Filmes nanocompósitos a base de gelatina ativados com extrato de folha de pitangueira (Eugenia uniflora L.) encapsulado em emulsão dupla: permeabilidade a gases e digestão in vitro

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Tessaro, Larissa
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/74/74132/tde-13092024-094036/
Resumo: Filmes ativos são materiais finos e flexíveis incorporando compostos ativos (CA) e que por isso, podem apresentam, por exemplo, atividades antimicrobiana e/ou antioxidante. Eles podem ser produzidos a partir de biopolímeros, como a gelatina, que possui excelente propriedade formadora de filmes. O extrato hidroetanólico de folhas de pitangueira (PLE) é rico em CA e pode ser utilizado para ativar esses materiais, na forma livre ou encapsulado. Além disso, a incorporação de cargas de reforço, como a nanocelulose cristalina (CN), pode ser conveniente para aprimorar algumas propriedades físico-químicas dos filmes ativos. Esses filmes ativos podem, ainda, apresentar propriedades comestíveis e atuarem como liberadores de CA em condições gastrointestinais. Assim, o objetivo geral desta tese foi estudar as propriedades de barreira a gases e a digestão in vitro de filmes e filmes nanocompósitos a base de gelatina, sem e com carga de CN, e ativados com PLE encapsulado em emulsão dupla A/O/A (DE) e não encapsulado. Na primeira parte deste trabalho, as propriedades físico-químicas, funcionais, microestruturais e ativas de filmes e filmes nanocompósitos a base de gelatina, quitosana e blenda gelatina/quitosana, ativados pela incorporação de DE, foram estudadas. A incorporação de CN e DE melhorou consideravelmente as propriedades mecânicas, de barreira à luz UV/Vis e de sensibilidade à água. Com base neste estudo, a gelatina foi escolhida como o biopolímero mais conveniente para a produção dos filmes e filmes nanocompósito, considerando-se que apresentou melhor atividade antioxidante e tem menor custo. Em seguida, filmes e filmes nanocompósitos a base de gelatina ativados com PLE não encapsulado foram estudados para um melhor entendimento da ação do PLE na matriz biopolimérica e do efeito da sua encapsulação na DE. Assim como para os filmes produzidos na primeira parte deste trabalho, o PLE não encapsulado e a CN aprimoraram as propriedades mecânicas, de barreira à luz UV/Vis e a atividade antioxidante, embora em menor intensidade. O efeito da umidade relativa (UR) na taxa de transmissão dos gases O2 e CO2 (GTR) através de filmes e filmes nanocompósitos ativados com DE ou PLE também foi estudado. A CN e o PLE e/ou DE modificaram a morfologia e cristalinidade dos filmes e filmes nanocompósitos, o que afetou a GTR em diferentes URs (0, 34, 59 e 76%). Os filmes nanocompósitos apresentaram, no geral, as melhores propriedades de barreira aos gases estudados. Por fim, realizou-se um estudo de digestão in vitro dos filmes e filmes nanocompósitos ativados com PLE ou DE, a fim de se determinar a biodisponibilidade do PLE após a digestão in vitro e a citotoxicidade dos filmes digeridos. Como controle de todo o processo, o PLE, a emulsão água-em-óleo (SE), e a DE, também foram submetidas à digestão in vitro. O filme nanocompósito ativado com DE apresentou a maior biodisponibilidade e estabilidade do PLE. Todos os filmes digeridos foram não citotóxicos nas condições estudadas. No geral, os estudos conduzidos nesta tese demonstraram que os filmes e filmes nanocompósitos produzidos podem, eventualmente, ser comestíveis e seguros para a saúde humana. Estes materiais podem ser valorizados e aprimorados pela adição de CN e PLE encapsulado em DE, e atuar como liberadores do PLE em condições gastrointestinais e como materiais de barreira a gases em diferentes umidades relativas. Alguns resultados obtidos nesta tese permitem sugerir que esses filmes e filmes nanocompósitos podem ser aplicados com segurança como embalagens ativas de alimentos.
