Investigação dos níveis séricos de survivina como biomarcador de distinção entre doenças neoplásicas/linfoproliferativas, infecciosas e autoimunes
| Ano de defesa: | 2024 |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Resumo: | Introdução: Doenças sistêmicas com apresentação clínica similar, embora com mecanismos fisiopatológicos diferentes, fazem parte da rotina de hospitais terciários e, apesar dos recursos laboratoriais e de imagem atuais, diferenciar doenças autoimunes, linfoproliferativas e infecciosas ainda constitui um grande desafio. Este estudo exploratório avaliou níveis séricos de survivina, proteína intracelular anti-apoptótica como potencial ferramenta no diagnóstico diferencial destes grupos de doenças. Objetivos: Analisar e comparar valores séricos de survivina para os três grupos acima e com relação a controles saudáveis para os três grupos de doenças. Avaliar o desempenho diagnóstico da survivina na diferenciação entre doenças infecciosas, neoplásicas/linfoproliferativas e autoimunes em pacientes internados em um hospital terciário, caracterizando-os clínica e laboratorialmente. Pacientes e métodos: Trata-se de estudo observacional prospectivo com amostragem de conveniência. O estudo empregou análise de prontuários, caracterização clínica e análise laboratorial de survivina em amostra de sangue dos pacientes selecionados através de ELISA sanduíche (Quantikine® Human Survivin Immunoassay, R&D Systems, Minneapolis, MN, USA). Critérios de inclusão: >18 anos, suspeita clínica de doença infecciosa, neoplásica/linfoproliferativa ou autoimune. Critérios de exclusão: diagnóstico prévio de algum dos diagnósticos supracitados, hipótese diagnóstica inicial distinta, não consentir em participar do estudo. O período de recrutamento foi de janeiro de 2021 a dezembro de 2022, com seguimento dos pacientes, quando possível, até dezembro de 2023. Resultados: incluídos 192 pacientes (mulheres 59,4%, média 56 anos), classificados como grupo 1 - doenças infecciosas (n=79, 41,1%), grupo 2 - doenças neoplásicas/linfoproliferativas (n=51, 26,5%) e grupo 3 - doenças autoimunes (n=62, 32,2%). A positividade da survivina foi de 27,8%, 41,2% e 54,8% para infecções, neoplasias e doenças autoimunes, respectivamente. Ao comparar-se os doentes dos grupos 1, 2 e 3 conforme a positividade ou não da survivina, verificou-se diferença entre eles (p=0,005) com níveis séricos [pg/mL; mediana (IQR)] mais elevados no grupo 3 (17,5; 0-118) em comparação ao grupo 1 (0; 0-78), ao grupo 2 (9; 0-104) e aos controles (0; 0-0). A performance de survivina como ferramenta diagnóstica foi testada para doenças autoimunes vs infecciosas, com sensibilidade (55%), especificidade (73%) e valor preditivo positivo (43%) e melhor curva ROC com AUC de 0.64. Considerações finais: Survivina teve maior positividade, com maiores níveis e melhor acurácia diagnóstica nas doenças autoimunes em relação aos demais grupos e aos controles. Embora tenha sido demonstrada uma performance limitada no diagnóstico diferencial, os resultados não invalidam o potencial da survivina como biomarcador, o que deve ser melhor esclarecido em estudos confirmatórios. |
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Investigação dos níveis séricos de survivina como biomarcador de distinção entre doenças neoplásicas/linfoproliferativas, infecciosas e autoimunesEvaluation of serum survivin as a biomarker in the differential diagnosis of infectious, neoplastic, and autoimmune diseasesAutoimmune diseasesBiomarcadoresBiomarkersDiagnóstico diferencialDifferential diagnosisDoenças autoimunesDoenças infecciosasDoenças neoplásicasInfectious diseasesNeoplastic diseasesSurvivinSurvivinaIntrodução: Doenças sistêmicas com apresentação clínica similar, embora com mecanismos fisiopatológicos diferentes, fazem parte da rotina de hospitais terciários e, apesar dos recursos laboratoriais e de imagem atuais, diferenciar doenças autoimunes, linfoproliferativas e infecciosas ainda constitui um grande desafio. Este estudo exploratório avaliou níveis séricos de survivina, proteína intracelular anti-apoptótica como potencial ferramenta no diagnóstico diferencial destes grupos de doenças. Objetivos: Analisar e comparar valores séricos de survivina para os três grupos acima e