Análise do conforto térmico baseado na temperatura de pele humana através de imagens de emissão do infravermelho captadas por câmera
| Ano de defesa: | 2021 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/14/14133/tde-14112025-144635/ |
Resumo: | Esta pesquisa busca avaliar um método remoto de medida da temperatura de pele humana através da emissão de radiação corpórea. O objetivo principal é relacionar as imagens de temperatura obtidas das pessoas ao seu conforto térmico em ambientes abertos, utilizando os conceitos de emissão de radiação na faixa do infravermelho e de alguns índices de conforto térmico. Para tal foram coletadas imagens da emissão infravermelha de indivíduos entre 20 e 30 anos com o auxílio de uma câmera com sensor nesta banda de comprimento de onda e, simultaneamente, medidas das variáveis meteorológicas locais, com o auxílio de confortímetros e de termômetros de globo cinza. Ao mesmo tempo foram relacionadas as medidas com as sensações percebidas pelos indivíduos através do preenchimento de um questionário adequado. Estas medidas foram feitas no verão e no inverno de 2019, com uma amostra de, respectivamente, 33 e 25 indivíduos, para que se possa avaliar uma variação aproximadamente anual. Pretendia-se repetir os experimentos no ano de 2020 para fins de comparação, no entanto não pudemos realiza-los devido a pandemia. Assim, de posse destes dados, foram calculadas correlações entre índices de conforto térmico já conhecidos na literatura - o Índice de Desconforto, a Temperatura Efetiva padrão e em função do vento e o Índice Termoclimático Universal - e os dados diretos aferidos para verificar uma relação entre estas variáveis. No experimento de verão, os indivíduos do sexo masculino uma média de temperatura de pele máxima de 34,1 °C para as pessoas que começaram o experimento na parte de sombra, 36,1 °C para as que começaram sob o sol e 6 a variação teve média de 2 °C. Já os indivíduos do sexo feminino tiveram média de temperatura de pele máxima, começando na parte de sombra e de sol de, respectivamente, 34,1 °C e 37,9 °C, com média de variação de 3,8°C. Dessa forma, vemos que as mulheres variam de temperatura mais facilmente do que os homens. Com relação aos coeficientes de correlação linear entre a variação de temperatura de pele máxima e a variação entre os índices de conforto térmico, sem fazer distinção entre os experimentos, temos, para o ID e TE um valor de 0,90, para o TEv temos 0,62 e para o UTCI um valor de - 0,44. Ao considerar os experimentos separadamente não encontramos correlação, então foi feita uma análise estatística diferenciada. Já para o inverno, registramos uma média de temperatura de pele máxima para os indivíduos do sexo masculino que começaram no ambiente exposto de 30,7 °C e de 31,7 °C para os que começaram no ambiente interno, com uma variação média de 1 °C; para as mulheres, tivemos para as que começaram no ambiente exposto e interno, respectivamente, 31 °C e 31,5 °C de temperatura de pele máxima média e variação média de 0,5 °C. Com relação aos valores de coeficientes de correlação linear de Pearson entre a variação de temperatura de pele temos, considerando ambas as configurações de experimento (começo no ambiente externo ou interno), -0,74 para o ID e TE, -0,42 para o TEv e -0,44 para o UTCI. Em uma análise estatística, Cunha, Lima e Silva (2021) mostraram que somente os dados de inverno, com início do teste exposto, ou seja, externo, eram estatisticamente significativos. Eles apontaram que os demais conjuntos de dados não foram estatisticamente significativos, indicando que uma necessidade ou de um conjunto maior ou de mais tempo para otimizar os resultados do experimento. |
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Análise do conforto térmico baseado na temperatura de pele humana através de imagens de emissão do infravermelho captadas por câmeraThermal comfort analysis based on human skin temperature using infrared emission images captured by a camera.BiometeorologiaBiometeorologyEmissão no infravermelhoÍndices de conforto térmicoInfrared emissionSkin temperatureTemperatura de peleThermal comfort indexesEsta pesquisa busca avaliar um método remoto de medida da temperatura de pele humana através da emissão de radiação corpórea. O objetivo principal é relacionar as imagens de temperatura obtidas das pessoas ao seu conforto térmico em ambientes abertos, utilizando os conceitos de emissão de radiação na faixa do infravermelho e de alguns índices de conforto térmico. Para tal foram coletadas imagens da emissão infravermelha de indivíduos entre 20 e 30 anos com o auxílio de uma câmera com sensor nesta banda de comprimento de onda e, simultaneamente, medidas das variáveis meteorológicas locais, com o auxílio de confortímetros e de termômetros de globo cinza. Ao mesmo tempo foram relacionadas as medidas com as sensações percebidas pelos indivíduos através do preenchimento de um questionário