Diversidade florística: uma abordagem não supervisionada

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Fuza, Matheus Santos
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11150/tde-04032026-151118/
Resumo: A restauração ecológica em ambientes tropicais biodiversos exige estratégias eficazes de monitoramento da diversidade florística. Este trabalho propõe um pipeline inovador baseado em aprendizado profundo não supervisionado para o mapeamento da diversidade de copas arbóreas, utilizando imagens RGB de altíssima resolução obtidas por RPA. A abordagem integra a ferramenta CanopyRS para a detecção e segmentação automática de copas individuais (ITC), seguida pela aplicação do modelo SwAV para agrupamento morfológico não supervisionado. O método foi testado em três tratamentos experimentais de plantio em área de restauração, com diferentes níveis de riqueza de espécies (20, 58 e 114 espécies). Foram avaliadas métricas quantitativas (ARI, AMI, V-measure, pureza e F1-score), análises qualitativas (matrizes de confusão, t-SNE) e mapas de calor da diversidade com base nos agrupamentos. Os resultados demonstram que o SwAV é capaz de identificar padrões fenotípicos coerentes, com agrupamentos frequentemente alinhados às espécies botânicas identificadas em campo. Entretanto, observou-se um trade-off entre a granularidade, dada pelo aumento no número de protótipos (K), e a referência taxonômica, com fragmentação de espécies em múltiplos clusters.
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