Estudo da variação ontogenética de princípios ativos de Leonurus sibiricus L. e suas ações farmacológicas
| Ano de defesa: | 2000 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/9/9138/tde-21022025-143006/ |
Resumo: | A espécie Leonurus sibiricus L. ( família Lamiaceae ) é originária da Ásia, porém está tão bem adaptada ao Brasil que podemos considerá-la brasileira. Seu uso em disfunções ginecológicas é conhecido há séculos na China; no Brasil, seus usos descritos são como antiespasmódico, anti-reumático, antipaludismo, contra coqueluche, sendo seu uso popular, no estado de São Paulo, como antiinflamatório tópico. Neste trabalho fizemos o acompanhamento do teor de flavonóides, tanto em diferentes épocas do ano, como em diferentes etapas do crescimento da planta. Pudemos constatar que, em condições adequadas de cultivo, a espécie produz uma maior quantidade de massa verde e portanto uma maior quantidade de flavonóides. Optamos por trabalhar somente com as folhas, e não com as partes aéreas, como consta na literatura, pois dessa forma pudemos acompanhar os espécimes desde a germinação até a frutificação, recolhendo desses espécimes as sementes para os plantios posteriores, diminuindo assim a variação genotípica. As atividades farmacológicas testadas foram: atividade antiúlcera, antimicrobiana, antioxidante, antiinflamatória e também ensaios de toxicidade subcrônica e aguda, inclusive DL50. Com relação à atividade antioxidante, apesar de em cromatografia em camada delgada, termos a indicação de compostos antioxidantes, no ensaio in vitro (MDA), o Q1/2 foi de 53µg/ml enquanto que o do α-tocoferol foi de 12, 1 0µg/ml. Esses resultados não indicam que L sibiricus não tenha ação antioxidante, somente que, como trabalhamos com extrato hidroalcoólico 70% liofilizado, o composto que tenha ação antioxidante possa estar em menor concentração, ou que no extrato haja tanto compostos anti como pró oxidantes. A atividade antiinflamatória foi testada em três modelos: indução de formação de tecido granulomatoso, edema de pata induzido pela carragenina, dermatite induzida pelo óleo de cróton, sendo que na dose de 360 mg/kg, todos os modelos apresentaram resposta positiva. No modelo de indução de formação de tecido granulomatoso, via tópica e oral, não houve inibição da inflamação nas doses testadas. No modelo de dermatite induzida pelo óleo de cróton, tanto o extrato hidroalcoólico a 70% liofilizado como o extrato aquoso liofilizado de L sibiricus apresentaram respostas positivas na dose de 0,014mg/orelha ( 360mg/kg ). Esse modelo caracteriza-se por apresentar uma ação tópica aguda o que confirma o uso popular como antiinflamatório tópico. Nos resultados de atividade antiúlcera, o extrato apresentou resposta positiva somente em ulcerações nível III ( hemorrágicas ), o que pode ser considerado como um bom resultado, visto que a maioria dos antiinflamatórios não esteroidais, apresentam como efeito colateral uma a·ção ulcerogênica. A atividade antimicrobiana, quando testado o extrato hidroalcoólico 70% liofilizado, apresentou inibição de crescimento para Staphylococcus aureus, Candida albicans, Pseudomonas aeruginosa, com concentração mínima inibitória (CMI) maior que 0,1 mg/ml e menor que 0,5 mg/ml de extrato. Já quando testadas as frações clorofórmicas ( EC ), acetato de etila ( EACet ), etanólica (EET), aquosa ( EA ) de L sibiricus, a inibição do crescimento microbiano ocorreu somente para S. aureus, nas frações EC, EACet, EET, com 0,1 mg/ml <CMI< 0,5mg/mL; já para a fração aquosa o resultado foi negativo. Estes resultados nos indicam o sinergismo de ação entre os compostos do extrato, pois quando do fracionamento houve diminuição da atividade. Nos ensaios de toxicidade tanto subcrônica como aguda, o extrato apresentou muito baixa toxicidade, com DL50 de 3,99g/kg, via intraperitoneal, podendo ser considerado o extrato não tóxico. Com esse trabalho confirmamos o uso popular como antiinflamatório tópico, sendo essa espécie uma alternativa como fitoterápico. |