com relação a controles saudáveis para os três grupos de doenças. Avaliar o desempenho diagnóstico da survivina na diferenciação entre doenças infecciosas, neoplásicas/linfoproliferativas e autoimunes em pacientes internados em um hospital terciário, caracterizando-os clínica e laboratorialmente. Pacientes e métodos: Trata-se de estudo observacional prospectivo com amostragem de conveniência. O estudo empregou análise de prontuários, caracterização clínica e análise laboratorial de survivina em amostra de sangue dos pacientes selecionados através de ELISA sanduíche (Quantikine® Human Survivin Immunoassay, R&D Systems, Minneapolis, MN, USA). Critérios de inclusão: >18 anos, suspeita clínica de doença infecciosa, neoplásica/linfoproliferativa ou autoimune. Critérios de exclusão: diagnóstico prévio de algum dos diagnósticos supracitados, hipótese diagnóstica inicial distinta, não consentir em participar do estudo. O período de recrutamento foi de janeiro de 2021 a dezembro de 2022, com seguimento dos pacientes, quando possível, até dezembro de 2023. Resultados: incluídos 192 pacientes (mulheres 59,4%, média 56 anos), classificados como grupo 1 - doenças infecciosas (n=79, 41,1%), grupo 2 - doenças neoplásicas/linfoproliferativas (n=51, 26,5%) e grupo 3 - doenças autoimunes (n=62, 32,2%). A positividade da survivina foi de 27,8%, 41,2% e 54,8% para infecções, neoplasias e doenças autoimunes, respectivamente. Ao comparar-se os doentes dos grupos 1, 2 e 3 conforme a positividade ou não da survivina, verificou-se diferença entre eles (p=0,005) com níveis séricos [pg/mL; mediana (IQR)] mais elevados no grupo 3 (17,5; 0-118) em comparação ao grupo 1 (0; 0-78), ao grupo 2 (9; 0-104) e aos controles (0; 0-0). A performance de survivina como ferramenta diagnóstica foi testada para doenças autoimunes vs infecciosas, com sensibilidade (55%), especificidade (73%) e valor preditivo positivo (43%) e melhor curva ROC com AUC de 0.64. Considerações finais: Survivina teve maior positividade, com maiores níveis e melhor acurácia diagnóstica nas doenças autoimunes em relação aos demais grupos e aos controles. Embora tenha sido demonstrada uma performance limitada no diagnóstico diferencial, os resultados não invalidam o potencial da survivina como biomarcador, o que deve ser melhor esclarecido em estudos confirmatórios.Introduction: Systemic diseases with similar clinical presentations, albeit with differing pathophysiological mechanisms, are frequently encountered in tertiary hospitals. Despite current laboratory and imaging resources, distinguishing between autoimmune, lymphoproliferative, and infectious diseases remains a significant challenge. This exploratory study evaluated serum survivin levels, an intracellular anti-apoptotic protein, as a potential tool for differential diagnosis among these disease groups. Objectives: To analyse and compare survivin serum values according to the disease group and controls. To assess the diagnostic performance of survivin in differentiating between autoimmune, neoplastic/lymphoproliferative, and infectious diseases in patients admitted to a tertiary hospital and to characterize them both clinically and laboratorially. Patients and Methods: This is a prospective observational study with convenience sampling. The study utilized medical record analysis, clinical characterization, and survivin laboratory analysis in patient blood samples, using sandwich ELISA (Quantikine® Human Survivin Immunoassay, R&D Systems, Minneapolis, MN, USA). Inclusion Criteria: Age >18 years, clinical suspicion of autoimmune, neoplastic/lymphoproliferative, or infectious disease. Exclusion Criteria: Previous diagnosis of any of the aforementioned conditions, distinct initial diagnostic hypothesis and refusal to participate in the study. Recruitment period was from January 2021 to December 2022, with follow-up until December 2023. Results: A total of 192 patients (59.4% female, mean age 56 years) were included, classified into Group 1 - infectious diseases (n=79, 41.1%), Group 2 - neoplastic/lymphoproliferative diseases (n=51, 26.5%), and Group 3 - autoimmune diseases (n=62, 32.2%). Survivin positivity rates were 27.8%, 41.2%, and 54.8% for infections, neoplasms, and autoimmune diseases, respectively. When