde-02102025-180046/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-10-06T19:28:02Zoai:teses.usp.br:tde-02102025-180046Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-10-06T19:28:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
dc.title.none.fl_str_mv Sensoriamento orbital e machine learning para mapeamento e estimativa de estoque de carbono de Organossolos sob floresta no Vale do Ribeira (SP)
Orbital remote sensing and machine learning for mapping and carbon stock estimation in forested Histosols of the Ribeira Valley, Brazil
title Sensoriamento orbital e machine learning para mapeamento e estimativa de estoque de carbono de Organossolos sob floresta no Vale do Ribeira (SP)
spellingShingle Sensoriamento orbital e machine learning para mapeamento e estimativa de estoque de carbono de Organossolos sob floresta no Vale do Ribeira (SP)
Silva, Bruno Ferreira da
Classificação supervisionada
Floresta paludosa
Modelos ponderados
Multiple regression
Organic soils
Regressão múltipla
Remote sensing
Sensoriamento remoto
Solos orgânicos
Supervised classification
Swampy forest
Tropical peatland
Turfeira tropical
Weighted models
title_short Sensoriamento orbital e machine learning para mapeamento e estimativa de estoque de carbono de Organossolos sob floresta no Vale do Ribeira (SP)
title_full Sensoriamento orbital e machine learning para mapeamento e estimativa de estoque de carbono de Organossolos sob floresta no Vale do Ribeira (SP)
title_fullStr Sensoriamento orbital e machine learning para mapeamento e estimativa de estoque de carbono de Organossolos sob floresta no Vale do Ribeira (SP)
title_full_unstemmed Sensoriamento orbital e machine learning para mapeamento e estimativa de estoque de carbono de Organossolos sob floresta no Vale do Ribeira (SP)
title_sort Sensoriamento orbital e machine learning para mapeamento e estimativa de estoque de carbono de Organossolos sob floresta no Vale do Ribeira (SP)
author Silva, Bruno Ferreira da
author_facet Silva, Bruno Ferreira da
author_role author
dc.contributor.none.fl_str_mv Torrado, Pablo Vidal
dc.contributor.author.fl_str_mv Silva, Bruno Ferreira da
dc.subject.por.fl_str_mv Classificação supervisionada
Floresta paludosa
Modelos ponderados
Multiple regression
Organic soils
Regressão múltipla
Remote sensing
Sensoriamento remoto
Solos orgânicos
Supervised classification
Swampy forest
Tropical peatland
Turfeira tropical
Weighted models
topic Classificação supervisionada
Floresta paludosa
Modelos ponderados
Multiple regression
Organic soils
Regressão múltipla
Remote sensing
Sensoriamento remoto
Solos orgânicos
Supervised classification
Swampy forest
Tropical peatland
Turfeira tropical
Weighted models
description Os solos orgânicos cumprem funções ecossistêmicas importantes, como a regulação do clima e o armazenamento de carbono. No entanto, seu mapeamento em áreas florestadas é desafiador devido às associações com solos minerais e estabelecer seus limites na paisagem exige abordagens robustas de sensoriamento remoto e campo. Este estudo avaliou o desempenho de algoritmos de aprendizado de máquina na delimitação da área e na modelagem da espessura de Organossolos no vale do baixo rio Ribeira de Iguape (BRRI), principal região com turfeiras litorâneas no sudeste do Brasil. Foram realizados processamentos com repetições e sobreposição dos resultados para obter estimativas consistentes de área, volume de turfa e estoque de carbono. Quatro algoritmos (CART, SVM, RF e GBM) foram aplicados a diferentes conjuntos de variáveis, definidos com base em critérios de importância e autocorrelação. As covariáveis incluíram índices de vegetação e de umidade derivados de sensores ópticos (Sentinel-2), de radar (Sentinel-1 e PALSAR), modelos digitais de elevação (ALOS PALSAR) e altura do dossel (CHM), além de parâmetros extraídos de séries temporais (20152024). O mapeamento considerou 752 amostras de solo orgânico e 764 de solo mineral, obtidas em áreas delimitadas por transeções paralelas e percursos em perímetro. Para a modelagem da espessura da turfa, foram coletados 286 pontos em Organossolos nas áreas reconhecidas. Foram analisados 20 perfis representativos para caracterização física e química e cálculo do estoque de carbono. Os testes foram repetidos 50 vezes por subconjunto de variáveis, com validação cruzada. Os resultados variaram entre Kappa de 0,48 a 0,98 e RMSE de 54,36 a 31,76 cm. Os algoritmos de árvores mostraram maior estabilidade, enquanto o SVM teve melhor desempenho com seleção criteriosa de variáveis. A segmentação por subconjuntos e o uso de séries temporais contribuíram para maior acurácia e generalização dos modelos. Estratégias de ponderação entre algoritmos e repetições ajudaram a reduzir incertezas e geraram estimativas mais confiáveis que a média simples. A partir da modelagem ponderada, estimou-se uma área de 36,7 mil hectares de Organossolos, com volume de turfa de 24,1 milhões de toneladas e estoque médio de carbono de 656,2 Mg ha-1, com espessura média de 1,09 m. Os solos analisados apresentaram predominância de materiais hêmicos e sápricos, com influência marinha em muitos perfis, expressa pela presença de materiais sulfídricos que resultaram no caráter tiomórfico dominante. Esses solos apresentam alta fragilidade ambiental, principalmente em relação à subsidência e acidificação associadas ao rebaixamento do lençol freático. Devido à dificuldade de manejo e ocupação, as áreas de Organossolos estudadas se concentram majoritariamente em unidades de conservação remanescentes no Vale do Ribeira, sugerindo que as turfeiras originalmente teriam sido mais extensas. No entanto, a intensa antropização de outras áreas, especialmente em propriedades privadas sistematizadas no século XX, pode ter alterado as condições naturais da vegetação e do solo, impactando a precisão da modelagem em certas áreas. O protocolo conjunto de integração de dados orbitais multitemporais, algoritmos de machine learning, técnicas de ponderação e controle de campo em transeções mostra-se eficaz para o mapeamento e estimativa de área, volume e carbono em turfeiras tropicais florestadas.
publishDate 2025
dc.date.none.fl_str_mv 2025-07-21
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11140/tde-02102025-180046/
url https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11140/tde-02102025-180046/
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.relation.none.fl_str_mv
dc.rights.driver.fl_str_mv Liberar o conteúdo para acesso público.
info:eu-repo/semantics/openAccess
rights_invalid_str_mv Liberar o conteúdo para acesso público.
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv application/pdf
dc.coverage.none.fl_str_mv
dc.publisher.none.fl_str_mv Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
publisher.none.fl_str_mv Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
dc.source.none.fl_str_mv
reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
instname:Universidade de São Paulo (USP)
instacron:USP
instname_str Universidade de São Paulo (USP)
instacron_str USP
institution USP
reponame_str Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
collection Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
repository.name.fl_str_mv Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)
repository.mail.fl_str_mv virginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.br
_version_ 1848370469833539584