Comparação do tratamento de fotobiomodulação com terapia convencional em lesões na mucosa da gastrostomia de crianças e adolescentes: ensaio clínico randomizado

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2026
Autor(a) principal: Monteiro, Ana Cristina dos Santos
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USP
Universidade de São Paulo
Faculdade de Medicina
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5141/tde-08052026-140311/
Resumo: Introdução: A gastrostomia é um procedimento indicado para crianças e adolescentes com doença crônica, como má absorção intestinal, distúrbios de deglutição, doenças neurológicas, entre outras, e pode evoluir com lesões no estoma e na pele periestoma. Desta forma, é fundamental que profissionais da área da saúde saibam cuidar das estomias. Hoje existem diversos tratamentos para as lesões nos estomas, e a fotobiomodulação vem adquirindo maior destaque quando falamos de lesão tecidual por ser um método atraumático que, através dos seus efeitos analgésicos, antiflamatórios e de biomodulação tecidual, reduz o tempo de tratamento de amplo espectro, sem causar interações medicamentosas. Objetivos: Comparar o tempo de cicatrização das lesões na mucosa da gastrostomia e periestoma de crianças e adolescentes utilizando fotobiomodulação versus tratamento convencional (usual care), Avaliar a eficácia da fotobiomodulação na cicatrização de lesões periestoma de gastrostomia de crianças e adolescentes, Identificar as principais complicações da gastrostomia antes de iniciar o tratamento, Identificar as principais complicações durante o tratamento, Verificar possibilidade de a fotobiomodulação ser utilizada como terapia primária no tratamento de lesões periestoma e na mucosa da gastrostomia de crianças e adolescentes. Metodologia: Ensaio clínico randomizado, aberto, comparativo, para avaliar o tempo de cicatrização da lesão na mucosa da gastrostomia utilizando fotobiomodulação ou pó barreira protetora em uma amostra de 60 pacientes com idade de 0 a 17 anos atendidos pela estomaterapeuta do ICr-HCFMUSP nas unidades de internação, de julho de 2020 a setembro de 2025. Os pacientes foram randomizados por um gerador de números aleatórios por meio do site www.randomization.com e alocados nos Grupos Intervenção e Tratamento Convencional. O tratamento foi realizado em dias alternados com duração de vinte dias e as lesões avaliadas através de medida inicial e durante os dias de tratamento, aspecto e número de aplicações do laser ou pó barreira protetora. Resultados: As lesões mais frequentes antes do tratamento foram granuloma (28,3%) e trauma (25,0%), seguidos por maceração (18,3%) e exteriorização de mucosa (13,3%). A área inicial da lesão apresentou média de 1,3 cm² (±0,6) e final de 0,7 cm² (±0,5). O tempo médio de tratamento foi de aproximadamente 13,8 dias (DP ±5,0), com mediana de 14 dias (3-21). A idade média foi de 42,8 meses (3,5 anos) (±37,9), com mediana de 29,5 meses (2,5 anos). A mediana do número de sessões foi de 8(3-10) (IIQ: 5,810). A altura e o comprimento do estoma apresentaram médias e medianas em torno de 1,0 cm (DP ±0,3) e intervalos interquartis pequenos (0,81,1cm). Os valores mínimos e máximos variaram de aproximadamente 0,1 a 2,0cm. A área média com dermatite foi de 0,7 cm² (±1,0), variando até 5,7 cm². As complicações durante o tratamento foram registradas em 37,7% das sessões, sendo 51,5% fricção do dispositivo e 43,1% tracionamento acidental, enquanto a saída completa do dispositivo foi rara (5,4%), considerando como tratamento o tempo de hospitalização. Episódios de vazamento ocorreram em 41,5% das sessões e sangramento em 39,1%, demonstrando que intercorrências locais eram relativamente comuns, embora sem gravidade. A comparação entre os grupos mostrou que o grupo tratado com fotobiomodulação apresentou redução mais rápida da área do estoma (p<0,001) e da área da lesão (p=0,030) quando comparado ao tratamento convencional, além de efeito significativo do tempo para a redução da área de lesão (p<0,001). Quanto a área da dermatite, houve redução ao longo do tempo para ambos os grupos na pele e no estoma, sem diferença significante. Não houve influência do tempo ou do tipo de tratamento na ocorrência de fricção nem de sangramento, enquanto que, para vazamento, o tempo de tratamento foi fator determinante. A análise da curva de sobrevida mostrou que ambos os tratamentos tiveram desempenho semelhante para cessar o sangramento e o vazamento. Conclusão: Não houve diferença estatisticamente significante no tempo de tratamento das lesões periestoma e na mucosa da gastrostomia, ambos foram efetivos. Todavia, a fotobiomodulação reduziu mais rapidamente a área do estoma e da lesão, mostrando que pode ser utilizada como terapia primária no tratamento de lesões periestoma e na mucosa da gastrostomia de crianças e adolescentes.
