Caracterização e inserção profissional de egressos do curso de graduação em obstetrícia da Universidade de São Paulo

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2011
Autor(a) principal: Trintinalia, Maryam Michelle Jarrouge
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7141/tde-17082011-103213/
Resumo: Introdução: A Organização Mundial de Saúde propõe características menos intervencionistas da assistência ao parto, enfatizando o papel das obstetrizes e enfermeiras obstétricas como as profissionais mais apropriadas para o acompanhamento das mulheres com gestação e parto normais. A Universidade de São Paulo (USP) iniciou, em 2005, o Curso de Graduação em Obstetrícia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH-USP). Esse Curso nasceu com o desafio de reativar a formação do profissional obstetriz, visando a mudanças no modelo assistencial ao parto vigente. Objetivo: Conhecer a vivência acadêmica e a inserção profissional das(os) obstetrizes egressas(os) da primeira turma do Curso de Obstetrícia da EACH-USP. Método: Pesquisa de caráter exploratório e descritivo, com uma abordagem quantitativa e qualitativa. Para a abordagem qualitativa foi utilizado o Estudo de Caso. A amostra foi composta por 24 egressas(os) da primeira turma do Curso, de um universo de 44 formandas(os) que ingressaram em 2005. Os dados foram coletados no período de maio a agosto de 2010, por meio de entrevista gravada. O instrumento de coleta de dados foi composto por perguntas abertas e fechadas. A análise compreendeu a caracterização do perfil sócio-demográfico e econômico das(os) egressas(os) e sua trajetória acadêmica e profissional. Para análise dos dados foram utilizadas a estatística descritiva e a análise de conteúdo, adotando as concepções pedagógicas da EACH-USP, o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Obstetrícia e os estudos sobre egressos como marcos teóricos. Resultados: Identificou-se que a maioria das(os) egressas(os) eram mulheres, solteiras, jovens e residentes na cidade de São Paulo, com renda familiar em torno de três a dez salários mínimos, com formação escolar anterior em escolas privadas. Após a conclusão da graduação, 17 egressas(os) voltaram a estudar, sendo seis em cursos de mestrado ou doutorado, seis em outro curso de graduação e os demais em cursos de atualização. Havia 14 egressas(os) inseridas(os) no mercado de trabalho, mas apenas quatro atuando na Obstetrícia, devido aos impedimentos legais para obter o registro profissional de Obstetriz. Da análise qualitativa dos dados, extraíram-se as seguintes categorias: Curso de Obstetrícia; Opção pelo Curso de Obstetrícia; Vivência Acadêmica; Formação Acadêmica; Inserção no Mercado de Trabalho, Sugestões para Melhorar a Formação dos Alunos; Sugestões para Aproximar Ex e Atuais Alunos. Ao final do estudo, considerou-se que as(os) obstetrizes perceberam sua formação acadêmica como adequada para enfrentar o mercado de trabalho, mas destacaram limitações como a falta de maiores contatos profissionais durante o curso, a carga horária reduzida em disciplinas práticas e a infra-estrutura deficiente da EACH-USP, que foram parcialmente superadas ao longo do Curso. Os itens mais valorizados na vivência acadêmica foram a realização de estágios, a iniciação científica e o contato com os professores. Em relação à inserção profissional, prevalece o discurso carregado de revolta e indignação com o Conselho Regional de Enfermagem, devido à resistência do órgão em reconhecer seu diploma para fins de registro profissional. Considerações Finais: O Curso de Obstetrícia da EACH-USP oferece um ensino de qualidade e forma obstetrizes com potencial para contribuir para a transformação da assistência obstétrica. Embora venham sendo feitas mudanças para aprimoramento do Curso, dificuldades relativas ao reconhecimento legal do exercício profissional das egressas representam ameaças à sua continuidade.
