Extração e análise cromatográfica (HPLC) de cumarinas em plantas medicinais brasileiras
| Ano de defesa: | 1997 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/75/75132/tde-10032026-163322/ |
Resumo: | Para a utilização segura de qualquer planta medicinal como medicamento, é necessário que ela seja padronizada, isto é, deve-se estabelecer a autenticidade da droga vegetal e o seu teor de princípios ativos dentro dos parâmetros utilizados como critérios de qualidade. Os métodos cromatográficos podem ser aplicados ao controle de qualidade de plantas medicinais devido às suas vantagens como eficiência, rapidez e possibilidade de utilização em sistemas automatizados. Neste trabalho foram estudadas duas plantas medicinais brasileiras: Mikania glomerata Spreng. e Dorstenia brasiliensis Lam. Estudou-se Mikania glomerata Spreng., vulgarmente conhecida como \"guaco\", com o objetivo de estabelecer as melhores condições de extração e métodos de extração: maceração, maceração com ultra-som, infusão, SFE e o método descrito pela Farmacopéia Brasileira. Os extratos hidroalcoólicos foram analisados por HPLC-UV/DAD, constatando-se maior eficiência na extração de cumarina através da técnica de maceração com ultra-som. O presente estudo de D. brasiliensis teve como objetivo o desenvolvimento de uma metodologia de análise para a quantificação de psoraleno e bergapteno em extratos hidroalcoólicos. Efetuou-se primeiramente a otimização das condições de extração das furanocumarinas por maceração com ultra-som, sendo os extratos hidroalcoólicos analisados quantitativamente por HPLC-UV/DAD e por HPLC-Fluorescência. Os dois métodos de análise cromatográfica mostraram-se eficientes. O uso do detector de UV apresentou como vantagens a menor especificidade em relação ao detector de fluorescência, além do menor custo. |
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Para a utilização segura de qualquer planta medicinal como medicamento, é necessário que ela seja padronizada, isto é, deve-se estabelecer a autenticidade da droga vegetal e o seu teor de princípios ativos dentro dos parâmetros utilizados como critérios de qualidade. Os métodos cromatográficos podem ser aplicados ao controle de qualidade de plantas medicinais devido às suas vantagens como eficiência, rapidez e possibilidade de utilização em sistemas automatizados. Neste trabalho foram estudadas duas plantas medicinais brasileiras: Mikania glomerata Spreng. e Dorstenia brasiliensis Lam. Estudou-se Mikania glomerata Spreng., vulgarmente conhecida como \"guaco\", com o objetivo de estabelecer as melhores condições de extração e métodos de extração: maceração, maceração com ultra-som, infusão, SFE e o método descrito pela Farmacopéia Brasileira. Os extratos hidroalcoólicos foram analisados por HPLC-UV/DAD, constatando-se maior eficiência na extração de cumarina através da técnica de maceração com ultra-som. O presente estudo de D. brasiliensis teve como objetivo o desenvolvimento de uma metodologia de análise para a quantificação de psoraleno e bergapteno em extratos hidroalcoólicos. Efetuou-se primeiramente a otimização das condições de extração das furanocumarinas por maceração com ultra-som, sendo os extratos hidroalcoólicos analisados quantitativamente por HPLC-UV/DAD e por HPLC-Fluorescência. Os dois métodos de análise cromatográfica mostraram-se eficientes. O uso do detector de UV apresentou como vantagens a menor especificidade em relação ao detector de fluorescência, além do menor custo. |
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