Análise comparativa dos aspectos clínicos, biomecânicos, histológicos e imuno-histoquímicos entre o aneurisma da aorta abdominal infrarrenal e o aneurisma da artéria poplítea
| Ano de defesa: | 2024 |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5177/tde-02062025-120154/ |
Resumo: | INTRODUÇÃO: A apresentação clínica da doença aneurismática varia conforme sua localização. Enquanto na artéria poplítea, os aneurismas tendem a embolização distal e a trombose, na aorta abdominal infrarrenal a principal complicação é a ruptura. Ainda não se sabe ao certo o motivo dos aneurismas da aorta abdominal infrarrenal (AAA) e dos aneurismas da artéria poplítea (AAP) se comportarem de maneira distinta. Uma das alternativas para elucidar essas diferenças é a realização do estudo comparativo. OBJETIVOS: O objetivo deste estudo foi avaliar comparativamente aspectos clínicos, biomecânicos, histológicos e imunohistoquímicos entre os AAA e os AAP. MÉTODOS: Foram coletadas informações clínicas, exames de imagem (tomografias computadorizadas e ultrassonografias doppler) e fragmentos da parede dos aneurismas de 180 paciente com AAA e 18 pacientes com AAP. Conduziram-se testes biomecânicos uniaxiais de tração nos fragmentos captados da parede das artérias, avaliando no momento da falência do material, os parâmetros da resistência mecânica (força máxima, estresse, tensão, energia de deformação) e da elasticidade (deformação). Realizaram-se estudos histológicos, utilizando as colorações: Hematoxilina-Eosina, para medir a espessura das camadas íntima e adventícia; Masson, para determinar o percentual de fibrose em todas as camadas da artéria; e Verhoeff, para definir o percentual das fibras elásticas na camada média. Adicionalmente, foram feitos estudos imuno-histoquímicos com os marcadores Alfa Actina, CD20, CD45, CD68, PPARgama, KLF5, TNFalfa e MMP2. RESULTADOS: Nos aspectos clínicos, o grupo AAP teve maior proporção dos homens (100% vs. 72,22%, p=0,008) e maior percentual dos paciente com diabetes mellitus (38,89% vs. 16,29%, p=0,027); já o grupo AAA apresentou maior percentual dos pacientes tabagistas (84,36% vs. 38,89%, p<0,001). Em relação às variáveis biomecânicas, a energia de deformação na falência, uma medida da resistência mecânica da parede do vaso, foi maior no grupo AAP (13,36 N/m² vs. 9,95 N/m², p=0,023). Não houve diferença significativa nas variáveis histológicas estudadas. Sobre as variáveis imuno-histoquímicas, no grupo AAA observou-se maior presença dos linfócitos B na camada adventícia (CD20 1475,50 vs. 320, p=0,003), maior ação pró-inflamatória em todas as camadas (TNFalfa: camada íntima 967 vs. 173, p=0,024; camada média 782,50 vs. 177, p<0,001; camada adventícia 4153 vs. 1185, p=0,020) e maior diferenciação adipogênica na camada adventícia (PPARgama 4854,50 vs. 778, p=0,009). Por outro lado, no grupo AAP observou-se maior diferenciação adipogênica na camada íntima (KLF5 283,50 vs. 77,50, p=0,039). CONCLUSÕES: Neste estudo comparativo entre o AAA e o AAP, há maior proporção dos pacientes tabagistas no grupo AAA e maior proporção dos homens e dos pacientes com diabetes mellitus no grupo AAP. Os fragmentos da parede das artérias do grupo AAP têm maior resistência mecânica. Não há diferenças significativas entre as variáveis histológicas estudadas nos fragmentos da parede das artérias dos grupos AAA e AAP. Há maior presença dos marcadores pró-inflamatórios em todas as camadas dos fragmento da parede das artérias do grupo AAA, principalmente na camada adventícia. A diferenciação adipogênica no grupo AAA é mais intensa na camada adventícia, enquanto no grupo AAP é mais intensa na camada íntima |
