Biossensor de membrana baseado no receptor SSTR2 superexpresso em célula PANC-1 aplicado ao diagnóstico de câncer de pâncreas
| Ano de defesa: | 2025 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59138/tde-12062025-154127/ |
Resumo: | O câncer de pâncreas é o 12º câncer mais comum em todo o mundo, sendo no Brasil responsável por 5% do total de mortes. A doença, apesar de ser assintomáticas nos estágios iniciais, é considerada agressiva e apresenta estimativas crescentes no número de casos devido ao diagnóstico tardio. Diferentes técnicas são utilizadas para o diagnóstico como exames bioquímicos, de imagem ou biópsia, contudo são caracterizados como técnicas de alto custo e que demandam mão de obra especializada, além do biomarcardor principal poder estar atrelado a outras doenças gerando resultados falsos-positivos. Assim, o desenvolvimento de novas metodologias diagnósticas torna-se necessárias, como os biossensores eletroquímicos que além da inovação e do custo reduzido, poderiam auxiliar no diagnóstico em estágios iniciais na avaliação do hormônio somatostatina como marcador do desenvolvimento do câncer de pâncreas. Com o objetivo de aumentar a especificidade na detecção do câncer de pâncreas, essa dissertação propôs o uso do receptor 2 da somatostatina (SSTR2) superexpresso em membranas celulares da célula carcinoma pancreático de origem celular ductal (mPANC-1) como camada de biorreconhecimento que são imobilizadas em eletrodos de óxido de índio e estanho (ITO) modificado com grupo amino-silano (APTES), para a construção final do biossensor de membrana ITO-APTES-mPANC-1. As vesículas foram caracterizadas por técnicas espectroscópicas, espalhamento dinâmico da luz, potencial zeta e por análise de rastreamento de nanopartículas, obtendo tamanho de 212 ± 40 nm, índice de polidispersão de 0,374 ± 0,030, carga de -6,4 ± 0,5 mV e condutividade de 12,87 ± 0,95 mS/cmA, além de absorver em 262 nm e emitir em 360 nm, devido a presença do aminoácido de membrana triptofano. Análises de espectroscopia de impedância eletroquímica foram utilizadas para monitorar o reconhecimento deste receptor a seu anticorpo anti-SSTR2. As variáveis de construção do biossensor foram definidas a partir das respostas obtidas do Delineamento Composto Central Rotacional (DCCR), com análise de 4 fatores para otimizar os parâmetros de construção. A partir do modelo matemático significativo e parâmetros otimizados, o biossensor impedimétrico foi testado com o anticorpo anti-SSTR2. Com as respostas eletroquímicas, comprovou-se que ocorreu o biorreconhecimento, ou seja, houve a ligação entre o receptor superexpresso na membrana da mPANC-1 e o anticorpo, o que atesta o funcionamento do biossensor. A superfície do eletrodo foi caracterizada em cada etapa de construção do biossensor por microscopia de força atômica e RAMAN, que mostraram também a modificação do eletrodo e reforçam os resultados obtidos anteriormente. O biossensor possui uma faixa quantitativa de trabalho entre 10 e 80 ng/mL de anti-SSTR2, ocorrendo a saturação da superfície a partir deste valor. Apesar do biossensor não se mostrar estável ao longo de 7 dias, o sensor se mostrou capaz de identificar o analito de interesse após armazenamento. Por fim, através de testes estatísticos aplicados, o biossensor pode ser considerado reprodutível, seletivo e específico para a análise do anti-SSTR2. Assim, o biossensor ITO/APTES/mPANC-1 atingiu o objetivo proposto de identificação do anti-SSTR2, com a camada de biorreconhecimento inovadora. Este sensor pode ser aprimorado e futuramente aplicado para análise da somatostatina e diagnóstico do câncer de pâncreas. |
| id |
USP_12e12845bb4029202172f4aa61f6490f |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:teses.usp.br:tde-12062025-154127 |
| network_acronym_str |
USP |