adequado. Estas medidas foram feitas no verão e no inverno de 2019, com uma amostra de, respectivamente, 33 e 25 indivíduos, para que se possa avaliar uma variação aproximadamente anual. Pretendia-se repetir os experimentos no ano de 2020 para fins de comparação, no entanto não pudemos realiza-los devido a pandemia. Assim, de posse destes dados, foram calculadas correlações entre índices de conforto térmico já conhecidos na literatura - o Índice de Desconforto, a Temperatura Efetiva padrão e em função do vento e o Índice Termoclimático Universal - e os dados diretos aferidos para verificar uma relação entre estas variáveis. No experimento de verão, os indivíduos do sexo masculino uma média de temperatura de pele máxima de 34,1 °C para as pessoas que começaram o experimento na parte de sombra, 36,1 °C para as que começaram sob o sol e 6 a variação teve média de 2 °C. Já os indivíduos do sexo feminino tiveram média de temperatura de pele máxima, começando na parte de sombra e de sol de, respectivamente, 34,1 °C e 37,9 °C, com média de variação de 3,8°C. Dessa forma, vemos que as mulheres variam de temperatura mais facilmente do que os homens. Com relação aos coeficientes de correlação linear entre a variação de temperatura de pele máxima e a variação entre os índices de conforto térmico, sem fazer distinção entre os experimentos, temos, para o ID e TE um valor de 0,90, para o TEv temos 0,62 e para o UTCI um valor de - 0,44. Ao considerar os experimentos separadamente não encontramos correlação, então foi feita uma análise estatística diferenciada. Já para o inverno, registramos uma média de temperatura de pele máxima para os indivíduos do sexo masculino que começaram no ambiente exposto de 30,7 °C e de 31,7 °C para os que começaram no ambiente interno, com uma variação média de 1 °C; para as mulheres, tivemos para as que começaram no ambiente exposto e interno, respectivamente, 31 °C e 31,5 °C de temperatura de pele máxima média e variação média de 0,5 °C. Com relação aos valores de coeficientes de correlação linear de Pearson entre a variação de temperatura de pele temos, considerando ambas as configurações de experimento (começo no ambiente externo ou interno), -0,74 para o ID e TE, -0,42 para o TEv e -0,44 para o UTCI. Em uma análise estatística, Cunha, Lima e Silva (2021) mostraram que somente os dados de inverno, com início do teste exposto, ou seja, externo, eram estatisticamente significativos. Eles apontaram que os demais conjuntos de dados não foram estatisticamente significativos, indicando que uma necessidade ou de um conjunto maior ou de mais tempo para otimizar os resultados do experimento.This research seeks to evaluate a remote method of measuring the temperature of human skin through the emission of body radiation. The main objective is to relate the temperature images obtained from people to their thermal comfort in open environments, using the concepts of radiation emission in the infrared range and some indices of thermal comfort. For this purpose, infrared emission images of individuals between 20 and 30 years of age were collected with the aid of a camera with a sensor in this wavelength band and, simultaneously, measurements of local meteorological variables, with the aid of comfortimeters and gray globe thermometers. At the same time, the measurements were related to the sensations perceived by the individuals by completing an appropriate questionnaire. These measurements were taken in the summer and winter of 2019, with a sample of, respectively, 33 and 25 individuals, in order to assess an approximately annual variation. It was intended to repeat the experiments in 2020 for comparison purposes, however we were unable to perform them due to the Covid-19 pandemic. Thus, with these data, correlations were calculated between thermal comfort indices already known in the literature - the Discomfort Index, the standard Effective Temperature and as a function of the wind and the Universal Thermoclimatic Index - and the direct data measured to verify a relationship between these variables. In the summer experiment, male subjects averaged a maximum skin temperature of 34.1 °C for people who started the experiment in the shade part, 36.1 °C for those who started in the sun and the variation averaging 2 °C. On the other hand, female individuals had a mean maximum skin temperature, starting in the shade and sun, at 34.1 °C and 37.9 °C, respectively, with a mean 8 variation of 3.8 °C. In this way, we see that women temperature vary more easily than men. Regarding the linear correlation coefficients between the maximum skin temperature variation and the variation between the thermal comfort indexes, without distinguishing between the experiments, we have a value of 0.90 for the ID and TE, for the TEv we have 0.62 and for UTCI a value of -0.44. When considering the experiments separately, we did not find any correlation, so a differentiated