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spelling Comparação do tratamento de fotobiomodulação com terapia convencional em lesões na mucosa da gastrostomia de crianças e adolescentes: ensaio clínico randomizadoComparison of photobiomodulation treatment with conventional therapy in gastrostomy mucosal lesions in children and adolescents: randomized clinical trialGastrostomiaAdolescenteTerapia com luz de baixa intensidadeCriançaCuidados de enfermagemEstomaterapiaFerimentos e lesõesStoma therapyNursing careLow-level light therapyGastrostomyAdolescentChildWounds and lesionsIntrodução: A gastrostomia é um procedimento indicado para crianças e adolescentes com doença crônica, como má absorção intestinal, distúrbios de deglutição, doenças neurológicas, entre outras, e pode evoluir com lesões no estoma e na pele periestoma. Desta forma, é fundamental que profissionais da área da saúde saibam cuidar das estomias. Hoje existem diversos tratamentos para as lesões nos estomas, e a fotobiomodulação vem adquirindo maior destaque quando falamos de lesão tecidual por ser um método atraumático que, através dos seus efeitos analgésicos, antiflamatórios e de biomodulação tecidual, reduz o tempo de tratamento de amplo espectro, sem causar interações medicamentosas. Objetivos: Comparar o tempo de cicatrização das lesões na mucosa da gastrostomia e periestoma de crianças e adolescentes utilizando fotobiomodulação versus tratamento convencional (usual care), Avaliar a eficácia da fotobiomodulação na cicatrização de lesões periestoma de gastrostomia de crianças e adolescentes, Identificar as principais complicações da gastrostomia antes de iniciar o tratamento, Identificar as principais complicações durante o tratamento, Verificar possibilidade de a fotobiomodulação ser utilizada como terapia primária no tratamento de lesões periestoma e na mucosa da gastrostomia de crianças e adolescentes. Metodologia: Ensaio clínico randomizado, aberto, comparativo, para avaliar o tempo de cicatrização da lesão na mucosa da gastrostomia utilizando fotobiomodulação ou pó barreira protetora em uma amostra de 60 pacientes com idade de 0 a 17 anos atendidos pela estomaterapeuta do ICr-HCFMUSP nas unidades de internação, de julho de 2020 a setembro de 2025. Os pacientes foram randomizados por um gerador de números aleatórios por meio do site www.randomization.com e alocados nos Grupos Intervenção e Tratamento Convencional. O tratamento foi realizado em dias alternados com duração de vinte dias e as lesões avaliadas através de medida inicial e durante os dias de tratamento, aspecto e número de aplicações do laser ou pó barreira protetora. Resultados: As lesões mais frequentes antes do tratamento foram granuloma (28,3%) e trauma (25,0%), seguidos por maceração (18,3%) e exteriorização de mucosa (13,3%). A área inicial da lesão apresentou média de 1,3 cm² (±0,6) e final de 0,7 cm² (±0,5). O tempo médio de tratamento foi de aproximadamente 13,8 dias (DP ±5,0), com mediana de 14 dias (3-21). A idade média foi de 42,8 meses (3,5 anos) (±37,9), com mediana de 29,5 meses (2,5 anos). A mediana do número de sessões foi de 8(3-10) (IIQ: 5,810). A altura e o comprimento do estoma apresentaram médias e medianas em torno de 1,0 cm (DP ±0,3) e intervalos interquartis pequenos (0,81,1cm). Os valores mínimos e máximos variaram de aproximadamente 0,1 a 2,0cm. A área média com dermatite foi de 0,7 cm² (±1,0), variando até 5,7 cm². As complicações durante o tratamento foram registradas em 37,7% das sessões, sendo 51,5% fricção do dispositivo e 43,1% tracionamento acidental, enquanto a saída completa do dispositivo foi rara (5,4%), considerando como tratamento o tempo de hospitalização. Episódios de vazamento ocorreram em 41,5% das sessões e sangramento em 39,1%, demonstrando que intercorrências locais eram relativamente comuns, embora sem gravidade. A comparação entre os grupos mostrou que o grupo tratado com fotobiomodulação apresentou redução mais rápida da área do estoma (p<0,001) e da área da lesão (p=0,030) quando comparado ao tratamento convencional, além de efeito significativo do tempo para a redução da área de lesão (p<0,001). Quanto a área da dermatite, houve redução ao longo do tempo para ambos os grupos na pele e no estoma, sem diferença significante. Não houve influência do tempo ou do tipo de tratamento na ocorrência de fricção nem de sangramento, enquanto que, para vazamento, o tempo de tratamento foi fator determinante. A análise da curva de sobrevida mostrou que ambos os tratamentos tiveram desempenho semelhante para cessar o sangramento e o vazamento. Conclusão: Não houve diferença estatisticamente significante no tempo de tratamento das lesões periestoma e na mucosa da gastrostomia, ambos