| network_name_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Biossensor de membrana baseado no receptor SSTR2 superexpresso em célula PANC-1 aplicado ao diagnóstico de câncer de pâncreasDevelopment of a membrane biosensor utilizing overexpressed SSTR2 receptor in PANC-1 cells for pancreatic cancer diagnosisBioelectrochemistryBioeletroquímicaCâncer de pâncreasMembrane receptorsPancreatic cancerReceptor de membranaReceptor SSTR2SomatostatinSomatostatinaSSTR2 receptorO câncer de pâncreas é o 12º câncer mais comum em todo o mundo, sendo no Brasil responsável por 5% do total de mortes. A doença, apesar de ser assintomáticas nos estágios iniciais, é considerada agressiva e apresenta estimativas crescentes no número de casos devido ao diagnóstico tardio. Diferentes técnicas são utilizadas para o diagnóstico como exames bioquímicos, de imagem ou biópsia, contudo são caracterizados como técnicas de alto custo e que demandam mão de obra especializada, além do biomarcardor principal poder estar atrelado a outras doenças gerando resultados falsos-positivos. Assim, o desenvolvimento de novas metodologias diagnósticas torna-se necessárias, como os biossensores eletroquímicos que além da inovação e do custo reduzido, poderiam auxiliar no diagnóstico em estágios iniciais na avaliação do hormônio somatostatina como marcador do desenvolvimento do câncer de pâncreas. Com o objetivo de aumentar a especificidade na detecção do câncer de pâncreas, essa dissertação propôs o uso do receptor 2 da somatostatina (SSTR2) superexpresso em membranas celulares da célula carcinoma pancreático de origem celular ductal (mPANC-1) como camada de biorreconhecimento que são imobilizadas em eletrodos de óxido de índio e estanho (ITO) modificado com grupo amino-silano (APTES), para a construção final do biossensor de membrana ITO-APTES-mPANC-1. As vesículas foram caracterizadas por técnicas espectroscópicas, espalhamento dinâmico da luz, potencial zeta e por análise de rastreamento de nanopartículas, obtendo tamanho de 212 ± 40 nm, índice de polidispersão de 0,374 ± 0,030, carga de -6,4 ± 0,5 mV e condutividade de 12,87 ± 0,95 mS/cmA, além de absorver em 262 nm e emitir em 360 nm, devido a presença do aminoácido de membrana triptofano. Análises de espectroscopia de impedância eletroquímica foram utilizadas para monitorar o reconhecimento deste receptor a seu anticorpo anti-SSTR2. As variáveis de construção do biossensor foram definidas a partir das respostas obtidas do Delineamento Composto Central Rotacional (DCCR), com análise de 4 fatores para otimizar os parâmetros de construção. A partir do modelo matemático significativo e parâmetros otimizados, o biossensor impedimétrico foi testado com o anticorpo anti-SSTR2. Com as respostas eletroquímicas, comprovou-se que ocorreu o biorreconhecimento, ou seja, houve a ligação entre o receptor superexpresso na membrana da mPANC-1 e o anticorpo, o que atesta o funcionamento do biossensor. A superfície do eletrodo foi caracterizada em cada etapa de construção do biossensor por microscopia de força atômica e RAMAN, que mostraram também a modificação do eletrodo e reforçam os resultados obtidos anteriormente. O biossensor possui uma faixa quantitativa de trabalho entre 10 e 80 ng/mL de anti-SSTR2, ocorrendo a saturação da superfície a partir deste valor. Apesar do biossensor não se mostrar estável ao longo de 7 dias, o sensor se mostrou capaz de identificar o analito de interesse após armazenamento. Por fim, através de testes estatísticos aplicados, o biossensor pode ser considerado reprodutível, seletivo e específico para a análise do anti-SSTR2. Assim, o biossensor ITO/APTES/mPANC-1 atingiu o objetivo proposto de identificação do anti-SSTR2, com a camada de biorreconhecimento inovadora. Este sensor pode ser aprimorado e futuramente aplicado para análise da somatostatina e diagnóstico do câncer de pâncreas.Pancreatic cancer is the 12th most common cancer in the world, and in Brazil it is responsible for 5% of all deaths. Although the disease is asymptomatic in the early stages, it is considered aggressive and the estimates of the number of cases are growing because of the late diagnosis. Different techniques are used for diagnosis, such as biochemical tests, imaging, or biopsy, which are high-cost techniques and require specialized labor. Thus, the development of new diagnostic methodologies is becoming necessary, such as electrochemical biosensors, which are innovative and cost-effective, and could help with diagnosis at early stages in the evaluation of the hormone somatostatin as a marker for the development of pancreatic cancer. To increase specificity in the detection of pancreatic cancer, this dissertation proposed the use of somatostatin receptor 2 (SSTR2) overexpressed in pancreatic ductal carcinoma cell membranes (mPANC-1) as a biorecognition layer that is immobilized on indium-tin oxide (ITO) electrodes modified with an amino-silane group (APTES), for the final construction of the ITO-APTES-mPANC-1 membrane biosensor. The vesicles were characterized by spectroscopic techniques, dynamic light scattering, zeta