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Estudo da variação ontogenética de princípios ativos de Leonurus sibiricus L. e suas ações farmacológicasEstudo da variação ontogenética de princípios ativos de Leonurus sibiricus L. e suas ações farmacológicasFarmacognosiaFarmacognosiaFarmacologiaFarmacologiaToxicologiaToxicologiaA espécie Leonurus sibiricus L. ( família Lamiaceae ) é originária da Ásia, porém está tão bem adaptada ao Brasil que podemos considerá-la brasileira. Seu uso em disfunções ginecológicas é conhecido há séculos na China; no Brasil, seus usos descritos são como antiespasmódico, anti-reumático, antipaludismo, contra coqueluche, sendo seu uso popular, no estado de São Paulo, como antiinflamatório tópico. Neste trabalho fizemos o acompanhamento do teor de flavonóides, tanto em diferentes épocas do ano, como em diferentes etapas do crescimento da planta. Pudemos constatar que, em condições adequadas de cultivo, a espécie produz uma maior quantidade de massa verde e portanto uma maior quantidade de flavonóides. Optamos por trabalhar somente com as folhas, e não com as partes aéreas, como consta na literatura, pois dessa forma pudemos acompanhar os espécimes desde a germinação até a frutificação, recolhendo desses espécimes as sementes para os plantios posteriores, diminuindo assim a variação genotípica. As atividades farmacológicas testadas foram: atividade antiúlcera, antimicrobiana, antioxidante, antiinflamatória e também ensaios de toxicidade subcrônica e aguda, inclusive DL50. Com relação à atividade antioxidante, apesar de em cromatografia em camada delgada, termos a indicação de compostos antioxidantes, no ensaio in vitro (MDA), o Q1/2 foi de 53µg/ml enquanto que o do α-tocoferol foi de 12, 1 0µg/ml. Esses resultados não indicam que L sibiricus não tenha ação antioxidante, somente que, como trabalhamos com extrato hidroalcoólico 70% liofilizado, o composto que tenha ação antioxidante possa estar em menor concentração, ou que no extrato haja tanto compostos anti como pró oxidantes. A atividade antiinflamatória foi testada em três modelos: indução de formação de tecido granulomatoso, edema de pata induzido pela carragenina, dermatite induzida pelo óleo de cróton, sendo que na dose de 360 mg/kg, todos os modelos apresentaram resposta positiva. No modelo de indução de formação de tecido granulomatoso, via tópica e oral, não houve inibição da inflamação nas doses testadas. No modelo de dermatite induzida pelo óleo de cróton, tanto o extrato hidroalcoólico a 70% liofilizado como o extrato aquoso liofilizado de L sibiricus apresentaram respostas positivas na dose de 0,014mg/orelha ( 360mg/kg ). Esse modelo caracteriza-se por apresentar uma ação tópica aguda o que confirma o uso popular como antiinflamatório tópico. Nos resultados de atividade antiúlcera, o extrato apresentou resposta positiva somente em ulcerações nível III ( hemorrágicas ), o que pode ser considerado como um bom resultado, visto que a maioria dos antiinflamatórios não esteroidais, apresentam como efeito colateral uma a·ção ulcerogênica. A atividade antimicrobiana, quando testado o extrato hidroalcoólico 70% liofilizado, apresentou inibição de crescimento para Staphylococcus aureus, Candida albicans, Pseudomonas aeruginosa, com concentração mínima inibitória (CMI) maior que 0,1 mg/ml e menor que 0,5 mg/ml de extrato. Já quando testadas as frações clorofórmicas ( EC ), acetato de etila ( EACet ), etanólica (EET), aquosa ( EA ) de L sibiricus, a inibição do crescimento microbiano ocorreu somente para S. aureus, nas frações EC, EACet, EET, com 0,1 mg/ml <CMI< 0,5mg/mL; já para a fração aquosa o resultado foi negativo. Estes resultados nos indicam o sinergismo de ação entre os compostos do extrato, pois quando do fracionamento houve diminuição da atividade. Nos ensaios de toxicidade tanto subcrônica como aguda, o extrato apresentou muito baixa toxicidade, com