Resistência mecânica a frio e crepitação em pelotas auto-redutoras.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1994
Autor(a) principal: Marcheze, Edmar Saul
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3133/tde-06062025-080721/
Resumo: Avaliou-se o comportamento de pelotas auto-redutoras com relação a resistência a compresão a frio e quanto a crepitação, quando submetidas a choque térmico em temperatura de 700\'GRAUS\'c, 900\'GRAUS\'c e 1100\'GRAUS\'c. Os valores de resistência a compressão a frio demonstraram estar relacionados com a granulometria dos componentes de pelota, com suas composições químicas e com as condições operacionais na fabricação de pelotas. O aumento da resistência mecânica a frio resulta em aumento na dificuldade para eliminação das fases gasosas, geradas durante o aquecimento da pelota, nas condições do ensaio adotado. Pelotas praticamente isentas de umidade residual (menor que 0,1%) apresentaram uma correlação direta entre a ocorrência de crepitação e a resistência a compresão a frio, para valores superiores a 60 kgf/pelota. Este comportamento se mostrou independente da composição da pelota, das características das matérias-primas e do tempo de cura necessário para atingir o valor crítico da resistência a compressão. O valor crítico de resistência a compressão foi praticamente o mesmo para todas as pelotas estudadas, nas condições do ensaio, não tendo sido observado efeito sensível na crepitação devido aos níveis estudados de materiais voláteis nos redutores, o que demonstra o efeito preponderante da decomposição das fases hidratadas na crepitação de pelotas auto-redutoras.
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