potential and nanoparticle tracking analysis, obtaining a size of 212 ± 40 nm, a polydispersity index of 0.374 ± 0.030, a charge of -6.4 ± 0.5 mV and a conductivity of 12.87 ± 0.95 mS/cm, as well as absorbing at 262 nm and emitting at 360 nm, due to the presence of an amino acid tryptophan in membrane. Electrochemical impedance spectroscopy analyses were used to monitor the recognition of the anti-SSTR2 antibody. The construction variables were defined from the Rotational Central Composite Design (RCCD) response, with a 4-factor analysis to optimize the construction parameters. Based on the significant mathematical model and optimized parameters, the impedimetric biosensor was tested with the anti-SSTR2 antibody. The electrochemical responses proved that biorecognition occurred, that is, there had been binding between the receptor overexpressed on the mPANC-1 membrane and the antibody, which attests to the functioning of the biosensor. The biosensor surface was characterized in each stage of construction by atomic force microscopy and RAMAN. The biosensor has a quantitative working range of between 10 and 80 ng/mL of anti-SSTR2, showing a saturation profile. The biosensor was not stable for over 7 days, but even then, it was able to identify the analyte after storage. Finally, through the statistical tests applied, the biosensor could be considered reproducible, selective and specific for the analysis of anti-SSTR2. Thus, the ITO/APTES/mPANC-1 biosensor achieved the proposed objective of identifying anti-SSTR2, with the innovative biorecognition layer. This sensor can be improved and applied in the future for somatostatin analysis and pancreatic cancer diagnosis.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPBernardi, Juliana CancinoCosta, Clara Cardoso2025-04-30info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59138/tde-12062025-154127/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-06-13T15:28:02Zoai:teses.usp.br:tde-12062025-154127Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-06-13T15:28:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
| dc.title.none.fl_str_mv |
Biossensor de membrana baseado no receptor SSTR2 superexpresso em célula PANC-1 aplicado ao diagnóstico de câncer de pâncreas Development of a membrane biosensor utilizing overexpressed SSTR2 receptor in PANC-1 cells for pancreatic cancer diagnosis |
| title |
Biossensor de membrana baseado no receptor SSTR2 superexpresso em célula PANC-1 aplicado ao diagnóstico de câncer de pâncreas |
| spellingShingle |
Biossensor de membrana baseado no receptor SSTR2 superexpresso em célula PANC-1 aplicado ao diagnóstico de câncer de pâncreas Costa, Clara Cardoso Bioelectrochemistry Bioeletroquímica Câncer de pâncreas Membrane receptors Pancreatic cancer Receptor de membrana Receptor SSTR2 Somatostatin Somatostatina SSTR2 receptor |
| title_short |
Biossensor de membrana baseado no receptor SSTR2 superexpresso em célula PANC-1 aplicado ao diagnóstico de câncer de pâncreas |
| title_full |
Biossensor de membrana baseado no receptor SSTR2 superexpresso em célula PANC-1 aplicado ao diagnóstico de câncer de pâncreas |
| title_fullStr |
Biossensor de membrana baseado no receptor SSTR2 superexpresso em célula PANC-1 aplicado ao diagnóstico de câncer de pâncreas |
| title_full_unstemmed |
Biossensor de membrana baseado no receptor SSTR2 superexpresso em célula PANC-1 aplicado ao diagnóstico de câncer de pâncreas |
| title_sort |
Biossensor de membrana baseado no receptor SSTR2 superexpresso em célula PANC-1 aplicado ao diagnóstico de câncer de pâncreas |
| author |
Costa, Clara Cardoso |
| author_facet |
Costa, Clara Cardoso |
| author_role |
author |
| dc.contributor.none.fl_str_mv |
Bernardi, Juliana Cancino |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Costa, Clara Cardoso |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Bioelectrochemistry Bioeletroquímica Câncer de pâncreas Membrane receptors Pancreatic cancer Receptor de membrana Receptor SSTR2 Somatostatin Somatostatina SSTR2 receptor |
| topic |
Bioelectrochemistry Bioeletroquímica Câncer de pâncreas Membrane receptors Pancreatic cancer Receptor de membrana Receptor SSTR2 Somatostatin Somatostatina SSTR2 receptor |
| description |