DL50 de 3,99g/kg, via intraperitoneal, podendo ser considerado o extrato não tóxico. Com esse trabalho confirmamos o uso popular como antiinflamatório tópico, sendo essa espécie uma alternativa como fitoterápico.Leonurus sibiricus L. (family Lamiaceae), is native to Asia, nevertheless this species is so adaptaded in Brazil that we can consider it Brazilian. lts application in gynecological diseases in known for centuries in China; in Brazil, its used as antispasmodics, antireumatic, against mataria fever, but its popular use is a topical antiinflammatory, in state of São Paulo. ln this work we did the follow up of flavonoids \'s contents, in different time of the year as well as in different phases of development of this herb. We could verify that, in adequate conditions of culture, the species produce a greater amount of green mass and thus a greater amount of flavonoids. We chose to work only with the leaves and not with the aerial parts, as shown in the bibliography, so that we could keep track of these specimen since the germination until the frutification, collecting from these specimen the seeds for next culture, thus decreasing the genotipical variation. The pharmacological activities tested were: antiulcer, antimicrobial, antioxidant, anti-inflammatory and also toxicity evaluation, subchronic and acute, including DL50. Regarding the antioxidant activity, despite the thin layer chromatography result indicate the antioxidant substances, in vitro test (MDA), the Q1/2 was 53µg/mL, while the α-tocopherol was 12,10µg/mL. These results only show that, having tested the hidroalcoolic extract by 70%, the components which indicate antioxidant action may be found in inferior concentration, or this extract contains not only antioxidant components but also pro-oxidant ones. The anti-inflammatory action was tested in three models: induction of the granuloma, paw edema induced by carragenin, croton oil dermatitis, observing that in 360mg/kg dose, all of the models showed positive responses. ln the two first models, the administration via was intraperitoneal. According to the induction granuloma model, topical and oral via, no inflammation inhibition occured. Regarding the croton oil dermatitis, not only the hidroalcoolic extract by 70% but also the aqueous extract of L sibiricus, demonstrated positive responses in 0,014mg/ear dose (360mg/kg). These models apply mainly in acute topical action, which confirms the popular use as a topical antiinflammatory. ln the antiulcer action results,the extract shows positive result only in levei Ili ulcerations (hemorrhagic), which can be considered of the nonsteroidal anti-inflammatory, presents an ulcerogenic action as a side effect. The antimicrobial action, once the freezedryed hidroalcoholic extract 70º/o displayed a growth inhibition for the Staphy/ococcus aureus, Candida albicans, Pseudomonas aeruginosa, with minimum inhibitory concentration (MIC), 0,1 mg/mL<MIC<0,5mg/mL, of the extract. Having already tested the chloroform fraction (EC), etil acetate (ACet), ethanolic (EET), aqueous (EA) of L sibiricus, the inhibition ofmicrobial growth occured only for the Staphylococcus aureus, in fractions EC, EACet, EET, with 0,1mg/mL<MIC<0,5mg/mL; regarding the aqueous fraction the result was negative. These results suggest the sinergism action among the extract components, since it was observed a decrease of microbial growth inhibition after the fraction. The extract indicated a fairly low toxicity in the acute and subchronical tests, with DL50 3,999/kg, intraperitoneal via, which can be considered non-toxic.