Estudo cinético da redução carbotérmica de hematita para magnetita em rejeito mineral.
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3133/tde-14082025-142112/ |
Resumo: | Foi realizado estudo sobre a cinética da redução carbotérmica de hematita para magnetita (redução magnetizante) em rejeitos de minerais de nióbio contendo elementos de terras raras. O objetivo foi investigar uma possível rota de processamento para este material atualmente descartado, do maior produtor mundial de nióbio (CBMM), como matéria-prima para novos produtos. Testes termogravimétricos feitos em duplicata ou triplicata foram conduzidos para 3 temperaturas diferentes (700°C, 800°C e 900°C) por 1 hora, com 2 vezes estequimétrico de redutor (carvão vegetal). Microscopia eletrônica de varredura (MEV) e difração de raios X (DRX) mostraram pequenas quantidades de magnetita nas amostras reduzidas a 700°C e 800°C. A 900°C, de acordo com a análise de DRX (Rietveld), quase toda a hematita foi reduzida a magnetita. O modelo cinético que apresentou o melhor ajuste para todos os experimentos foi o modelo do núcleo não reagido com controle cinético por transporte de massa na camada de produto (Ginstling-Brounshtein). A energia de ativação aparente foi avaliada como sendo 206 kJ/mol, semelhante à energia de ativação reportada na literatura para a reação de Boudouard. |
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Estudo cinético da redução carbotérmica de hematita para magnetita em rejeito mineral.Kinetic study on the carbothermic reduction from hematite to magnetite in mineral tailings.Carbothermic reductionIron oxideMineral tailingsÓxido de ferroPirometalurgiaPyrometallurgyRedução carbotérmicaRejeito mineralFoi realizado estudo sobre a cinética da redução carbotérmica de hematita para magnetita (redução magnetizante) em rejeitos de minerais de nióbio contendo elementos de terras raras. O objetivo foi investigar uma possível rota de processamento para este material atualmente descartado, do maior produtor mundial de nióbio (CBMM), como matéria-prima para novos produtos. Testes termogravimétricos feitos em duplicata ou triplicata foram conduzidos para 3 temperaturas diferentes (700°C, 800°C e 900°C) por 1 hora, com 2 vezes estequimétrico de redutor (carvão vegetal). Microscopia eletrônica de varredura (MEV) e difração de raios X (DRX) mostraram pequenas quantidades de magnetita nas amostras reduzidas a 700°C e 800°C. A 900°C, de acordo com a análise de DRX (Rietveld), quase toda a hematita foi reduzida a magnetita. O modelo cinético que apresentou o melhor ajuste para todos os experimentos foi o modelo do núcleo não reagido com controle cinético por transporte de massa na camada de produto (Ginstling-Brounshtein). A energia de ativação aparente foi avaliada como sendo 206 kJ/mol, semelhante à energia de ativação reportada na literatura para a reação de Boudouard.A study was conducted on the kinetics of the carbothermic reduction from hematite to magnetite (magnetizing roasting) in Niobium mineral tailings containing rare earth elements. The objective was to investigate a possible processing route for this currently discarded material, from the largest Niobium producer worldwide (CBMM), as raw material for new products. Thermogravimetric tests done in duplicate or triplicate were conducted for 3 different temperatures (700°C, 800°C and 900°C) for 1 hour and 2x stoichiometric quantity of reductant (charcoal). Scanning electron microscopy (SEM) and X-ray diffraction (XRD) showed small amounts of magnetite in the samples reduced at 700°C and 800°C. At 900°C, in accordance to XRD analysis (Rietveld), almost all hematite was reduced to magnetite. The kinetic model that showed the best fitting for all experiments was the Ginstling-Brounstein (GB) model. Apparent activation energy was evaluated to be 206 kJ/mol, similar to values reported in the literature for the activation energy of the Boudouard reaction.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPBeneduce Neto, FlavioAlvarez, Vitória Garcia2025-04-10info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3133/tde-14082025-142112/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-08-14T17:37:02Zoai:teses.usp.br:tde-14082025-142112Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-08-14T17:37:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Foi realizado estudo sobre a cinética da redução carbotérmica de hematita para magnetita (redução magnetizante) em rejeitos de minerais de nióbio contendo elementos de terras raras. O objetivo foi investigar uma possível rota de processamento para este material atualmente descartado, do maior produtor mundial de nióbio (CBMM), como matéria-prima para novos produtos. Testes termogravimétricos feitos em duplicata ou triplicata foram conduzidos para 3 temperaturas diferentes (700°C, 800°C e 900°C) por 1 hora, com 2 vezes estequimétrico de redutor (carvão vegetal). Microscopia eletrônica de varredura (MEV) e difração de raios X (DRX) mostraram pequenas quantidades de magnetita nas amostras reduzidas a 700°C e 800°C. A 900°C, de acordo com a análise de DRX (Rietveld), quase toda a hematita foi reduzida a magnetita. O modelo cinético que apresentou o melhor ajuste para todos os experimentos foi o modelo do núcleo não reagido com controle cinético por transporte de massa na camada de produto (Ginstling-Brounshtein). A energia de ativação aparente foi avaliada como sendo 206 kJ/mol, semelhante à energia de ativação reportada na literatura para a reação de Boudouard. |
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