statistical analysis was performed. For winter, we recorded an average maximum skin temperature for males who started in the exposed environment of 30.7 °C and 31.7 °C for those who started indoors, with an average variation of 1°C; for women, we had for those who started in the exposed and indoor environment, respectively, 31 °C and 31.5 °C of mean maximum skin temperature and mean variation of 0.5 °C. Regarding the values of Pearson\'s linear correlation coefficients between the skin temperature variation, considering both experiment settings (starting in the outdoor or indoor environment), -0.74 for ID and TE, -0.42 for the TEv and -0.44 for the UTCI. In a statistical analysis, Cunha, Lima and Silva (2021) showed that only winter data, with the beginning of the exposed test, ie, external, were statistically significant. They pointed out that the remaining data sets were not statistically significant, indicating a need for either a larger set or more time to optimize the experiment results.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPGoncalves, Fabio Luiz TeixeiraSarquis, Erick dos Santos2021-12-21info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/14/14133/tde-14112025-144635/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-11-14T18:14:06Zoai:teses.usp.br:tde-14112025-144635Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-11-14T18:14:06Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Esta pesquisa busca avaliar um método remoto de medida da temperatura de pele humana através da emissão de radiação corpórea. O objetivo principal é relacionar as imagens de temperatura obtidas das pessoas ao seu conforto térmico em ambientes abertos, utilizando os conceitos de emissão de radiação na faixa do infravermelho e de alguns índices de conforto térmico. Para tal foram coletadas imagens da emissão infravermelha de indivíduos entre 20 e 30 anos com o auxílio de uma câmera com sensor nesta banda de comprimento de onda e, simultaneamente, medidas das variáveis meteorológicas locais, com o auxílio de confortímetros e de termômetros de globo cinza. Ao mesmo tempo foram relacionadas as medidas com as sensações percebidas pelos indivíduos através do preenchimento de um questionário adequado. Estas medidas foram feitas no verão e no inverno de 2019, com uma amostra de, respectivamente, 33 e 25 indivíduos, para que se possa avaliar uma variação aproximadamente anual. Pretendia-se repetir os experimentos no ano de 2020 para fins de comparação, no entanto não pudemos realiza-los devido a pandemia. Assim, de posse destes dados, foram calculadas correlações entre índices de conforto térmico já conhecidos na literatura - o Índice de Desconforto, a Temperatura Efetiva padrão e em função do vento e o Índice Termoclimático Universal - e os dados diretos aferidos para verificar uma relação entre estas variáveis. No experimento de verão, os indivíduos do sexo masculino uma média de temperatura de pele máxima de 34,1 °C para as pessoas que começaram o experimento na parte de sombra, 36,1 °C para as que começaram sob o sol e 6 a variação teve média de 2 °C. Já os indivíduos do sexo feminino tiveram média de temperatura de pele máxima, começando na parte de sombra e de sol de, respectivamente, 34,1 °C e 37,9 °C, com média de variação de 3,8°C. Dessa forma, vemos que as mulheres variam de temperatura mais facilmente do que os homens. Com relação aos coeficientes de correlação linear entre a variação de temperatura de pele máxima e a variação entre os índices de conforto térmico, sem fazer distinção entre os experimentos, temos, para o ID e TE um valor de 0,90, para o TEv temos 0,62 e para o UTCI um valor de - 0,44. Ao considerar os experimentos separadamente não encontramos correlação, então foi feita uma análise estatística diferenciada. Já para o inverno, registramos uma média de temperatura de pele máxima para os indivíduos do sexo masculino que começaram no ambiente exposto de 30,7 °C e de 31,7 °C para os que começaram no ambiente interno, com uma variação média de 1 °C; para as mulheres, tivemos para as que começaram no ambiente exposto e interno, respectivamente, 31 °C e 31,5 °C de temperatura de pele máxima média e variação média de 0,5 °C. Com relação aos valores de coeficientes de correlação linear de Pearson entre a variação de temperatura de pele temos, considerando ambas as configurações de experimento (começo no ambiente externo ou interno), -0,74 para o ID e TE, -0,42 para o TEv e -0,44 para o UTCI. Em uma análise estatística, Cunha, Lima e Silva (2021) mostraram que somente os dados de inverno, com início do teste exposto, ou seja, externo, eram estatisticamente significativos. Eles apontaram que os demais conjuntos de dados não foram estatisticamente significativos, indicando que uma necessidade ou de um conjunto maior ou de mais tempo para otimizar os resultados do experimento. |
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