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Objetivo: Conhecer a vivência acadêmica e a inserção profissional das(os) obstetrizes egressas(os) da primeira turma do Curso de Obstetrícia da EACH-USP. Método: Pesquisa de caráter exploratório e descritivo, com uma abordagem quantitativa e qualitativa. Para a abordagem qualitativa foi utilizado o Estudo de Caso. A amostra foi composta por 24 egressas(os) da primeira turma do Curso, de um universo de 44 formandas(os) que ingressaram em 2005. Os dados foram coletados no período de maio a agosto de 2010, por meio de entrevista gravada. O instrumento de coleta de dados foi composto por perguntas abertas e fechadas. A análise compreendeu a caracterização do perfil sócio-demográfico e econômico das(os) egressas(os) e sua trajetória acadêmica e profissional. Para análise dos dados foram utilizadas a estatística descritiva e a análise de conteúdo, adotando as concepções pedagógicas da EACH-USP, o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Obstetrícia e os estudos sobre egressos como marcos teóricos. Resultados: Identificou-se que a maioria das(os) egressas(os) eram mulheres, solteiras, jovens e residentes na cidade de São Paulo, com renda familiar em torno de três a dez salários mínimos, com formação escolar anterior em escolas privadas. Após a conclusão da graduação, 17 egressas(os) voltaram a estudar, sendo seis em cursos de mestrado ou doutorado, seis em outro curso de graduação e os demais em cursos de atualização. Havia 14 egressas(os) inseridas(os) no mercado de trabalho, mas apenas quatro atuando na Obstetrícia, devido aos impedimentos legais para obter o registro profissional de Obstetriz. Da análise qualitativa dos dados, extraíram-se as seguintes categorias: Curso de Obstetrícia; Opção pelo Curso de Obstetrícia; Vivência Acadêmica; Formação Acadêmica; Inserção no Mercado de Trabalho, Sugestões para Melhorar a Formação dos Alunos; Sugestões para Aproximar Ex e Atuais Alunos. Ao final do estudo, considerou-se que as(os) obstetrizes perceberam sua formação acadêmica como adequada para enfrentar o mercado de trabalho, mas destacaram limitações como a falta de maiores contatos profissionais durante o curso, a carga horária reduzida em disciplinas práticas e a infra-estrutura deficiente da EACH-USP, que foram parcialmente superadas ao longo do Curso. Os itens mais valorizados na vivência acadêmica foram a realização de estágios, a iniciação científica e o contato com os professores. Em relação à inserção profissional, prevalece o discurso carregado de revolta e indignação com o Conselho Regional de Enfermagem, devido à resistência do órgão em reconhecer seu diploma para fins de registro profissional. Considerações Finais: O Curso de Obstetrícia da EACH-USP oferece um ensino de qualidade e forma obstetrizes com potencial para contribuir para a transformação da assistência obstétrica. Embora venham sendo feitas mudanças para aprimoramento do Curso, dificuldades relativas ao reconhecimento legal do exercício profissional das egressas representam ameaças à sua continuidade.Introduction: The World Health Organization proposes less interventionist characteristics of childbirth care, emphasizing the role of midwives and nurse-midwives as the professionals best suited to the monitoring of women with normal pregnancy and delivery. The University of São Paulo (USP) began in 2005, the Undergraduate Program in Midwifery at the School of Arts, Sciences and Humanities (EACH-USP). This course was created with the challenge to revive the training of professional midwife in order to change the current model of care delivery. Objective: To know the academic experience and professional inclusion of (the) egresses midwives of the first class of midwifery course EACH-USP. Method: Research on exploratory and descriptive, with a quantitative and qualitative approach. For the qualitative approach was used the case study. The sample was composed of 24 egresses (the) the first class of course, a universe of 44 graduates who were admitted in 2005. Data were collected between May to August 2010, through recorded interviews. The data collection instrument consisted of open and closed questions. The analysis included the characterization of sociodemographic and econimic profile of (the) egresses and his academic and professional trajectories. For data analysis we used descriptive statistics and content analysis, adopting the pedagogical conceptions of EACH-USP, the Pedagogical Policy Project of the midwifery Course and studies of egresses as theoretical frameworks. Results: We identified that the majority of (the) egresses were women, single, young and living in the city of São Paulo, with a family income of around three to ten minimum salary, previous schooling in private schools. After completion of graduation, 17 egresses (the) returned to study, six courses in master\'s or doctorate, six another undergraduate and other in courses to upgrade. There were 14 egresses (the) inserted (the) labor market, but only four working in obstetrics, on account of legal impediments for the registration of professional midwives. The qualitative analysis of data, we extracted the following categories: Midwifery Course, Choice of Midwifery Course, Academic Experience, Academic training; Entering the Labor Market, Suggestions for Improving the Training of Students; Suggestions for bringing Past and Present Students . At the end of the study it was considered that (the) midwives perceived their academic training as appropriate to meet the labor market, but highlighted limitations such as lack of major professional contacts during the course, reduced the workload in practical subjects and deficient infrastructure of the EACH-USP, which were partially overcome throughout the course. Items valued at more academic experience were the realization of stages, the basic scientific research and contact with teachers. In relation to professional inclusion, the prevailing discourse laden with anger and indignation with the Regional Nursing Council, because of resistance of the organ to recognize their qualifications for professional registration. Conclusion: The Midwifery Course EACH-USP offers a quality education and prepares midwives with the potential to contribute to the transformation of obstetrical care. Although changes may be made for improvement of course, difficulties relating to legal recognition of professional practice of the egresses represent threats to its continuity.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPRiesco, Maria Luiza GonzalezTrintinalia, Maryam Michelle Jarrouge2011-06-15info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttp://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7141/tde-17082011-103213/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2016-07-28T16:10:30Zoai:teses.usp.br:tde-17082011-103213Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212016-07-28T16:10:30Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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