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Análise comparativa dos aspectos clínicos, biomecânicos, histológicos e imuno-histoquímicos entre o aneurisma da aorta abdominal infrarrenal e o aneurisma da artéria poplíteaComparative analysis of clinical, biomechanical, histological, and immunohistochemical aspects between infrarenal abdominal aortic aneurysm and popliteal artery aneurysmAneurismaAneurisma da aorta abdominalAneurisma da artéria poplíteaAneurysmAortaAortaAorta abdominalAorta abdominalAortic aneurysm abdominalArtéria poplíteaBiomecânicaBiomechanicsHistologiaHistologyImmunohistochemistryImuno-histoquímicaPopliteal arteryPopliteal artery aneurysmINTRODUÇÃO: A apresentação clínica da doença aneurismática varia conforme sua localização. Enquanto na artéria poplítea, os aneurismas tendem a embolização distal e a trombose, na aorta abdominal infrarrenal a principal complicação é a ruptura. Ainda não se sabe ao certo o motivo dos aneurismas da aorta abdominal infrarrenal (AAA) e dos aneurismas da artéria poplítea (AAP) se comportarem de maneira distinta. Uma das alternativas para elucidar essas diferenças é a realização do estudo comparativo. OBJETIVOS: O objetivo deste estudo foi avaliar comparativamente aspectos clínicos, biomecânicos, histológicos e imunohistoquímicos entre os AAA e os AAP. MÉTODOS: Foram coletadas informações clínicas, exames de imagem (tomografias computadorizadas e ultrassonografias doppler) e fragmentos da parede dos aneurismas de 180 paciente com AAA e 18 pacientes com AAP. Conduziram-se testes biomecânicos uniaxiais de tração nos fragmentos captados da parede das artérias, avaliando no momento da falência do material, os parâmetros da resistência mecânica (força máxima, estresse, tensão, energia de deformação) e da elasticidade (deformação). Realizaram-se estudos histológicos, utilizando as colorações: Hematoxilina-Eosina, para medir a espessura das camadas íntima e adventícia; Masson, para determinar o percentual de fibrose em todas as camadas da artéria; e Verhoeff, para definir o percentual das fibras elásticas na camada média. Adicionalmente, foram feitos estudos imuno-histoquímicos com os marcadores Alfa Actina, CD20, CD45, CD68, PPARgama, KLF5, TNFalfa e MMP2. RESULTADOS: Nos aspectos clínicos, o grupo AAP teve maior proporção dos homens (100% vs. 72,22%, p=0,008) e maior percentual dos paciente com diabetes mellitus (38,89% vs. 16,29%, p=0,027); já o grupo AAA apresentou maior percentual dos pacientes tabagistas (84,36% vs. 38,89%, p<0,001). Em relação às variáveis biomecânicas, a energia de deformação na falência, uma medida da resistência mecânica da parede do vaso, foi maior no grupo AAP (13,36 N/m² vs. 9,95 N/m², p=0,023). Não houve diferença significativa nas variáveis histológicas estudadas. Sobre as variáveis imuno-histoquímicas, no grupo AAA observou-se maior presença dos linfócitos B na camada adventícia (CD20 1475,50 vs. 320, p=0,003), maior ação pró-inflamatória em todas as camadas (TNFalfa: camada íntima 967 vs. 173, p=0,024; camada média 782,50 vs. 177, p<0,001; camada adventícia 4153 vs. 1185, p=0,020) e maior diferenciação adipogênica na camada adventícia (PPARgama 4854,50 vs. 778, p=0,009). Por outro lado, no grupo AAP observou-se maior diferenciação adipogênica na camada íntima (KLF5 283,50 vs. 77,50, p=0,039). CONCLUSÕES: Neste estudo comparativo entre o AAA e o AAP, há maior proporção dos pacientes tabagistas no grupo AAA e maior proporção dos homens e dos pacientes com diabetes mellitus no grupo AAP. Os fragmentos da parede das artérias do grupo AAP têm maior resistência mecânica. Não há diferenças significativas entre as variáveis histológicas estudadas nos fragmentos da parede das artérias dos grupos AAA e AAP. Há maior presença dos marcadores pró-inflamatórios em