foram efetivos. Todavia, a fotobiomodulação reduziu mais rapidamente a área do estoma e da lesão, mostrando que pode ser utilizada como terapia primária no tratamento de lesões periestoma e na mucosa da gastrostomia de crianças e adolescentes.Introduction: Gastrostomy is a procedure indicated for children and adolescents with chronic diseases, such as intestinal malabsorption, swallowing disorders, neurological diseases, among others, and can lead to peristomal lesions. Therefore, it is essential that healthcare professionals know how to care for stomas. Today, there are several treatments for stoma lesions, and photobiomodulation is gaining prominence when discussing tissue injury because it is an atraumatic method that, through its analgesic, anti-inflammatory, and tissue biomodulation effects, reduces treatment time across a broad spectrum without causing drug interactions. Therefore, this study aimed to demonstrate the effect of photobiomodulation in patients. Objectives: To compare the healing time of gastrostomy mucosal lesions in children and adolescents using photobiomodulation versus conventional treatment (usual care); To evaluate the efficacy of photobiomodulation in the healing of peristomal gastrostomy lesions in children and adolescents; To identify the main gastrostomy complications before starting treatment; To identify the main complications during treatment; and To verify the feasibility of using photobiomodulation as primary therapy in the treatment of peristomal and gastrostomy mucosal lesions in children and adolescents. Methodology: This was a randomized, open-label, comparative clinical trial to evaluate the healing time of gastrostomy mucosal lesions using photobiomodulation or protective barrier powder in a sample of 60 patients aged 0 to 17 years treated by the stoma therapist at ICr-HCFMUSP in the inpatient units, from July 2020 to September 2025. Patients were randomized using a random number generator via the website www.randomization.com and allocated to Intervention and Conventional Treatment Groups. Treatment was performed on alternate days for twenty days, and lesions were evaluated through baseline measurements and during the treatment days, appearance, and number of laser or protective barrier powder applications. Results: The most frequent lesions before treatment were granuloma (28.3%) and trauma (25.0%), followed by maceration (18.3%) and mucosal exteriorization (13.3%). The initial lesion area had a mean of 1.3 cm² (±0.6) and a final area of 0.7 cm² (±0.5). The mean treatment time was approximately 13.8 days (SD ±5.0), with a median of 14 days (3-21). The mean age was 42.8 months (3.5 years) (±37.9), with a median of 29.5 months (2.5 years). The median number of sessions was 8 (3-10) (IQR: 5.810). The height and length of the stoma had means and medians around 1.0 cm (SD ±0.3) and small interquartile ranges (0.81.1 cm). The minimum and maximum values ranged from approximately 0.1 to 2.0 cm. The average area with dermatitis was 0.7 cm² (±1.0), ranging up to 5.7 cm². Complications during treatment were recorded in 37.7% of sessions, with 51.5% due to device friction and 43.1% due to accidental traction, while complete device removal was rare (5.4%). Leakage episodes occurred in 41.5% of sessions and bleeding in 39.1%, demonstrating that local complications were relatively common, although not serious. Comparison between groups showed that the group treated with photobiomodulation presented a faster reduction in stoma area (p<0.001) and lesion area (p=0.030) when compared to conventional treatment, in addition to a significant effect of time on the reduction of lesion area (p<0.001). Regarding the dermatitis area, there was a reduction over time for both groups without a significant difference. There was no influence of treatment time or type on the occurrence of friction or bleeding, while for leakage, treatment time was a determining factor. Survival curve analysis showed that both treatments performed similarly in stopping bleeding and leakage. Conclusion: there was no statistically significant difference in treatment time for peristomal lesions and gastrostomy mucosa; both were effective. However, photobiomodulation reduced the stoma and lesion area more rapidly, showing that it can be used as primary therapy in the treatment of peristomal lesions and gastrostomy mucosa in children and adolescents.