Estudo do empacotamento e avaliação de colunas para cromatografia líquida capilar
| Ano de defesa: | 1997 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/75/75132/tde-29092025-105835/ |
Resumo: | A Cromatografia Líquida Capilar surgiu no final da década de 60, quando Horváth, Scott e Ishii iniciaram a redução do diâmetro interno das colunas. Entre muitos atrativos, o pequeno consumo de fase móvel e estacionária e a grande sensibilidade da massa que elui da coluna, são exemplos que despertaram o interesse dos pesquisadores para a miniaturização da Cromatografia Líquida (µ-LC). Neste trabalho foi desenvolvido um sistema pneumático para empacotamento de colunas, utilizando o método \"slurry packing\", ou seja, empacotamento com partículas em suspensão. As colunas preparadas apresentam diferentes comprimentos (150 - 350 mm), diâmetro interno (D.I. de 0,53 e 0,32 mm) e tubo restritor (0,32; 0,25 e 0,10), tubo que sai da coluna para se ligar à cela do detector, fases estacionárias (reversa C-18, C-8 e C-6) e quiral (N,S-dioctil-(D)-penicilamina). Todas as colunas foram testadas em um sistema para Cromatografia Líquida Capilar, com diferentes fluxos de fase móvel e volumes de cela de detecção (Vc). As colunas com fase reversa foram testadas com a mistura de soluções dos padrões de uracila, naftaleno, fenantreno e antraceno, e acetonitrila/água (70/30%) foi a fase móvel utilizada. Uma solução padrão da mistura racêmica, ácido DL-aspártico, foi injetada na coluna quiral, como solução de teste, em diferentes concentrações e valores de pH para a solução de sulfato de cobre (II) em metanol/água, como fase móvel. Foi feito um teste com uma amostra real de Dorstenia brasiliensis, contendo os princípios ativos psoraleno e bergapteno, em uma coluna capilar C-18. Uma coluna convencional de HPLC (4,6 mm) foi testada em um cromatógrafo líquido convencional e os seus resultados foram comparados aos das colunas capilares. Os resultados revelaram que a melhor eficiência com as colunas de fase reversa foi obtida com a coluna P3 (C-18, 0,53 mm de D.I., 300 mm de comprimento e Vc=35 nL), com número de pratos teóricos para o antraceno = 16.318. A amostra real (psoraleno e bergapteno) foi muito bem separada com a coluna P6 (C-18). Para a coluna quiral, as melhores condições de fase móvel escolhida foram com [Cu2+] = 2 mM, metanol/água (15/85%), pH = 5,3 e fluxo = 8 µL/min. As colunas capilares mostraram maiores valores de eficiência em relação à coluna convencional. |
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Estudo do empacotamento e avaliação de colunas para cromatografia líquida capilarStudy of packing and evaluation of columns for capillary liquid chromatographycapillary liquid chromatographychromatographic columnschromatographic performancecolumn packingcolunas cromatográficascromatografia líquida capilardesempenho cromatográficoempacotamento de colunasA Cromatografia Líquida Capilar surgiu no final da década de 60, quando Horváth, Scott e Ishii iniciaram a redução do diâmetro interno das colunas. Entre muitos atrativos, o pequeno consumo de fase móvel e estacionária e a grande sensibilidade da massa que elui da coluna, são exemplos que despertaram o interesse dos pesquisadores para a miniaturização da Cromatografia Líquida (µ-LC). Neste trabalho foi desenvolvido um sistema pneumático para empacotamento de colunas, utilizando o método \"slurry packing\", ou seja, empacotamento com partículas em suspensão. As colunas preparadas apresentam diferentes comprimentos (150 - 350 mm), diâmetro interno (D.I. de 0,53 e 0,32 mm) e tubo restritor (0,32; 0,25 e 0,10), tubo que sai da coluna para se ligar à cela do detector, fases estacionárias (reversa C-18, C-8 e C-6) e quiral (N,S-dioctil-(D)-penicilamina). Todas as colunas foram testadas em um sistema para Cromatografia Líquida Capilar, com diferentes fluxos de fase móvel e volumes de cela de detecção (Vc). As colunas com fase reversa foram testadas com a mistura de soluções dos padrões de uracila, naftaleno, fenantreno e antraceno, e acetonitrila/água (70/30%) foi a fase móvel utilizada. Uma solução padrão da mistura racêmica, ácido DL-aspártico, foi injetada na coluna quiral, como solução de teste, em diferentes concentrações e valores de pH para a solução de sulfato de cobre (II) em metanol/água, como fase móvel. Foi feito um teste com uma amostra real de Dorstenia brasiliensis, contendo os princípios ativos psoraleno e bergapteno, em uma coluna capilar C-18. Uma coluna convencional de HPLC (4,6 mm) foi testada em um cromatógrafo líquido convencional e os seus resultados foram comparados aos das colunas capilares. Os resultados revelaram que a melhor eficiência com as colunas de fase reversa foi obtida com a coluna P3 (C-18, 0,53 mm de D.I., 300 mm de comprimento e Vc=35 nL), com número de pratos teóricos para o antraceno = 16.318. A amostra real (psoraleno e bergapteno) foi muito bem separada com a coluna P6 (C-18). Para a coluna quiral, as melhores condições de fase móvel escolhida foram com [Cu2+] = 2 