Análise geométrica tridimensional da localização do segundo canal mésio-vestibular de primeiros molares superiores por meio da tomografia computadorizada de feixe cônico
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23156/tde-26092025-110347/ |
Resumo: | Conhecer as complexidades anatômicas, bem como a morfologia dental interna, pode facilitar o passo a passo durante o tratamento endodôntico. O primeiro molar superior e um dente que apresenta alta prevalência de dois canais na raiz mésio-vestibular (MV) e a tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) e uma ferramenta que permite visualizar e determinar as características do canal conhecido como mésio-vestibular 2 (MV2). Este estudo teve por objetivo, por meio da TCFC e software e-Vol DX, analisar a morfologia da raiz MV, mensurar a profundidade do orifício de entrada do canal MV2 em relação ao assoalho da câmara pulpar e mensurar o ângulo formado entre a entrada do canal MV2 e parede mesial da câmara pulpar, estabelecendo assim o ângulo de acesso e a profundidade de desgaste necessários para sua localização. Foram analisadas 2000 imagens tomograficas e selecionados 364 primeiros molares superiores que foram analisados com auxílio dos recursos 3D do software. A configuração predominante do sistema de canais radiculares da raiz MV foi o tipo II de Vertucci (71,97 %). A média da profundidade do canal MV2 foi 0,87 mm, enquanto que a média do ângulo de localização do canal MV2 foi 43,5 º. Relacionando as diferentes profundidades mensuradas com a variação dos ângulos de localização do canal MV2, o grupo de canais com profundidades maiores que 3 milímetros (mm) apresentou valores maiores de ângulos de localização, com diferença estatisticamente significativa quando comparado aos grupos de canais com menores profundidades (p0,001). Pode-se concluir que os canais MV2 estão localizados em diferentes profundidades a partir do assoalho da câmara pulpar, e, que há relação entre orifícios de entrada dos canais com profundidade superior a 3 mm, com uma maior angulação para sua localização. |
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Análise geométrica tridimensional da localização do segundo canal mésio-vestibular de primeiros molares superiores por meio da tomografia computadorizada de feixe cônicoThree-dimensional geometric analysis of the location of the second mesiobuccal canal in maxillary molars using cone beam computed tomographyAnatomia dentalCone Beam Computed TomographyDental anatomyMaxillary first molarPrimeiro molar superiorTomografia Computadorizada de Feixe CônicoConhecer as complexidades anatômicas, bem como a morfologia dental interna, pode facilitar o passo a passo durante o tratamento endodôntico. O primeiro molar superior e um dente que apresenta alta prevalência de dois canais na raiz mésio-vestibular (MV) e a tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) e uma ferramenta que permite visualizar e determinar as características do canal conhecido como mésio-vestibular 2 (MV2). Este estudo teve por objetivo, por meio da TCFC e software e-Vol DX, analisar a morfologia da raiz MV, mensurar a profundidade do orifício de entrada do canal MV2 em relação ao assoalho da câmara pulpar e mensurar o ângulo formado entre a entrada do canal MV2 e parede mesial da câmara pulpar, estabelecendo assim o ângulo de acesso e a profundidade de desgaste necessários para sua localização. Foram analisadas 2000 imagens tomograficas e selecionados 364 primeiros molares superiores que foram analisados com auxílio dos recursos 3D do software. A configuração predominante do sistema de canais radiculares da raiz MV foi o tipo II de Vertucci (71,97 %). A média da profundidade do canal MV2 foi 0,87 mm, enquanto que a média do ângulo de localização do canal MV2 foi 43,5 º. Relacionando as diferentes profundidades mensuradas com a variação dos ângulos de localização do canal MV2, o grupo de canais com profundidades maiores que 3 milímetros (mm) apresentou valores maiores de ângulos de localização, com diferença estatisticamente significativa quando comparado aos grupos de canais com menores profundidades (p0,001). Pode-se concluir que os canais MV2 estão localizados em diferentes profundidades a partir do assoalho da câmara pulpar, e, que há relação entre orifícios de entrada dos canais com profundidade superior a 3 mm, com uma maior angulação para sua localização.To know the anatomical complexities, as well as the internal dental morphology, can facilitate the step-by-step process during endodontic treatment. The maxillary first molar is a tooth often presents a high prevalence of two canals in the mesiobuccal (MB) root and cone beam computed tomography (CBCT) is a tool that allows visualization and determination of the characteristics of the canal known as mesiobuccal 2 (MB2). This study aimed to analyze (using CBCT and the e-Vol DX software) the morphology of the MB root, measure the depth of the MB2 orifice relative to the pulp chamber floor, and determine the angle formed between the MB2 canal entrance and the mesial wall of the pulp chamber. This analysis establishes the access angle and the depth of wear required for its localization. 2000 tomographic images were analyzed, and 364 maxillary first molars were selected and examined using the software\'s 3D resources. The results were analyzed for both genders (men = 46.15 % and women = 54.39 %), and the average age was 41.51 years. The predominant configuration of the MB root was Vertucci type II (71.97 %). The average depth of the MB2 canal was 0.87 mm, while the average angle of the entrance to the MB2 canal was 43.5 º. There was no statistically significant difference between the age and sex groups for both analyzes (p>0.05). Relating different depths with variation in angulation, the group with a depth greater than 3 mm showed greater angulations and a statistically significant difference when compared to the groups with smaller depths (p0.001). It can be concluded that MB2 canals are located at different depths from the pulp chamber floor, and there is a relationship between the orifices of canals with depths greater than 3 mm and a greater angulation for their localization.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPCaldeira, Celso LuizVentura, Breno Nappi2024-09-19info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23156/tde-26092025-110347/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-10-23T20:33:02Zoai:teses.usp.br:tde-26092025-110347Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-10-23T20:33:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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