todas as camadas dos fragmento da parede das artérias do grupo AAA, principalmente na camada adventícia. A diferenciação adipogênica no grupo AAA é mais intensa na camada adventícia, enquanto no grupo AAP é mais intensa na camada íntimaINTRODUCTION: The clinical presentation of aneurysmal disease varies according to its location. While in the popliteal artery, aneurysms tend to distal embolization and thrombosis, in the infrarenal abdominal aorta the main complication is rupture. The reason why infrarenal abdominal aortic aneurysms (AAA) and popliteal artery aneurysms (PAA) behave differently is still not fully understood. One of the alternatives to elucidate these differences is to carry out comparative study. OBJECTIVES: The aim of this study was to comparatively evaluate clinical, biomechanical, histological, and immunohistochemical aspects of the AAA and the PAA. METHODS: Clinical information, imaging exams (computed tomography and doppler ultrasound), and fragments of the aneurysm wall were collected from 180 patients with AAA and 18 patients with PAA. Uniaxial tensile biomechanical tests were conducted on the collected arterial wall fragments, evaluating the parameters of mechanical strengh (load, stress, tension, strain energy) and elasticity (strain) at the moment of material failure. Histological studies were carried out using Hematoxylin-Eosin staining to measure the thickness of the intima and adventitia layers; Masson staining to determine the percentage of fibrosis in all layers of the arteries; and Verhoeff staining to define the percentage of elastic fibers in the middle layer. Additionally, immunohistochemical studies were conducted with the markers Alpha Actin, CD20, CD45, CD68, PPARgama, KLF5, TNFalfa, and MMP2. RESULTS: In terms of clinical aspects, the PAA group had a higher proportion of men (100% vs. 72.22%, p=0.008) and a higher percentage of patients with diabetes mellitus (38.89% vs. 16.29%, p=0.027); while the AAA group had a higher percentage of smoker patients (84.36% vs. 38.89%, p<0.001). Regarding biomechanical variables, the failure strain energy, a measure of the mechanical strengh of the vessel wall, was higher in the PAA group (13.36 N/m² vs. 9.95 N/m², p=0.023). There was no significant difference in the histological variables studied. Immunohistochemical variables showed: greater presence of B lymphocytes in the adventitia layer of AAA (CD20 1475.50 vs. 320, p=0.003); greater pro-inflammatory action in all layers of AAA (TNFalfa: intima layer 967 vs. 173, p=0.024; media layer 782.50 vs. 177, p<0.001; adventitia layer 4153 vs. 1185, p=0.020); and greater adipogenic differentiation in the adventitia layer of AAA (PPARgama 4854.50 vs. 778, p=0.009). On the other hand, there was greater adipogenic differentiation in the intima layer of PAA (KLF5 283.50 vs. 77.50, p=0.039). CONCLUSION: In this comparative study between AAA and PAA, there is a higher proportion of smoker patients in the AAA group and a higher proportion of men and patients with diabetes mellitus in the PAA group. The wall fragments of the PAA group have greater mechanical strengh. There are no significant differences between the histological variables studied in the wall fragments of AAA and PAA groups. There is a greater presence of pro-inflammatory markers in all layers of the arterial wall fragments of the AAA group, especially in the adventitia layer. Adipogenic differentiation in the AAA group is more intense in the adventitia layer, while in the PAA group it is more intense in the intima layerBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSilva, Erasmo Simao daOliveira, Marcos Vinícius Melo