Biologia comparada de Apanteles flavipes (Cameron, 1891) Hymenoptera - Braconidae) para determinação das suas exigências térmicas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1983
Autor(a) principal: Padúa, Luiz Evaldo de Moura
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11146/tde-20220207-234650/
Resumo: Estudou-se a biologia de Apanteles flavipes (Cameron, 1891) parasitando Diatraea saccharalis (Fabricius, 1794), em seis temperaturas constantes (20, 22, 25, 30, 32 e 35°C), visando determinar as exigências térmicas do parasitoide. A temperatura afetou marcadamente o ciclo biológico do parasitoide, alongando-o com o decréscimo térmico. As durações do período ovo-larva e da fase de pupa, foram inversamente proporcionais ao aumento de temperatura, na faixa de 20 a 30°C (faixa favorável ao desenvolvimento do inseto). A "viabilidade" do período ovo-larva foi decrescente com a elevação térmica, sendo que, a viabilidade da fase pupal não foi afetada pela temperatura nesta faixa favorável. A temperatura constante de 32°C foi prejudicial ao inseto, enquanto a de 35°C não permitiu o seu desenvolvimento. O peso das massas do parasitoide e de casulos {incluído as pupas) não foi afeta do pelas temperaturas, de 20, 22, 25 e 30°C, sendo produzido um menor número de casulos à 32°C. A longevidade de adultos, foi decrescente com o aumento de temperatura, entre 20 e 30°C. As temperaturas bases para o período ovo - larva, fase de pupa e ciclo total foram de 7,21; 9, 93 e 8 ,35°C, respectivamente, e as constantes térmicas de 216,64; 98,22 e 314,86 graus-dias, respectivamente. Através do somatório de graus-dias estimou-se o número provável de gerações anuais do inseto nos municípios de Piracicaba, Jaú, Ribeirão Preto e Pindorama, o qual variou de 13 a 15.
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