Ação analgésica da cetamina racêmica e do isômero S(+)-cetamina administrados por via transdérmica em pacientes submetidos a procedimentos ortopédicos
| Ano de defesa: | 2005 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17142/tde-23102025-162135/ |
Resumo: | O objetivo deste estudo foi examinar a analgesia pós-operatória de um adesivo transdérmico de cetamina e S(+)-cetamina com liberação controlada no pós-operatório de cirurgia ortopédica sob bloqueio espinhal com bupivacaína. Após a aprovação do comitê de ética e do consentimento dos pacientes, selecionou-se ao acaso 45 pacientes em um dos três grupos (n=15). A anestesia espinhal foi realizada com 15 mg de bupivacaína. Trinta minutos após a punção espinhal, aplicou-se o adesivo transdérmico de liberação controlada contendo tanto cetamina (25mg/24h), S(+) cetamina (25 mg/24h) como placebo. Avaliou-se nas primeiras 24 h do pós-operatório a dor e os efeitos adversos. Disponibilizou-se cetoprofeno intravenoso a pedido do paciente. Avaliou-se a concentração plasmática de cetamina e S(+) cetamina antes da punção espinhal, 30 min e 120 após a aplicação do adesivo transdérmico através da Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (CLAE). Os três grupos foram demograficamente semelhantes. (O tempo do primeiro analgésico de resgate foi mais longo para os dois grupos de cetamina e S(+)-cetamina (10 horas) quando comparado com o grupo Placebo (5 horas), p<0,05). O número de doses de injeções de cetoprofeno em 24 horas foi mais alto no grupo Placebo quando comparado com os outros (p<0,005). Trinta minutos após a aplicação, a cetamina plasmática foi detectada no plasma de ambos os grupos cetamina (racêmica e S(+)). A incidência de efeitos adversos foi semelhante nos três grupos. Nós concluímos que a administração transdérmica controlada no grupo cetamina e S(+)-cetamina prolongaram a duração de ação da analgesia após os procedimentos ortopédicos sob bloqueio espinhal com bupivacaína. Se o mecanismo é central, periférico ou ambos, não foi possível determinar a partir destes dados. |
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Ação analgésica da cetamina racêmica e do isômero S(+)-cetamina administrados por via transdérmica em pacientes submetidos a procedimentos ortopédicosTransdermal ketamine and S(+)-ketamine as adjuvant following orthopedic surgery under bupivacaine spinal blockadeCetamina transdérmicaCortisolCortisolDor pós-operatóriaPost-operative painS(+)-cetamina transdérmicaS(+)-ketamineTransdermal ketamineO objetivo deste estudo foi examinar a analgesia pós-operatória de um adesivo transdérmico de cetamina e S(+)-cetamina com liberação controlada no pós-operatório de cirurgia ortopédica sob bloqueio espinhal com bupivacaína. Após a aprovação do comitê de ética e do consentimento dos pacientes, selecionou-se ao acaso 45 pacientes em um dos três grupos (n=15). A anestesia espinhal foi realizada com 15 mg de bupivacaína. Trinta minutos após a punção espinhal, aplicou-se o adesivo transdérmico de liberação controlada contendo tanto cetamina (25mg/24h), S(+) cetamina (25 mg/24h) como placebo. Avaliou-se nas primeiras 24 h do pós-operatório a dor e os efeitos adversos. Disponibilizou-se cetoprofeno intravenoso a pedido do paciente. Avaliou-se a concentração plasmática de cetamina e S(+) cetamina antes da punção espinhal, 30 min e 120 após a aplicação do adesivo transdérmico através da Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (CLAE). Os três grupos foram demograficamente semelhantes. (O tempo do primeiro analgésico de resgate foi mais longo para os dois grupos de cetamina e S(+)-cetamina (10 horas) quando comparado com o grupo Placebo (5 horas), p<0,05). O número de doses de injeções de cetoprofeno em 24 horas foi mais alto no grupo Placebo quando comparado com os outros (p<0,005). Trinta minutos após a aplicação, a cetamina plasmática foi detectada no plasma de ambos os grupos cetamina (racêmica e S(+)). A incidência de efeitos adversos foi semelhante nos três grupos. Nós concluímos que a administração transdérmica controlada no grupo cetamina e S(+)-cetamina prolongaram a duração de ação da analgesia após os procedimentos ortopédicos sob bloqueio espinhal com bupivacaína. Se o mecanismo é central, periférico ou ambos, não foi possível determinar a partir destes dados.The aim of this study was to examine the postoperative analgesia of a controlled delivery ketamine or S(+)-ketamine transdermal patch following orthopedic surgery under bupivacaine spinal blockade. After committee approval and patient consent, 45 patients were randomized to one of three groups (n=15). Spinal anesthesia was performed with 15 mg bupivacaine. Thirty min after the spinal punction, a controlled delivery transdermal patch containing either ketamine (25 mg/24 h), S(+)-ketamine (25 mg/24 h) or placebo was applied. Pain and- adverse effects were assessed postoperatively for 24 h. Intravenous ketoprofen was available at patient request. The plasmatic concentration of ketamine/S(+)-ketamine was evaluated prior the spinal punction, 30 min and 120 min after the transdermal patch application by Liquid Chromatograph of High Efficiency. The three groups were demographically similar. The time to first rescue analgesic was longer to both K group (10 hours) compared to the Placebo group (5 hours); (p<0.05). The number of ketoprofen dose injections in 24 h was higher in the Placebo group compared to the others (p<0.005). Thirty min after the patch application, plasmatic ketamine was detectable in plasma in both ketamine and S(+)-ketamine groups. The incidence of adverse effects was similar among groups. We conclude that the transdermal controlled delivery of either ketamine or S(+)-ketamine prolonged the duration of analgesia following orthopedic procedures under bupivacaine spinal blockade. Whether the mechanism is central, peripheral, or both, cannot be deterrnined from these data.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPLauretti, Gabriela RochaAmaral, Márcia2005-05-19info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17142/tde-23102025-162135/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-10-23T18:36:05Zoai:teses.usp.br:tde-23102025-162135Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-10-23T18:36:05Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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