Participação dos jovens na força de trabalho de São Paulo
| Ano de defesa: | 1975 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/12/12138/tde-28022025-135445/ |
Resumo: | Ao analisar os problemas relativos à força de trabalho, um enfoque bastante comum consiste em estudar a participação dos diversos grupos etários junto ao mercado de trabalho. Assim, ao longo do tempo tem-se analisado a participação de jovens, homens adultos, mulheres casadas, pessoas idosas etc., onde diversas explicações de caráter não só econômico, mas também sociológico, institucional, demográfico e cultural têm sido formuladas. Do ponto de vista da economia, o estudo das faixas de idade relativamente jovens parece bastante interessante, e seu aspecto principal reside no fato de que, mais que em qualquer outra faixa de idade, esses elementos têm que alocar seu tempo entre atividades de mercado, aumento de escolaridade e lazer. Quando associamos esse fato a problemas de rápido crescimento econômico, como parece ser o caso de São Paulo, essas faixas de idade parecem as mais atingidas, ocasionando um comportamento particular de sua participação no mercado de trabalho. Com o progresso tecnológico dois aspectos interessantes ocorrem: em primeiro lugar, a necessidade de maior qualificação condiciona o jovem a participar menos no mercado, o que é facilitado pelo seu baixo custo de oportunidade em abandoná-lo (baixos salários) e, como consequência, é provável que ele vá se dedicar aos estudos; em segundo lugar, o desenvolvimento econômico conduz a um crescimento de renda familiar que, por sua vez, torna possível o crescimento do índice de escolaridade dos jovens, uma vez que a família pode suportar os custos da educação de seus filhos, tanto diretos como indiretos. Esse crescimento de renda familiar pode assim se constituir em fonte de financiamento da renda familiar pode assim se constituir em fonte de financiamento para a saída ou mesmo postergação da força de trabalho, para seus filhos, possibilitando-lhes aumento da qualificação necessário para acompanhar o desenvolvimento da economia. Desse modo, o estudo sobre a atividade de mercado por parte dos jovens pode ser visto pelo ângulo de uma maior demanda por educação, já que para eles esse tipo de investimento, além do auxílio da família, apresenta altos retornos futuros devido a seu maior horizonte de ganhos. Por outro lado, a população jovem se constitui, sob um ponto de vista mais amplo, em peça valiosa para futuros estágios do processo de crescimento econômico, social e político de qualquer país. A possibilidade de se desenvolverem as potencialidades dos jovens no presente será, no futuro, tão importante quanto outras fontes de crescimento econômico. Assim, o conhecimento de variáveis que afetam a participação dos jovens no mercado de trabalho é de grande importância, uma vez que pode fornecer subsídios para a formulação de políticas, quer educacionais, quer visando elaboração de diretrizes que disciplinem as atividades dos jovens no mercado de trabalho. O presente estudo terá por objetivo investigar em que extensão a participação de jovens no mercado de trabalho, tanto em idade produtiva como em idade escolar, está relacionada com variáveis ao nível da família. A ideia repousa em que estas variáveis afetam a participação dos filhos no mercado de trabalho, basicamente devido às influências, que exercem sobre a sua educação, formal ou técnica. Entretanto, esse último aspecto ficará sob a forma de conjectura, pois os dados utilizados não permitem um aprofundamento desse tipo. O intuito presente não será proceder a uma estimação rigorosa de uma curva de oferta de trabalho no sentido econométrico, mas somente fornecer parâmetros que possam auxiliar na explicação e compreensão da participação desses elementos nas atividades de mercado. O capítulo I constitui um resumo de algumas teorias de participação no mercado de trabalho, com uma incursão no campo da economia da educação. O capítulo II procura revelar, num sentido a priori, as influências da renda da família sobre horas trabalhadas dos filhos. No capítulo III se propõe um modelo teórico das variáveis que afetam a participação daqueles elementos, sempre dentro do contexto familiar. Ainda nesse capítulo são realizados testes empíricos do modelo. Finalmente, o capítulo IV apresenta algumas conclusões acerca da importância do conhecimento da realidade dos jovens para a formulação de política econômica. Seguem-me apêndices e bibliografia. |
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Participação dos jovens na força de trabalho de São PauloYouth participation in the workforce of São PauloEmployment - BrazilEmprego - BrasilJovensLabor marketMercado de trabalhoYouthAo analisar os problemas relativos à força de trabalho, um enfoque bastante comum consiste em estudar a participação dos diversos grupos etários junto ao mercado de trabalho. Assim, ao longo do tempo tem-se analisado a participação de jovens, homens adultos, mulheres casadas, pessoas idosas etc., onde diversas explicações de caráter não só econômico, mas também sociológico, institucional, demográfico e cultural têm sido formuladas. Do ponto de vista da economia, o estudo das faixas de idade relativamente jovens parece bastante interessante, e seu aspecto principal reside no fato de que, mais que em qualquer outra faixa de idade, esses elementos têm que alocar seu tempo entre atividades de mercado, aumento de escolaridade e lazer. Quando associamos esse fato a problemas de rápido crescimento econômico, como parece ser o caso de São Paulo, essas faixas de idade parecem as mais atingidas, ocasionando um comportamento particular de sua participação no mercado de trabalho. Com o progresso tecnológico dois aspectos interessantes ocorrem: em primeiro lugar, a necessidade de maior qualificação condiciona o jovem a participar menos no mercado, o que é facilitado pelo seu baixo custo de oportunidade em abandoná-lo (baixos salários) e, como consequência, é provável que ele vá se dedicar aos estudos; em segundo lugar, o desenvolvimento econômico conduz a um crescimento de renda familiar que, por sua vez, torna possível o crescimento do índice de escolaridade dos jovens, uma vez que a família pode suportar os custos da educação de seus filhos, tanto diretos como indiretos. Esse crescimento de renda familiar pode assim se constituir em fonte de financiamento da renda familiar pode assim se constituir em fonte de financiamento para a saída ou mesmo postergação da força de trabalho, para seus filhos, possibilitando-lhes aumento da qualificação necessário para acompanhar o desenvolvimento da economia. Desse modo, o estudo sobre a atividade de mercado por parte dos