Proveniência sedimentar dos depósitos quaternário da Ilha de Marajó
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/44/44141/tde-14112024-090105/ |
Resumo: | Este estudo é realizado na porção oriental da Ilha do Marajó, nas cercanias do Lago Arari utilizando granulometria, composição mineralógica, minerais pesados, geoquímica elementar e isotópica e sensibilidade de sinais de luminescência. Estas técnicas foram aplicadas numa sequencia de depósitos pleistocenos e holocenos acessados a partir de um furo de sondagem que alcançou 120 m de profundidade e que forneceram diferentes proxies permitindo inferências sobre a proveniência dos sedimentos. A relação entre minerais pesados revelou ambientes sedimentares mais reciclados. A análise do sinal de sensibilidade de quartzo em amostras poliminerálicas identificou uma forte associação com o rio Tocantins e contribuições menores dos rios Amazonas e Negro, sugerindo fontes mistas que incluem sedimentos dos Andes, do Cráton Amazônico oriental e de faixas móveis proterozóicas. Além disso, os indicadores isotópicos mostraram variações temporais nas fontes de sedimentação na região, evidenciando uma mudança ao longo do tempo. Desta forma, ambientes com maior influência marinha, como laguna, planície de maré e bacia estuarina externa, apresentaram sinais geoquímicos fortemente relacionados aos Andes. Em contrapartida, ambientes mais fluviais, como canal estuarino e bacia estuarina interna, estavam associados ao Cráton Amazônico oriental e às faixas móveis proterozóicas. Essa distinção permitiu a síntese dos diferentes ambientes sedimentares encontrados ao longo da sondagem realizada. |
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