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USPUniversidade de São PauloFaculdade de MedicinaFerreira, Juliana Caires de Oliveira AchiliMonteiro, Ana Cristina dos Santos2026-01-262026-05-08info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5141/tde-08052026-140311/doi:10.11606/T.5.2026.tde-08052026-140311Liberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USP2026-05-08T19:58:02Zoai:teses.usp.br:tde-08052026-140311Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-05-08T19:58:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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description Introdução: A gastrostomia é um procedimento indicado para crianças e adolescentes com doença crônica, como má absorção intestinal, distúrbios de deglutição, doenças neurológicas, entre outras, e pode evoluir com lesões no estoma e na pele periestoma. Desta forma, é fundamental que profissionais da área da saúde saibam cuidar das estomias. Hoje existem diversos tratamentos para as lesões nos estomas, e a fotobiomodulação vem adquirindo maior destaque quando falamos de lesão tecidual por ser um método atraumático que, através dos seus efeitos analgésicos, antiflamatórios e de biomodulação tecidual, reduz o tempo de tratamento de amplo espectro, sem causar interações medicamentosas. Objetivos: Comparar o tempo de cicatrização das lesões na mucosa da gastrostomia e periestoma de crianças e adolescentes utilizando fotobiomodulação versus tratamento convencional (usual care), Avaliar a eficácia da fotobiomodulação na cicatrização de lesões periestoma de gastrostomia de crianças e adolescentes, Identificar as principais complicações da gastrostomia antes de iniciar o tratamento, Identificar as principais complicações durante o tratamento, Verificar possibilidade de a fotobiomodulação ser utilizada como terapia primária no tratamento de lesões periestoma e na mucosa da gastrostomia de crianças e adolescentes. Metodologia: Ensaio clínico randomizado, aberto, comparativo, para avaliar o tempo de cicatrização da lesão na mucosa da gastrostomia utilizando fotobiomodulação ou pó barreira protetora em uma amostra de 60 pacientes com idade de 0 a 17 anos atendidos pela estomaterapeuta do ICr-HCFMUSP nas unidades de internação, de julho de 2020 a setembro de 2025. Os pacientes foram randomizados por um gerador de números aleatórios por meio do site www.randomization.com e alocados nos Grupos Intervenção e Tratamento Convencional. O tratamento foi realizado em dias alternados com duração de vinte dias e as lesões avaliadas através de medida inicial e durante os dias de tratamento, aspecto e número de aplicações do laser ou pó barreira protetora. Resultados: As lesões mais frequentes antes do tratamento foram granuloma (28,3%) e trauma (25,0%), seguidos por maceração (18,3%) e exteriorização de mucosa (13,3%). A área inicial da lesão apresentou média de 1,3 cm² (±0,6) e final de 0,7 cm² (±0,5). O tempo médio de tratamento foi de aproximadamente 13,8 dias (DP ±5,0), com mediana de 14 dias (3-21). A idade média foi de 42,8 meses (3,5 anos) (±37,9), com mediana de 29,5 meses (2,5 anos). A mediana do número de sessões foi de 8(3-10) (IIQ: 5,810). A altura e o comprimento do estoma apresentaram médias e medianas em torno de 1,0 cm (DP ±0,3) e intervalos interquartis pequenos (0,81,1cm). Os valores mínimos e máximos variaram de aproximadamente 0,1 a 2,0cm. A área média com dermatite foi de 0,7 cm² (±1,0), variando até 5,7 cm². As complicações durante o tratamento foram registradas em 37,7% das sessões, sendo 51,5% fricção do dispositivo e 43,1% tracionamento acidental, enquanto a saída completa do dispositivo foi rara (5,4%), considerando como tratamento o tempo de hospitalização. Episódios de vazamento ocorreram em 41,5% das sessões e sangramento em 39,1%, demonstrando que intercorrências locais eram relativamente comuns, embora sem gravidade. A comparação entre os grupos mostrou que o grupo tratado com fotobiomodulação apresentou redução mais rápida da área do estoma (p<0,001) e da área da lesão (p=0,030) quando comparado ao tratamento convencional, além de efeito significativo do tempo para a redução da área de lesão (p<0,001). Quanto a área da dermatite, houve redução ao longo do tempo para ambos os grupos na pele e no estoma, sem diferença significante. Não houve influência do tempo ou do tipo de tratamento na ocorrência de fricção nem de sangramento, enquanto que, para vazamento, o tempo de tratamento foi fator determinante. A análise da curva de sobrevida mostrou que ambos os tratamentos tiveram desempenho semelhante para cessar o sangramento e o vazamento. Conclusão: Não houve diferença estatisticamente significante no tempo de tratamento das lesões periestoma e na mucosa da gastrostomia, ambos foram efetivos. Todavia, a fotobiomodulação reduziu mais rapidamente a área do estoma e da lesão, mostrando que pode ser utilizada como terapia primária no tratamento de lesões periestoma e na mucosa da gastrostomia de crianças e adolescentes.
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