Análise histomorfométrica de implantes hidrofóbicos e hidrofílicos: estudo experimental em coelhos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Cunha, Verena Souza da
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/25/25146/tde-26102015-092124/
Resumo: O íntimo contato entre osso e implante é considerado um pré-requisito fundamental para o sucesso dos implantes dentários, condição esta conhecida como osseointegração. Devido a isto, um grande número de pesquisas com tratamentos de superfícies de implantes vem sendo desenvolvido por várias empresas nos últimos anos, visando acelerar esse fenômeno. O objetivo deste trabalho é avaliar histomorfometricamente o percentual de contato osso-implante (BIC) e área de osso novo (BA) entre implantes de tratamento de superfície Neoporos (GC - hidrofóbico) e implantes com energia de superfície molhada Acqua (GE - hidrofílicos). Foram utilizados 15 coelhos da raça new zealand, que receberam 30 implantes divididos em cada lado de suas tíbias direita e esquerda, ambos de titânio comercialmente puro grau IV com 3.5x8mm de dimensão, sendo ao final de 15 dias, a região dos implantes coletada e processada histologicamente para obtenção de cortes teciduais não desmineralizados, embora dois implantes do grupo Esm tenham sido excluídos da pesquisa devido à instalação ter ocorrido dentro do canal medular e terem obtido tecido necrosado, não cumprindo as características de osseointegração. Para análise dos dados estatísticos, utilizou-se o teste t de Students para amostras independents e teste Mann-Whitney Rank Sum com nível de significância de p<0.05. Os resultados mostraram que não houve diferença estatisticamente significante entre os grupos para a análise de BIC. O grupo GC apresentou a média de 42.9% de BIC, ligeiramente menor que o grupo GE, que apresentou 49.3% de média. Já para o teste BA houve diferenças de 15%, em que o grupo GC apresentou 58.6% e o grupo GE, 74.4%. A conclusão é que há, ainda, necessidade de maiores estudos a cerca do referido tema.
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