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPBacchi, Elfriede MarianneWadt, Nilsa Sumie Yamashita2000-04-11info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/9/9138/tde-21022025-143006/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-02-21T17:35:02Zoai:teses.usp.br:tde-21022025-143006Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-02-21T17:35:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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A espécie Leonurus sibiricus L. ( família Lamiaceae ) é originária da Ásia, porém está tão bem adaptada ao Brasil que podemos considerá-la brasileira. Seu uso em disfunções ginecológicas é conhecido há séculos na China; no Brasil, seus usos descritos são como antiespasmódico, anti-reumático, antipaludismo, contra coqueluche, sendo seu uso popular, no estado de São Paulo, como antiinflamatório tópico. Neste trabalho fizemos o acompanhamento do teor de flavonóides, tanto em diferentes épocas do ano, como em diferentes etapas do crescimento da planta. Pudemos constatar que, em condições adequadas de cultivo, a espécie produz uma maior quantidade de massa verde e portanto uma maior quantidade de flavonóides. Optamos por trabalhar somente com as folhas, e não com as partes aéreas, como consta na literatura, pois dessa forma pudemos acompanhar os espécimes desde a germinação até a frutificação, recolhendo desses espécimes as sementes para os plantios posteriores, diminuindo assim a variação genotípica. As atividades farmacológicas testadas foram: atividade antiúlcera, antimicrobiana, antioxidante, antiinflamatória e também ensaios de toxicidade subcrônica e aguda, inclusive DL50. Com relação à atividade antioxidante, apesar de em cromatografia em camada delgada, termos a indicação de compostos antioxidantes, no ensaio in vitro (MDA), o Q1/2 foi de 53µg/ml enquanto que o do α-tocoferol foi de 12, 1 0µg/ml. Esses resultados não indicam que L sibiricus não tenha ação antioxidante, somente que, como trabalhamos com extrato hidroalcoólico 70% liofilizado, o composto que tenha ação antioxidante possa estar em menor concentração, ou que no extrato haja tanto compostos anti como pró oxidantes. A atividade antiinflamatória foi testada em três modelos: indução de formação de tecido granulomatoso, edema de pata induzido pela carragenina, dermatite induzida pelo óleo de cróton, sendo que na dose de 360 mg/kg, todos os modelos apresentaram resposta positiva. No modelo de indução de formação de tecido granulomatoso, via tópica e oral, não houve inibição da inflamação nas doses testadas. No modelo de dermatite induzida pelo óleo de cróton, tanto o extrato hidroalcoólico a 70% liofilizado como o extrato aquoso liofilizado de L sibiricus apresentaram respostas positivas na dose de 0,014mg/orelha ( 360mg/kg ). Esse modelo caracteriza-se por apresentar uma ação tópica aguda o que confirma o uso popular como antiinflamatório tópico. Nos resultados de atividade antiúlcera, o extrato apresentou resposta positiva somente em ulcerações nível III ( hemorrágicas ), o que pode ser considerado como um bom resultado, visto que a maioria dos antiinflamatórios não esteroidais, apresentam como efeito colateral uma a·ção ulcerogênica. A atividade antimicrobiana, quando testado o extrato hidroalcoólico 70% liofilizado, apresentou inibição de crescimento para Staphylococcus aureus, Candida albicans, Pseudomonas aeruginosa, com concentração mínima inibitória (CMI) maior que 0,1 mg/ml e menor que 0,5 mg/ml de extrato. Já quando testadas as frações clorofórmicas ( EC ), acetato de etila ( EACet ), etanólica (EET), aquosa ( EA ) de L sibiricus, a inibição do crescimento microbiano ocorreu somente para S. aureus, nas frações EC, EACet, EET, com 0,1 mg/ml <CMI< 0,5mg/mL; já para a fração aquosa o resultado foi negativo. Estes resultados nos indicam o sinergismo de ação entre os compostos do extrato, pois quando do fracionamento houve diminuição da atividade. Nos ensaios de toxicidade tanto subcrônica como aguda, o extrato apresentou muito baixa toxicidade, com DL50 de 3,99g/kg, via intraperitoneal, podendo ser considerado o extrato não tóxico. Com esse trabalho confirmamos o uso popular como antiinflamatório tópico, sendo essa espécie uma alternativa como fitoterápico. |
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