mM, metanol/água (15/85%), pH = 5,3 e fluxo = 8 µL/min. As colunas capilares mostraram maiores valores de eficiência em relação à coluna convencional.Capillary Liquid Chromatography started in 1967, when Horváth, Scott, and Ishii began the investigations on small-bore columns. Many advantages, such as the low consumption of both mobile and stationary phases and the high mass sensitivity, are examples that make the miniaturization of Liquid Chromatography (µ-LC) very attractive to investigators. In the present work, a pneumatic system was developed to pack capillary LC columns, using the slurry packing method. The packed columns differ in several parameters, such as: length (150350 mm), internal diameter (I.D. 0.53 and 0.32 mm), restrictor tube (0.32, 0.25 and 0.10 mm tube between the column and the detector cell), stationary reversed phases (C-18, C-8 and C-6), and a chiral phase [N,S-dioctyl-(D)-penicillamine]. All columns were tested in a Capillary Liquid Chromatography system, with different mobile phase flow rates and different detector cell volumes (Vc). Reversed stationary phase columns were tested with a mixture of standard solutions of uracil, naphthalene, phenanthrene, and anthracene. The mobile phase was acetonitrile/water (70/30%). A standard solution of DL-aspartic acid was used to test the chiral column, and the mobile phase consisted of solutions with different concentrations and pH values of CuSO4 in methanol/water. A real sample of Dorstenia brasiliensis, containing the active principles psoralen and bergapten, was analyzed using a C-18 capillary column. A conventional column (4.6 mm I.D.) was also tested in an HPLC system and the results were compared with those obtained with the capillary columns. The results showed better efficiency with the reversed-phase column P3 (C-18; 0.53 mm I.D.; 300 mm length; Vc = 35 nL), with a theoretical plate number for anthracene of 16,318. The real sample (psoralen and bergapten) was very well separated with column P6 (C-18). For the chiral column, the best mobile phase conditions were: [Cu2+] = 2 mM, methanol/water (15/85%), pH = 5.3, and flow = 8 µL/min. The capillary columns showed higher efficiency values compared with the conventional column.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPLanças, Fernando MauroRezemini, Andréa Lúcia1997-11-26info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/75/75132/tde-29092025-105835/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-09-29T15:53:02Zoai:teses.usp.br:tde-29092025-105835Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-09-29T15:53:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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A Cromatografia Líquida Capilar surgiu no final da década de 60, quando Horváth, Scott e Ishii iniciaram a redução do diâmetro interno das colunas. Entre muitos atrativos, o pequeno consumo de fase móvel e estacionária e a grande sensibilidade da massa que elui da coluna, são exemplos que despertaram o interesse dos pesquisadores para a miniaturização da Cromatografia Líquida (µ-LC). Neste trabalho foi desenvolvido um sistema pneumático para empacotamento de colunas, utilizando o método \"slurry packing\", ou seja, empacotamento com partículas em suspensão. As colunas preparadas apresentam diferentes comprimentos (150 - 350 mm), diâmetro interno (D.I. de 0,53 e 0,32 mm) e tubo restritor (0,32; 0,25 e 0,10), tubo que sai da coluna para se ligar à cela do detector, fases estacionárias (reversa C-18, C-8 e C-6) e quiral (N,S-dioctil-(D)-penicilamina). Todas as colunas foram testadas em um sistema para Cromatografia Líquida Capilar, com diferentes fluxos de fase móvel e volumes de cela de detecção (Vc). As colunas com fase reversa foram testadas com a mistura de soluções dos padrões de uracila, naftaleno, fenantreno e antraceno, e acetonitrila/água (70/30%) foi a fase móvel utilizada. Uma solução padrão da mistura racêmica, ácido DL-aspártico, foi injetada na coluna quiral, como solução de teste, em diferentes concentrações e valores de pH para a solução de sulfato de cobre (II) em metanol/água, como fase móvel. Foi feito um teste com uma amostra real de Dorstenia brasiliensis, contendo os princípios ativos psoraleno e bergapteno, em uma coluna capilar C-18. Uma coluna convencional de HPLC (4,6 mm) foi testada em um cromatógrafo líquido convencional e os seus resultados foram comparados aos das colunas capilares. Os resultados revelaram que a melhor eficiência com as colunas de fase reversa foi obtida com a coluna P3 (C-18, 0,53 mm de D.I., 300 mm de comprimento e Vc=35 nL), com número de pratos teóricos para o antraceno = 16.318. A amostra real (psoraleno e bergapteno) foi muito bem separada com a coluna P6 (C-18). Para a coluna quiral, as melhores condições de fase móvel escolhida foram com [Cu2+] = 2 mM, metanol/água (15/85%), pH = 5,3 e fluxo = 8 µL/min. As colunas capilares mostraram maiores valores de eficiência em relação à coluna convencional. |
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