Batekoo: território decolonial de transgressão estética da juventude negra periférica LGBTQIAPN+

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Magalhães, Nina Clara de Oliveira Baptista
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/100/100133/tde-20112024-161324/
Resumo: Com base em estudos decoloniais e sua influência na concepção do que é moda, esta pesquisa tem como proposta depreender a respeito de aspectos de evolução histórica, factuais, estético-linguísticos e de identidade filosófico-político-cultural do coletivo negro, periférico e LGBTQIAPN+ conhecido como Batekoo. O caminho metodológico proposto foi uma pesquisa qualitativa de estudo etnográfico e também descritivo-observacional de reconhecimento, e por intermédio desta se compreendeu como estes jovens se utilizam de elementos vestimentares transgressores para propagar suas mensagens, sendo o seu vestir um ato político, um território de resistência que serve para afirmar a identidade negra, \"AFROntar\" a estrutura hegemônica e lutar contra o racismo. Como resultado, pudemos inferior que há um regime de poder-saber que sustenta o discurso da moda, e que este tem a capacidade de produzir determinadas subjetividades, pré-disposições psicológicas e socioculturais, ou seja, a moda é um dispositivo estratégico de hierarquia social no qual e por meio do qual se constroem indivíduos manipulados, dóceis e úteis para uma sociedade pautada na produção e no consumo.
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