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Além disso, a incorporação de cargas de reforço, como a nanocelulose cristalina (CN), pode ser conveniente para aprimorar algumas propriedades físico-químicas dos filmes ativos. Esses filmes ativos podem, ainda, apresentar propriedades comestíveis e atuarem como liberadores de CA em condições gastrointestinais. Assim, o objetivo geral desta tese foi estudar as propriedades de barreira a gases e a digestão in vitro de filmes e filmes nanocompósitos a base de gelatina, sem e com carga de CN, e ativados com PLE encapsulado em emulsão dupla A/O/A (DE) e não encapsulado. Na primeira parte deste trabalho, as propriedades físico-químicas, funcionais, microestruturais e ativas de filmes e filmes nanocompósitos a base de gelatina, quitosana e blenda gelatina/quitosana, ativados pela incorporação de DE, foram estudadas. A incorporação de CN e DE melhorou consideravelmente as propriedades mecânicas, de barreira à luz UV/Vis e de sensibilidade à água. Com base neste estudo, a gelatina foi escolhida como o biopolímero mais conveniente para a produção dos filmes e filmes nanocompósito, considerando-se que apresentou melhor atividade antioxidante e tem menor custo. Em seguida, filmes e filmes nanocompósitos a base de gelatina ativados com PLE não encapsulado foram estudados para um melhor entendimento da ação do PLE na matriz biopolimérica e do efeito da sua encapsulação na DE. Assim como para os filmes produzidos na primeira parte deste trabalho, o PLE não encapsulado e a CN aprimoraram as propriedades mecânicas, de barreira à luz UV/Vis e a atividade antioxidante, embora em menor intensidade. O efeito da umidade relativa (UR) na taxa de transmissão dos gases O2 e CO2 (GTR) através de filmes e filmes nanocompósitos ativados com DE ou PLE também foi estudado. A CN e o PLE e/ou DE modificaram a morfologia e cristalinidade dos filmes e filmes nanocompósitos, o que afetou a GTR em diferentes URs (0, 34, 59 e 76%). Os filmes nanocompósitos apresentaram, no geral, as melhores propriedades de barreira aos gases estudados. Por fim, realizou-se um estudo de digestão in vitro dos filmes e filmes nanocompósitos ativados com PLE ou DE, a fim de se determinar a biodisponibilidade do PLE após a digestão in vitro e a citotoxicidade dos filmes digeridos. Como controle de todo o processo, o PLE, a emulsão água-em-óleo (SE), e a DE, também foram submetidas à digestão in vitro. O filme nanocompósito ativado com DE apresentou a maior biodisponibilidade e estabilidade do PLE. Todos os filmes digeridos foram não citotóxicos nas condições estudadas. No geral, os estudos conduzidos nesta tese demonstraram que os filmes e filmes nanocompósitos produzidos podem, eventualmente, ser comestíveis e seguros para a saúde humana. Estes materiais podem ser valorizados e aprimorados pela adição de CN e PLE encapsulado em DE, e atuar como liberadores do PLE em condições gastrointestinais e como materiais de barreira a gases em diferentes umidades relativas. Alguns resultados obtidos nesta tese permitem sugerir que esses filmes e filmes nanocompósitos podem ser aplicados com segurança como embalagens ativas de alimentos.Active films are thin and flexible materials incorporating active compounds (AC) and therefore may have, for example, antimicrobial and/or antioxidant activities. They can be produced from biopolymers such as gelatin, which has an excellent film-forming property. The hydroethanolic extract of pitangueira leaves (PLE) is rich in CA and can be used to activate these materials, in free or encapsulated form. Furthermore, the incorporation of reinforcing fillers, such as crystalline nanocellulose (CN), may be convenient to improve some physicochemical properties of active films. These active films may also have edible properties and act as CA delivers in gastrointestinal conditions. Thus, the general objective of this thesis was to study the gas barrier properties and in vitro digestion of gelatin-based films and nanocomposite films, without and with CN loading, and activated with PLE encapsulated in a W/O/W emulsion (DE) and not encapsulated. In the first part of this work, the physicochemical, functional, microstructural and active properties of nanocomposite films and films based on gelatin, chitosan and gelatin/chitosan blend, activated by the incorporation of DE, were studied. The incorporation of CN and DE considerably improved the mechanical properties, UV/Vis light barrier and water sensitivity. Based on this study, gelatin was chosen as the most convenient biopolymer for the production of films and nanocomposite films, considering that it presented better antioxidant activity and has a lower cost. Next, gelatin-based films and nanocomposite films activated with non-encapsulated PLE were studied to better understand the action of PLE on the biopolymeric matrix and the effect of its encapsulation on DE. As for the films produced in the first part of this work, the non-encapsulated PLE and CN improved the mechanical properties, barrier to UV/Vis light and antioxidant activity, although to a lesser extent. The effect of relative humidity (RH) on the transmission rate of O2 and CO2 gases (GTR) through DE or PLE activated films and nanocomposite films was also studied. CN and PLE and/or DE modified the morphology and crystallinity of films and nanocomposite films, which affected the GTR at different RHs (0, 34, 59 and 76%). The nanocomposite films showed, in general, the best gas barrier properties studied. Finally, an in vitro digestion study of films and nanocomposite films activated with PLE or DE was carried out to determine the bioavailability of PLE after in vitro digestion and the cytotoxicity of the digested films. As a control for the entire process, the PLE, the water-in-oil (SE) emulsion and the DE were also subjected to in vitro digestion. The DE-activated nanocomposite film showed the highest bioavailability and stability of PLE. All digested films were non-cytotoxic under the conditions studied. Overall, the studies conducted in this thesis demonstrated that the nanocomposite films and films produced can eventually be edible and safe for human health. These materials can be valorized and enhanced by the addition of CN and PLE encapsulated in DE, and act as PLE releasers in gastrointestinal conditions and as gas barrier materials at different relative humidities. Some results obtained in this thesis suggest that these films and nanocomposite films can be safely applied as active food packaging.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSobral, Paulo Jose do AmaralTessaro, Larissa2024-05-24info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/74/74132/tde-13092024-094036/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2024-09-13T18:52:02Zoai:teses.usp.br:tde-13092024-094036Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212024-09-13T18:52:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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Gelatin-based nanocomposite films activated with Pitanga leaf extract encapsulated in double emulsion: gas permeability and in vitro digestion
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Tessaro, Larissa
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