comparing patients from Groups 1, 2, and 3 based on survivin positivity, a significant difference was observed (p=0.005), with higher serum levels [pg/mL; median (IQR)] in Group 3 (17.5; 0-118) compared to Group 1 (0; 0-78), Group 2 (9; 0-104), and controls (0; 0-0). The diagnostic performance of survivin was tested for autoimmune versus infectious diseases, yielding sensitivity of 55%, specificity of 73%, positive predictive value of 43%, and the best ROC curve with an AUC of 0.64. Conclusions: Survivin exhibited higher positivity, elevated levels, and better diagnostic accuracy in autoimmune diseases compared to other groups and controls. Although its differential diagnostic performance was limited, the results do not invalidate the potential of survivin as a biomarker, which should be further clarified in confirmatory studies.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPOliveira, Renê Donizeti Ribeiro deLicarião, Samara Libich Gusmão Gigante2024-12-12info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17138/tde-04042025-115041/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-07-25T18:46:02Zoai:teses.usp.br:tde-04042025-115041Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-07-25T18:46:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Introdução: Doenças sistêmicas com apresentação clínica similar, embora com mecanismos fisiopatológicos diferentes, fazem parte da rotina de hospitais terciários e, apesar dos recursos laboratoriais e de imagem atuais, diferenciar doenças autoimunes, linfoproliferativas e infecciosas ainda constitui um grande desafio. Este estudo exploratório avaliou níveis séricos de survivina, proteína intracelular anti-apoptótica como potencial ferramenta no diagnóstico diferencial destes grupos de doenças. Objetivos: Analisar e comparar valores séricos de survivina para os três grupos acima e com relação a controles saudáveis para os três grupos de doenças. Avaliar o desempenho diagnóstico da survivina na diferenciação entre doenças infecciosas, neoplásicas/linfoproliferativas e autoimunes em pacientes internados em um hospital terciário, caracterizando-os clínica e laboratorialmente. Pacientes e métodos: Trata-se de estudo observacional prospectivo com amostragem de conveniência. O estudo empregou análise de prontuários, caracterização clínica e análise laboratorial de survivina em amostra de sangue dos pacientes selecionados através de ELISA sanduíche (Quantikine® Human Survivin Immunoassay, R&D Systems, Minneapolis, MN, USA). Critérios de inclusão: >18 anos, suspeita clínica de doença infecciosa, neoplásica/linfoproliferativa ou autoimune. Critérios de exclusão: diagnóstico prévio de algum dos diagnósticos supracitados, hipótese diagnóstica inicial distinta, não consentir em participar do estudo. O período de recrutamento foi de janeiro de 2021 a dezembro de 2022, com seguimento dos pacientes, quando possível, até dezembro de 2023. Resultados: incluídos 192 pacientes (mulheres 59,4%, média 56 anos), classificados como grupo 1 - doenças infecciosas (n=79, 41,1%), grupo 2 - doenças neoplásicas/linfoproliferativas (n=51, 26,5%) e grupo 3 - doenças autoimunes (n=62, 32,2%). A positividade da survivina foi de 27,8%, 41,2% e 54,8% para infecções, neoplasias e doenças autoimunes, respectivamente. Ao comparar-se os doentes dos grupos 1, 2 e 3 conforme a positividade ou não da survivina, verificou-se diferença entre eles (p=0,005) com níveis séricos [pg/mL; mediana (IQR)] mais elevados no grupo 3 (17,5; 0-118) em comparação ao grupo 1 (0; 0-78), ao grupo 2 (9; 0-104) e aos controles (0; 0-0). A performance de survivina como ferramenta diagnóstica foi testada para doenças autoimunes vs infecciosas, com sensibilidade (55%), especificidade (73%) e valor preditivo positivo (43%) e melhor curva ROC com AUC de 0.64. Considerações finais: Survivina teve maior positividade, com maiores níveis e melhor acurácia diagnóstica nas doenças autoimunes em relação aos demais grupos e aos controles. Embora tenha sido demonstrada uma performance limitada no diagnóstico diferencial, os resultados não invalidam o potencial da survivina como biomarcador, o que deve ser melhor esclarecido em estudos confirmatórios. |
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