de2024-11-22info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5177/tde-02062025-120154/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-06-05T19:32:02Zoai:teses.usp.br:tde-02062025-120154Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-06-05T19:32:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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INTRODUÇÃO: A apresentação clínica da doença aneurismática varia conforme sua localização. Enquanto na artéria poplítea, os aneurismas tendem a embolização distal e a trombose, na aorta abdominal infrarrenal a principal complicação é a ruptura. Ainda não se sabe ao certo o motivo dos aneurismas da aorta abdominal infrarrenal (AAA) e dos aneurismas da artéria poplítea (AAP) se comportarem de maneira distinta. Uma das alternativas para elucidar essas diferenças é a realização do estudo comparativo. OBJETIVOS: O objetivo deste estudo foi avaliar comparativamente aspectos clínicos, biomecânicos, histológicos e imunohistoquímicos entre os AAA e os AAP. MÉTODOS: Foram coletadas informações clínicas, exames de imagem (tomografias computadorizadas e ultrassonografias doppler) e fragmentos da parede dos aneurismas de 180 paciente com AAA e 18 pacientes com AAP. Conduziram-se testes biomecânicos uniaxiais de tração nos fragmentos captados da parede das artérias, avaliando no momento da falência do material, os parâmetros da resistência mecânica (força máxima, estresse, tensão, energia de deformação) e da elasticidade (deformação). Realizaram-se estudos histológicos, utilizando as colorações: Hematoxilina-Eosina, para medir a espessura das camadas íntima e adventícia; Masson, para determinar o percentual de fibrose em todas as camadas da artéria; e Verhoeff, para definir o percentual das fibras elásticas na camada média. Adicionalmente, foram feitos estudos imuno-histoquímicos com os marcadores Alfa Actina, CD20, CD45, CD68, PPARgama, KLF5, TNFalfa e MMP2. RESULTADOS: Nos aspectos clínicos, o grupo AAP teve maior proporção dos homens (100% vs. 72,22%, p=0,008) e maior percentual dos paciente com diabetes mellitus (38,89% vs. 16,29%, p=0,027); já o grupo AAA apresentou maior percentual dos pacientes tabagistas (84,36% vs. 38,89%, p<0,001). Em relação às variáveis biomecânicas, a energia de deformação na falência, uma medida da resistência mecânica da parede do vaso, foi maior no grupo AAP (13,36 N/m² vs. 9,95 N/m², p=0,023). Não houve diferença significativa nas variáveis histológicas estudadas. Sobre as variáveis imuno-histoquímicas, no grupo AAA observou-se maior presença dos linfócitos B na camada adventícia (CD20 1475,50 vs. 320, p=0,003), maior ação pró-inflamatória em todas as camadas (TNFalfa: camada íntima 967 vs. 173, p=0,024; camada média 782,50 vs. 177, p<0,001; camada adventícia 4153 vs. 1185, p=0,020) e maior diferenciação adipogênica na camada adventícia (PPARgama 4854,50 vs. 778, p=0,009). Por outro lado, no grupo AAP observou-se maior diferenciação adipogênica na camada íntima (KLF5 283,50 vs. 77,50, p=0,039). CONCLUSÕES: Neste estudo comparativo entre o AAA e o AAP, há maior proporção dos pacientes tabagistas no grupo AAA e maior proporção dos homens e dos pacientes com diabetes mellitus no grupo AAP. Os fragmentos da parede das artérias do grupo AAP têm maior resistência mecânica. Não há diferenças significativas entre as variáveis histológicas estudadas nos fragmentos da parede das artérias dos grupos AAA e AAP. Há maior presença dos marcadores pró-inflamatórios em todas as camadas dos fragmento da parede das artérias do grupo AAA, principalmente na camada adventícia. A diferenciação adipogênica no grupo AAA é mais intensa na camada adventícia, enquanto no grupo AAP é mais intensa na camada íntima |
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