jovens pode ser visto pelo ângulo de uma maior demanda por educação, já que para eles esse tipo de investimento, além do auxílio da família, apresenta altos retornos futuros devido a seu maior horizonte de ganhos. Por outro lado, a população jovem se constitui, sob um ponto de vista mais amplo, em peça valiosa para futuros estágios do processo de crescimento econômico, social e político de qualquer país. A possibilidade de se desenvolverem as potencialidades dos jovens no presente será, no futuro, tão importante quanto outras fontes de crescimento econômico. Assim, o conhecimento de variáveis que afetam a participação dos jovens no mercado de trabalho é de grande importância, uma vez que pode fornecer subsídios para a formulação de políticas, quer educacionais, quer visando elaboração de diretrizes que disciplinem as atividades dos jovens no mercado de trabalho. O presente estudo terá por objetivo investigar em que extensão a participação de jovens no mercado de trabalho, tanto em idade produtiva como em idade escolar, está relacionada com variáveis ao nível da família. A ideia repousa em que estas variáveis afetam a participação dos filhos no mercado de trabalho, basicamente devido às influências, que exercem sobre a sua educação, formal ou técnica. Entretanto, esse último aspecto ficará sob a forma de conjectura, pois os dados utilizados não permitem um aprofundamento desse tipo. O intuito presente não será proceder a uma estimação rigorosa de uma curva de oferta de trabalho no sentido econométrico, mas somente fornecer parâmetros que possam auxiliar na explicação e compreensão da participação desses elementos nas atividades de mercado. O capítulo I constitui um resumo de algumas teorias de participação no mercado de trabalho, com uma incursão no campo da economia da educação. O capítulo II procura revelar, num sentido a priori, as influências da renda da família sobre horas trabalhadas dos filhos. No capítulo III se propõe um modelo teórico das variáveis que afetam a participação daqueles elementos, sempre dentro do contexto familiar. Ainda nesse capítulo são realizados testes empíricos do modelo. Finalmente, o capítulo IV apresenta algumas conclusões acerca da importância do conhecimento da realidade dos jovens para a formulação de política econômica. Seguem-me apêndices e bibliografia.When analyzing issues related to the workforce, a common approach is to study the participation of different age groups in the labor market. Over time, the participation of young people, adult men, married women, the elderly, and others has been analyzed, with various explanations being formulated from not only an economic perspective but also sociological, institutional, demographic, and cultural angles. From an economic standpoint, studying relatively younger age groups is quite interesting, and its main aspect lies in the fact that, more than in any other age group, these individuals must allocate their time between market activities, increasing education, and leisure. When we associate this fact with problems of rapid economic growth, as seems to be the case in São Paulo, these age groups appear to be the most affected, resulting in a particular pattern of their participation in the labor market. With technological progress, two interesting aspects occur: first, the need for higher qualifications forces young people to participate less in the market, which is facilitated by their low opportunity cost of leaving it (low wages), and as a result, they are likely to dedicate themselves to studies; second, economic development leads to an increase in household income, which, in turn, makes it possible to raise the education level of young people, as the family can afford the direct and indirect costs of their children\'s education. This growth in family income can thus become a source of funding for the withdrawal or even postponement from the workforce for their children, enabling them to obtain the qualifications necessary to keep up with economic development. Thus, the study of young people\'s labor market activity can be viewed from the perspective of increased demand for education, since for them, this type of investment, along with family support, offers high future returns due to their longer earning horizon. On the other hand, the youth population, from a broader perspective, is a valuable asset for future stages of economic, social, and political growth in any country. The opportunity to develop the potential of young people in the present will, in the future, be as important as other sources of economic growth. Therefore, understanding the variables that affect youth participation in the labor market is crucial, as it can provide insights for the formulation of policies, whether educational or those aimed at creating guidelines to regulate young people\'s activities in the labor market. This study aims to investigate to what extent the participation of young people in the labor market, both in productive and school-age years, is related to family-level variables. The idea is that these variables affect children\'s participation in the labor market, mainly due to their influence on their education, whether formal or technical. However, this latter aspect will remain speculative, as the data used do not allow for in-depth analysis in this area. The present intention is not to perform a rigorous estimation of a labor supply curve in the econometric sense, but rather to provide parameters that may help explain and understand the participation of these individuals in market activities. Chapter I provides a summary of some theories of labor market participation, with an exploration of the field of education economics. Chapter II aims to reveal, in an a priori sense, the influences of family income on the working hours of children. Chapter III proposes a theoretical model of the variables affecting the participation of these individuals, always within the family context. Empirical tests of the model are also conducted in this chapter. Finally, Chapter IV presents some conclusions regarding the importance of understanding the reality of young people for the formulation of economic policies. The appendices and bibliography follow.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPCampino, Antonio Carlos CoelhoChahad, José Paulo Zeetano1975-05-26info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/12/12138/tde-28022025-135445/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-02-28T17:10:03Zoai:teses.usp.br:tde-28022025-135445Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-02-28T17:10:03Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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