O câncer de pâncreas é o 12º câncer mais comum em todo o mundo, sendo no Brasil responsável por 5% do total de mortes. A doença, apesar de ser assintomáticas nos estágios iniciais, é considerada agressiva e apresenta estimativas crescentes no número de casos devido ao diagnóstico tardio. Diferentes técnicas são utilizadas para o diagnóstico como exames bioquímicos, de imagem ou biópsia, contudo são caracterizados como técnicas de alto custo e que demandam mão de obra especializada, além do biomarcardor principal poder estar atrelado a outras doenças gerando resultados falsos-positivos. Assim, o desenvolvimento de novas metodologias diagnósticas torna-se necessárias, como os biossensores eletroquímicos que além da inovação e do custo reduzido, poderiam auxiliar no diagnóstico em estágios iniciais na avaliação do hormônio somatostatina como marcador do desenvolvimento do câncer de pâncreas. Com o objetivo de aumentar a especificidade na detecção do câncer de pâncreas, essa dissertação propôs o uso do receptor 2 da somatostatina (SSTR2) superexpresso em membranas celulares da célula carcinoma pancreático de origem celular ductal (mPANC-1) como camada de biorreconhecimento que são imobilizadas em eletrodos de óxido de índio e estanho (ITO) modificado com grupo amino-silano (APTES), para a construção final do biossensor de membrana ITO-APTES-mPANC-1. As vesículas foram caracterizadas por técnicas espectroscópicas, espalhamento dinâmico da luz, potencial zeta e por análise de rastreamento de nanopartículas, obtendo tamanho de 212 ± 40 nm, índice de polidispersão de 0,374 ± 0,030, carga de -6,4 ± 0,5 mV e condutividade de 12,87 ± 0,95 mS/cmA, além de absorver em 262 nm e emitir em 360 nm, devido a presença do aminoácido de membrana triptofano. Análises de espectroscopia de impedância eletroquímica foram utilizadas para monitorar o reconhecimento deste receptor a seu anticorpo anti-SSTR2. As variáveis de construção do biossensor foram definidas a partir das respostas obtidas do Delineamento Composto Central Rotacional (DCCR), com análise de 4 fatores para otimizar os parâmetros de construção. A partir do modelo matemático significativo e parâmetros otimizados, o biossensor impedimétrico foi testado com o anticorpo anti-SSTR2. Com as respostas eletroquímicas, comprovou-se que ocorreu o biorreconhecimento, ou seja, houve a ligação entre o receptor superexpresso na membrana da mPANC-1 e o anticorpo, o que atesta o funcionamento do biossensor. A superfície do eletrodo foi caracterizada em cada etapa de construção do biossensor por microscopia de força atômica e RAMAN, que mostraram também a modificação do eletrodo e reforçam os resultados obtidos anteriormente. O biossensor possui uma faixa quantitativa de trabalho entre 10 e 80 ng/mL de anti-SSTR2, ocorrendo a saturação da superfície a partir deste valor. Apesar do biossensor não se mostrar estável ao longo de 7 dias, o sensor se mostrou capaz de identificar o analito de interesse após armazenamento. Por fim, através de testes estatísticos aplicados, o biossensor pode ser considerado reprodutível, seletivo e específico para a análise do anti-SSTR2. Assim, o biossensor ITO/APTES/mPANC-1 atingiu o objetivo proposto de identificação do anti-SSTR2, com a camada de biorreconhecimento inovadora. Este sensor pode ser aprimorado e futuramente aplicado para análise da somatostatina e diagnóstico do câncer de pâncreas. |
| publishDate |
2025 |
| dc.date.none.fl_str_mv |
2025-04-30 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59138/tde-12062025-154127/ |
| url |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59138/tde-12062025-154127/ |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.relation.none.fl_str_mv |
|
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
Liberar o conteúdo para acesso público. info:eu-repo/semantics/openAccess |
| rights_invalid_str_mv |
Liberar o conteúdo para acesso público. |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.format.none.fl_str_mv |
application/pdf |
| dc.coverage.none.fl_str_mv |
|
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP |
| publisher.none.fl_str_mv |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP instname:Universidade de São Paulo (USP) instacron:USP |
| instname_str |
Universidade de São Paulo (USP) |
| instacron_str |
USP |
| institution |
USP |
| reponame_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| collection |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| repository.name.fl_str_mv |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP) |
| repository.mail.fl_str_mv |
virginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.br |
| _version_ |
1865492282977812480 |